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MUNDO - Dezenas de proprietários de estabelecimentos comerciais de Lisboa reclamaram nessa última terça-feira (23), quando novas restrições entraram em vigor na cidade, determinando o fechamento de seus negócios mais cedo todos os dias, para combater uma nova onda de casos de covid-19.

Com dificuldade de pagar as contas e explicando que não tem mais dinheiro, Fatima Reis, dona de um café, disse: "Tenho que trabalhar. Eles têm que me deixar trabalhar".

Mas como todos os estabelecimentos comerciais da capital portuguesa, com exceção dos restaurantes, agora ela tem que fechar seu pequeno ponto no bairro histórico de Graça às 20h, já que as autoridades estão tentando reduzir o número de casos dentro e nos arredores da cidade.

O fato de que restaurantes podem ficar abertos mais tempo atingiu particularmente os pequenos negócios. Reis, que teve que fechar seu café durante dois meses na época do isolamento, gostaria de permanecer em funcionamento até as 22h para atender a clientes que saem do trabalho ou da praia.

Surtos localizados em bairros mais pobres e polos industriais das cercanias de Lisboa, além de festas e raves à beira-mar, estão preocupando as autoridades e mantiveram os casos em um platô preocupante no último mês.

"Os jovens não conseguem se controlar, querem ficar soltos e em grupos", disse José Rocha Pereira, de 64 anos, que também tem que fechar sua padaria às 20h. "Acho que, enquanto for este o caso, as medidas estão bem aplicadas. Mas têm que ser as mesmas para todos".

Outras medidas em vigor em Lisboa desde ontem incluem limite a aglomerações de não mais que dez pessoas, metade do número nacional. Beber em espaços públicos fora de locais autorizados também está proibido.

 

Por Catarina Demony e Miguel Pereira - Repórteres da Reuters

BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei nº 14.016/2020 que autoriza a doação de alimentos e refeições não comercializados por parte de supermercados, restaurantes e outros estabelecimentos. A medida foi aprovada no início do mês pelo Congresso e publicada hoje (24) no Diário Oficial da União.

A lei estabelece que a doação pode ser de alimentos in natura, produtos industrializados e refeições prontas, todos ainda próprios para o consumo humano; que os itens devem estar dentro do prazo de validade e em condições de conservação especificadas pelo fabricante, quando aplicável, e a integridade e segurança sanitária não podem ter sido comprometidas, mesmo que haja danos à sua embalagem.

Ainda segundo a lei, para serem doados, as propriedades nutricionais dos alimentos devem ter sido mantidas, ainda que tenham sofrido dano parcial ou apresentem aspecto comercialmente indesejável.

A medida abrange empresas, hospitais, supermercados, cooperativas, restaurantes, lanchonetes e todos os estabelecimentos que forneçam alimentos prontos para o consumo de trabalhadores, de empregados, de colaboradores, de parceiros, de pacientes e de clientes em geral.

A doação deverá ser gratuita e, em nenhuma hipótese, configurará relação de consumo. A lei prevê que sejam beneficiadas pessoas, famílias ou grupos em situação de vulnerabilidade ou de risco alimentar ou nutricional. Pelo texto, essa doação poderá ser feita diretamente, em colaboração com o poder público, ou por meio de bancos de alimentos, de outras entidades beneficentes de assistência social certificadas ou de entidades religiosas.

A lei estabelece ainda que caso os alimentos doados causem danos, tanto o doador como o intermediário somente serão responsabilizados, nas esferas civil e administrativa, se tiverem agido com essa intenção. Já na esfera penal, eles serão responsabilizados somente se comprovado, no momento da primeira entrega, ainda que esta não seja feita ao consumidor final, a intenção específica de causar danos à saúde de outros.

De acordo com a lei, durante a pandemia da covid-19 o governo federal deverá comprar alimentos preferencialmente de agricultores familiares e pescadores artesanais que não podem vender sua produção de forma direta em razão da suspensão de funcionamento de feiras e outros equipamentos de comercialização.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República explicou que, além de combater o desperdício de alimentos, a medida tem o objetivo de “combater a fome e a desnutrição, valorizar a responsabilidade social e a solidariedade entre os brasileiros e auxiliar a superação da crise econômica e social gerada pela atual pandemia”.
 

 

*Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

ARARAS/SP - O prefeito Junior Franco anunciou na noite desta terça-feira (23) novas medidas restritivas de combate ao novo coronavírus (covid-19). O comércio varejista volta a fechar a partir do próximo sábado (27), e os estabelecimentos considerados essenciais terão horários restritos de atendimento ao público, com exceção de farmácias e drogarias.

O anúncio oficial ocorreu durante Live no Facebook da Prefeitura, com a participação do prefeito Junior Franco, do vice Carleto Denardi e do diretor técnico da Santa Casa, o médico Helder Camargo Preto Junior. O secretário municipal de Saúde, Itacil Luiz Zurita Filho, não participou da Live por estar em isolamento domiciliar, após ter sido contaminado pelo vírus da covid-19.

Durante seu pronunciamento, o prefeito ressaltou que precisou tomar medidas mais drásticas para combater a propagação do vírus da covid-19 na cidade, pois os números de casos aumentaram nas últimas semanas. Nas últimas 24 horas, Araras registrou 4 novas mortes, totalizando 8 óbitos pela covid-19 na cidade.

Segundo o prefeito, os motivos pelo aumento do número de casos não estão relacionados exclusivamente à volta do funcionamento do comércio nas últimas semanas, e sim por vários fatores. Por este motivo, a Prefeitura anunciou essas novas medidas e já adiantou que vai intensificar a fiscalização na cidade, não só no comércio, mas também nas aglomerações de espaços públicos.

Um Decreto Municipal será publicado nesta quarta-feira (24), com mais detalhes sobre as novas medidas restritivas. Basicamente, as alterações serão essas:

Comércio varejista não essencial:

• Fechado a partir do próximo sábado, dia 27, até dia 12 de julho.

• Não será permitido abrir meia porta do estabelecimento para drive thru. Permitido somente serviço de delivery (entrega em domicílio).

Ramo alimentício

• Continua proibido o atendimento ao público no estabelecimento, mas está permitido o serviço de entrega em domicílio (delivery) e busca no local (drive trhu), como acontece atualmente.

• Neste sistema de drive trhu não será permitido aglomeração de pessoas nas calçadas. Cada estabelecimento terá que se adaptar para atender os clientes nos veículos para retirada do produto.

Novo horário de atendimento do comércio essencial, de 27 de junho a 12 de julho:

(supermercados, padarias, postos de combustíveis, oficinas mecânicas etc)

• Segunda a Sexta: Das 8h às 18h

• Sábado: Das 8h às 13h

• Domingo: Fechado

A única exceção são as farmácias e drogarias, que poderão funcionar normalmente em qualquer horário.

 

 

 

Secom/Prefeitura de Araras

Rede lança novo sabor e aplicativo de delivery próprio para fortalecer operações

SÃO CARLOS/SP - As festas juninas sempre representaram uma oportunidade potencial para o comércio de diversos segmentos, principalmente para o alimentício, que consegue registrar alta nos negócios durante os meses de junho e julho.

Porém, em um ano atípico, por conta da pandemia do COVID-19, o cancelamento das festividades que geralmente são marcadas pela aglomeração de pessoas,  levou algumas empresas a adotar estratégias para não perder vendas.

É o caso da Casa de Bolos, rede pioneira no segmento de bolos caseiros, que criou um plano para alavancar as vendas e fortalecer a operação nas mais de 370 lojas espalhadas pelo País. Entre as medidas está o lançamento do Bolo de Milho com Requeijão, que chega para somar ao portfólio de uma linha bem procurada pelos consumidores nessa época do ano, como fubá com goiabada, fubá com erva-doce, milho, mandioca e banana com canela.

Para atender os novos comportamentos de consumo, que pede uma grande atenção em relação ao isolamento das pessoas, a rede implantou os sistemas de delivery via aplicativo próprio e o take away (pegue e leve). De acordo com Rafael Ramos, diretor de marketing da Casa de Bolos, a implantação desses dois serviços devem gerar um fortalecimento em todas as operações. “Nossa previsão é de um aumento entre 10% e 15% nas vendas do período”, declara.    

SOBRE A CASA DE BOLOS

Criada com muito carinho pelas mãos talentosas da Vó Sônia em parceria com seus filhos, a Casa de Bolos é pioneira no segmento de bolos caseiros. Contando com mais de 370 unidades pelo país e uma produção diária de 55 mil bolos, a rede mantém uma rigorosa qualidade dos bolos oferecidos. Natural de Ribeirão Preto, mãe e filhos começaram o negócio num pequeno salão no centro da cidade e, com o sucesso da loja, optaram pelo modelo de franquias. Hoje, a Casa de Bolos tem no cardápio mais de 100 sabores, incluindo versões diet, integral, funcional, Bolo Caseiro no Pote e bolos baby. Oferece também tortas, cucas e bolos de aniversário. Mais informações: casadebolos.com.br

O comércio continua funcionando quatro horas seguidas por dia, mas entidades pedem abertura das lojas de segunda a sexta-feira, das 12h às 16h e aos sábado das 9h às 13h.

 

SÃO CARLOS/SP - As entidades que representam o comércio da cidade, Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) e o Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio), protocolaram na manhã desta segunda-feira (22) um ofício solicitando ao Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus do Município a alteração nos horários de funcionamento do comércio não essencial.

O comércio continua funcionando com capacidade de 20% e horário restrito de quatro horas por dia seguidas, dentro das restrições da Fase Laranja estabelecidas pelo Governo do Estado no Plano SP. Desde o dia 15 de junho de 2020, o funcionamento do comércio está de segunda-feira a sábado, das 9h às 13h.

Paulo Roberto Gullo, presidente do Sincomercio, explicou que, no entanto, muitos empresários do comércio requisitaram junto às entidades a possibilidade de readequar esse horário. “A ACISC realizou, então, uma consulta de opinião sobre o melhor horário para atendimento presencial e segundo resultado divulgado pela associação, com 40,20% dos votos, o melhor horário de atendimento seria de segunda a sexta-feira, das 12h às 16h. Já para funcionamento do comércio aos sábados, 78% dos comerciantes optaram pelo horário das 9h às 13h. Com base nesses dados estamos pedindo para a Prefeitura que seja feita a alteração”.

As entidades aguardam o posicionamento do Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus do Município.

SÃO CARLOS/SP - A ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos) encerrou na tarde desta sexta-feira, 19, a consulta de opinião sobre o melhor horário para atendimento presencial, na cidade de São Carlos.

Com 40,20% dos votos, o horário das 12h às 16h, de segunda a sexta-feira, foi o preferido pelos comerciantes. Já 78% dos comerciantes optaram pelo horário das 9h às 13h, o funcionamento do comércio aos sábados.

O presidente da ACISC, José Fernando Domingues, explica que a pesquisa foi realizada através de enquete disponível na internet e de ligações feitas pelo call center da entidade. “Procuramos ouvir o maior número de comerciantes possíveis, e de todas as regiões da nossa cidade, para sabermos qual o horário de funcionamento preferido por eles”, afirmou.

A ACISC sugeriu três opções de horários: das 9h às 13h; das 12h às 16h; e das 13h às 17h. “Essa é uma maneira de colocarmos a sociedade ciente e fazer com que todos participassem e opinassem sobre o assunto”, contou o presidente.

Zelão ressalta que, com base nos dados gerados por essa pesquisa e juntamente com o Sincomercio [Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos], a ACISC vai protocolar solicitação ao Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus da Prefeitura Municipal, solicitando a alteração do horário de funcionamento. “Vamos enviar um requerimento, anexando os dados colhidos pela nossa entidade, para que o Comitê da Prefeitura analise e delibere sobre a nossa solicitação”, contou.

Fase laranja continua

Nesta sexta-feira, 19, pela segunda vez, o Governo do Estado atualizou as fases do Plano SP para todas as regiões do estado. São Carlos continua na Fase 2 [laranja], com mais restrições. Com isso, continua proibido o funcionamento de bares, restaurantes e similares com atendimento presencial (somente delivery ou drive thru), bem como, o funcionamento de salões de beleza ou academias. As atividades que estão autorizadas, poderão continuar funcionando com capacidade de 20% e horário de funcionamento de 4h seguidas diárias.

As regiões de Registro e Marília foram rebaixadas da Fase Laranja para a Fase Vermelha e os prefeitos terão que decretar o fechamento total dos comércios e serviços não essenciais. “Por isso, continuamos pedindo a atenção de todos para que respeitem os protocolos sanitários e orientem ao uso obrigatório de máscaras, para que a nossa região não venha ser rebaixada como aconteceu com outras em nosso estado”, finaliza Zelão.

MUNDO - A cidade de Nova York, que por um longo período foi o epicentro do coronavírus no mundo, inciará a segunda fase de reabertura na próxima segunda-feira 22, revelou nesta última quinta-feira, 18, o prefeito Bill de Blasio, citando melhorias contínuas nos dados da Covid-19 na metrópole americana.

Escritórios, lojas, restaurantes ao ar livre, cabeleireiros e barbearias estão entre as empresas autorizadas a reabrir suas portas durante a fase dois. “Vimos um progresso consistente e é hora de dizer a todos que se preparem para a fase dois”, disse Blasio em entrevista coletiva diária.

De Blasio assinou uma ordem executiva na quinta-feira, lançando a iniciativa “Restaurantes Abertos”, que permitirá que restaurantes, cafés e bares que servem comida possam utilizar determinados espaços, como calçadas, para refeições ao ar livre.

Segundo o jornal New York Times, a abertura possibilitará que mais de 300.00 trabalhadores possam retomar suas atividades.

Nova York apresentou um declínio acentuado em novos casos desde que o vírus atingiu o pico em abril, quando houve mais de 10.000 novos casos relatados durante vários dias. Na última quarta-feira 17, o estado inteiro registrou apenas 567 casos.

O prefeito, no entanto, ressaltou que medidas de segurança como o uso de máscara e distanciamento social devem seguir sendo respeitadas. “Se Você não fica esperto, o vírus volta”. Mais de 20.000 moradores da cidade morreram durante a pandemia.

A cidade de Nova York foi a última região do estado a iniciar o primeiro processo de reabertura, no dia 8 de junho. Seus subúrbios entraram na Fase 2 esta semana, e o resto do estado já passou para a Fase 3, que permite refeições em restaurantes e lojas pessoais. serviços de assistência.

Vírus viaja para o Sul

Mas apesar dos números em queda em Nova York, e de o presidente Donald Trump dizer repetidamente que o “o vírus está desaparecendo”, as estatísticas de todo o país ainda preocupam. De acordo com os dados de quarta-feira, os EUA registraram 24.473 novos casos e 809 mortes nas últimas 24h.

O foco da pandemia mudou da costa leste, área mais atingida, para os estados do sul, como Califórnia, Flórida, Texas e Arizona, que, juntos, vêm somando quase a metade dos novos casos. Trump chegou a dizer, no início da pandemia, que o país teria de 50 000 a 60 000 óbitos; depois renovou a previsão para 110 000. Com mais de 117 000 mortes já confirmadas, especialistas mais pessimistas já especulam a possibilidade de o número ultrapassar 200 000.

 

 

*Por: VEJA.com

SÃO CARLOS/SP - Desde o início da pandemia do novo Coronavírus, a ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos) arrecadou e distribuiu mais de 1 tonelada de alimentos para famílias e entidades necessitadas na cidade.

Juntamente com o Subcomitê de Assistência Social [composto pelo Ciesp, ACISC, OAB e Sincomércio] a entidade participou da campanha de arrecadação de alimentos e produtos de higiene pessoal que totalizaram mais de 250kg de alimentos não perecíveis e cerca de 30 litros de leite. Os itens foram entregues ao Centro de Direitos Humanos de São Carlos.

A ACISC também contribuiu efetivamente na campanha “Quarentena Solidária”, ao lado da Imobiliária Cardinalli, arrecadando e repassando mais 560kg de alimentos não perecíveis, que foram destinadas para as famílias que passam por dificuldades em razão da pandemia. Segundo o empresário Italinho Cardinalli, a campanha arrecadou e distribuiu mais de 10 toneladas de alimentos, no total. “Momento de união e de solidariedade já que muitas famílias estão passando por dificuldades neste momento de crise em que o mundo vive”, afirmou.

As ações solidárias não pararam por aí. A entidade também arrecadou mais 389kg de alimentos não perecíveis que foram repassados para o Abrigo de Idosos Dona Helena Dornfeld, localizado na Vila Brasília, em São Carlos.

“Ações pontuais como essas são de um cunho social muito importante. Em nome da ACISC, agradecemos a cada pessoa que nos ajudou a ajudar muita gente que estava precisando de alimentos em suas casas”, avaliou o presidente da entidade, José Fernando Domingues.

Zelão ressalta que essas ações continuam. “Aqueles que ainda quiserem fazer doações de alimentos podem levar na sede da nossa associação, que a gente vai destinar para quem necessita”, afirmou.

Sobre a Associação

Fundada oficialmente em 22 de fevereiro de 1931, a Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) é uma instituição sem fins lucrativos, que visa defender, assistir, amparar, orientar, instruir e coligar as classes que representa.

Além dos relevantes serviços e assessoria que presta aos associados, a ACISC desempenha um papel decisivo na defesa dos interesses da iniciativa privada. A atuação firme e decidida da Diretoria Executiva, Comissão Fiscal e Conselho Consultivo, resultam em uma participação cada vez maior dos empreendedores nas decisões de interesse coletivo, influenciando o desenvolvimento econômico de São Carlos e região.

Atualmente, a entidade congrega mais de 2000 empresas dos mais variados setores econômicos, sendo estas responsáveis pela manutenção de quase 8 mil postos de trabalho. Gente que, unida, gera emprego, impostos e renda para nosso país.

SÃO CARLOS/SP - A ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos) iniciou nesta terça-feira, 16, uma consulta aos comerciantes de todas as regiões da cidade.

De acordo com o presidente da entidade, José Fernando Domingues, a enquete quer saber a opinião dos comerciantes sobre o melhor horário para atendimento presencial, dentro das 4 horas autorizadas na nova fase do Plano SP, do governo estadual.

“Nessa nova fase, que é a laranja, alguns comerciantes entraram em contato conosco para sugerir a mudança do horário atual, que é das 09h às 13h. Por esse motivo, decidimos elaborar essa consulta, através da internet e do nosso call center, para ouvirmos os comerciantes da cidade”, contou Zelão.

Ele ressalta que essa consulta visa auxiliar a entidade, a saber o que os comerciantes de todas as regiões da cidade pensam em relação à alteração de horário. “Essa é mais uma forma de colocarmos a sociedade ciente e fazer com que todos participem e opinem sobre o assunto”, afirmou o presidente.

Zelão explica que para participar da enquete, basta acessar o link https://bit.ly/enqueteacisc para votar e opinar. A consulta ficará no ar até a próxima semana. “Baseado nos dados coletados, juntamente com o Sincomercio [Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos] a gente vai se reunir com o Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus da Prefeitura Municipal e solicitar a alteração do horário de funcionamento”, afirmou.

O Governo do Estado atualizou no dia 10 de junho (quarta-feira), as fases do Plano SP para todas as regiões do estado. A maioria dos municípios que estavam na Fase 3 [amarela], caso de São Carlos, passou a ter mais restrições, sendo classificada na Fase 2 [laranja]. Essa nova Fase não permite o funcionamento de bares, restaurantes e similares com atendimento presencial (somente delivery ou drive thru), bem como, o funcionamento de salões de beleza ou academias.

As atividades autorizadas pela nova fase poderão continuar funcionando, porém, com capacidade de 20% e horário de funcionamento de 4h seguidas diárias e não mais de 6h como permitia a fase amarela.

Percepção de retomada econômica é a partir de 2021, segundo pesquisa do Núcleo de Economia do Sincomercio

ARARAQUARA/SP - As vendas do varejo em Araraquara devem encerrar o mês de junho com redução de 16% em relação ao mesmo período de 2019, e atingir o faturamento real, ou seja, quando se é descontada a inflação medida pelo IPCA, de aproximadamente R$ 1.436 bilhões. A análise do Núcleo de Economia do Sincomercio Araraquara, feita com base nos dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) realizada pela FecomercioSP, também projeta uma queda de faturamento de 15% no acumulado do ano.

As estimativas acompanham os resultados projetados para outros 15 municípios paulistas que compõem a pesquisa da PCCV, todos com expectativas de redução no faturamento, variando entre -13% a -37% na comparação interanual, contra junho de 2019. No mesmo período, a queda aguardada para o estado de São Paulo é de 33% na comparação interanual, com faturamento esperado de R$ 12.312 bilhões. Neste aspecto, Araraquara representa 3,5% do faturamento total do estado, posicionando-se na 13° colocação.

Faturamento esperado para junho de 2020 – Araraquara.

Fonte: Fonte dos dados primários: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo
* Valores estimados em R$ Mil a preços de fev/20      ** Lojas de Departamentos

Com exceção das farmácias, das lojas de materiais de construção e dos supermercados, todos os demais segmentos apresentaram redução do faturamento esperado, na comparação contra junho de 2019. As lojas de decoração deverão ser as mais afetadas, com queda esperada de 83% nas vendas, em seguida, vêm as concessionárias de veículos e lojas de autopeças e acessórios, que devem reduzir 66% e 59%, respectivamente.

Um dos fatores que explicam a maior redução na categoria de móveis e decoração diz respeito ao tipo dos bens que são comercializados nesse segmento. Por se tratarem de itens considerados supérfluos - que não possuem relação direta com nossas necessidades básicas - esses produtos são deixados de lado em momentos de crise. E com a perda de renda das famílias, a tendência é que a população corte gastos nessa modalidade de consumo e aumente a poupança precaucional, àquela formada em períodos de maior instabilidade econômica.

A comparação entre as atividades que mantiveram o mesmo nível de operação e aquelas que sofreram algum tipo de restrição durante a quarentena revela uma perda potencial de aproximadamente R$ 301 milhões para o conjunto de empresas que atuaram com restrição. O impacto desses prejuízos deve causar uma perda aproximada de R$ 274 milhões para o varejo em Araraquara, durante o mês de junho de 2020.

Relação entre faturamento e perda potencial no varejo araraquarense – junho/2020

Fonte: FecomercioSP Elaboração: Sincomercio

**Valores em R$ Mil.

 

Flexibilização do comércio e retomada da economia

            Com o objetivo de compreender os impactos que as medidas de restrição das atividades têm gerado sobre o balanço das empresas, o Núcleo de Economia do Sincomercio Araraquara realizou uma pesquisa qualitativa, na qual entrevistou vinte lojistas do varejo local, dos segmentos de vestuário e calçados; óticas; joalherias e relojoarias; floriculturas; eletroeletrônicos e lojas de cosméticos.

Perguntados se são favoráveis ou não à reabertura do comércio, 95% responderam que sim, enquanto 5% posicionaram-se contra a reabertura. Além disso, para 15,8% dos entrevistados o risco à saúde causado pela retomada gradual das atividades do comércio pode ser considerado alto; para 36,8% o risco é mediano e para os 47,4% restantes existe pouco risco. No entanto, os empresários concordaram ser responsabilidade de todos o cumprimento das normas de higienização e medidas preventivas de contaminação. E se respeitadas, o risco de contaminação tende a cair.

Fonte/Elaboração: Sincomercio Araraquara

Quando indagados sobre a necessidade de recorrer a empréstimos durante o período de quarentena, apenas 26,3% das empresas responderam que sim, enquanto 73,7% detinham recursos suficientes para honrar seus compromissos essenciais, aderindo apenas às medidas disponibilizadas pela MP 936/20. Dos que necessitaram recorrer a esses empréstimos, 80% conseguiram captá-lo – 60% advindos de instituições privadas e 40% de bancos públicos – enquanto que para os outros 20% o crédito foi negado.

Com relação a expectativa de recuperarem o prejuízo decorrente da atual crise, 15% acreditam ser possível retomar o nível de vendas praticado antes da pandemia em menos de seis meses, outros 15% projetam recuperar os prejuízos a partir do sexto mês; para 30%, esse prazo deve ser de até um ano; enquanto 40% responderam não terem previsão alguma de recuperação.

No que diz respeito a percepção de uma retomada econômica no nível pré-crise, 80% declararam acreditar nessa recuperação somente a partir de 2021, enquanto 20% confiam em uma melhora apenas a partir do segundo semestre de 2020.

Considerando um ambiente razoavelmente controlado de pandemia, no qual é permitido a reabertura gradual do comércio, a circulação controlada de consumidores e respeitando as particularidades de cada município, a avaliação do Núcleo de Economia é de que a recuperação acontecerá a passos lentos, uma vez que o endividamento das famílias e das empresas continuarão aumentando e as expectativas de melhora no cenário político econômico estão deterioradas.

Serviço:

Sindicato do Comércio Varejista de Araraquara (Sincomercio)

Avenida São Paulo, 660 – Centro

Contato: (16) 3334-7070

sincomercio@sincomercioararaquara.com.br

www.sincomercioararaquara.com.br

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