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Assunto, que foi durante tanto tempo negligenciado na educação, será incorporado no currículo escolar como uma disciplina transversal, capaz de transitar entre várias

 

SOROCABA/SP - Dados da Serasa Experian, em janeiro deste ano, dão conta de que há no Brasil mais de 63 milhões de pessoas inadimplentes -número que aumentou 2,6% em relação ao ano passado-, o que significa que 40,8% da população adulta do país tem dívidas. Os números refletem a falta de consciência em relação ao dinheiro e a defasagem no ensino que não abordou de forma eficaz a questão. Não à toa, relatório divulgado pelo PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) inseriu o Brasil na 17ª posição, no total de 20 países, no ranking de competências financeiras de jovens. Embora a média brasileira tenha melhorado e saltado de 393 para 420, entre uma avaliação e outra, os resultados continuam preocupantes, principalmente se considerarmos que a média geral foi 505 pontos.

Como uma medida para aplacar tal defasagem, o Conselho Nacional de Educação, homologado pelo Ministério da Educação, determinou que a partir de 2020 todas as escolas deveriam incluir entre as competências de ensino a educação financeira de forma transversal, ou seja, nas várias aulas e projetos desenvolvidos pela unidade. A expectativa é que crianças e jovens do Ensino Infantil ao Médio possam absorver melhor o conteúdo de uma maneira prática e entendam a importância de lidar com o dinheiro. Os primeiros resultados já apareceram em uma pesquisa divulgada também pelo Serasa Experian, que revelou que, depois de participar de projetos de educação financeira, um a cada três estudantes afirmou ter aprendido a importância de poupar dinheiro e 24% passaram a conversar com os pais sobre o tema.

Algumas escolas, inclusive, fazem o uso da tecnologia para auxiliar no aprendizado dessas novas competências, como a Luminova, que tem unidades em São Paulo e Sorocaba e tem por objetivo democratizar o acesso à educação de qualidade. “Nós sempre trabalhamos transversalmente o tema e aplicamos em várias áreas, não ficamos restritos à matemática. Usamos a internet como uma grande aliada no processo de aprendizagem. Durante as aulas, por exemplo, os professores podem instigar os alunos a buscar e comparar preços de itens que façam parte da rotina deles, já que entendemos que isso é uma forma de fazer com que eles compreendam como é dada a precificação das coisas e, muitas vezes, até criando um certo policiamento em relação ao que é gasto dentro e fora de casa”, explica Luizinho Magalhães, diretor acadêmico da rede.

Além de recorrer a tecnologia, a escola também explora situações reais e muito atuais, como a atual pandemia causada pelo coronavírus. Por meio do número de infectados em relação ao de habitantes de determinado país ou região, trabalha-se conceitos de porcentagens. Ou ainda, qual o valor de juros composto calculado no parcelamento do carro que usam ou da casa em que vivem. “O importante é que eles vejam na prática esses conceitos e entendam como podem fazer diferente daqui para frente. A educação financeira só valerá se realmente levarmos em conta a realidade na qual os alunos estão inseridos, criando, de fato, uma boa interligação entre eles”, afirma o educador.

A educação financeira ainda é um tema relativamente novo aos docentes, sobretudo se considerarmos que na geração anterior, que hoje leciona, o tema não era debatido em sala de aula. É preciso que as escolas invistam na formação de professores e até mesmo garantam tempo para que os docentes tenham tempo hábil de desenvolver conteúdos interessantes aos alunos. Se antigamente era ensinado adição e subtração usando palitinhos e o quadro negro, hoje é preciso ir além. Contas fixas, como luz, água e gás, cupons fiscais e boletos bancários ganharam às salas de aula e, ao que tudo indica, serão melhor avaliados para, num futuro próximo, ser melhor gerenciados pelas famílias brasileiras.

Sobre Luminova

Com o objetivo de democratizar o acesso à educação de qualidade e promover o crescimento humano e ascensão social, a Luminova, rede de escolas do grupo SEB -Sistema Educacional Brasileiro- inaugurou no final de 2018 as primeiras unidades, em São Paulo e Sorocaba. Projetando expansão por meio de franquias e voltada para os públicos das classes B e C, que representam um contingente de cerca de 42 milhões de crianças e jovens em idade escolar, a Luminova achou um terreno fértil para investir, já que apenas 15% da rede privada atende tal fatia. A mensalidade low cost -de baixo custo-, é possível devido a alta eficiência na gestão escolar, que otimiza tempo, trabalho e estrutura física. Para mais informações: www.escolaluminova.com.br

Dados mostram que, mesmo diante de um ambiente conturbado, a UFSCar cresceu

 

SÃO CARLOS/SP - O Conselho de Curadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) aprovou o Relatório Anual de Atividades 2019 e o Relatório da Gestão do Exercício de 2019 da Universidade. A reunião do Conselho de Curadores aconteceu no dia 24 de agosto, por meio virtual.

Os relatórios apresentaram as ações executadas no ano de 2019 nos 4 campi da UFSCar. "Apresentamos os principais avanços e ações adotadas pela gestão da UFSCar em 2019. Demonstramos ao Conselho dos Curadores que a UFSCar cresceu mesmo diante de um ambiente político, econômico e social conturbado, e do contingenciamento de recursos", contou a Reitora da Wanda Hoffmann.  

Ao longo da apresentação, os Conselheiros tomaram conhecimento do desenvolvimento da UFSCar em 2019 por meio dos indicadores de área construída, servidores, graduação, pós-graduação, pesquisa e produção intelectual, extensão, assistência estudantil, restaurantes universitários, biblioteca e orçamento anual.

Em relação a anos anteriores, os Relatórios apresentaram as seguintes melhorias: atualização dos procedimentos de cálculo dos indicadores de desempenho do TCU para conformidade com a legislação, incorporação de mais indicadores de rankings universitários - um pedido do Conselho de Curadores, disponibilização de dados dos últimos 4 anos em volume à parte e convergência de conteúdos entre os dois relatórios visando futura unificação.

Quanto aos recursos orçamentários, em 2019 a UFSCar enfrentou dois grandes desafios: a estagnação nominal de seu orçamento de custeio, em face a demandas crescentes e o forte contingenciamento de recursos orçamentários e financeiros ao longo da maior parte do ano. Entre as ações que equilibraram o orçamento, a redução de 30% nos valores de vigilância, limpeza e portaria dos campi; a substituição do modelo de gerenciamento dos Restaurantes Universitários, o que resultou num custo menor e melhor qualidade no atendimento; a ampliação do Programa de Eficiência Energética, com troca de iluminação e usina solar e a terceirização de equipamentos e insumos para impressão. 

No operacional, a gestão da UFSCar avançou no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e no Sistema de Informações Organizacionais (SIORG), elaborou a Política de Integridade, Gestão de Riscos e Controles Internos e aperfeiçoou a atuação da Auditoria Interna. 

Na área do ensino, entre os destaques na graduação estão: a UFSCar manteve em 2019 a nota máxima no índice Geral de Cursos INEP/MEC e foi considerada a 7ª universidade no indicador Ensino do Ranking Universitário Folha 2019; fechou 2019 com 65 cursos de graduação, 3.047 vagas oferecidas e aperfeiçoou o Programa de Acompanhamento Acadêmico aos Estudantes de Graduação (Tutoria PAAEG). 

Na pós-graduação, a elaboração do novo regimento geral, a contratação de professores visitantes estrangeiros para a atuação nos programas de pós graduação e o estímulo ao pós-doutoramento de docentes no exterior foram destacadas. Em 2019, 1.216 estudantes defenderam mestrado (804) e doutorado (412) na UFSCar. A Universidade alcançou 89 cursos de mestrado e doutorado em 59 Programas, 7 programas de pós-graduação considerados de excelência, 4 com nota 7 e 3 com nota 6. 

Quando o assunto é pesquisa, o relatório aponta crescimento de 6% nas publicações da UFSCar indexadas na base de dados Web of Science. Na extensão, 1.038 novos projetos foram aprovados em 2019, envolvendo 4.668 alunos da graduação, 1.498 da pós-graduação, 2.631 docentes e 828 técnico-administrativos. 

Os relatórios da UFSCar foram apresentados pelo Secretário-Geral de Planejamento e Desenvolvimento Institucionais, Leandro Innocentini Lopes de Faria. Participaram da apresentação a Reitora Wanda Hoffmann, o Vice-Reitor Walter Libardi e o Pró-Reitor de Administração, Márcio Merino Fernandes. 

Conselho de Curadores da UFSCar - É um órgão de natureza estritamente fiscal, constituído de 6 membros efetivos e 3 suplentes, nomeados pelo Ministro da Educação. Ao Conselho de Curadores compete analisar e emitir parecer sobre a Tomada de Contas elaborada anualmente pela Universidade, encaminhando-a aos órgãos competentes, bem como tomar conhecimento de todas as atividades desenvolvidas na UFSCar.

A reunião foi presidida pelo Prof. Dr. Carlos Alberto Ferreira Martins e contou com a presença dos conselheiros Prof. Dr. José Roberto Gonçalves da Silva, Prof. Dr. Jurandir Povinelli, Dr. Sérgio Pripas, Prof. Dr. Luiz Nunes de Oliveira e Prof. Dr. Rodolfo Godoy.

Obra também propõe atividades para estimular a cognição dos idosos

 

SÃO CARLOS/SP - O e-book "Temas sobre envelhecimento: atividades cognitivas para os idosos" foi elaborado por gerontólogos para tratar de diversos aspectos relacionados ao processo de envelhecimento. A produção faz parte de projeto de extensão da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), coordenado pelo professor Lucas Pelegrini Nogueira de Carvalho, do Departamento de Gerontologia (DGero) da Instituição.

Os capítulos abordam temas como direitos da população idosa, qualidade de vida, envelhecimento saudável, doenças crônicas e saúde emocional. O livro também propõe mais de 80 atividades que estimulam a cognição dos idosos. "Além de informativa, esta obra busca conduzir a pessoa idosa na prática de atividades cognitivas", destaca o professor.

O e-book é voltado, especialmente, a idosos, familiares e cuidadores. O acesso ao livro é gratuito e pode ser feito por este link https://bit.ly/31SzVtX.

Ação implementada durante a pandemia de Covid-19 apoia comunidades e incentiva ecoturismo

 

SÃO CARLOS/SP - Devido à pandemia causada pelo novo Coronavírus, os Parques Estaduais do estado de São Paulo foram fechados. Essas medidas de isolamento tiveram um forte impacto na fonte de renda daqueles que dependem, direta ou indiretamente, das atividades turísticas nessas Unidades de Conservação. Somada a essa situação singular, a informalidade laboral continua a ser uma realidade nessas comunidades, assim como carências na formatação de roteiros sustentáveis para as atividades de ecoturismo dentro das normas vigentes. 
Considerando esse cenário, uma parceria entre a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) e as Unidades de Conservação elaborou e está executando, desde julho deste ano, o Programa de Capacitação para Monitores Ambientais do Vale. A iniciativa integra o programa de extensão "Gestão e Promoção de Atividades na Natureza e Áreas Protegidas", coordenado pelo professor Victor Lopez Richard, do Departamento de Física (DF) da UFSCar.
A área de impacto da proposta inclui as Unidades de Conservação do Mosaico do Paranapiacaba e Comunidades do Vale do Ribeira, nos municípios de Sete Barras, Eldorado, Iporanga, Apiaí e Ribeirão Grande, no estado de São Paulo. "Estamos falando do maior contínuo de Mata Atlântica preservada no Brasil, com uma riqueza enorme em termos ecológicos, recreativos, étnicos, históricos e de beleza cênica", define Lopez-Richard. No Vale do Ribeira, a 200 km de grandes centros dos estados de São Paulo e Paraná, as potencialidades são enormes: "trilhas pela mata exuberante de variados graus de dificuldade, rios e cachoeiras de beleza ímpar, um dos complexos de cavernas mais bonitos do Brasil, possibilidade de avistagem de fauna - sempre que seguindo padrões de mínimo impacto -, culinária tradicional, esportes de aventura, dentre outras muitas opções", elenca o docente.
Com tantas possibilidades disponíveis nos Parques, os monitores não são somente pessoas que podem guiar o caminho, explica Richard. "Eles podem enriquecer muito a experiência a partir de seus conhecimentos sobre o ambiente, direcionando o olhar do visitante para elementos singulares, assim como para a história e vivências pessoais na região. Podem também orientar qual o comportamento de mínimo impacto mais adequado, pelo fato de conhecerem melhor a ecologia local, e os procedimentos de segurança idôneos, assim como socorrer, caso algum imprevisto aconteça", completa.
O primeiro grupo da capacitação de monitores ofertada pelo Programa conta com 38 alunos e teve início em julho; e já há uma lista de espera para novas turmas. Os módulos da formação contemplam formalização de empreendimentos e do trabalho de monitoria ambiental; ferramentas de marketing digital; estruturação de sistemas de gestão de impactos de visitação e segurança; oportunidades para negócios de impacto e economia verde; integração de roteiros intermunicipais de turismo de base comunitária; competências em comunicação em línguas estrangeiras (Inglês e Espanhol); e iniciativas em prol da internacionalização e novos mercados. 
"Devo ressaltar a adaptação de ferramentas inovadoras de gestão e meios didáticos, como por exemplo o trabalho realizado pelo Instituto de Línguas da UFSCar, assim como a incubação de micro empresas e o trabalho de mentoria implementado regionalmente pelo IFSP em parceria com o Sebrae", destaca o coordenador da iniciativa.

Ecoturismo nos Parques Estaduais
O ecoturismo deve partir sempre da premissa de conservação do patrimônio natural e cultural, afirma o professor. Ele conta que muita gente se encanta com o Vale do Ribeira e se torna visitante cativo, "pois há tanta coisa a conhecer e fazer que uma viagem nunca será suficiente. Certamente pensamos que esses destinos podem ser melhor aproveitados e para isso trabalhamos". Ainda segundo ele, as vantagens do ecoturismo nesses locais são simbióticas: "Para o visitante, fazer uma imersão no ambiente natural preservado é uma maneira saudável, divertida, eventualmente desafiante e enriquecedora em termos de experiências e conhecimentos. Há atividades disponíveis para vários tipos de público. Ao mesmo tempo, esse turismo, sempre que realizado sob padrões ambientalmente idôneos seguindo princípios de mínimo impacto, se torna uma ferramenta de proteção do ambiente, inibindo outros usos e fomentando a resiliência das comunidades do entorno".
De acordo com Lopez-Richard, existem hoje nos Parques do Vale do Ribeira várias possibilidades com roteiros muito bem estruturados tanto para observação de primatas (o Muriqui do Sul é a espécie bandeira) e observação de aves. "Os parques Carlos Botelho e Intervales já possuem esse tipo de atividade organizada. Já para os amantes de cavernas e do rico universo dos ambientes espeleológicos, o Petar [Parque Estadual Turístico Alto da Ribeira] e o Parque Caverna do Diabo são destinos imperdíveis", ilustra. 
As pessoas que pretendem visitar os Parques podem entrar em contato direto com os monitores pelas redes sociais ou por meio de operadoras turísticas. "Uma dica é entrar em contato diretamente com a Unidade de Conservação [cujos canais constam na Internet] que indicará o melhor caminho e os procedimentos de contratação de monitores locais credenciados, além de fornecer outras informações relevantes sobre as regras de visitação", orienta o coordenador.
Mais informações sobre a iniciativa estão em instagram.com/conexaopetar e também podem ser solicitadas ao coordenador do Programa, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Inscrições vão até 11/09. Podem se candidatar estudantes das Engenharias Elétrica, da Computação e Mecânica.

 

SÃO CARLOS/SP - Estudantes dos cursos de Engenharia Elétrica, da Computação e Mecânica podem se candidatar para o Programa de Intercâmbio de Duplo Diploma da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) junto a Instituições ligadas ao Institut Polytechnique de Paris (IP Paris) - a TÉLÉCOM Paris e a ENSTA Paris. As inscrições estão abertas até 11 de setembro de 2020.

Participantes desta modalidade de intercâmbio finalizam sua graduação diplomados pelas  Universidades dos dois países. Para concorrer, o estudante deve ter integralizado no máximo 70% da carga horária do curso, apresentar bom desempenho acadêmico e possuir domínio da Língua Inglesa ou Francesa no momento da prova escrita. Caso aprovado, ao final da seleção o estudante deverá comprovar proficiência na Língua Francesa. Todos os requisitos estão disponíveis no Edital - https://www.diariodareitoria.ufscar.br/wp-content/uploads/edital-ufscar-paristech-ipp-2020.pdf

Marília Rosato, estudante de Engenharia de Materiais da UFSCar, acabou de retornar da França. Seus dois últimos anos de estudo foram na École Polytechnique de L'Université Grenoble-Alpes. "Posso dizer, com tranquilidade, que as expectativas eram grandes, mas eu definitivamente não podia imaginar a que ponto essa experiência seria engrandecedora, mudando meus planos e o curso que quero dar à minha carreira. Ao final de dois anos me vi muito envolvida, integrada à cultura francesa e espero poder retornar em breve para outra experiência", conta a futura engenheira. 

Juntamente com o diploma francês, o nível alcançado no Duplo Diploma corresponde ao grau de Mestre, na Europa, o que permite o ingresso em um Doutorado. Também é possível realizar estágios durante o período na França. "Realizei dois estágios: Um por 3 meses, ao final do meu primeiro ano de intercâmbio; o outro foi de 'fim de estudos', com duração de 6 meses. Este segundo também foi validado como estágio obrigatório do meu curso na UFSCar", explica Marília Rosato.

Duplo Diploma na UFSCar - "Em 2019, foram assinados termos aditivos ao convênio de cooperação acadêmica entre a UFSCar e a ParisTech para estabelecimento de intercâmbio em duplo diploma com a TELECOM Paris e a ENSTA Paris no interesse dos cursos de graduação das Engenharias Mecânica, Elétrica e da Computação. Atualmente essas duas instituições fazem parte do Institut Polytechnique de Paris", explica Maria Estela Pisani Canevarolo, Secretária-Geral de Relações Internacionais (SRInter) da UFSCar.

O início da Dupla Diplomação, na UFSCar, ocorreu no ano de 2011. O atual Vice-Reitor da UFSCar, Walter Libardi, é Professor do Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa) e foi o primeiro coordenador do Programa para Dupla Diplomação UFSCar - Grénoble (França). "É gratificante ver que este projeto foi mantido, ampliado e que cada vez mais estudantes podem abraçar a oportunidade do Duplo Diploma. Na Reitoria, trabalhamos junto a diversas pessoas para fortalecer e ampliar esta possibilidade para mais cursos", conta Walter Libardi. 

Esta ação de internacionalização também se reflete nas publicações científicas. "Ampliamos a quantidade de publicações em parceria com pesquisadores da França e de outros países. Isto resulta de um esforço coletivo: são estudantes, famílias e servidores da Universidade empenhados em transformar a nossa realidade social por meio do conhecimento", finaliza a Reitora da UFSCar, Wanda Hoffmann.

Evento online terá diálogos sobre Inteligência Artificial a partir da Informação, Inovação e Sociedade

 

SÃO CARLOS/SP - Até o dia 18 de setembro, o II Seminário Informação, Inovação e Sociedade (SIIS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) recebe submissão de trabalhos. Neste ano, o evento será realizado online no dia 19 de outubro, em consonância com a 17ª Semana Nacional da Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). 
Com o tema "Inteligência Artificial: diálogos a partir da Informação, Inovação e Sociedade", o SIIS se configura como espaço de divulgação e de articulação da produção científica no que diz respeito ao conhecimento, à tecnologia e à inovação em âmbito nacional e internacional, a partir do olhar das áreas de Ciência da Informação (CI) e Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), como um amplo campo de estudo das relações entre a informação e os aspectos evolutivos da tecnologia, na promoção da inovação e seu impacto nos diversos segmentos da sociedade contemporânea.
A submissão de resumos expandidos deve ser feita pelo site do evento (https://bit.ly/35b5PEf), onde constam as instruções completas. Serão aceitos resumos em temáticas interdisciplinares que envolvem as áreas da Ciência, Tecnologia, Sociedade, Informação e Inovação.
Ao longo do dia, o Seminário terá três palestras. A primeira, intitulada "Qual o impacto da Inteligência Artificial e dos dados (abertos e conectados) na Educação?", ocorre a partir das 10 horas e será ministrada por Seiji Isotani, Professor Titular na área de Computação e Tecnologias Educacionais junto ao Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP).
Às 15 horas, a palestra "Por que não dá para deixar tudo nas mãos dos algoritmos?" terá a participação de Chico Camargo, pós-doutorando em Ciência de Dados na Universidade de Oxford, do Reino Unido. Em seguida, às 17 horas, Dalton Lopes Martins, docente da Faculdade de Ciência da Informação (FCI) na Universidade de Brasília (UnB), falará sobre "A qualidade dos dados em tempos de Inteligência Artificial e Big Data". A apresentação dos trabalhos aprovados acontecerá às 14 horas e às 16 horas.
O SIIS é gratuito, aberto às pessoas interessadas e será transmitido por meio do canal no YouTube (https://bit.ly/3gVKaSq) do Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade (PPGCTS) da UFSCar, um dos realizadores do evento, juntamente com o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), também da Universidade. Mais informações podem ser acessadas no site (https://bit.ly/35b5PEf) e nas redes sociais do evento (facebook.com/siis.seminarioinformacaoinovacaoesociedade e instagram.com/siis.ufscar).


Período de inscrição vai de 21 a 23 de setembro

 

SOROCABA/SP - O Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEd-So) do Campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) divulgou o edital referente à seleção de alunos regulares para os cursos de mestrado e doutorado, com ingresso no primeiro semestre de 2021. 
São ofertadas 35 vagas para o mestrado e 23 para o doutorado, divididas entre as linhas de pesquisa do Programa: 1. Formação de Professores e Práticas Educativas; 2. Educação, Comunidade e Movimentos Sociais; e 3.Teorias e Fundamentos da Educação. Há reserva de vagas para pessoas negras (pretas e pardas) autodeclaradas, indígenas e com deficiência.
O PPGEd-So visa à formação de egressos com três perfis diferentes, porém articulados: o de pesquisador da área da Educação; o de professor para atuar no nível  Superior, em particular, e também nos diferentes níveis de ensino; e o de educador com competência para trabalhar em ambientes educativos não-escolares. 
A seleção é composta por duas etapas, ambas eliminatórias: análise do projeto de pesquisa; e arguição sobre o projeto de pesquisa e o currículo. As inscrições devem ser feitas no período de 21 a 23 de setembro, por e-mail, conforme as instruções do edital, disponível em www.ppged.ufscar.br.
As informações sobre o processo seletivo do PPGEd-So, incluindo cronograma, documentos necessários para inscrição, número de vagas por linha de pesquisa e critérios de avaliação, devem ser conferidas no edital, no site do Programa (www.ppged.ufscar.br). Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail processo.seletivo.ppgedso@gmail.com.

Alimentos orgânicos, coleta seletiva, nutrição e sistemas agroflorestais são alguns dos temas da programação

 

SÃO CARLOS/SP - Entre os dia 21 e 25 de setembro a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) realiza a "Semana da Primavera: Semeando Sustentabilidade", que visa contribuir com a disseminação de ideias e ações para a reconstrução de um mundo mais sustentável e equilibrado. A Semana é gratuita e aberta ao público. 
Serão abordados temas como gestão de resíduos domiciliares e inclusão social; alimentação, saúde e sustentabilidade ambiental; Educação Ambiental; conservação e uso sustentável dos recursos naturais. O evento é uma realização do Departamento de Apoio à Educação Ambiental (DeAEA), da Secretaria Geral de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS), e ocorrerá de forma online, na página do DeAEA no Facebook (facebook.com/deaea.ufscar.9).
O período para inscrições de trabalhos vai até o dia 14 de setembro. As normas para a redação do resumo e o template estão disponíveis em https://bit.ly/3hs4GLP. Os trabalhos serão apresentados no dia 24 de setembro, a partir das 16 horas.
A programação contará também com palestras e mesas-redondas sobre produção e acesso a alimentos orgânicos; sistemas agroflorestais; conservação e exploração sustentável de biomas brasileiros; o Programa de Coleta Seletiva Solidária na UFSCar; entre outros assuntos. Além disso, haverá a exibição do documentário "A história do plástico", uma visita virtual à "Trilha da Natureza" da UFSCar e um desafio sustentável com o Grupo de Incentivo à Redução, Reutilização e Reciclagem (GIRe) da Universidade. 
Participantes com pelo menos 75% de presença nas atividades e os apresentadores de trabalhos receberão certificado. Mais informações na página do evento no Facebook (https://bit.ly/34olFuq). A Semana conta com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão (ProEx) da UFSCar.

Estudo é feito no Brasil e em outros países, com coordenação de universidade canadense

 

SÃO CARLOS/SP - Um estudo coordenado pela McMaster University, do Canadá, está sendo realizado em vários países para construir um panorama de como tem sido ofertado apoio às pessoas com deficiências durante a pandemia de Covid-19. No Brasil, a pesquisa é desenvolvida por Beatriz Helena Brugnaro, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), sob orientação de Nelci Adriana Cicuto Ferreira Rocha, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Instituição. O projeto busca voluntários para responderem a um questionário online sobre o tema.

O objetivo do estudo, que tem financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), é verificar qual o apoio que a comunidade brasileira está oferecendo a pessoas com deficiência durante a pandemia de Covid-19 e quais os principais desafios que essa população está enfrentando nesse contexto. "A partir da detecção dos apoios que existem, ou que são ausentes, é possível que sejam fomentadas políticas públicas, além de ações terapêuticas e sociais direcionadas às principais necessidades identificadas", afirma Brugnaro. 

A pesquisa, que é global, com coordenação do professor Olaf Kraus de Camargo, da McMaster University, também está sendo conduzida em outros países como Alemanha, Estados Unidos, Chile, dentre outros. De acordo com Brugnaro, os resultados serão fundamentais para que se construa uma visão global e comparativa entre diversos países. "É importante ao Brasil ter um panorama comparativo com outros países, pois isso poderá auxiliar os gestores e profissionais da Saúde a alinharem ações visando à melhoria da assistência a essa população, especialmente durante a pandemia, mas também de maneira geral e permanente no País", destaca a doutoranda que, junto à sua orientadora, já realizou outras parcerias com Olaf de Camargo.

Para desenvolver o estudo, estão sendo convidados voluntários que responderão a um questionário online (https://bit.ly/3gGEnjr), com tempo de resposta entre 5 e 10 minutos. Os participantes devem ter idade acima de 18 anos, ter deficiência ou alguma relação com pessoas com deficiência, como familiares, amigos, terapeutas, professores ou pesquisadores. As questões abordam o atendimento das pessoas com deficiências durante a pandemia, instalações acessíveis para tratamento, informações sobre a Covid-19 em linguagem acessível, possibilidades de realização de terapias durante a pandemia, entre outros assuntos. As perguntas são as mesmas utilizadas nos outros países, mantendo o padrão coordenado pelo Canadá.  

A participação é anônima. Ao final das perguntas, a pessoa decidirá se deseja, ou não, participar de uma segunda etapa, em ligação de vídeo ou voz com as pesquisadoras, para conversar mais sobre o tema. Os interessados podem responder ao questionário (https://bit.ly/3gGEnjr) até o dia 26 de setembro. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (19) 99758-1342. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 34904720.3.0000.5504).

Pint of Science acontece de 8 a 10 de setembro, com o tema Mulheres na Ciência

 

ARARAS/SP - De 8 a 10 de setembro, acontece o Pint of Science, evento internacional de divulgação científica que, em 2020, será realizado totalmente online e tem o objetivo de compartilhar e debater o conhecimento científico de forma descontraída. Em Araras, a iniciativa tem organização do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com coordenação da professora Tathiane Milaré, do Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação (DCNME-Ar).
Com o tema "Mulheres na Ciência", o evento este ano contará com a participação de pesquisadoras de diversas áreas e instituições, compartilhando estudos, conquistas e desafios. No dia 8, das 16 às 17 horas, a programação começa com o Pint of Milk, voltado para as crianças que poderão enviar perguntas sobre Ciências. Para participar, os pais ou responsáveis devem publicar em suas redes sociais as dúvidas das crianças com a hashtag #pintmilkararas.
Já no dia 9 de setembro, das 14 às 18 horas os encontros virtuais debatem os temas "Conservação de solo, gestão de recursos hídricos e análise de paisagem: o que têm em comum?"; "O pequeno mundo dos coloides - o excesso de energia que move a vida!"; "Um Pint de Água Cristalina"; "100 anos de polímeros"; e "Mulheres na Ciência".
Pint of Science Araras termina no dia 10 de setembro, com atividades a partir das 12h30, e as seguintes temáticas: "O potencial biotecnológico de fungos que habitam os oceanos e os ambientes Antárticos"; "Cristais que vibram e dão choque têm nome: piezoelétricos"; "Minha trajetória: da agricultura orgânica à agroecologia"; "Tamanho não é documento, mas... e na floresta?"; e "Planta também fica doente! Como e para quê estudar fitopatógenos". A última atividade será uma live, às 18h30, com pesquisadoras que falarão sobre os desafios e as conquistas das mulheres na Ciência nas eras pré e pós-Covid-19.
Todas as palestras do Pint of Science Araras são gratuitas e abertas às pessoas interessadas, com transmissão via canal no YouTube (https://bit.ly/34S78aH) do Laboratório de Sensores, Nanomedicina e Materiais Nanoestruturados (LSNano) do Campus Araras da UFSCar, apoiador da iniciativa, juntamente com a Fundação Hermínio Ometto (FHO). Mais informações sobre os palestrantes, temáticas e horários estão em https://pintofscience.com.br/events/araras.

Sobre o Pint of Science
Pint of Science nasceu em 2012, na Inglaterra, a partir da experiência de dois pesquisadores do Imperial College London que levavam o público leigo ao laboratório para apresentação das pesquisas em andamento. Com o sucesso da atividade, eles se perguntaram se, de maneira semelhante, cientistas também não poderiam sair de seus laboratórios para conversar com as pessoas, e assim nasceu o evento. 
Em 2015, o festival foi realizado pela primeira vez no Brasil pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. Este ano, devido à pandemia do novo Coronavírus, o evento será realizado online em 73 cidades do País. Saiba mais em pintofscience.com.br.

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