SÃO CARLOS/SP - O provedor da Santa Casa de São Carlos, Antonio Valério Morillas Junior, o diretor administrativo e financeiro, Danilo Carvalho Oliveira, e o assessor de relações institucionais e governamentais, Marcos Daniel, participaram na terça-feira (25), em Brasília-DF, da 52ª Reunião do Conselho Consultivo da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB). O encontro, presidido por Tereza Campos, presidente do Conselho Consultivo, e Jader Pires, vice-presidente do Conselho Consultivo, foi a primeira reunião presencial do ano e teve como foco a definição das ações prioritárias para 2025 no setor filantrópico da saúde.
Durante a reunião, foram debatidas estratégias para fortalecer a negociação conjunta com operadoras de saúde e modelos de remuneração para serviços de alta complexidade, como transplantes, cirurgias cardíacas, neurocirurgias e oncologia, além de serviços de hemodiálise. Também foi discutida a política de incentivo aos Hospitais de Ensino. Outro ponto abordado foram os informes institucionais da CMB, incluindo a regulamentação da Lei nº 14.820/24, a pesquisa CMED e atualizações sobre o 33º Congresso CMB e projetos em andamento. No encerramento, o presidente da CMB, Mirocles Véras, compartilhou informações sobre pautas e agendas que impactam diretamente os hospitais filantrópicos.
Desta reunião, surgiram dois grupos de trabalho estratégicos para o setor. O primeiro será responsável por desenvolver propostas para especialidades como transplante, oncologia, cardiologia, neurocirurgia, hemodiálise e Hospitais de Ensino. O segundo grupo atuará no ciclo de receita e nos desafios da saúde suplementar, especialmente na relação com as operadoras de planos de saúde. A próxima reunião do Conselho Consultivo acontecerá durante a Feira Hospitalar, em São Paulo, no dia 20 de maio.
Para o provedor da Santa Casa de São Carlos, Antonio Valério Morillas Junior, a participação nesses encontros é essencial para garantir melhorias e avanços na assistência oferecida pelas Santas Casas. “Nosso compromisso é trabalhar de forma colaborativa para fortalecer o setor filantrópico, garantindo sustentabilidade financeira e atendimento de qualidade para a população”, afirmou.
O diretor administrativo e financeiro, Danilo Carvalho Oliveira, destacou a importância das discussões sobre modelos de remuneração. “É fundamental que os hospitais filantrópicos tenham condições adequadas de financiamento, principalmente para os serviços de alta complexidade. Esse diálogo permite buscarmos soluções viáveis para a sustentabilidade das instituições”, pontuou.
Já o assessor de relações institucionais e governamentais, Marcos Daniel, ressaltou a importância da interlocução entre os hospitais e as esferas governamentais. “A articulação entre as Santas Casas e o poder público é essencial para garantir políticas que favoreçam a continuidade e o aprimoramento dos serviços hospitalares”, concluiu.