Sobre o palestrante
Luiz Sanches Neto é professor do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Doutor e mestre em Pedagogia da Motricidade Humana pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro, onde também realizou estágio de pós-doutorado. Foi bolsista de pesquisa colaborativa pelo International Study Association on Teachers and Teaching (ISATT) durante o pós-doutorado e estudante visitante de pesquisa na Universidade de Montréal. É bacharel e licenciado em Educação Física pela Universidade de São Paulo (USP).
Atualmente, é o editor responsável pelas relações internacionais da Revista Brasileira de Educação Física Escolar e coordenador de núcleo do programa institucional de bolsas de Residência Pedagógica, financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Coordena o eixo de pesquisa sobre Educação Física Escolar e Processos Formativos Colaborativos - Saberes em Ação -, grupo associado ao Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação Física (Nepef) e à Antena - Centre de recherche interuniversitaire sur la formation et la profession enseignante (Crifpe-Brasil). É pesquisador da rede internacional Special Interest Network in Complexity (Sinc) e do grupo autônomo de professores-pesquisadores de Educação Física escolar.
SÃO CARLOS/SP - O vereador Ditinho Matheus (MDB) protocolou requerimento na Câmara Municipal solicitando à Prefeitura a realização de serviços de limpeza e de manutenção da iluminação pública na rotatória de acesso ao bairro Maria Stella Fagá, na zona leste da cidade. A medida, segundo o vereador, é necessária com urgência, para garantir a segurança de pedestres e motoristas naquela região.
Ditinho observa que devido às más condições do local, muitas pessoas caminham pela via pública, correndo o risco de atropelamento. “O local é muito movimentado e está tomado pelo mato e resto de podas de árvores, dificultando a visualização para quem quer adentrar ao bairro”, afirma. Além de proporcionar novo aspecto naquela região, a limpeza ajudaria a melhorar a segurança das pessoas que passam pelo trecho.
O vereador também pediu à Prefeitura Municipal que execute serviço de tapa-buracos e recape em diversas ruas do bairro e promova melhorias na sinalização de trânsito.
MUNDO - O Facebook começou a realizar um teste envolvendo uma de suas principais ferramentas: a marcação da reação chamada like (gostar, no termo em inglês) em publicações. A experiência começou na Austrália e poderá ser estendida a outras nações. Não há, ainda, previsão de quando poderá ser implantada no Brasil.
O like é um dos principais recursos de engajamento com uma mensagem difundida na rede social, permitindo que os usuários demonstrem uma avaliação positiva sobre determinado conteúdo. Em 2016, a empresa passou a disponibilizar outras reações por meio de símbolos gráficos, como expressões de amor, tristeza, raiva e surpresa.
À Agência Brasil, a assessoria da companhia afirmou que a alteração não será ampla na plataforma e será avaliada de forma a verificar os impactos que trará nas experiências e engajamentos dos usuários.
“Estamos fazendo um teste limitado em que as contagens de curtidas e reações, além do número de visualizações de vídeos se tornam privados no Facebook e apenas visíveis para o autor do post. A partir disso, vamos reunir feedbacks para entender se essa mudança irá melhorar a experiência das pessoas”, declarou a empresa por meio de nota.
Potenciais prejuízos
Estudos indicaram possíveis impactos do uso de redes sociais no bem-estar de pessoas, especialmente jovens. Pesquisa da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, estabeleceu uma relação entre o uso do Facebook e comportamentos de vício. A lógica de oferta de “recompensas” por esses sites e aplicativos dificulta a tomada de decisões e estimula atitudes de retorno contínuo ao uso do sistema, assim como no caso de outras desordens ou de consumo de substâncias tóxicas.
Já outra investigação acadêmica realizada por pesquisadores das universidades de Stanford e de Nova York identificou efeitos positivos em pessoas que deixaram de navegar na rede social, como aumento de bem-estar e redução da polarização política. De outro lado, dirigentes da empresa, entre eles o CEO (diretor executivo) Mark Zuckerberg, em diversas ocasiões sugeriram o intento de buscar experiências mais positivas na rede social.
Outras intenções
O coordenador do grupo de pesquisa Estudos Críticos em Informação, Tecnologia e Organização Social do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), Arthur Bezerra, ponderou que, embora o Facebook manifeste preocupação com a experiência e com a saúde dos seus usuários em medidas como esta, a mudança pode ter outras motivações mais voltadas ao modelo de negócios da companhia.
“Devemos lembrar que empresas como o Facebook obtêm seu lucro pela publicidade direcionada alimentada pelos dados do usuário ao agir na plataforma, precisando prender o usuário o máximo de tempo no seu interior. É possível aventar que, mais do que uma decisão voltada para os comportamentos, ocorre uma tentativa de não perder o seu principal ativo, o usuário, interagindo. Isso porque postagens com poucas curtidas e baixa interação podem ser desestimulantes para indivíduo continuar na plataforma”, afirmou.
Em julho, a empresa implementou teste semelhante no Brasil em outra rede social de sua propriedade, o Instagram. A mudança já havia sido testada em outros países e chegou aos usuários brasileiros.
O teste fez parte de diversas iniciativas anunciadas pela plataforma para combater práticas nocivas na internet, como discurso de ódio, ou bullying na web. Tais ações são uma resposta a críticas recebidas pela plataforma de que sua arquitetura e lógica de funcionamento favoreceriam um ambiente prejudicial ao bem-estar de seus integrantes.
Um estudo da Sociedade Real para a Saúde Pública, realizado em 2017, apontou o Instagram como a pior rede social para o bem-estar e a saúde mental de adolescentes.
*Por: Jonas Valente - Repórter da Agência Brasil
SÃO CARLOS/SP - O Fundo Social de Solidariedade de São Carlos participou de um edital da Justiça Federal e recebeu da 1ª Vara Federal de São Carlos recursos no valor de R$ 6.600,73 para aquisição de insumos para aulas práticas do curso de garçom.
Lucinha Garcia, presidente do Fundo Social de Solidariedade disse que já estão sendo adquiridos copos, taças, xícaras pratos, talheres, bandejas, toalhas e demais objetos necessários para as aulas. “Vamos ter tudo que é preciso para que os alunos aprendam a função e saiam em condições de conquistar uma vaga no mercado de trabalho”, garantiu a presidente do FSS agradecendo o juiz federal Ricardo Uberto Rodrigues.
Esse ano o Fundo Social de Solidariedade já ofereceu 14 diferentes cursos, capacitando mais de mil pessoas. Foram oferecidas vagas para os cursos de manicure e pedicure, corte e costura, nail arts, padaria, confeitaria, barbearia, assistente de cabeleireiro, pedreiro, assentador de pisos, jardineiro, auxiliar de escritório, decoração, cuidador de idosos, entre outros.
O curso de garçom deve entrar na grade de capacitações do Fundo Social em 2020. “Esse ano estamos finalizando as capacitações e realizando a entrega dos certificados, além disso, ainda precisamos selecionar professores para o curso de garçom. Assim como já fizemos em outros cursos, nesse também vamos oferecer vagas para os reeducandos”, finaliza Lucinha Garcia.
Outras informações sobre a programação de cursos para 2020 podem ser obtidas na sede do FSS, localizada na Francisco Maricondi, nº 375, na Vila Marina ou pelo telefone (16) 3372-0865.
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