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Redação

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 Jornalista/Radialista

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AUSTRÁLIA - Após pouco mais de três anos e meio, a F1 tem um novo líder: Lando Norris, vencedor do GP da Austrália que abriu a temporada 2025 neste domingo. O britânico ocupa a ponta da tabela do Mundial de pilotos pela primeira vez em sua carreira; no entanto, ele evitou comemorar antes do tempo e reforçou que, mesmo com o resultado positivo, ainda há trabalho a ser feito na McLaren neste ano.

- É ótimo. Mas não significa nada. Eu não o ganhei (ainda), então, na verdade, não me importo com isso no momento - disse Norris, na coletiva pós-corrida deste domingo.

O britânico conquistou sua pole position, a primeira de 2025, com tranquilidade. E teria comandado toda a corrida deste domingo no mesmo ritmo, se não fosse pelo elemento surpresa adicionado pela chuva; seis pilotos abandonaram a prova e ele mesmo quase perdeu a liderança, depois de escapar da pista.

Os números reforçam a extensão da superioridade da McLaren com seu projeto de 2025: para conseguir se aproximar do rival, de quem chegou a estar a mais de 16s, Max Verstappen teve que contar com a ajuda do safety car acionado na batida de Gabriel Bortoleto e Liam Lawson.

A bandeira amarela que deixou o tetracampeão a menos de 1s de Norris se deu na parte final da prova. E, se da mesma maneira a RBR hoje tem um desempenho aquém da adversária britânica, Lando lembra que ainda é cedo, e tudo pode mudar na F1:

- Max estava três décimos atrás ontem; no ano passado, nós estávamos muito mais distantes e acabamos com o melhor carro no final da temporada - estávamos mais de meio segundo atrás da RBR. Sabemos que ainda temos muito trabalho a fazer com o carro deste ano. Se você relaxar nessa posição, você fracassará. Acho que somos os favoritos porque a equipe fez um trabalho incrível e o carro está voando. Mas teremos corridas em que teremos dificuldades. Se tivéssemos começado a temporada no Bahrein, acho que não teríamos vencido.

A ausência da RBR no topo do esporte, desde o ano passado, abriu caminho para a McLaren passar a ditar o ritmo da F1. A equipe britânica faturou o campeonato de construtores ano passado e assegurou uma vitória para começar o ano de 2025; e sua vantagem, de fato, está no equilíbrio entre a dupla que a representa.

- Vamos aguardar mais algumas corridas antes de fazer qualquer afirmação óbvia. Mas somos a equipe a ser batida, principalmente, porque temos dois pilotos lutando um contra o outro. Isso ajuda - opinou Norris.

Depois de desbancar Verstappen da posição ocupada por ele há 1235 dias, Norris seguirá em busca do que pode ser o primeiro campeonato de pilotos vencido pela McLaren desde 1999, com Mika Hakkinen.

 

 

Redação ge

BRASÍLIA/DF - Um total de 25.349 chaves Pix de clientes da fintech QI SCD tiveram dados expostos, informou na segunda-feira (17) o Banco Central (BC). Esse foi o 18º incidente com dados do Pix desde o lançamento do sistema instantâneo de pagamentos, em novembro de 2020, e o primeiro neste ano.

Segundo o BC, o vazamento ocorreu de 23 de fevereiro a 6 de março e abrangeu as seguintes informações: 

  • Nome do usuário
  • CPF com máscara (CPF parcialmente coberto com asteriscos) 
  • Instituição de relacionamento
  • Aagência
  • Número e tipo da conta

O incidente, apontou o BC, ocorreu por causa de falhas pontuais em sistemas da instituição de pagamento. O vazamento ocorreu em dados cadastrais, que não afetam a movimentação de dinheiro. Dados protegidos pelo sigilo bancário, como saldos, senhas e extratos, não foram expostos.

Embora o caso não precisasse ser comunicado por causa do baixo impacto potencial para os clientes, a autarquia esclareceu que decidiu divulgar o incidente em nome do “compromisso com a transparência”.

Todas as pessoas que tiveram informações expostas ou vazadas serão avisadas por meio do aplicativo ou do internet banking da instituição. O Banco Central ressaltou que esses serão os únicos meios de aviso para a exposição das chaves Pix e pediu para os clientes desconsiderarem comunicações como chamadas telefônicas, SMS e avisos por aplicativos de mensagens e por e-mail.

Exposição de dados

A exposição de dados não significa necessariamente que todas as informações tenham vazado, mas que ficaram visíveis para terceiros durante algum tempo e podem ter sido capturadas. O vazamento indica que alguém chegou a consultar os dados. 

O BC informou que o caso será investigado e que sanções poderão ser aplicadas. A legislação prevê multa, suspensão ou até exclusão do sistema do Pix, dependendo da gravidade do caso.

Em todos os 18 incidentes com chaves Pix registrados até agora, foram expostas informações cadastrais, sem a exposição de senhas e de saldos bancários. Por determinação da Lei Geral de Proteção de Dados, a autoridade monetária mantém uma página em que os cidadãos podem acompanhar incidentes relacionados com a chave Pix ou demais dados pessoais em poder do BC.

Falha pontual

Em nota, a QI SDC informou que os dados foram expostos por uma “falha pontual, que foi imediatamente corrigida”. A fintech reiterou que, com base nas informações, não é possível ter acesso a contas ou a informações sensíveis.

“As informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras. “Além disso, não permitem a realização de pagamentos ou transferências, nem o acesso a contas ou a outras informações de natureza bancária”, destacou o comunicado.

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - O PSOL entrou com um pedido no STF (Supremo Tribunal Federal) para que o Congresso Nacional não possa avançar com pautas que vão contra decisões da corte.

A manifestação enviada ao ministro Flávio Dino cita especificamente a resolução que dribla o STF para manter sob anonimato os autores das emendas parlamentares de comissão, aprovada na última quinta-feira (13), e o projeto que tenta liberar recursos desta natureza que foram bloqueados, ainda em tramitação.

Como mostrou a Folha de S.Paulo, o primeiro texto permite que parlamentares façam indicações por meio de suas bancadas partidárias, constando apenas a assinatura do líder da sigla, sem identificação do autor original.

A proposta foi fruto do acordo entre STF e Congresso para dar transparência à destinação dos recursos, mas na prática dribla exigências de Dino quanto à necessidade de publicidade dos nomes que determinam a indicação do dinheiro. O partido chama isso de "emendas dos líderes".

Manobra semelhante já havia sido usada pelo ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), no final de 2024, também para se esquivar de determinações do Supremo, como mostrou a revista Piauí, na época.

O PSOL também cita o projeto de lei que já foi aprovado no Senado e agora tramita na Câmara e que pretende destravar bilhões em emendas parlamentares bloqueadas.

Segundo cálculo da consultoria legislativa dos parlamentares, a proposta tem como alvo R$ 4,6 bilhões em emendas suspensas, mas, segundo o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente da Casa, ela pode atingir até R$ 16 bilhões.

Como mostrou o UOL, o próprio Alcolumbre seria o maior beneficiado caso o projeto seja aprovado também na Câmara.

A manifestação do PSOL a Dino acontece no âmbito da ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 7697.

O partido pede para que "seja determinado às duas casas que compõem o Congresso Nacional -Senado Federal e Câmara dos Deputados- que se abstenham de propor, colocar em tramitação ou aprovar projetos de lei, de emenda constitucional, de resoluções ou quaisquer medidas tendentes a descumprir" determinações do Supremo.

As investidas de Dino sobre as emendas parlamentares tiveram seu ponto alto no final do ano passado, quando o ministro fez exigências de transparência para a aplicação dos recursos, suspendeu pagamentos e acionou a Polícia Federal para investigar possíveis irregularidades.

As medidas abriram uma crise com o Congresso, em especial com Lira.

As emendas de comissão foram turbinadas após a derrubada, pelo próprio STF em 2022, das verbas de relator, que não tinham mecanismos de transparência.

Os parlamentares, então, passaram a usar os recursos das comissões temáticas do Congresso para direcionar dinheiro a seus redutos eleitorais, sem a identificação de seus padrinhos.

Dino exigiu mais transparência e que as indicações fossem votadas pelos colegiados. Ele criticou o mecanismo por transformar emendas de comissão em "emendas de líderes partidários", já que estes eram os únicos nomes que apareciam nos registros oficiais, e falou em "balbúrdia" do Orçamento.

Lira manobrou e driblou a determinação para que não houvesse votação e para que as indicações fossem assinadas em conjunto pelos líderes da Câmara, mais uma vez escondendo os autores originais.

Agora a resolução aprovada pelo Congresso em sua primeira sessão de 2025, que deveria adequar os ritos das emendas para dar mais transparência, manteve vivo o mecanismo de indicação pelo líder partidário.

 

 

POR FOLHAPRESS

SÃO PAULO/SP - A apresentadora Ana Maria Braga cometeu uma gafe no Mais Você, programa que apresenta na Globo, na segunda (17). Ela mandou um beijo para a cantora Cássia Eller, que morreu em 2001 vítima de um infarto.

O beijo ocorreu na abertura da atração, que abriu ao som de "Malandragem", considerado o maior sucesso da cantora em sua curta e bem-sucedida carreira no rock nacional. "Um beijo, Cassinha", disse Ana Maria, sem notar a gafe.

Cássia Eller faleceu em 29 de dezembro de 2001, no auge de sua carreira, com apenas 39 anos, na clínica Santa Maria no bairro de Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro após sofrer quatro paradas cardíacas, em razão de um infarto repentino.

Depois, com exames, se descobriu uma má formação no seu coração. Sua obra é bem popular até os dias de hoje.

Não é a primeira vez que Ana Maria Braga comete gafes do tipo no Mais Você. Em novembro do ano passado, ela chamou o ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, de Bin Laden.

 

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