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Henrique

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BRUMADINHO/MG - A Vale, dona da mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais, "não vê responsabilidade" sobre o rompimento da barragem da cidade, que até o começo da tarde havia resultado em 60 mortes, e já enviou à Justiça mineira pedido de reconsideração sobre as decisões que bloquearam R$ 11 bilhões da empresa para garantir as compensações pelo desastre. As informações são do advogado Sergio Bermudes, um dos principais defensores contratados pela empresa.

"A Vale não vê responsabilidade. Nem por dolo, que é infração intencional da lei, nem por culpa, que é a infração da lei por imperícia, imprudência ou negligência. Ela atribui o acontecido a um caso fortuito que ela está apurando ainda", afirmou advogado ao Estado.

Bermudes atacou falas do senador Renan Calheiros (MDB), provável candidato à Presidência do Senado que, neste domingo, 27, defendeu pelo Twitter que a diretoria da Vale fosse afastada. "Eu acho que a declaração do senador Renan Calheiros é uma declaração leviana que, na aparência, parece que quer tirar dividendos políticos do sofrimento causado pelo fato", disse o advogado.

"Também não tem nenhuma procedência a ideia de que haverá intervenção do governo na Vale. De acordo com o artigo 37 da Constituição, o governo tem de agir no estrito termo da legalidade. Não há nenhuma lei que permita a intervenção. A Vale é uma empresa privada, de propriedade da Previ, via Litel, do Bradesco, via Bradespar, do BNDES, via BNDESpar, da Mitsui e de inúmeros outros acionistas."

Ele ainda fez críticas à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que afirmou que a empresa deve ser responsabilizada "severamente" pelo caso. "Parece não ter fundamento a declaração da procuradora-geral de que há crime. A Vale tem todo o interesse em apurar a existência de crime, embora não haja nenhum elemento apontando nesse sentido", afirmou o advogado.

O pedido de reconsideração sobre o bloqueio de bens, que totalizam R$ 11 bilhões, foi ingressado na Comarca de Brumadinho e ainda está em análise, segundo o defensor. Ele argumenta que "nem ela (Vale), nem nenhuma outra empresa, tem essa liquidez. Ela tem dinheiro suficiente para atender qualquer necessidade e, por outro lado, ela tem um patrimônio gigantesco, capaz de responder por qualquer responsabilidade que seja apurada de acordo com a lei."

 

*Por: Bruno Ribeiro/ESTADÃO

Evento é gratuito e acontece nos dias 29 e 30 de janeiro, na Unesp em Rio Claro

 

SÃO CARLOS/SP - Nos dias 29 e 30 de janeiro, acontece na Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro, o "Workshop sobre a padronização de métodos para testes de toxicidade em abelhas sem ferrão adultas", que tem o intuito de discutir a temática e mostrar a importância de se permitir que as análises de risco realizadas no Brasil possam ser feitas com abelhas nativas em substituição às abelhas da espécie introduzida,Apis mellifera.
O workshop é uma iniciativa do Grupo de Estudos sobre Abelhas e os Serviços Ambientais (ASAs), do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e do Laboratório de Ecotoxicologia e Conservação de Abelhas (Leca), do Centro de Estudos de Insetos Sociais, da Unesp de Rio Claro.

Dentre os temas que serão abordados estão o histórico de grupos de pesquisa nos estudos com abelhas e sua importância; a avaliação de risco para abelhas no Brasil; e como uma espécie exótica pode representar a biodiversidade de abelhas sociais brasileiras nas avaliações de risco a agrotóxicos; dentre outros. A programação completa, com informações sobre os palestrantes, está disponível em http://bit.ly/2VSO3yd.

As atividades do dia 29/1 são abertas ao público; já as do dia 30/1 dão início a um treinamento específico intitulado "ring test", que consiste em um processo de padronização de métodos para testes de toxicidade em abelhas. Para aderir ao "ring test", é preciso que as instituições interessadas tenham trabalhado anteriormente com abelhas e/ou Ecotoxicologia; tenham laboratório próprio com estrutura mínima; sejam responsáveis pelos custos do teste; e disponibilizem todos os resultados à coordenação do projeto. Cada instituição interessada em se credenciar deverá indicar um responsável pelo protocolo em sua unidade.

O workshop é gratuito e as inscrições devem ser feitas por meio do preenchimento deste formulário online (http://bit.ly/2RxfBuw), onde já é possível sinalizar o interesse em participar do "ring test". As atividades acontecem entre 8h30 e 17 horas, no campus da Unesp em Rio Claro. Mais informações estão disponíveis no material de divulgação (http://bit.ly/2VSO3yd).

ARARAQUARA/SP - Dados recentes do Infosiga demonstram que 725 motoristas e passageiros de automóveis morreram, entre janeiro e novembro de 2018, em decorrência de acidentes de trânsito nas rodovias do estado de São Paulo.

Para ajudar a mudar esta realidade, a AB Triângulo do Sol realizará uma nova edição do Usuário na Via, em parceria com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp)e a São Francisco Saúde. O objetivo da campanha é alertar os motoristas sobre a importância dos cuidados com a saúde pessoal para evitar acidentes.

Durante as atividades, serão oferecidos aos participantes:exame de glicemia, aferição da pressão arterial, orientações de segurança viária e materiais educativos para o trânsito. Também estará à disposição dos motoristas o Rodovírtua, óculos de realidade virtual que proporciona uma experiência de imersão em situações que oferecem grande risco no trânsito, como dirigir após a ingestão de bebida alcoólica, dirigir digitando no celular, dentre outras.

Serviço

Usuário na Viacom Rodovírtua em Araraquara

Data: 29 de janeiro (próxima terça-feira)

Horário: das 9h às 14h

Local: no Posto Pau Seco– Rod. Washington Luís (SP-310), km 277, Norte

AB Triângulo do Sol I Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo

A concessionária AB Triângulo do Sol é responsável pela administração de 442 quilômetros de rodovias que compreendem o Lote 9 do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo: Rodovia Washington Luís (SP-310), entre São Carlos e Mirassol; Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), de Matão a Bebedouro; e Rodovia Carlos Tonanni / NemésioCadetti / Laurentino Mascari / Dr. Mario Gentil (SP-333), entre Sertãozinho e Borborema.

Segundo a Entidade, alta do dólar em dezembro impediu um avanço maior
 
São Paulo/SP – O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) paulistano obteve leve alta de 0,7%, ao passar de 127,8 pontos em dezembro para 128,6 pontos em janeiro. Em relação ao mesmo período de 2018, o indicador avançou 10%.
 
O ICC é elaborado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). A escala de pontuação varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).
 
Entre os dois quesitos que compõem o indicador, o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) registrou leve alta de 0,4%, ao passar de 95,9 pontos em dezembro para 96,3 pontos em janeiro. O Índice de Expectativas do Consumidor (IEC) também avançou 0,8% – 149,1 pontos em dezembro para 150,2 pontos em janeiro. No comparativo anual, ambos registraram altas de 7% e 11,3%, respectivamente.
 
Gênero e renda 
O resultado do ICEA destaca os crescimentos observados na classe de renda e no corte por gênero. A percepção dos consumidores com renda familiar inferior a dez salários mínimos (SM) em relação às condições econômicas atuais registrou alta de 2%, de 89,8 pontos em dezembro para 91,3 pontos janeiro. Os consumidores acima desse patamar sofreram queda de 2,4%, passando de 108,8 pontos em dezembro para os 106,1 pontos em janeiro.
 
Na segmentação por gênero, o grupo masculino foi destaque nas altas (7,3%): de 99,5 pontos em dezembro para 106,8 pontos em janeiro. Já o público feminino sofreu queda de 7%, de 92,2 pontos em dezembro para 85,8 pontos em janeiro.
 
A percepção dos consumidores com mais de 35 anos em relação às condições econômicas atuais registrou alta de 3,1%, passando de 86,7 pontos em dezembro para os atuais 89,5.
 
No IEC, destacaram-se as maiores altas: o grupo dos consumidores com renda inferior a dez salários mínimos, que registraram avanço de 1,8% (de 143,2 pontos em dezembro para 145,7 pontos em janeiro); e o grupo de consumidores de até 35 anos e os homens, que apontaram o mesmo aumento (1,6%).
 
De acordo com a FecomercioSP, a confiança do consumidor voltou a subir na passagem de dezembro para janeiro, a sexta alta consecutiva. Contudo, a alta do dólar em dezembro encareceu alimentos, eletrônicos e eletrodomésticos. O reflexo pode ser observado no grupo feminino de consumidores, normalmente responsável pelo orçamento doméstico; e no grupo de pessoas com renda superior a dez salários mínimos, na maioria das vezes mais propensas a adquirir itens de maior valor agregado, com itens que usam matéria-prima importada. Entretanto, no geral, as famílias se mostram mais seguras nos âmbitos social e econômico e com expectativas positivas em relação ao novo governo. Para a Entidade, a recuperação do emprego e da renda continuará sendo fundamental para o crescimento da confiança e deve acelerar de forma mais consistente o poder de compra dos consumidores, assim como o ciclo de consumo.
 
Metodologia
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é apurado mensalmente pela FecomercioSP desde 1994. Os dados são coletados de aproximadamente 2,1 mil consumidores no município de São Paulo. O objetivo é identificar o sentimento dos consumidores levando em conta suas condições econômicas atuais e suas expectativas quanto à situação econômica futura.
 
Os dados são segmentados por nível de renda, sexo e idade. O ICC varia de zero (pessimismo total) a 200 (otimismo total). Sua composição, além do índice geral, apresenta-se em: Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Os dados da pesquisa servem como um balizador para decisões de investimento e para formação de estoques por parte dos varejistas, bem como para outros tipos de investimento das empresas.
 
A metodologia do ICC foi desenvolvida com base no Consumer Confidence Index, índice norte-americano que surgiu em 1950 na Universidade de Michigan. No início da década de 1990, a equipe econômica da FecomercioSP adaptou a metodologia da pesquisa norte-americana à realidade brasileira. Atualmente, o índice da Federação é usado como referência nas reuniões do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), responsável pela definição da taxa de juros no País, a exemplo do que ocorre com o aproveitamento do CCI pelo Banco Central.

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