SÃO PAULO/SP - A Polícia Civil prendeu um homem de 36 anos suspeito de aplicar o “golpe da maquininha” enquanto atuava como falso ambulante no centro da capital paulista. Com o investigado, os agentes localizaram 251 cartões bancários sem comprovação de origem e cinco máquinas de pagamento.
A prisão foi realizada na quarta-feira (6) por policiais do 5º Distrito Policial da Aclimação, que cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça na casa do suspeito, em Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo.
De acordo com as investigações, o homem agia em locais de grande circulação na região central da cidade, como os bairros da Liberdade, Bela Vista e Avenida Paulista, se passando por vendedor ambulante de bebidas.
Segundo a polícia, durante os pagamentos, o suspeito trocava o cartão da vítima por outro semelhante sem que ela percebesse, ficando com o original para aplicar fraudes posteriormente.
Durante as buscas, os policiais apreenderam centenas de cartões bancários. Após consultas, ao menos cinco deles foram identificados como produtos de crimes de furto, roubo e estelionato registrados em boletins de ocorrência anteriores.
Entre as vítimas identificadas está um homem que teve 16 cartões subtraídos e reconheceu os objetos apreendidos pela polícia. Os demais itens localizados serão analisados para identificar os verdadeiros proprietários.
“O indiciado já tem diversas passagens pela polícia pelo mesmo tipo de crime. Um dos cartões apreendidos na ação é de uma vítima que registrou boletim de ocorrência em 2008”, explicou o delegado titular do 5° DP, Percival Alcântara.
O suspeito foi autuado em flagrante por receptação dolosa. A Polícia Civil também solicitou a conversão da prisão em preventiva.
BRASÍLIA/DF - Sete em cada dez gestores de escolas públicas (71,7%) relatam dificuldade em dialogar no ambiente escolar sobre o enfrentamento às violências, como bullying, racismo e capacitismo (preconceito contra pessoas com deficiência).
Esse é o maior desafio observado por uma pesquisa sobre clima escolar realizada com 136 gestores de 105 escolas públicas, sendo 59 municipais e 46 estaduais.
O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (6), foi realizado pela Fundação Carlos Chagas (FCC), uma instituição sem fins lucrativo, em parceria com o Ministério da Educação (MEC).
O objetivo do estudo é coletar informações para fundamentar o novo Guia de Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, uma iniciativa do governo federal, que será lançado nesta quinta-feira (7), pelo canal de YouTube do MEC.
Coordenador do estudo, o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de Pesquisas Educacionais da FCC, considera que lidar com situações de violências é uma questão complexa e que exige preparo, apoio e ações bem planejadas.
Uma dificuldade específica, cita ele, é a naturalização da violência.
“Em alguns casos, adultos da escola veem agressões como ‘brincadeiras’. Isso diminui a gravidade das situações e pode levar à omissão, justamente quando os estudantes mais precisam de apoio e intervenção”, diz em entrevista à Agência Brasil.
O coordenador contextualiza ainda que muitas escolas estão em contextos marcados por violência “fora de seus muros”. Além disso, completa, “há dificuldades em envolver as famílias e a comunidade, o que aumenta a pressão sobre a escola para lidar sozinha com esses desafios”.
Adriano Moro relata ainda que outra dificuldade é o uso genérico do termo bullying.
“É um fenômeno com suas especificidades, é uma violência grave, precisa de atenção. Contudo, ao não ser nomeada corretamente, a violência vivenciada acaba escondendo problemas específicos, como racismo, capacitismo, xenofobia ou violência de gênero.”
O bullying é uma palavra originada na língua inglesa e define uma forma de violência física ou psicológica, geralmente de forma repetida, causando danos físicos, sociais e emocionais ao estudante vítima. Um ou mais agressores fazem uso de xingamentos, apelidos pejorativos e outras formas de intimidação, humilhação, agressão ou discriminação.
Para o representante da FCC, o clima escolar positivo contribui diretamente para enfrentar as violências, porque cria as condições para que a escola deixe de atuar apenas de forma reativa e passe a agir de maneira mais preventiva, intencional e colaborativa.
“Quando há confiança, respeito e escuta entre estudantes e adultos, fica mais fácil identificar problemas, nomear corretamente as violências e agir com mais responsabilidade e justiça”, destaca.
Na busca por entender como é o gerenciamento do clima entre alunos, profissionais de ensino e famílias, a pesquisa constatou que:
Os pesquisadores procuraram saber como é a organização da unidade de ensino para chegar a um ambiente escolar positivo.
O levantamento revela que mais da metade delas (54,8%) nunca realizaram diagnóstico estruturado do clima escolar.
Para os responsáveis pela pesquisa, o diagnóstico é “etapa essencial para orientar políticas de convivência e aprendizagem”.
Foi identificado ainda que mais de dois terços (67,6%) das unidades de ensino possuem equipe responsável por ações de melhoria do clima escolar.
Nas 32,4% que não contam com essa equipe, as ações ficam sob responsabilidade direta da gestão.
Adriano Moro pontua que muitas escolas vivenciam sobrecarga dos profissionais.
“A gestão escolar costuma lidar com muitas urgências ao mesmo tempo”, aponta. Dessa forma, as equipes atuam mais para resolver problemas imediatos do que para preveni-los de forma planejada.
O pesquisador classifica como “muito forte” a relação entre clima escolar positivo e desempenho pedagógico.
Segundo ele, o clima nos colégios influencia diretamente tanto o bem-estar das pessoas quanto o processo de ensinar e aprender.
“Para que a aprendizagem aconteça com qualidade e equidade, é fundamental que os estudantes se sintam acolhidos”, diz.
“Quando os estudantes se sentem respeitados e não têm medo de errar, eles aprendem melhor e desenvolvem suas habilidades com mais confiança”, sustenta.
A pesquisa da FCC ouviu escolas em dez estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo, de março a julho de 2025.
O levantamento da FCC e do MEC é divulgado na mesma semana em que o governo federal recriou grupo de trabalho (GT) para subsidiar política de combate ao bullying e ao preconceito na educação.
O GT é formado por áreas técnicas do MEC e tem prazo inicial de 120 dias para apresentar um relatório com as conclusões e propostas elaboradas.
AGÊNCIA BRASIL
IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos, informa à população como será o funcionamento do Cemitério Municipal durante o próximo domingo, 10 de maio, em razão das visitas em homenagem ao Dia das Mães.
A administração reforça a importância de que familiares e visitantes fiquem atentos aos prazos para realização de serviços de manutenção e organização dos túmulos, garantindo mais segurança, limpeza e comodidade para todos durante a data comemorativa.
Os serviços de manutenção deverão ser realizados somente até sexta-feira, dia 08 de maio e a limpeza estará permitida até sábado, dia 09 de maio, das 06h às 18h, já que muitas pessoas trabalham de semana e só tem o sábado para realizar a limpeza do túmulo.
O domingo será aberto somente para visitação das 06h às 18h.
A Prefeitura pede a colaboração da população para que as orientações sejam respeitadas, contribuindo para a organização do espaço e para um ambiente acolhedor durante as homenagens às mães.
BRASÍLIA/DF - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de diversos produtos da marca Ypê. Segundo a decisão, lava-louças (detergente), sabão líquido para roupas e desinfetantes terão de ser recolhidos e não poderão ser usados pelos consumidores.
A medida foi adotada após terem sido identificadas “falhas graves na produção” e vale para todos os lotes com numeração final 1.
“Os itens foram fabricados pela empresa Química Amparo (CNPJ 43.461.789/0001-90), na unidade localizada em Amparo (SP)”, informou a agência.
De acordo com a Anvisa, a decisão foi tomada a partir de avaliação técnica de risco sanitário.
“Foram constatados descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”, detalhou a Anvisa, ao explicar que tais requisitos são essenciais em termos de fabricação para garantir a segurança sanitária dos produtos.
Por meio de nota, a agência informa que as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais devem intensificar o monitoramento do mercado e adotar as medidas necessárias para evitar a circulação dos lotes envolvidos.
A empresa Ypê informou que “em novembro de 2025, após uma análise interna que detectou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em alguns lotes específicos de lava-roupas líquidos, a Química Amparo anunciou o recolhimento voluntário cauteloso dos lotes”.
Um comunicado da Ypê foi divulgado no site da empresa com orientações aos consumidores sobre os riscos que o uso desses produtos podem causar à saúde, e o que fazer, caso alguém os tenha adquirido.
A íntegra da Resolução 1.834/2026 com a relação dos produtos e lotes pode ser consultada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (7).
Somente os lotes que terminam com o número 1, dos produtos abaixo estão afetados:
AGÊNCIA BRASIL
BRASÍLIA/DF - A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (6), projeto de lei que aumenta as penas pelos crimes de estupro, assédio sexual e registro não autorizado da intimidade sexual. O PL nº 3984/25 institui a Lei da Dignidade Sexual e também prevê punição maior para os crimes relacionados a pedofilia no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A proposta ainda passará pela análise do Senado.
A lei define que a pena por estupro passa de 6 a 10 anos de reclusão para 8 a 12 anos. Caso o ato resulte em lesão grave, a pena atual de 8 a 12 anos será de 10 a 14 anos. Se resultar em morte da vítima, a reclusão de 12 a 30 anos passa a ser de 14 a 32 anos.
O assédio sexual, cuja pena atual é de detenção de 1 a 2 anos, será punido com pena de detenção de 2 a 4 anos.
O registro não autorizado da intimidade sexual, como fotos e vídeos, atualmente punível com detenção de 6 meses a 1 ano, passa para detenção de 1 a 3 anos.
Foi definido ainda o aumento de um terço a dois terços da pena se os crimes contra a dignidade sexual forem cometidos por razões da condição do sexo feminino; contra pessoa com deficiência ou maior de 60 anos; ou nas dependências de instituição de ensino, hospitalar ou de saúde, de abrigamento, unidade policial ou prisional.
No ECA, o projeto aumenta as penas de reclusão para os seguintes crimes:
O PL também altera a Lei de Execução Penal ao proibir condenados por estupro ou estupro de vulnerável de usufruírem de visitas íntimas no presídio.
Já na lei que instituiu a campanha Maio Laranja, com ações de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, o projeto cria a Semana Nacional de Enfrentamento aos Crimes Sexuais, a ser realizada todos os anos na última semana do mês de maio.
Em relação à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), o projeto determina que sejam trabalhados conteúdos sobre violência sexual, tratando da compreensão do consentimento e da difusão de canais de denúncia.
Os conteúdos devem ser incluídos junto ao ensino sobre prevenção de todas as formas de violência contra a criança ou adolescente e a mulher, já previsto na LDB.
Por fim, o texto aprovado prevê, como efeito automático da condenação por crimes contra a dignidade sexual tipificados no Código Penal, a perda do poder familiar se o crime for cometido contra pessoa igualmente titular do mesmo poder familiar, contra filho, filha ou outro descendente, tutelado ou curatelado.
Se a pena for superior a 4 anos de reclusão, haverá a perda de cargo, função pública ou mandato eletivo, se for o caso. Será proibida, ainda, a nomeação do condenado para qualquer cargo, função pública ou mandato eletivo entre o trânsito em julgado da condenação e o efetivo cumprimento da pena.
O PL é de autoria da deputada Delegada Katarina (PSD-SE), aprovado com o substitutivo da relatora, deputada Delegada Ione (Avante-MG).
* Com informações da Agência Câmara de Notícias
AGÊNCIA BRASIL
MARIANA/MG - O Tribunal de Apelação da Inglaterra rejeitou na quarta-feira (6) uma nova tentativa de recurso da mineradora BHP sobre o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 2015.
Com isso, está mantida a decisão de novembro de 2025, quando o Tribunal Superior inglês responsabilizou a empresa anglo-australiana pelo desastre. Os juízes consideraram que a BHP, sócia da Vale na gestão da mineradora Samarco, operava a barragem e tinha conhecimento dos riscos antes do rompimento, o que mostrava negligência, imprudência e/ou imperícia.
No dia 5 de outubro de 2025, a tragédia em Mariana completou dez anos. O rompimento da barragem de Fundão despejou cerca de 40 milhões de metros cúbicos de resíduos tóxicos e lama no rio Doce. Também atingiu municípios próximos e matou 19 pessoas.
A BHP já havia tentado um primeiro pedido de recurso para reverter a condenação e esgotou a última via ordinária disponível no sistema inglês para contestar a sentença. Na decisão de hoje, o tribunal concluiu que não há razão convincente para que o recurso seja julgado.
No sistema jurídico inglês, o direito de recorrer não é automático. A parte interessada primeiro precisa obter uma permissão para entrar com o recurso (permission to appeal).
Com isso, está mantida a Fase 2 do processo, que examina as categorias de perdas e as provas para quantificar os danos sofridos pelas vítimas e fixar os valores de indenização. A audiência de julgamento desta fase está prevista para abril de 2027.
O escritório de advocacia Pogust Goodhead, que representa as vítimas do caso Mariana na Inglaterra, comemorou a decisão desta quarta-feira.
“O Tribunal de Apelação agora se uniu ao Tribunal Superior ao concluir que os fundamentos de apelação da BHP não têm perspectivas reais de sucesso. Um resultado enfático e inequívoco. A BHP é responsável pelo pior desastre ambiental da história do Brasil e não terá outra chance para reverter a decisão”, disse Jonathan Wheeler, sócio do escritório.
“Nossos clientes esperaram mais de uma década por justiça, enquanto a BHP buscou todas as vias processuais para evitar a responsabilização. Essas vias agora estão fechadas. Estamos focados em garantir a indenização que centenas de milhares de brasileiros têm direito há muito tempo”, completou.
Em nota, a BHP Brasil disse que “vem apoiando a Samarco para garantir uma reparação justa e integral” e que continuará com o processo de defesa na Inglaterra “de forma robusta e pelo tempo que for necessário”.
Disse ainda que “permanece confiante de que o trabalho realizado desde 2015 e o Novo Acordo do Rio Doce, assinado em outubro de 2024, e que assegurou R$ 170 bilhões para a reparação, oferecem a solução mais rápida e eficiente para compensar os atingidos. Esse trabalho já garantiu pagamentos a mais de 625 mil pessoas”.
Segundo a empresa, a Corte inglesa reconheceu em 2024 os programas de indenização e validou as quitações assinadas por aqueles que já receberam indenização integral: “cerca de 40% do total de reclamantes individuais na Ação no Reino Unido serão excluídos do processo, o que reduzirá de forma significativa o tamanho e o valor dos pedidos lá formulados”.
AGÊNCIA BRASIL
Estimativa da FecomercioSP é que setor fature R$ 82 bilhões no mês de maio; mercado de trabalho aquecido e aumento da renda sustentam alta
SÃO PAULO/SP - As vendas nas atividades mais impactadas pelo Dia das Mães devem crescer 3% em maio, no Estado de São Paulo, de acordo com projeção da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com divulgação do Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio São Carlos). A expectativa é que o faturamento atinja quase R$ 82 bilhões, R$ 2,7 bilhões a mais em comparação com o mesmo período do ano passado.
[TABELA 1]
Projeções Faturamento do Comércio Varejista Estado de São Paulo — maio de 2026
Fonte: Secretaria do Estado de São Paulo
Elaboração: FecomercioSP
Valores em R$ mil a preços de fev/26
Na avaliação da FecomercioSP, o crescimento pode parecer tímido tanto no Estado como na capital (2%), mas, considerando a forte base de comparação e o cenário macroeconômico marcado por juros elevados, famílias endividadas e inflação ainda em patamar desconfortável, o resultado, se confirmado, pode ser avaliado como positivo.
A expectativa otimista se sustenta principalmente pelo mercado de trabalho, que segue positivo, e pelo aumento da renda, tornando possível que mais pessoas consumam e obtenham crédito. Assim, o Dia das Mães permanece como uma data importante para as vendas, principalmente nos segmentos ligados a presentes tradicionais (cosméticos, roupas e calçados) e experiências familiares.
Crescimento disseminado
Todos os segmentos analisados pelo levantamento da FecomercioSP devem exibir alta no faturamento. Os principais destaques são as farmácias e perfumarias, com avanço de 6%; as lojas de vestuário, tecidos e calçados, que devem crescer 4%; e os supermercados, com elevação de 3%.
Os juros elevados e o endividamento familiar, somados às incertezas econômicas e eleitorais, acabaram afetando negativamente as vendas de bens duráveis. Nesses casos, a compra normalmente depende de crédito e do comprometimento da renda por vários meses.
Nesse contexto, as atividades de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos, bem como as lojas de móveis e decoração, devem apresentar as menores taxas de crescimento em maio, com altas de 1% e 2%, respectivamente.
Capital paulista
Na Cidade de São Paulo, o Dia das Mães deve levar o faturamento do mês de maio a crescer 2%. Lojas de vestuário, tecidos e calçados apresentarão a maior alta (4%). Na sequência, estão farmácias e perfumarias (3%), supermercados (2%) e lojas de móveis e decoração (1%). Eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamento devem registrar estabilidade.
[TABELA 2]
Projeções Faturamento do Comércio Varejista cidade de São Paulo — maio de 2026
Fonte: Secretaria do Estado de São Paulo
Elaboração: FecomercioSP
Valores em R$ mil a preços de fev/26
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.