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Henrique

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Promovida pelo Departamento de Esportes competição será seletivas para os Jogos Regionais

SANTA RITA DO PASSA QUATRO/SP - Começa neste sábado (09), no Centro Olímpico, o Circuito Santa-ritense de Vôlei de Praia, promovido pelo Departamento Municipal de Esportes de Santa Rita do Passa Quatro.

A competição será o Seletiva Para os Jogos Regionais 2019, nas seguintes categorias Sub 20 masculino e feminino (nascidos até o ano de 2009), Livre masculino e feminino e misto.

Na categoria masculina, serão formados três grupos que jogam entre si dentro dos grupos onde o primeiro colocado de cada grupos disputam a final. No grupo A estão as duplas João Lucas e Silvio, Klayver e Alan, Josué e Bruno e Andre e Cicero. O grupo B é formado pelas duplas Luís Eduardo e Leandro, Josimar e Guilherme, Lulu e Duda e Vitor Bat. e Lucas Buc. E no grupo C estão as duplas Cristian Moino e Rafel Perí, Luis Felipe e Emanuel e Álvaro Ciscato e Gabriel.

A categoria feminina será formada por um grupo com quatro duplas que jogam entre si, os dois primeiros colocados disputam a final. São elas: Jéssica Lopes e Driély, Diuly e Rosimeire, Grazieli e Borges e Awdrey e Manú.
Na categoria mista serão dois grupos com três duplas que jogam entre si dentro e os primeiros colocados de cada disputam a final.

No grupo A estão as duplas Cicero e Awdrey, Andre e Driély e Cristian Moino e Carla. E no grupo B, as duplas Luis Eduardo e Diuly, Lulu e Jéssica Lopes e Klayver e Rafaela.
O jogos acontecem aos sábados e domingos, a partir das 15 horas, no Centro Olímpico.

 

*Por:PROGRAMA DAQUELE MODELO

Neste sábado dia 09/02 é dia do Jd. Andreazza receber os serviços

 

TAMBAÚ/SP - No último sábado, dia 09/01, a Prefeitura Municipal realizou mais um mutirão de limpeza urbana, desta vez  em toda área da Vila Padre Donizetti. Com o apoio da população, os servidores municipais retiram lixos, entulhos e mato algo com o objetivo de manter a cidade mais limpa, bem cuidada e livre de locais que servem como proliferadores do mosquito da dengue, zika e chikungunya e também de animais peçonhentos como escorpiões.

“A ideia é que outros bairros sejam também atendidos de acordo com o cronograma municipal e que nós tenhamos uma Tambaú cada dia melhor! Nossos agradecimentos aos funcionários municipais e também aos moradores dos bairros que nos ajudaram prontamente”, ressaltou o Prefeito Roni Astorfo.

Neste final de semana, dia 09 de fevereiro, o mutirão de limpeza acontece no Jd. Andreazza seguindo para o Piché e Jd. São João.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Esportes e Cultura e do Centro Municipal de Artes e Cultura (CEMAC), inicia no próximo domingo, dia 10 de fevereiro, o programa Circuito Arena 2019, que tem como objetivo oferecer boa música, gratuitamente, no final das tardes de domingo nos teatros de arena do município.

O primeiro show do Circuito Arena 2019 será com a Banda Vinil 78, a partir das 18h, no Teatro de Arena “José Saffioti Filho”, anexo ao Teatro Municipal Drº Alderico Vieira Perdigão. No repertório muito flashback, voltando às décadas de 60, 70, 80 e 90. 

Já passaram pelo Circuito, em 2018, os cantores Mih Marchetti, André de Souza, Maria Butcher, Ellen Mara (The Voice), Alexandre Tenório, Banda Dígito 3, Brazuca Jam, Lê Lopes e seus Batutas, Jazz a La Django, Blues & Algo Mais com David Tanganelli, entre outros.

SÃO PAULO/SP - O Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) compõe a rede de mais de 43 centros em sete países que testam uma nova medicação injetável, de longa duração, que poderá revolucionar a prevenção contra o HIV. Trata-se do medicamento Cabotegravir, uma injeção intramuscular da droga, aplicada a cada dois meses, capaz de manter níveis adequados do medicamento no sangue.

Jovens com menos de 30 anos de idade, gays masculinos e mulheres transexuais podem participar do primeiro estudo no Brasil. O objetivo é saber se a injeção a cada oito semanas é segura e tão eficaz para prevenir o HIV quanto a medicação oral, atualmente utilizada para Profilaxia Pré-Exposição (PrEP). Hoje, a PrEP oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é uma combinação de drogas na forma de comprimidos.

O ensaio clínico internacional, financiado pela Divisão de Aids do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, já testa mundialmente a forma injetável da Cabotegravir, que possui alta eficácia no tratamento contra a multiplicação do HIV.

“Quanto mais estratégias de prevenção, mais fácil será contemplar os diferentes contextos de vida, da mesma maneira que o anticoncepcional. Hoje, há 17 formas de contracepção. A prevenção contra infecções sexualmente transmissíveis deve seguir os mesmos passos”, argumenta o médico infectologista Ricardo Vasconcelos, coordenador clínico no HC do chamado Projeto HPTN 083.

Centros

A iniciativa deverá acompanhar o total de 4,5 mil voluntários ao longo de três anos e meio, em mais de 40 centros de pesquisa em países como Estados Unidos, Peru, Argentina, África do Sul, Vietnã e Tailândia, além do Brasil, onde os testes são feitos em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, cidades de alta incidência de infecção por HIV nos grupos de risco.

Além do Hospital das Clínicas da USP, os testes em São Paulo também são realizados no Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS-SP. O Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (IPEC) da Fundação Oswaldo Cruz–FIOCRUZ do Rio de Janeiro, além do Hospital Nossa Senhora da Conceição de Porto Alegre, integram a rede no Brasil.

Os interessados em participar do estudo em São Paulo devem entrar em contato pelos telefones (11) 94996-6134 e (11) 2661-2275, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo twitter @pec.hcfmusp.

Monitoramento

Além das pesquisas voltadas à prevenção, a USP trabalha no monitoramento do vírus da família do HIV, o HTLV-1, que também infecta milhares de pessoas em todo o País. O Brasil já é o líder em casos de HTLV-1, o vírus linfotrópico de células-T humanas, pertencente à mesma família que o vírus da Aids e que afeta mais pessoas do que o HIV, a hepatite C ou a tuberculose.

Apesar disso, o agente ainda recebe pouca atenção não só da população como da própria comunidade médica. “Não existe um programa nem nacional, nem estadual, nem municipal”, afirma Augusto Penalva, coordenador do serviço de HTLV-1 no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, ambulatório em São Paulo que acompanha mais de 700 pacientes. “É a doença mais negligenciada das negligenciadas. Inclusive, quando se lança um programa sobre doenças negligenciadas, não é incomum deixar fora o HTLV”, acrescenta.

Detecção

Uma das possíveis razões pelas quais o vírus não é alvo de ações mais enérgicas é que a maioria dos pacientes é assintomática. “Como é um vírus antigo, evolutivamente falando, e está bem adaptado, a maioria das pessoas não desenvolve as complicações mais graves, o próprio sistema imunológico do paciente controla o vírus”, explica Arthur Maia Paiva, médico da Universidade Federal de Alagoas, em Maceió.

Ele ressalta que, apesar de só entre 5% e 10% dos portadores desenvolverem complicações médicas, essas podem ser graves e inclusive fatais. A dificuldade de detecção do diagnóstico também não ajuda nos estudos do desenvolvimento da doença mais a fundo.

“Normalmente, os pacientes nem percebem. Eles têm uma dificuldade de subir escada ou uma dor. Quem vai ao médico quando tem isso? É muito difícil. E às vezes vai e faz raio-X, tomografia, ressonância. Geralmente isso está normal e acaba acontecendo que a pessoa passa sete, às vezes até dez anos, sem descobrir a causa”, diz Jorge Casseb, médico do Ambulatório de HTLV e professor associado do Instituto de Medicina Tropical da USP.

Resultado

Existem três formas de contrair o vírus: por relações sexuais desprotegidas, por contato com sangue infectado (por transfusão, compartilhamento de seringas) e através do aleitamento materno. Adele Schwartz Benzaken, diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST [infecções sexualmente transmissíveis], do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde, disse que está em andamento um estudo nacional para conhecer a prevalência do HTLV-1 em gestantes no Brasil.

O resultado servirá para definir as linhas de ação futuras no combate à transmissão do HTLV-1 de mães para filhos. “O estudo mostrará quais são as regiões do Brasil em que precisamos estipular esse tipo de regra. Tem muito HTLV-1 na região Norte, no Nordeste, na Bahia. Mas tem regiões do País que não têm casos. Então, para que é que você vai fazer uma norma nacional de testar todas as gestantes do País quando a infecção pode estar concentrada?”, indaga.

Os resultados ainda são aguardados. Além disso, o Ministério afirmou trabalhar na atualização do protocolo de HTLV-1, para facilitar a capacitação dos profissionais da saúde em relação à chamada “nova onda”.

 

*Por: PORTAL GOVERNO SP

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