IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal de Esporte, Cultura e Turismo, realizará neste sábado, dia 9 de maio, às 14h, um aulão especial de Zumba e Ritbox em comemoração ao Dia das Mães.
O evento acontecerá em frente ao Centro Comunitário, ao lado do Campo Municipal, localizado na Rua Doutor Teixeira de Barros, no Centro.
A atividade promete reunir muita animação, música, diversão e incentivo à prática de atividades físicas, proporcionando um momento especial para as mães, famílias e toda a população ibateense.
A Prefeitura de Ibaté convida toda a comunidade para participar deste grande encontro, preparado com muito carinho em homenagem ao Dia das Mães.
BRASÍLIA/DF - O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, promulgou nesta sexta-feira (8) a chamada Lei da Dosimetria, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não sancionar o texto dentro do prazo constitucional. A nova legislação deve ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União.
A medida altera regras relacionadas ao cálculo de penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito, incluindo condenações ligadas aos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília. O texto prevê que, em determinadas situações, seja aplicada apenas a pena mais grave, em vez da soma de punições.
O projeto havia sido vetado integralmente pelo Palácio do Planalto, sob argumento de que a proposta poderia enfraquecer a proteção à democracia. No entanto, o Congresso Nacional derrubou o veto em sessão conjunta realizada no fim de abril, com ampla maioria tanto na Câmara quanto no Senado.
Pela Constituição Federal, após a derrubada de um veto presidencial, cabe ao presidente da República promulgar a lei em até 48 horas. Como Lula não se manifestou dentro do prazo, a responsabilidade passou automaticamente ao presidente do Senado, função exercida por Alcolumbre.
A promulgação reacende o debate político e jurídico sobre as punições aplicadas aos envolvidos nos atos antidemocráticos. Integrantes da base governista avaliam recorrer ao Supremo Tribunal Federal questionando a constitucionalidade da nova legislação.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação, por meio da Seção de Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI), realiza neste sábado, 9 de maio, das 8h30 às 13h30, o 1º Sábado Letivo da EJA, com o tema “África-Brasil: Saberes, Identidades, Territórios e Cuidado”.
O encontro acontecerá no Centro Municipal de Cultura Afro-Brasileira “Odette dos Santos”, localizado na Rua Dona Alexandrina, nº 844, no centro, reunindo estudantes, educadores e parceiros em uma proposta pedagógica integrada, fundamentada no diálogo entre diferentes áreas do conhecimento. O evento será aberto ao público.
A programação contará com oficinas temáticas que abordarão história e cultura afro-brasileira; saberes ancestrais e práticas culturais, como a confecção de bonecas abayomi; quintal de casa, com foco em ervas e plantas medicinais; cuidado e saúde, com a participação de médico e enfermeira; além de atividades relacionadas ao mundo do trabalho, empregabilidade e direitos sociais, incluindo orientações sobre a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS).
Além das oficinas, o evento contará com espaços de circulação e interação, como o “Varal da EJA”, com exposição de produções desenvolvidas pelos estudantes nas unidades escolares, e o espaço “Sabores e Saberes”, com degustação voltada à valorização da cultura alimentar afro-brasileira e indígena.
Durante o encontro, os estudantes da EJAI apresentarão produções desenvolvidas ao longo das atividades escolares, reforçando o protagonismo dos educandos e incentivando a troca de experiências entre alunos, educadores e comunidade.
O 1º Sábado Letivo da EJAI tem como objetivo proporcionar uma experiência educativa integrada, valorizando os conhecimentos, trajetórias e vivências dos estudantes da Educação de Jovens, Adultos e Idosos. A iniciativa busca aproximar os conteúdos pedagógicos das realidades culturais, sociais e territoriais dos educandos, fortalecendo o vínculo com a escola e incentivando a permanência e continuidade dos estudos.
A ação também pretende ampliar o acesso a práticas educativas significativas e promover reflexões sobre identidade, cultura, cuidado, trabalho, direitos e ancestralidade, destacando as relações entre África e Brasil. Além disso, o evento visa fortalecer as ações intersetoriais e o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento e políticas públicas, reafirmando o compromisso da Educação Municipal com uma formação inclusiva, humanizada e socialmente referenciada.
A iniciativa conta com a colaboração das unidades escolares que ofertam a EJA no município, entre elas a Escola Municipal de EJA “Austero Mangerona” e as EMEBs Arthur Natalino Deriggi, Dalila Galli e Carmine Botta, além das ações desenvolvidas pelo Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA) e pelo Programa Brasil Alfabetizado (PBA).
Aliança estratégica une a maior plataforma de shows do país a um dos mais consolidados festivais de música nacional, fortalecendo o mercado do entretenimento ao vivo
RIBEIRÃO PRETO/SP - A Opus Entretenimento e o Festival João Rock, realizado pela Bananas Eventos, anunciam uma parceria que une duas forças criativas e complementares do cenário musical brasileiro. A entrada da Opus como sócia do evento marca um novo capítulo para ambas as marcas, em um movimento estratégico que fortalece o mercado de festivais no Brasil, um dos principais polos de produção de eventos do mundo.
Com cinco décadas de atuação, a Opus Entretenimento é hoje a maior plataforma de shows e entretenimento ao vivo do país. Presente em praticamente todos os segmentos do setor, a companhia administra casas de espetáculo em diferentes regiões, realiza turnês nacionais e internacionais, agencia carreiras, produz shows próprios e atua fortemente em festivais e grandes eventos. Essa estrutura sólida e diversificada reflete o compromisso da empresa com a excelência operacional e com a experiência do público.
O João Rock, realizado há 23 anos em Ribeirão Preto (SP), pela Bananas Eventos, é um dos festivais mais emblemáticos e consistentes de música nacional. O evento se destaca por reunir, em um único dia, mais de 65 mil pessoas para viver em cinco palcos mais de 14 horas de música brasileira, com apresentações simultâneas que transitam entre rock, rap, trap, MPB e reggae, um retrato autêntico da pluralidade sonora do país. Neste ano, o João Rock já anunciou que os ingressos disponíveis, de todos os setores, estão esgotados.
Para Lucas Zaffari, CEO da Opus Entretenimento, a parceria representa uma convergência de valores e visões. “O João Rock possui uma história consolidada e uma identidade reconhecida no cenário da música nacional. Integrar esse projeto representa a união do nosso expertise em operação, produção e gestão de arenas à relevância cultural e constante de um festival que estabelece uma conexão genuína com o público e com o mercado”.
Marcelo Rocci, sócio-fundador da Bananas Eventos, destaca que, a escolha de um parceiro estratégico como a Opus se dá através da conexão das duas empresas que têm valores coerentes e em sintonia plena. “Um novo ecossistema nasce desta união feliz e com certeza impactará os amantes do entretenimento de qualidade. Por mais de 20 anos, a Bananas Eventos fez do João Rock uma verdadeira celebração da música brasileira, priorizando qualidade na entrega e momentos inesquecíveis para o público. Agora, isso será ainda mais potencializado com a chegada da Opus”, destaca.
Sérgio Peixoto, diretor do segmento Talents, Tours & Festivals da Opus, reforça o caráter estratégico da união. “O João Rock é um dos festivais mais relevantes do entretenimento brasileiro, com uma base fiel e um DNA muito bem definido. Essa parceria reforça o movimento da Opus de ampliar sua presença no segmento de grandes eventos e experiências ao vivo, permitindo compartilhar estruturas, conhecimento e práticas de gestão que fortalecem o festival e ampliam nossa presença no circuito de grandes projetos. É uma movimentação natural de duas marcas que entendem a importância de trabalhar com visão de longo prazo e foco na experiência do público”.
Na visão de Luit Marques, este é um movimento estratégico. “Mais do que crescer é preciso direção e alinhamento. As duas empresas vivem momentos de consolidação em suas histórias e esta união não poderia nascer com mais força e pujança para começarmos juntos um novo capítulo", celebra o sócio-fundador da Bananas Eventos.
A Opus Entretenimento administra oito casas de espetáculos no país. Em São Paulo, é responsável pela Vibra São Paulo, pelo Teatro Bradesco e pelo Teatro Sabesp Frei Caneca. Em outras regiões, realiza a gestão da Arena Opus (Grande Florianópolis), Teatro do Bourbon Country (Porto Alegre), Teatro RioMar Recife, Teatro RioMar Fortaleza e Teatro Riachuelo Natal.
A empresa realiza mais de 3 mil espetáculos por ano e recebe cerca de 5 milhões de espectadores anuais em suas produções e espaços. Também assina grandes realizações do entretenimento, com turnês e eventos de artistas e marcas como Disney On Ice, KISS, Guns N’ Roses, Avril Lavigne, Norah Jones e Paramore.
O João Rock, idealizado e produzido pela Bananas Eventos, já reuniu mais de 300 apresentações em suas duas décadas de história e se tornou referência ao promover encontros inéditos entre artistas e diferentes expressões culturais. Além da música, o festival abriga manifestações artísticas, esportes radicais e ações interativas, consolidando-se como um dos maiores símbolos da cena cultural brasileira.
Com essa união, Opus Entretenimento e Festival João Rock inauguram uma nova fase no entretenimento ao vivo, unindo gestão, propósito e experiência em torno de um mesmo ideal: fortalecer o público e a música brasileira.
Mais detalhes sobre os futuros projetos, fruto desta colaboração, serão anunciados em breve.
BRASÍLIA/DF - Maior empresa de criptomoedas no mundo, a Tether cobra o Banco Master na Justiça paulista o pagamento de um empréstimo de US$ 300 milhões que fez a uma holding ligada à instituição financeira em março do ano passado.
A multinacional, conhecida por criar uma das versões do dólar digital, o USDT, cobra do Master R$ 1,64 bilhão (US$ 327,4 milhões), considerando os juros anuais e moratórios que somam 13,87%. O caso foi revelado pelo jornal o Estado de S.Paulo e confirmado pela Folha de S.Paulo.
A dívida venceria em março deste ano, mas teve seu prazo de pagamento antecipado por cláusulas contratuais acionadas quando o banco de Daniel Vorcaro teve sua nota de crédito rebaixada no ano passado. A Tether pede a penhora de uma conta que era destino do pagamento de empréstimos consignados para servidores públicos, usada como garantia do negócio, e a localização de demais bens do Master para liquidação do débito.
Procurada, a defesa de Daniel Vorcaro, presidente e controlador do Master na época do negócio, disse que não irá comentar o caso. A Tether afirma que o calote desde setembro não afeta a liquidez de suas criptomoedas, que são lastreadas em ativos reais como o dólar, o euro e ouro.
Documentos anexados aos autos mostram que o Master reconheceu a dívida em uma corte de arbitragem de Londres. A Tether alega ainda que não sabia das operações policiais que estavam em curso contra o banco, que foram anunciadas apenas em novembro.
Com o pedido, a Tether também tenta furar a fila de credores do Master, estabelecida desde a liquidação, que prioriza créditos trabalhistas e tributários. Uma estimativa recente do Fundo Garantidor de Créditos aponta que o Master consumiu cerca de R$ 50 bilhões.
O gigante das criptomoedas, sediado em El Salvador, alega que seu contrato de empréstimo foi firmado com uma empresa de fora do conglomerado bancário do Master, a Titan Holding, uma companhia que Vorcaro abriu nas Ilhas Cayman e depois repassou para outros diretores do Master. O trato envolveu ativos no Brasil como garantia, e a Tether pede que a Justiça desconsidere esses ativos como patrimônio do Master no cumprimento de dívidas com outras instituições.
O Master garantiu o empréstimo com a multinacional com cédulas de créditos bancários decorrentes de empréstimos consignados de servidores públicos da linha Credcesta, então operadas pelo próprio banco. Os valores caem mensalmente em uma conta no Master, segundo o contrato firmado com a Tether.
A Titan recebeu o empréstimo em duas parcelas: US$ 100 milhões em 28 de março de 2025 e US$ 200 milhões em 1º de abril do mesmo ano. Em agosto, suas empresas deixaram de pagar a rolagem mensal da dívida -o valor principal tampouco foi quitado.
O empréstimo deveria ser pago, com valor acrescido de juros anuais de 11,78%, no prazo de um ano, que se esgotaria em março. A multinacional argumenta, no entanto, que uma cláusula de vencimento antecipado foi acionada quando a agência de avaliação de risco Fitch rebaixou a nota do Master devido ao veto a compra do banco de Vorcaro pelo BRB (Banco de Brasília).
O contrato ainda determinava o vencimento antecipado da dívida em outras situações, como o não pagamento de qualquer valor no vencimento e eventos relacionados à situação do Banco Master, entre eles a suspensão de suas atividades, a perda da autorização do Banco Central para operar como instituição financeira, o descumprimento de requisitos regulatórios de capital ou sua liquidação extrajudicial. Todos os eventos aconteceram desde que a Polícia Federal anunciou investigações contra o Master em novembro.
O Master mantinha negócios com empresas de criptomoedas desde que Vorcaro assumiu o controle da instituição, ainda chamada de Banco Máxima, em 2019. A chegada do ex-banqueiro mineiro à instituição alavancou as operações de câmbio da instituição financeira, que, em geral, eram voltadas a operações com criptoativos.
A operação Colossus, da Polícia Federal, mostrou que o então Banco Máxima fez remessas de US$ 531 milhões, entre dezembro de 2018 e abril de 2021, para uma empresa investigada sob a suspeita de lavar dinheiro para a facção criminosa PCC e o grupo terrorista Hezbollah.
por Folhapress
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