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Henrique

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Obra deve ser realizada em 120 diasÔnibus coletivos serão desviados durante esse período

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Obras Públicas, inicia nesta segunda-feira, dia 21 de outubro, às 7h, a reconstrução do pavimento em dois trechos da rua Dona Alexandrina, no centro.

O serviço será realizado simultaneamente nos corredores de ônibus localizados na rua Dona Alexandrina entre avenida Carlos Botelho e a rua XV de novembro e entre a rua Sete de Setembro e Major José Inácio.

A obra deve ser realizada em 120 dias e em virtude dessa interdição a Suzantur realizará mudanças nos itinerários das linhas de ônibus para dar continuidade ao atendimento do transporte coletivo. Os pontos da rua Dona Alexandrina, entre a Carlos Botelho e XV de Novembro; o ponto da escola Álvaro Guião e o ponto da Escola Paulino Carlos serão desativados durante esse período. Novos pontos provisórios foram instalados na rua 28 de Setembro e Dom Pedro II.

Os dois trechos receberão a fresagem do pavimento asfáltico flexível, cerca de 20 cm, no trajeto entre as ruas 7 de Setembro e Major José Inácio e de 24 cm no trecho entre a avenida Carlos Botelho e XV de Novembro, onde serão executadas as novas pavimentações. A camada de brita graduada tratada com cimento 5% deverá ser colocado acima do leito, e a espessura é de 18 cm. Nesta etapa ocorre o fornecimento, a carga, o transporte e a descarga de matérias, compreendendo a brita graduada tratada.

A obra é necessária em virtude do grande desgaste do solo, o dificulta a passagem dos ônibus, causando transtornos para os pedestres, principalmente quando a água da chuva fica empossada no desnivelamento do pavimento. O investimento será de R$ 321.992,41 com recursos do próprio município.

 

ÔNIBUS - Confira os novos itinerários das linhas que sofrerão desvios:

Linhas Estação Norte – Centro (verde no mapa): Rua Dona Alexandrina - Rua 28 de Setembro - Rua D. Pedro II - Rua Conde do Pinhal-Rua Dona Alexandrina (ponto da Catedral);

Linhas Santa Casa – Centro (vermelho no mapa): Rua XV de Novembro-Rua Dom Pedro II-Rua Conde do Pinhal-Rua Dona Alexandrina (ponto da Catedral);

Linhas Vila Nery – Centro (amarelo no mapa): Rua Dr. Carlos Botelho-Rua Dom Pedro-Rua Conde do Pinhal-Rua Dona Alexandrina (ponto da Catedral);

Outras informações sobre os desvios das linhas dos trechos que receberão os reparos na rua Dona Alexandrina podem ser obtidas pelo telefone (16) 3363-3115.

SÃO CARLOS/SP - A Polícia Militar e o Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano da Prefeitura Municipal de São Carlos interditam na noite de sábado( 19) uma festa universitária sem a devida autorização em uma república localizada na rua Conselheiro João Alfredo na região da Santa Casa.

A Polícia Militar recebeu várias reclamações de barulho desordem pública, no local verificou a existência de uma festa universitária com aproximadamente 300 pessoas no local.

 O Departamento de Fiscalização foi acionado e determinou a interdição  do evento após verificar que a festa estava ocorrendo com cobrança de ingressos, DJ, controle de acesso por seguranças, divulgação no facebook e colocando em risco a segurança das pessoas por não possuir o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros e autorização da Prefeitura Municipal.

Havia várias reclamações de barulho de moradores, no Copom da PM.Além disso, a fiscalização verificou que do responsável do evento colocou pessoas em uma garagem  sem condições mínimas de segurança e risco eminente aos participantes da festa, o que culminou na paralisação da festa,disse a Tenente Elizabeth da Policia Militar.

Foi elaborado Boletim de ocorrência e a responsável da festa poderá sofrer sanções administrativas e multas da Prefeitura Municipal.

 

SÃO CARLOS/SP - As famílias beneficiárias do programa Bolsa Família têm até o dia 31 de outubro para realizar a pesagem obrigatória do segundo semestre de 2019. Os beneficiários devem procurar a unidade de saúde de referência para não ter o benefício bloqueado.

Deve realizar a pesagem crianças de 0 a 7 anos de idade e mulheres de 14 a 44 anos de idade. É preciso apresentar a carteira de vacinação, cartão de saúde (SUS) e número do NIS (cartão Bolsa Família).

Para a pesagem obrigatória, as pessoas devem procurar as unidades de saúde de segunda à sexta-feira, das 9h30 às 11h30 ou das 14h às 15h30. Em caso de dúvida entre em contato com o Cadastro Único pelo telefone (16) 3371-1122.

SÃO PAULO/SP - Grupos surgidos nos últimos anos com o objetivo de renovar ou “qualificar” a política se tornaram influentes a ponto de manter e orientar uma verdadeira “bancada” no Congresso e possuir orçamento superior ao de partidos tradicionais. A ascensão desses movimentos ocorreu em meio ao desgaste da classe política e das siglas partidárias. Essa atividade, porém, entrou na mira de líderes na Câmara, que planejam aprovar uma lei que limite doações e combata a infidelidade partidária.

Com diferentes perfis e bandeiras, movimentos como RenovaBR, Agora!, Acredito, Livres, MBL e a Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (Raps) ajudaram a eleger 54 políticos em 2018, sendo 30 no Congresso. Entre eles, deputados que hoje pedem aval da Justiça para deixar os partidos.

No cenário atual em que as siglas tradicionais dependem basicamente de recursos públicos, os grupos de renovação são custeados por doações privadas. Juntos, informam ter orçamento de R$ 29,6 milhões, superando os repasses anuais do Fundo Partidário a partidos como PSOL, Podemos, SD e Novo. O MBL não divulgou seus dados.

Os movimentos mais estruturados atuam com foco em capacitação de quadros políticos e de formação de líderes que disputarão as eleições, por meio de processos de seleções. O curso do RenovaBR – que elegeu uma “bancada” de 17 parlamentares em todo País, sendo dez no Congresso – contabilizou neste ano 1,4 mil matriculados em todas as regiões do País, dez vezes mais do que o primeiro programa de formação. Cerca de 40% dos alunos não são filiados, mas há representantes de 30 partidos.

Grupo mais antigo – fundado em 2012 –, a Raps não se considera um “movimento de renovação”, mas uma “rede” para qualificar a política. Outros grupos pretendem influenciar o processo eleitoral diretamente nos partidos. A diversidade de ideias costuma ser grande, mas a maioria dos movimentos rejeita a polarização política e defende ideias de cunho liberal com atenção social.

Na prática, boa parte da “bancada” eleita se revela mais fiel a seu grupo ou grupos (há quem participe de dois ou mais) do que a seus partidos, usados só como meio de disputar a eleição. Tabata Amaral (PDT) e Felipe Rigoni (PSB) estão entre os deputados que contrariaram a orientação de seus partidos e votaram a favor da reforma da Previdência. Agora, tentam na Justiça se desfiliar sem perder mandato, como prevê a lei, alegando perseguição.

O deputado Marcelo Calero (Cidadania-RJ) participa de quatro grupos. “É possível participar de vários, mas alguns, como o Livres, exige compromisso programático. Se votar diferente da plataforma, vou ser cobrado”, diz. O grupo tem um Código de Ética e cobra uma mensalidade de R$ 24,90.

“A gente não tem poder de orientação de voto. Trabalhamos na esfera da influência”, disse o presidente do Livres, Paulo Gontijo. “Tentamos evitar mal-estar, mas temos um Comitê de Ética. Se alguém fizer alguma coisa contrária aos valores do Livres, pode levar advertência, suspensão e até ser desligado.”

Integrante da Raps, o deputado João Campos (PSB-PE) vincula a força dos movimentos ao que chama de “deficiência” dos partidos. “Os partidos deveriam cumprir esse papel, de representar setores claros da sociedade, de ser um ambiente de debate. Mas a lealdade e a fidelidade do mandato deve-se ao partido”, afirmou.

Também ligado à Raps, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), acredita que a rede tenha capacidade de estabelecer uma compreensão maior entre pessoas de diversos partidos, alcançando até mesmo um consenso para a eleição de 2022. “Há afinidades que lhes permitem apoiar uma candidatura de centro para a próxima eleição presidencial.” O grupo tem representantes de ao menos 16 siglas, do PSOL ao Novo.

Reação. O alto valor arrecadado via doações, assim como as bolsas oferecidas por alguns dos grupos durante eleições, caso do RenovaBR, entraram na mira dos líderes do Centrão na Câmara.

Em ofício ao Tribunal Superior Eleitoral, o deputado Fausto Pinato (PP-SP) questiona a licitude da atividade desses movimentos. Ele pergunta se os grupos podem receber doações de instituições privadas e formar candidatos. “Se essas fundações podem receber doações, por que os partidos não podem?”.

Presidente do Solidariedade, o deputado Paulinho da Força (SP) considera que os movimentos de renovação política promovem uma cortina de fumaça para burlar a lei eleitoral e incentivar a infidelidade partidária. “Agem como partidos paralelos. Pregam a destruição dos partidos”, afirmou.

O parlamentar diz ter apoio de mais 11 líderes partidários para formular um projeto de lei que limite doações a esses grupos. “Quem doa são pessoas físicas com interesses claros.” A proposta em elaboração estabelece doação de no máximo de dez salários mínimos por ano.

Sem acesso direto aos fundos públicos, os grupos de renovação política apontam as doações recebidas como a principal fonte de recursos. Em seus sites oficiais, botões de “Doe” e “Contribua” têm destaque e letras garrafais. RenovaBR, Acredito, Agora! e Raps divulgam a lista de todos seus financiadores. O Livres permite que seus doadores não sejam identificados e o MBL não fornece informações sobre como é financiado.

O Agora! está criando pacotes de conteúdos exclusivos para tentar conseguir mais doadores. “(Produziremos) vídeos e podcasts (programas em áudio), por exemplo, para agregar valor para esses membros. Mas mesmo assim a contribuição não vai ser obrigatória”, afirma o coordenador do Agora!, Leandro Machado.

Na Raps, onde também não há cobrança compulsória de doações, a aposta para a arrecadação de recursos é nas campanhas de financiamento coletivo. “Nossas atividades são financiadas exclusivamente por doação e tudo que oferecemos é gratuito. A gente entende que a rede tem que assumir um compromisso de nos ajudar a financiar”, diz a coordenadora Monica Sodré. / COLABOROU VINICIUS PASSARELLI

*Por: Adriana Ferraz e Matheus Lara/ESTADÃO

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