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Henrique

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Evento ocorreu na segunda-feira (30) no Palácio do Comércio Miguel Damha e faz parte do projeto de qualificação e capacitação da associação.

SÃO CARLOS/SP - A Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) realizou na segunda-feira (30), no Palácio do Comércio Miguel Damha, a oficina ‘Promover e Divulgar para Vender. O evento faz parte de um projeto da associação para comerciantes, empresários, colaboradores e consumidores.

A oficina, ministrada por Paola Goulart Rosa, consultora do Sebrae São Carlos e especialista em marketing, tratou das principais tendências do varejo, os avanços tecnológicos no mundo e o poder da internet em relação ao usuário e ao consumidor.

Também foi levantada a importância de um planejamento de ações para alavancar as vendas, os 5 P’s do marketing – produto, praça, promoção, preço e pessoas – e a diferença entre promoção e divulgação.

O evento faz parte do projeto ACISC Qualifica, que busca trazer conhecimento e capacitação para comerciantes, empresários, colaboradores e consumidores com palestras, cursos, oficinas de treinamento e parcerias no setor da educação.

Próximos eventos

No dia 22 de outubro, das 19h às 21h, a ACISC e o Sebrae São Carlos fazem um bate-papo gratuito e aberto ao público sobre o Código de Defesa do Consumidor.

É necessário realizar a inscrição com antecedência pelo telefone (16) 3362-1900, WhatsApp (16) 99639-6201 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Haverá certificado para os participantes. A lista completa com as atividades que serão realizadas até o final do ano estão neste link: https://www.acisc.com.br/servico/acisc-qualifica.

Mostra na Biblioteca Comunitária apresenta o trabalho do grupo com divulgação científica através do teatro

 

SÃO CARLOS/SP - Tudo começou com um encontro entre a professora Clélia Mara de Paula Marques, do Departamento de Química (DQ) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e a então pós-graduanda Karina Lupetti. A ideia era criar um grupo de teatro para divulgar a Ciência. Desde então, 15 anos se passaram e o Núcleo Ouroboros, como hoje é denominado aquele grupo de teatro, expandiu suas atividades para além das artes cênicas e acumulou muitas iniciativas e histórias relacionados à divulgação científica. Parte desta trajetória pode ser conferida na exposição "Ouroboros: 15 anos divulgando ciência", que está instalada na Biblioteca Comunitária (BCo) da UFSCar, na área Norte do Campus São Carlos, até 31 de outubro.
A exposição apresenta cenários, figurinos, adereços, fotos e banners das várias peças teatrais criadas desde a formação do grupo, entre elas "Além da lenda", "O Químico e o Monstro", "Lição de Botânica", "A Terra", "A gênia Einstênia", "O tesouro de Gaia", "Sidereus Nuncius: o mensageiro das estrelas", "Pecus: em busca de um mundo sustentável", entre outras. "São mais de 40 montagens em fotos e banners, além de materiais que compuseram muitos espetáculos. O objetivo é contar a história da divulgação científica feita pelo grupo e convidar novas pessoas a participarem dos projetos do Núcleo Ouroboros", destaca Lupetti, que é a curadora da exposição.
Os visitantes também podem conhecer sinopses e roteiros de algumas peças, tirar fotos com os figurinos e interagir com os atores. Além disso, a mostra contempla outras atividades desenvolvidas pelo Núcleo, a exemplo das atividades do grupo Olhares que leva a Ciência a pessoas com deficiências visuais e que está completando 10 anos. "Esperamos que a exposição inspire cada vez mais entusiastas da Arte e da Ciência e que a divulgação científica seja valorizada a partir do que nos propomos a fazer há 15 anos na UFSCar", conclui Lupetti.
A exposição, gratuita e aberta ao público, pode ser visitada de segunda a sexta-feira das 8 às 22 horas e aos sábados das 8 às 14 horas.

BRASÍLIA/DF - Quinze estados e o Distrito Federal aderiram ao modelo de escolas cívico-militares do governo federal, de acordo com balanço divulgado hoje (1º) pelo Ministério da Educação (MEC). O prazo para manifestar interesse em participar do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares terminou na última sexta-feira (27).

As regiões Centro-Oeste, Sul e Norte tiveram adesão de todos os estados. No Nordeste, apenas o Ceará aderiu ao programa e, no Sudeste, Minas Gerais. Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a adesão “foi muito boa. Estamos animados e vamos começar o projeto”. Ele lembra que essa é uma das bandeiras presentes no programa de governo do presidente Jair Bolsonaro. “Agora está sendo implementado”.

O modelo chegará, em 2020, a 54 escolas. O objetivo é selecionar duas instituições de ensino em cada estado. Entre os dias 4 e 11 de outubro, as prefeituras deverão solicitar participação. Podem solicitar a participação, inclusive os municípios em estados que não aderiram ao programa.

“A gente quer colocar as primeiras escolas onde todo mundo está de acordo. A gente quer que o caso seja um sucesso muito grande. Então, o ideal é começar pelos estados que querem e pelos municípios que os prefeitos também querem”, diz Weintraub.

Aderiram ao programa as seguintes unidades da Federação: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Ceará, Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Orçamento

O MEC vai liberar R$ 54 milhões para o programa em 2020, sendo R$ 1 milhão por escola. Segundo Weintraub, o orçamento está garantido. “No ano que vem a situação do orçamento começa a ficar mais normalizada. A gente pegou o país quebrado. O orçamento do ano que vem já é o orçamento que a gente fez. Está apertado, está difícil, mas sem surpresa negativa, sem inconsistências”.

O dinheiro será investido no pagamento de pessoal em algumas instituições e na melhoria de infraestrutura, compra de material escolar e reformas, entre outras intervenções.

As escolas em que haverá pagamento de pessoal são as que fizerem parceria com o MEC e o Ministério da Defesa, que contratará militares da reserva das Forças Armadas para trabalho nos estabelecimentos. A duração mínima do serviço é de dois anos, prorrogável por até dez anos, podendo ser cancelado a qualquer tempo. Os profissionais vão receber 30% da remuneração que recebiam antes de se aposentar.

Os estados poderão ainda destinar policiais e bombeiros militares para apoiar a administração das escolas. Nesse caso, o MEC repassará a verba ao governo, que, em contrapartida, investirá na infraestrutura das unidades, com materiais escolares e pequenas reformas.

Os militares irão atuar como monitores, acompanhando os alunos e fazendo contato com as famílias. Exercerão atividades como supervisão escolar e psicopedagogia, preservando, as atribuições exclusivas dos docentes. Atuarão também no fortalecimento de valores éticos e morais e exercerão ainda funções administrativas para aprimorar a infraestrutura das escolas e a organização escolar.

Escolha das escolas

Para participar da seleção, os colégios públicos devem ter de 500 a mil alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental ou do ensino médio. Terão preferência as escolas com estudantes em situação de vulnerabilidade social e com Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador que mede a qualidade das escolas, abaixo da média dos estados. Além disso, a comunidade escolar precisa aprovar o modelo. O MEC disponibilizou o passo a passo para a realização da consulta à comunidade. A orientação está disponível na internet.

 

*Por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil

Alunos da Escola Municipal Jovina de Paula Pessente realizou o plantio de duas mudas de árvores.

IBATÉ/SP - A ação fez parte da comemoração do Dia da Árvore e as mudas foram cedidas pelo Vadilson Alves Bento, que também disponibilizou um funcionário para que fizesse as duas covas, onde foram plantadas as árvores.

“Foram plantadas uma Pitangueira e uma Quaresmeira”, contou a diretora Angélica.

Ela ressaltou que o objetivo foi proporcionar aos alunos um momento de reflexão sobre a importância de cuidar e preservar o meio ambiente, além de acompanhar todo o processo para se plantar uma árvore e os cuidados necessários para que ela cresça e floresça.

“Essa ação complementa o trabalho realizado pelos professores em sala de aula, com orientações e atividades sobre o tema”, finaliza a diretora.

 

Dia da Árvore

O Dia da Árvore é comemorado no dia 21 de Setembro. Esta data foi escolhida por anteceder o início da Primavera no hemisfério sul, que dependendo do ano pode ocorrer entre os dias 22 e 23 de setembro. Apesar de ainda ser comemorado nos dias de hoje, o Dia da Árvore foi substituído pela Festa Anual das Árvores, instituída pelo decreto federal 55.795, de 24 de Fevereiro de 1965. Mesmo com esta mudança, o Dia da Árvore, em setembro, ainda é lembrado nas escolas e na mídia.

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