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Henrique

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BRASÍLIA/DF - Com a reforma da Previdência no horizonte, contribuir quanto tempo falta para se aposentar é algo fundamental aos segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Apesar de parecer complicado, é possível fazer isso sem sair de casa, pelo próprio site do instituto.

No site Meu INSS, o segurado consegue tanto simular sua aposentadoria como conferir quanto tempo de contribuição a Previdência computa para ele. Isso é possível por meio do Cadastro Nacional de Informações Sociais (Cnis), apontado por especialistas como o documento chave na hora do pedido da aposentadoria.

Para ter acesso ao Cnis é preciso cadastrar uma senha no site. Para isso, é preciso que o trabalhador tenha em mãos todas suas carteiras de trabalho, já que são feitas questões sobre sua vida laboral para liberação da senha. Caso não consiga responder as questões ou haja algum problema técnico, é necessário se dirigir a algum posto do INSS para liberar a senha.

Segundo o advogado previdenciário João Badari, sócio do escritório Aith, Badari e Luchin advogados associados, ao pegar o Cnis é necessário compará-lo tanto com as carteiras de trabalho quanto com carnês de contribuição no caso dos segurados autônomos e facultativos.

“Veja se todo o período está ali, bem como o salário de contribuição. É nesse documento que o INSS se baseia para conceder a aposentadoria e ter um Cnis sem falhas pode ser decisivo”, disse.

Caso haja alguma falha no extrato previdenciário, o segurado deve pegar sua documentação e procurar um posto da Previdência para corrigir as falhas. Há uma orientação do INSS que esse tipo de correção só pode ser feito no momento do atendimento de concessão da aposentadoria, Porém, por lei, é permitido pedir a correção a qualquer tempo.

De acordo com o presidente do Instituto de Estudos Previdenciários, Roberto de Carvalho Santos, fazer uma boa análise do Cnis e das carteiras é o primeiro passo para o planejamento previdenciário. Segundo ele, apesar da reforma estar cada vez mais perto, não há motivo para que o segurado se desespere e corra em disparada ao posto.

“É preciso consultar os períodos, corrigir irregularidades e até tentar aumentar o tempo de contribuição, com a inclusão de ações trabalhistas e tempo como servidor público. As vezes, há buracos nos tempos de contribuição que podem ser recolhidos em atraso”, cita.

O site do INSS também oferece uma calculadora para a aposentadoria. Lá, é preciso que o segurado preencha seus dados, como nome completo, idade e carregue os vínculos trabalhistas. Caso esteja logado no sistema do Meu INSS, os vínculos são carregados automaticamente com base no Cnis.

Entenda a reforma

A mudança nas aposentadorias e outros benefícios previdenciários é tratada como prioridade pelo governo Bolsonaro. A ideia do governo é fixar uma idade mínima para a aposentadoria dos segurados. A discussão, no momento é se será de 65 anos para todos os trabalhadores, independente do sexo, ou se as mulheres terão uma idade diferenciada, como prefere o presidente Jair Bolsonaro.

Além disso, as regras entre o serviço privado e público devem ser igualadas e, no caso de novos trabalhadores, haverá a criação de um sistema de capitalização. Na capitalização, o segurado contribui para uma espécie de poupança que irá financiar seu benefício no futuro, No caso do sistema atual, que é de repartição, os trabalhadores contribuem para pagar os benefícios das aposentadorias que já foram concedidas.

 

*Por: Larissa Quintino/VEJA.com

SÃO CARLOS/SP - O internauta Neuvair, indignado fez um vídeo para mostrar tamanho descaso do poder publico, em uma calçada tomada completamente pelo mato e vegetação, na Rua Lourenço Innocentini, em São Carlos.

A rua em questão liga os bairros Vila Nery e Maria Stella Fagá, e de acordo com o internauta, os moradores das proximidades estão preocupados com a questão da segurança no local.

“O mato já esconde a placa de trânsito, cobre o local onde deveria ter uma calçada (mas não tem), fato que obriga a população a andar na rua, correndo risco de serem atropelados”, aponta o Neuvair.

A Rádio Sanca esteve ao local e confirmou a denúncia do internauta, o perigo é eminente e esperamos que a prefeitura tome providências antes que aconteça um acidente grave.

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Fotos: Ivan Lucas

https://www.facebook.com/radiosancawebtv/videos/305920660114733/

Vídeo: Ivan Lucas

SÃO CARLOS/SP - Neste último domingo (10), a Polícia Militar e a Guarda Municipal com apoio dos agentes de Trânsito, realizaram uma operação na Rua Larga em São Carlos.

Com o objetivo de proporcionar maior segurança e comodidade aos moradores e também para quem freqüenta o local.

Resultado da operação:

108 pessoas abordadas

38 automóveis fiscalizados

29 motocicletas fiscalizadas

67 condutores fiscalizados

12 autuações de trânsito

04 pontos de bloqueio

04 pontos de visibilidade

16 celulares fiscalizados

02 motocicletas removidas ao pátio

01 automóvel removido ao pátio.

A PM e a GM prometem fazer mais operações como essa em outros pontos da cidade.

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BRUMADINHO/MG - Subiu para 165 o número de mortos pelo rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho (MG). Há ainda 160 desaparecidos, segundo informou neste domingo, 10, a Defesa Civil de Minas Gerais.

Na manhã deste último domingo, 17º dia de buscas por vítimas, os trabalhos foram retomados pelos bombeiros com o auxílio de 35 máquinas pesadas e 11 aeronaves.

Os focos de buscas por vítimas estão na usina de Instalação de Tratamento de Minério (ITM) na parte administrativa - refeitório, casa e estacionamento -, na área da ferrovia e em locais de acúmulo de rejeitos.

O efetivo total envolvido é de 352 pessoas, com 35 equipes em campos, das quais 150 militares do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, 129 bombeiros militares de outros estados, 64 integrantes da Força Nacional de Segurança e 9 voluntários. Também reforçam as buscas 19 cães farejadores.

A barragem 1 da mina Córrego do Feijão em Brumadinho se rompeu no dia 25 de janeiro. Os rejeitos atingiram a área administrativa da empresa, uma pousada e comunidades que moravam perto da mina.

As causas da tragédia ainda não foram esclarecidas. A principal linha de investigação sobre as causas do colapso é o acúmulo anormal de água e a falha no sistema de drenagem da barragem.

 

*Por: Ana Paula Niederauer/ESTADÃO

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