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Henrique

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SÃO CARLOS/SP - Agora o 38º Batalhão da Polícia Militar do Interior do Estado de São Paulo, que fica em São Carlos, está sob o comando do São-Carlense, Tenente Coronel da Polícia Militar, Valdemir Guimarães Dias, que assumiu na última 2ª feira, (04), (38º BPM/I), situado na cidade de São Carlos/SP.

O Tenente Coronel teve início na sua carreira militar aqui em São Carlos, e ficou por 10 anos na 4ª Cia do 38º BPMi na cidade de Porto Ferreira/SP, sendo sete deles com o cargo de Tenente e outros três como Capitão da Polícia Militar.

Passou também por outras unidades, mas a vontade sempre foi de voltar a servir sua terra natal, ou seja, São Carlos. O Tenente Coronel Valdemir, vem para integrar cada vez mais a Polícia junto da comunidade e se dedicar ao maximo para que os resultados sejam cada vez mais positivos.

O 38º BPMi, supervisiona os trabalhos de Ribeirão Bonito, Dourado, Ibaté, Santa Rita do Passa Quatro, Descalvado e Porto Ferreira.

A juíza federal Gabriela Hardt condenou hoje (6) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 12 anos e 11 meses de prisão na ação penal sobre as reformas realizadas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP). A sentença é a segunda proferida contra o ex-presidente na Operação Lava Jato.

O sítio foi alvo das investigações da Operação Lava Jato, que apura a suspeita de que as obras de melhorias no local foram pagas por empreiteiras investigadas por corrupção, como a OAS e a Odebrecht.

Segundo os investigadores, as reformas começaram após a compra da propriedade pelos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, amigos de Lula, quando "foram elaborados os primeiros desenhos arquitetônicos para acomodar as necessidades da família do ex-presidente".

No laudo elaborado pela Polícia Federal, em 2016, os peritos citam as obras que foram feitas, entre elas a de uma cozinha avaliada em R$ 252 mil. A estimativa é de que tenha sido gasto um valor de cerca de R$ 1,7 milhão, somando a compra do sítio (R$ 1,1 milhão) e a reforma (R$ 544,8 mil).

A defesa do ex-presidente alegou no processo que a propriedade era frequentada pela  família de Lula, mas que o imóvel pertence à família Bittar.

Lula está preso desde 7 de abril pela primeira condenação no caso do tríplex em Guarujá (SP). O ex-presidente cumpre outra pena de 12 anos e um mês de prisão, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Além de Lula, também foram condenados na mesma ação penal os empresários Marcelo Odebrecht e Emílio Odebrecht, Léo Pinheiro, ex-diretor da OAS, o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente r Roberto Teixeira, amigo e advogado de Lula.

Sentença

Na sentença, a magistrada disse que Lula sabia do esquema de corrupção na Petrobras e que as empreiteiras OAS e a Odebrecht tinham participação nos desvios.

"Luiz Inácio Lula da Silva, como já dito nos tópicos que trataram dos atos de corrupção nos contratos da Petrobras, tinha pleno conhecimento de que a empresa OAS era uma das partícipes do grande esquema ilícito que culminou no direcionamento, superfaturamento e pagamento de propinas em grandes obras licitadas em seu governo, em especial na Petrobras. Contribuiu diretamente para a manutenção do esquema criminoso", afirmou a juíza.

Segundo Gabriela Hardt, ficou comprovado que o ex-presidente recebeu ao menos R$ 170 mil da OAS, por meio das reformas, como "vantagem indevida em razão do cargo de presidente". No entendimento da juíza, ele foi beneficiário direito das reformas, embora não seja o proprietário do sítio.

"Também contribuiu para a ocultação e dissimulação desta, pois, apesar de ser o seu beneficiário direto, seu nome nunca foi relacionado com a propriedade do sítio, com notas fiscais emitidas, ou com qualquer documento a ela relacionado. É fato que diversos co-réus e testemunhas afirmaram que era claro que a obra era feita em seu benefício, inclusive Fernando Bittar. Ainda, guardou em sua casa diversas notas fiscais que foram emitidas em nome de terceiros durante a reforma, reforçando a ciência desta ocultação", disse a magistrada.

 

Por André Richter - Repórter da Agência Brasil

Entidade comemorou a decisão e acredita ainda que a medida estimulará também a criação e ampliação de rotas regionais
 
São Paulo/SP A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), por meio de seu Conselho de Turismo, comemorou a decisão do governo estadual de reduzir a alíquota ICMS de 25% para 12% sobre o querosene da aviação. A decisão foi anunciada nesta terça-feira (5/2). Com a medida, o governo estima que sejam criados quase 500 novos voos semanais, além da geração de 59 mil empregos e R$ 1,4 bilhão em salários. Essa era uma demanda antiga da Federação, que espera que a economia se reverta em benefício ao consumidor com preços de passagens mais acessíveis.

Segundo a assessoria econômica da Entidade, o custo do combustível para as empresas aéreas era muito elevado (cerca de 40%). Dessa forma, a decisão, além de estimular a criação e ampliação de rotas regionais, farão com que os principais aeroportos paulistas – Guarulhos, Viracopos e Congonhas – possibilitem mais conectividades com cidades e países, dando oportunidade aos consumidores de chegar ao seu destino de forma mais rápida. Esse aumento de concorrência nas rotas é um fator que também pode favorecer a queda dos preços para o consumidor.

A presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP, Mariana Aldrigui, afirma que “para além de um incentivo direto ao transporte aéreo e, por consequência, ao turismo de lazer e de negócios, ao atender a demanda para a redução da alíquota do ICMS, o governo sinaliza compreender o efeito multiplicador de mais viagens do e para o Estado – na geração de empregos, na realização de eventos, na troca de conhecimento e na consolidação do Estado de São Paulo como o grande incentivador das mudanças nacionais”.

A FecomercioSP também celebra a intenção da Secretaria Estadual de Turismo de estimular o chamado stopover, quando o passageiro não tem São Paulo como destino final e aceita ficar um ou dois dias pelas cidades do Estado, o que potencializa o ganho com gastos em hotéis, restaurantes, comércios etc.

Contudo, a Entidade acredita que a Secretaria de Turismo tem de atrelar a essas medidas a intermediação da liberação de mais verbas para que cidades turísticas estaduais possam melhorar a qualidade dos serviços prestados, como abastecimento adequado de água, obras de saneamento básico a fim de se evitar esgoto em rios e mares, estradas para melhor acesso, entre outros.

É um importante passo que o governo estadual está tomando, assim como outros Estados como Pernambuco e Espírito Santo, e se espera que outros governos sigam esses exemplos para a promoção do turismo nacional que agrega múltiplas atividades econômicas dos setores de comércio (supermercados, farmácias, vestuário), serviços (bares, restaurantes, hotéis, transportes, bancos) e indústria (móveis, veículos, aviação).

SÃO CARLOS/SP - Um acidente entre um carro e um caminhão deixou uma pessoa feria na tarde desta 4ª feira (06), em São Carlos.

De acordo com informações, o caminhão seguia pela Rua Coronel José Augusto de Oliveira Salles, sentido rodovia, quando no trevo que liga SP-215, uma Pampa na cor prata, que saia da rodovia para entrar na cidade, no sentido oposto, colidiu contra o caminhão . Na hora chovia, mas não se sabe as causas reais do acidente.

O SAMU foi acionado, porém o motorista da Pampa foi socorrido por terceiros que passavam pelo local. O trânsito ficou congestionado na entrada e saída da cidade por alguns instantes.

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*Fotos: Maicon Ernesto

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