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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Em turnê com seu quarto álbum de estúdio, “Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor”, Maria Gadú desembarca em São Carlos para uma única apresentação no Sesc São Carlosdia 17 de agosto.

No show, a cantora reverencia a música popular brasileira em um espetáculo onde realiza interpretações de canções que marcaram a sua vida. Acompanhada de sua banda, a cantora e compositora apresenta as regravações de grandes nomes da MPB, como Caetano Veloso, Gonzaguinha, Marisa Monte, Rita Lee e Renato Russo, além de cantar seus grandes sucessos como ShimbalaiêDona Cila e Bela Flor.

O disco “Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor” conta com doze faixas produzidas por Gadú, nas quais ela interpreta e toca todos os instrumentos das canções, comprovando sua versatilidade e pluralidade tanto como intérprete quanto como musicista.

Ficha Técnica
Maria Gadú
JayV - Clarineta
Felipe Roseno - Percuteria
Duda Lima - Baixo
Paulo Barroso - Direção Técnico
Popi Itapema - Produção Executiva
Renato Tuxá - Produção
Lígia Chaim – Iluminadora
Diogo Guedes - Técnico de PA
Adriana Viana - Técnica de Monitor

Serviço
Local: Sesc São Carlos
Data: Dia 17 de agosto | quinta-feira
Horário: 20h
Preços: R$12 (credencial plena), R$20 (meia-entrada) e R$40 (inteira)

Vendas | https://www.sescsp.org.br/programacao/maria-gadu-5/

Estudo da UFSCar avalia o trabalho híbrido, remoto e presencial

 

SÃO CARLOS/SP - Investigar de que forma o ambiente de trabalho - no escritório,  em casa e trabalho híbrido - afeta os comportamentos físicos e os indicadores de saúde física e mental, percepção de produtividade e a qualidade do sono de trabalhadores administrativos. Esse é o objetivo central de pesquisa de doutorado, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação  em Fisioterapia (PPGFt) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). 
A pesquisa é realizada pela doutoranda Marina Caldeira, sob orientação da professora Ana Beatriz de Oliveira, docente do Departamento de Fisioterapia da Universidade. "Esse estudo é importante para que possamos conhecer os impactos causados na saúde do trabalhador de acordo com o seu ambiente de trabalho. Os resultados permitirão informações valiosas para traçar políticas públicas trabalhistas, para que empresas públicas e privadas conheçam os riscos e benefícios de cada ambiente de trabalho na saúde do funcionário, e fornecerão evidências para a literatura científica da área", avalia a pesquisadora.
De acordo com ela, os postos de trabalho tornaram-se mais sedentários e isso pode ser atribuído à evolução de tecnologias de comunicação e informação, que possibilitaram a oferta de arranjos de trabalho mais flexíveis, como a oportunidade de trabalhar de casa, principalmente para trabalhadores administrativos. Na Europa, a modalidade de trabalho remoto, ou home office, já era conhecida, mas, no Brasil, essa possibilidade veio com a pandemia de Covid-19, a partir da necessidade do distanciamento social por um longo período. Com a vacinação e o retorno às atividades presenciais, a organização do trabalho híbrido, que intercala dias de trabalho em casa e outros dias no escritório, também se tornou uma realidade para muitos profissionais.
Marina Caldeira expõe que o trabalho em casa e o trabalho híbrido, em menor extensão, durante a pandemia, causaram impactos nos comportamentos físicos e na saúde física e mental dos trabalhadores. "Contudo, pouco se sabe como os novos arranjos de trabalho impactam a saúde dos trabalhadores no contexto pós pandêmico", considera. É nesse cenário que a pesquisadora propõe a realização do estudo para entender e comparar os impactos desses três ambientes tanto na saúde física quanto nos fatores biopsicossociais dos trabalhadores. "O que já sabemos é que os longos períodos de trabalho na postura sentada oferecem maior risco de desenvolvimento de doenças musculoesqueléticas e cardiovasculares", complementa Caldeira.

Pesquisa
Para desenvolver o projeto, a equipe de pesquisa vai utilizar um acelerômetro, sensor vestível, que será fixado na coxa da pessoa voluntária por um período de 7 a 14 dias para mensurar o comportamento físico do participante. O equipamento é pequeno e fica imperceptível, podendo ser usado, inclusive, durante o banho. Além disso, os voluntários também responderão questionários eletrônicos para avaliação dos indicadores de saúde física e mental, percepção de produtividade e qualidade do sono.
Além dos dados utilizados para a pesquisa, os voluntários receberão uma devolutiva sobre seus comportamentos físicos levantados durante o uso do sensor.
Podem participar da pesquisa trabalhadores entre 18 e 65 anos, que atuem quatro horas, ou mais, na frente de um computador. Os interessados podem ser de São Carlos e região e a equipe de pesquisa irá até o local para fixar e retirar o sensor. Pessoas interessadas em participar do estudo devem acessar este formulário de inscrição (https://forms.gle/d7tuF8yaUuSiqssL9). Projeto de pesquisa aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 67899423.0.0000.5504)
Material, escrito por estudante trans, também está acessível em áudio

 

SÃO CARLOS/SP - A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) lançou a cartilha "Comunicação não violenta - uma abordagem trans inclusiva". O material gratuito, produzido por uma estudante trans, está disponível no site da Secretaria Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade (SAADE) da UFSCar, em www.saade.ufscar.br. O conteúdo, também acessível em áudio, em https://bit.ly/comunicacaotrans, traz orientações sobre como se comunicar de forma mais consciente, com exemplos de diálogos respeitosos e inclusivos, e ressalta a importância da empatia, de uma escuta ativa e de se evitar a reprodução de estigmas negativos e violentos e ideias preconceituosas e estereotipadas.
Ao longo de nove capítulos, há informações sobre a legislação e o crime de transfobia e orientações essenciais de como, por exemplo, evitar comentários invasivos em relação à sexualidade, à realização de cirurgias e às características corporais de uma pessoa trans. Também é tratado o direito ao nome social e sua relevância para a dignidade das pessoas trans. O material ainda desconstrói visões reducionistas ao conscientizar sobre a diversidade de gênero, explicando sobre pessoas não-binárias e o uso de pronomes neutros.
"A cartilha é super didática, clara e objetiva. Vai ajudar muito na divulgação de informações importantes que podem colaborar com o aprendizado de como lidar com a diversidade com respeito", analisa Vinicius Nascimento, secretário geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar. "Essa cartilha é um dos projetos que elaborarei enquanto bolsista da SAADE com o intuito de disseminar e democratizar o acesso a informações relacionadas às pessoas trans com o objetivo educativo e de conscientização", explica Victória Ayumi de Oliveira, estudante do curso de graduação em Ciências Sociais da UFSCar e autora do conteúdo.
A comunicação não violenta é uma abordagem que busca melhorar a qualidade da comunicação entre as pessoas, promovendo a empatia e a cooperação. Desta forma, praticar uma comunicação que objetive a não violência facilita a resolução de conflitos interpessoais, além de possibilitar o desenvolvimento de relações mais saudáveis. "A universidade é um ambiente múltiplo e plural, composto por vivências e especificidades diversas, assim, notamos a necessidade de uma forma de comunicação que seja respeitosa e, sobretudo, inclusiva a essa diversidade. Nesse sentido, a comunicação não violenta pode se tornar uma ferramenta valiosa para a construção de um diálogo empático e compreensivo para evitar atravessamentos", escreveu a autora em um dos trechos da cartilha.
"A proposta desta cartilha partiu do Grupo de Trabalho Transformar (GT Trans) da UFSCar em decorrência das violências que acometem a população trans. E ter uma pessoa trans como autora da cartilha torna este conteúdo um representante legítimo e autêntico da comunidade trans. O texto é baseado em vivências e situações reais e cotidianas, assim como em desafios e aprendizados", ressalta Thiago Loureiro, coordenador de Diversidade e Gênero da SAADE. "É mais um avanço na luta contra a discriminação. Esta iniciativa em prol da inclusão de pessoas trans é uma ferramenta poderosa para contribuir para que a sociedade seja um ambiente mais acolhedor. Este conteúdo promove o respeito aos direitos humanos, a inclusão e ainda colabora com a prevenção de conflitos. A comunicação pode ser acolhedora, respeitosa e transformadora em um ambiente diversificado e plural", completa Natália Salim, também coordenadora de Diversidade e Gênero na secretaria.
A cartilha "Comunicação não violenta - uma abordagem trans inclusiva", disponível gratuitamente em texto e áudio, é uma produção da UFSCar, por meio da SAADE, da Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis (ProACE), em conjunto com o GT Trans, a Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) e a Fundação de Apoio Institucional ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FAI) da UFSCar. O material é o primeiro de uma série que abordará as violências a grupos vulnerabilizados.

SÃO PAULO/SP - Duas grandes duplas se reúnem no Espaço Unimed, uma das principais casas de shows do Brasil, no dia 10 de novembro de 2023 (sexta-feira), para celebrar a música sertaneja. Edson & Hudson e Gian & Giovani estão juntos no projeto Boate Azul Ao Vivo, que trará o melhor do repertório de cada um e mais uma compilação de grandes sucessos do ritmo. 

Em três horas de show com blocos intercalados, e dois deles dedicados à interação das duplas, o repertório, com uma média de 50 músicas, reuniu  o melhor de Edson & Hudson e de Gian & Giovani, juntos cantaram clássicos da música sertaneja. 

A ideia surgiu durante as lives na pandemia, os sócios da Live, Wilson Anastácio e Guga Pereira observaram o quanto estes artistas eram reproduzidos por grandes nomes  em suas apresentações virtuais. "Porque não levar este espetáculo para o público, é uma maneira de celebrar mesmo a música sertaneja, que tanto movimenta o mercado e sempre cria novidades", comentam.

Nascidos e criados no interior de São Paulo, Edson & Hudson em Limeira e Gian e Giovani em Franca, escreveram algumas páginas na história do segmento sempre em alta. Ambas as duplas se separaram por um período e perceberam o quão importantes e fortes são juntos. "Boate Azul Ao Vivo" junta em um só palco artistas com  timbres únicos e inúmeros sucessos que marcaram época e fazem parte da vida de muitas gerações.

A emoção de ouvir músicas que ultrapassam gerações através de vozes marcantes e atmosfera envolvente foi eternizada no audiovisual. O projeto, inspirado no clima de boate, traz ao todo 50 faixas embaladas pela euforia do público que serão disponibilizadas no Youtube como playlist sem interrupções para que os fãs mergulhem no momento como um DVD. Dentre Além dos clássicos regravados no projeto, eles presentearam os fãs com a inédita  “Ana Maria” que tem a produção musical do Ivan Miyazato, e a letra fala sobre uma mulher que chora por um homem que pisou na bola com ela, mas está arrependido, tudo isso no ritmo lento do modão sertanejo.

Sobre Edson & Hudson 

Nascidos em Limeira, interior de São Paulo, vindos de família circense, o maior apoio veio do pai, conhecido como Palhaço Beijinho. Foi no picadeiro as primeiras apresentações  ainda como Pep e Pup. Mais tarde ganharam  o nome de Edson & Hudson, a voz marcante de Edson somados aos acordes da potente guitarra de Hudson trouxeram uma  nova sonoridade para a música sertaneja, com referência vinda do rock Edson, mostrou mais dinamismo e mais potências nos arranjos. Em 2002 tornaram-se conhecidos pelo mega hit "Azul", desde então foram sucessivas faixas a tomar conta das ruas, das rádios e das principais festas de peão e feiras agropecuária do país. Em 2009 resolveram tocar projetos solo, retomando dois anos depois a parceria de vida!

Sobre Gian & Giovani

Iniciaram a carreira como trio  formado pelos três irmãos "Sereno, Sereninho e Gauchinho", em virtude de um problema na voz, Arnaldo teve de sair e então nasceu a dupla Gian & Giovani. Na década de 90 predominavam as vozes agudas, Giovani veio na contramão com um potente grave, chamando a atenção do mercado, logo foram contratados pela gravadora Continental, a maior do segmento na época. Em 1988 gravaram o primeiro LP e emplacaram "Espuma da Cerveja", mas foi em 1990 com "Nem Dormindo Consigo Te Esquecer" que ganharam notoriedade. A grande virada de chave veio em 1992 com o hit "Olha Amor". Em 2014 anunciaram uma pausa, retomada quatro anos depois e perdurando até os dias de hoje. Gian e Giovani tiveram suas canções reproduzidas por grandes artistas no período das lives, mostrando a força do repertório construído ao longo de tantos anos de carreira.

SERVIÇOS: Boate Azul com Edson e Hudson e Gian e Giovani no Espaço Unimed 

Show: Edson e Hudson em Boate Azul no Espaço Unimed

Data: 10 de novembro de 2023 (sexta)

Abertura da casa: 20h

Início do show: 22h

Local: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo - SP

Classificação etária: 14 anos

Acesso para deficientes: sim

Capacidade da casa para este evento: 3032

Ingressos: Setor Diamante: R$ 520,00 (inteira) e R$ 260,00 (meia) | Setor Platinum: R$ 480,00 (inteira) e R$ 240,00 (meia) | Setor Azul Premium: R$ 380,00 (inteira) e R$ 190,00 (meia) | Setor Azul: R$ 340,00 (inteira) e R$ 170,00 (meia) | Setores A, B, C: R$ 380,00 (inteira) e R$ 190,00 (meia)  |  Setores E, F, G: R$ 220,00 (inteira) e R$ 110,00 (meia) |  Setores I e J: R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia) | PCD: R$ 90,00 |  Camarotes A: R$ 520,00 (inteira e individual)  | Camarotes B: R$ 480,00 (inteira e individual).

Compras de ingressos: as bilheterias do Espaço Unimed (de segunda a sábado, das 10h às 19h - sem taxa de conveniência) ou online Ticket360 > Eventos > Categoria > Espaço Unimed 

Formas de Pagamento: Cartão de crédito (Aura, American Express, Mastercard, Dinners, Discover, Elo, JCB e Visa) e boleto.Não aceitamos cheques.

Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de áudio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.

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