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SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos, em parceria com a Santa Casa de São Carlos, realizou nesta quinta-feira (30/04), no auditório do Paço Municipal, uma palestra voltada a médicos e enfermeiros da Atenção Primária à Saúde.

A atividade integra a estratégia de implantação da Rede Alyne no município e faz parte de uma série de encontros formativos voltados ao aprimoramento do cuidado materno-infantil.

A Rede Alyne é uma iniciativa do Ministério da Saúde, lançada em setembro de 2024, que substitui a Rede Cegonha para fortalecer a saúde materna e infantil no SUS. Focada na redução da mortalidade, busca garantir pré-natal de qualidade e humanização do parto. 

A palestra foi ministrada pela médica Renata Sayuri, com a participação de estudantes de Medicina da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e abordou a qualificação da assistência à gestante durante o pré-natal.

Segundo a palestrante, entre os principais pontos discutidos estiveram a importância do acompanhamento adequado ao longo da gestação, a identificação precoce de riscos e o fortalecimento de práticas baseadas em evidências.

Renata Sayuri destacou ainda que, como parte das metas da Rede Alyne, a iniciativa reforça a necessidade de reduzir cesarianas sem indicação clínica e incentivar o parto vaginal seguro, promovendo melhores desfechos para mães e recém-nascidos.

A diretora do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial (DGCA), a enfermeira Lindiamara Soares, afirmou que a ação reforça o compromisso da Prefeitura, em conjunto com as instituições parceiras, com a qualificação contínua dos profissionais de saúde e com o fortalecimento da rede de atenção materno-infantil no município.

SÃO CARLOS/SP - O provedor da Santa Casa de São Carlos, Antonio Valério Morillas Junior, participou da abertura do 35º Congresso Fehosp (Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo), realizado nesta semana em Campinas (SP). Com o tema “Transformação em Saúde: Valor que começa com a pessoa”, o evento reúne lideranças, gestores e especialistas para discutir os desafios e avanços do setor.

Durante o congresso, o provedor teve a oportunidade de dialogar com o secretário estadual de Saúde, Eleuses Paiva; o diretor-presidente da Fehosp, Edson Rogatti; e o deputado estadual Rafa Zimbaldi, fortalecendo o relacionamento institucional e alinhando pautas relevantes para o futuro da saúde filantrópica no estado.

Também participaram do evento o assessor de Relações Institucionais, Marcos Daniel; o gerente do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP), André Mascaro; o diretor administrativo e financeiro, Danilo Carvalho Oliveira; e o diretor de Estratégia e Inovação, Dr. Flavio Guimarães. Além da presença na abertura, colaboradores da Santa Casa estiveram inseridos em fóruns estratégicos, contribuindo ativamente para as discussões e a troca de experiências com outras instituições.

Para o provedor, a participação no congresso representa um movimento contínuo de inovação e busca por melhorias na assistência. “Estar presente em um evento como o Congresso Fehosp é fundamental para acompanharmos as transformações da saúde e fortalecermos parcerias. Tivemos uma conversa muito produtiva com o secretário Eleuses Paiva, que demonstrou atenção às demandas das Santas Casas e sinalizou que, em breve, fará uma visita à nossa instituição. Seguimos trabalhando com seriedade e responsabilidade para garantir um atendimento cada vez mais qualificado à população de São Carlos e região. Buscamos constantemente a qualificação, a integração com outras entidades e a construção de soluções que impactem positivamente o sistema de saúde”, destacou.

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos realizou mais uma campanha interna de vacinação contra a Influenza, voltada aos seus colaboradores, reforçando o compromisso da instituição com a segurança dos profissionais e dos pacientes. A ação foi organizada pelo Núcleo Hospitalar de Epidemiologia (NHE), que anualmente promove estratégias de prevenção e incentivo à imunização dentro do ambiente hospitalar. Ao todo, foram aplicadas cerca de 700 doses da vacina.

A vacinação contra a gripe é considerada uma das principais medidas de prevenção de doenças respiratórias, contribuindo para a redução de complicações, internações e óbitos, além de diminuir a circulação do vírus, especialmente em ambientes de assistência à saúde. Entre profissionais da saúde, a imunização ganha ainda mais relevância, já que esses trabalhadores estão mais expostos e também atuam diretamente no cuidado de pacientes, muitos deles em condições de maior vulnerabilidade.

Assim como em anos anteriores, a campanha foi realizada dentro da própria instituição, facilitando o acesso dos colaboradores à vacina e ampliando a adesão. Iniciativas desse tipo são adotadas em diversos hospitais do país, justamente por contribuírem para a proteção das equipes e a continuidade segura da assistência.

A Enfermeira Supervisora do SCIRAS/NHE, Nivea Fernandes, destacou a importância da ação. “Realizar a vacinação dentro do ambiente de trabalho é uma estratégia fundamental para aumentar a adesão dos colaboradores. A vacina é uma medida segura e eficaz, que protege não apenas o profissional, mas também os pacientes, reduzindo o risco de transmissão dentro da instituição”, afirmou.

O provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior, também ressaltou o compromisso da instituição com a saúde de seus profissionais. “Cuidar de quem cuida é uma das nossas prioridades. A campanha de vacinação reforça o olhar atento da Santa Casa para a segurança dos nossos colaboradores e para a qualidade da assistência prestada à população”, destacou.

SÃO CARLOS/SP - Pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), dentro do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciência dos Materiais da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), em colaboração com pesquisadores vinculados à Escola de Medicina da USP Ribeirão Preto e ao Departamento de Física da Universidade Federal do Amazonas, desenvolveram uma tecnologia promissora que pode transformar o diagnóstico do câncer de pâncreas — uma das doenças mais letais justamente por ser descoberta, na maioria das vezes, em estágios avançados. A novidade é um sensor relativamente de construção simples, modo rápido e de baixo custo, e que é capaz de identificar sinais precoces da doença em poucos minutos.

O método utiliza um pequeno dispositivo preparado para reconhecer uma substância específica presente no organismo de pacientes com esse tipo de câncer. Ao entrar em contato com uma amostra de sangue, o dispositivo reage e indica, em cerca de 10 minutos, a presença desse marcador, permitindo uma análise quase imediata.

Testado com amostras reais de pacientes, o novo exame apresentou resultados animadores, especialmente na identificação de casos em fases iniciais e intermediárias. Isso representa um avanço significativo, já que o diagnóstico precoce é um dos principais fatores que aumentam as chances de tratamento bem-sucedido.

Impactos diretos para a população

Para a população, os benefícios são claros e potencialmente transformadores. O primeiro deles é o acesso ampliado ao diagnóstico. Por ser uma tecnologia mais simples e barata, o exame pode chegar a unidades básicas de saúde e regiões com menos infraestrutura, democratizando o acesso a testes que hoje dependem de laboratórios mais complexos.

Outro ponto fundamental é a rapidez no resultado. Diferentemente de exames tradicionais, que podem levar dias, o novo método permite respostas em poucos minutos, reduzindo, por isso, a ansiedade dos pacientes e acelerando o encaminhamento para tratamento, quando necessário.

Há ainda um ganho importante em termos de prevenção e monitoramento. Pessoas com histórico familiar e fatores de risco poderiam realizar o exame com mais frequência, aumentando as chances de detectar a doença antes que ela avance. Na prática, isso pode significar mais vidas salvas e tratamentos menos agressivos.

Além disso, a possibilidade de um exame menos invasivo, realizado a partir de uma simples coleta, tende a aumentar a adesão da população, já que elimina barreiras comuns, como medo ou dificuldade de acesso a procedimentos mais complexos.

Vantagens para médicos e outros profissionais de saúde

Para os especialistas, a nova tecnologia também representa um avanço relevante. Um dos principais ganhos é a agilidade na tomada de decisão clínica. Com resultados quase imediatos, médicos podem avaliar rapidamente a necessidade de exames complementares ou iniciar investigações mais detalhadas sem demora.

O sensor também pode funcionar como uma ferramenta de triagem eficiente, ajudando a identificar quais pacientes precisam de acompanhamento mais rigoroso. Isso otimiza o uso de recursos hospitalares e evita a sobrecarga de exames mais caros e demorados.

Outro benefício importante é o monitoramento da evolução da doença. Como o exame é simples e pode ser repetido com facilidade, ele permite acompanhar a resposta do paciente ao tratamento de forma mais frequente, ajudando os médicos a ajustar terapias com maior precisão.

A tecnologia ainda abre caminho para uma medicina mais personalizada, já que a análise contínua dos marcadores no sangue pode oferecer um retrato mais detalhado da condição de cada paciente ao longo do tempo.

Um passo importante para o sistema de saúde

Do ponto de vista coletivo, a inovação pode trazer impactos significativos para o sistema de saúde. Com diagnósticos mais precoces, há uma tendência de redução de custos com tratamentos complexos, que geralmente são necessários em fases avançadas da doença.

Além disso, a adoção de tecnologias como essa pode contribuir para diminuir desigualdades no acesso à saúde, especialmente em países como o Brasil, onde há grandes diferenças regionais na oferta de exames especializados.

Apesar dos resultados promissores, os pesquisadores destacam que o dispositivo ainda precisa passar por etapas adicionais antes de chegar ao uso amplo.

Mesmo assim, o estudo aponta um caminho claro: o uso de tecnologias simples, rápidas e acessíveis pode ser decisivo para enfrentar doenças graves de forma mais eficaz.

Confira o artigo original desta pesquisa no link -

https://pubs.acs.org/doi/10.1021/acsomega.5c11381

SÃO CARLOS/SP - A campanha de vacinação contra a gripe em São Carlos, iniciada em 28 de março, já aplicou 21.306 doses até agora. Apesar do esforço da Secretaria Municipal de Saúde, a adesão dos grupos prioritários segue baixa: apenas 23,19% da população-alvo se imunizou.

Entre os grupos mais vulneráveis, os números chamam atenção. Das 15.610 crianças de 6 meses a menores de 6 anos, somente 1.413 receberam a vacina, o que representa 9,05% de cobertura. Entre as gestantes, foram aplicadas 446 doses, alcançando 24,78%. Já os idosos, que somam a maior parte do público-alvo, tiveram 13.547 doses aplicadas, o que corresponde a 27,64% de cobertura.

A diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, alerta para os riscos da baixa procura. “A gripe não é uma doença simples. Ela pode evoluir para complicações graves, especialmente em idosos, crianças e gestantes. A vacina é segura e gratuita, e é fundamental que a população aproveite essa oportunidade de proteção".

O secretário de Saúde, Leandro Pilha, reforça o apelo. "Nosso objetivo é vacinar 90% dos grupos prioritários até o fim da campanha. A imunização é a melhor forma de evitar internações e mortes causadas pelo vírus influenza. Pedimos que todos procurem as unidades de saúde e façam a sua parte".

A campanha segue até o dia 30 de maio nas unidades de saúde do município, com exceção da USF e UBS Cruzeiro do Sul, que passam por reforma. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30. Para se vacinar, basta apresentar documento com foto e, se possível, a carteira de vacinação.

A vacina protege contra os vírus A (H1N1 e H3N2) e B, e pode ser aplicada junto a outras vacinas do Calendário Nacional. É importante lembrar que ela não causa gripe, já que os vírus utilizados são inativados.

Com a chegada do outono e a proximidade do inverno, a imunização é uma medida simples e essencial para garantir a saúde da comunidade.

SÃO CARLOS/SP - Os números mais recentes da vigilância epidemiológica indicam uma queda expressiva nos casos de dengue em 2026. Até o momento, foram confirmados 314 casos da doença, enquanto no mesmo período de 2025 — considerando as primeiras 16 semanas — haviam sido registrados 12.135 casos, o que representa uma redução de 97%.

Além dos casos confirmados neste ano, há ainda 1 caso aguardando resultado de exame e 43 já foram descartados apenas nesta semana. Apesar da circulação do vírus, não há registro de óbitos em 2026, um dado considerado positivo pelas autoridades de saúde.

O total de notificações também apresentou queda significativa. Em 2025, foram registradas 17.028 notificações, enquanto em 2026 esse número caiu para 2.219, uma redução de 87%. As notificações englobam todos os casos suspeitos, incluindo confirmados, descartados e aqueles ainda em análise.

Em relação a outras arboviroses, o cenário também é considerado estável. Foram registradas 29 notificações de chikungunya, todas descartadas após análise. Para zika, permanecem 20 notificações, igualmente descartadas. Já a febre amarela não teve nenhuma notificação registrada até o momento.

Especialistas reforçam que, apesar da queda nos números, a população deve manter os cuidados preventivos, como eliminação de criadouros do mosquito transmissor, para evitar novos surtos ao longo do ano.

BRASÍLIA/DF - A Associação Médica Brasileira (AMB) lançou este mês uma cartilha com o objetivo de orientar médicos e instituições de saúde sobre a aplicação da inteligência artificial (IA) na prática clínica, com base na Resolução nº 2.454/2026 do Conselho Federal de Medicina (CFM).

O material aborda os principais pontos da primeira legislação brasileira dedicada exclusivamente ao uso da IA no exercício da medicina, publicada em fevereiro de 2026. A norma do CFM estabelece prazo de 180 dias para adequação, com entrada em vigor prevista para agosto.

Em nota, a AMB avalia que um dos pilares da resolução, destacado na cartilha, é o entendimento de que a IA deve ser utilizada exclusivamente como ferramenta de apoio.

“A decisão clínica permanece sob responsabilidade do médico, que mantém autonomia técnica e ética em todas as etapas do cuidado ao paciente”, diz.

“A publicação reforça que, embora a tecnologia amplie a capacidade diagnóstica e operacional, o julgamento humano é insubstituível e deve prevalecer em qualquer circunstância”, destacou o comunicado.

Direitos, deveres e limites

A cartilha detalha direitos dos médicos, como o uso livre de IA como suporte à decisão, além da possibilidade de recusar sistemas sem validação científica ou que apresentem riscos éticos.

O documento também estabelece deveres classificados pela AMB como fundamentais, incluindo a necessidade de capacitação contínua, o uso crítico das ferramentas e o registro obrigatório em prontuário sempre que a IA for utilizada.

“Entre as proibições expressas estão a delegação de diagnósticos à IA, o uso de sistemas sem segurança de dados e a omissão da informação ao paciente quando a tecnologia tiver papel relevante no atendimento.”

Classificação de risco

Outro destaque da cartilha é a classificação dos sistemas de IA por níveis de risco — baixo, médio, alto e inaceitável —, com exigências proporcionais de governança para cada categoria.

“Sistemas de maior impacto clínico demandam estruturas mais robustas de controle, monitoramento e validação”, avaliou a associação.

Segurança jurídica e proteção de dados

A cartilha orienta que o registro do uso da IA em prontuário é condição essencial para garantir proteção jurídica ao médico e recomenda a adoção de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) específico para o uso da tecnologia, assegurando transparência ao paciente.

“A adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) também é tratada como obrigatória, uma vez que informações de saúde são consideradas dados sensíveis”, ressaltou a AMB.

Passo a passo

Com linguagem acessível, a cartilha apresenta um passo a passo para a conformidade com a resolução do CFM, incluindo inventário de sistemas, classificação de risco, validação científica, criação de protocolos internos e capacitação das equipes.

O material traz um checklist institucional e um glossário com os principais conceitos relacionados à inteligência artificial na saúde, como IA generativa, modelos de linguagem e vieses algorítmicos. 

“Para a AMB, a iniciativa busca apoiar os médicos brasileiros na incorporação segura e ética da inteligência artificial, promovendo inovação sem abrir mão da qualidade assistencial e da autonomia profissional.”

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos realizou uma palestra sobre meningites, com foco no reconhecimento precoce, nas condutas iniciais e nos fluxos de notificação. O encontro foi ministrado pelo neurologista e coordenador do Serviço de Neurologia da instituição, Dr. Vitor Pugliesi, marcando o início de uma série de capacitações previstas ao longo do ano.

A iniciativa foi conduzida pelo Núcleo Hospitalar de Epidemiologia (NHE), responsável por monitorar e organizar as informações relacionadas às chamadas doenças de notificação.

As doenças de notificação são aquelas que, por lei, devem ser comunicadas aos órgãos de saúde sempre que há suspeita ou confirmação de um caso. Esse processo é essencial para que o poder público acompanhe a ocorrência dessas doenças, identifique possíveis surtos com rapidez e adote medidas de controle e prevenção.

Na Santa Casa, o NHE atua diretamente nesse processo, garantindo o registro correto das informações e contribuindo com o Ministério da Saúde no monitoramento de riscos à saúde coletiva. Além disso, o núcleo orienta as equipes assistenciais sobre quando e como realizar as notificações, apoiando os profissionais no dia a dia.
A diretora de Práticas Assistenciais, Dra. Carolina Toniolo Zenatti, reforçou a importância desse trabalho. “A Santa Casa, por meio do Núcleo Hospitalar de Epidemiologia, desempenha um papel fundamental na segurança dos pacientes, dos profissionais e de toda a comunidade. A vigilância epidemiológica dentro do hospital é uma ferramenta estratégica, que permite a identificação precoce de agravos e contribui diretamente para um cuidado mais seguro e qualificado”, destacou.

O provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior, também ressaltou o impacto da iniciativa. “O NHE tem um papel essencial não apenas dentro da instituição, mas também no apoio às políticas públicas de saúde. Investir na capacitação contínua das equipes é investir na qualidade da assistência e na proteção da população”, afirmou.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos informou que, a partir do dia 4 de maio, a Unidade Básica de Saúde (UBS) do Cruzeiro do Sul será fechada temporariamente para a continuidade das obras de reforma do prédio.

Durante o período de intervenção, os atendimentos médicos e de enfermagem serão realizados na UBS da Vila Isabel. Já os serviços odontológicos serão transferidos para a unidade do Botafogo. Outros atendimentos, como curativos e vacinação, poderão ser feitos em qualquer unidade de saúde do município.

A reforma da UBS prevê um investimento total de R$ 456 mil. A maior parte dos recursos é oriunda de emenda parlamentar, com complemento da administração municipal.

Entre as melhorias estão a substituição completa do telhado, construção de novas salas de coleta e vacinação, além da adequação de espaços como expurgo e esterilização. O projeto também inclui ampliação de áreas internas, modernização da recepção e nova fachada.

O prazo estimado para conclusão das obras é de 90 dias.

INGLATERRA - A Comissão de Inquérito sobre a Covid-19 no Reino Unido descreveu a implementação da vacinação no país como uma "conquista extraordinária", mas salienta que é preciso fazer mais para reconstruir a confiança do público nas vacinas.

Este é o quarto relatório da investigação que analisa como é que o Reino Unido lidou com a pandemia de coronavírus, com foco na distribuição da vacina. De acordo com o documento, as vacinas "foram implementadas, produzidas e distribuídas para a maioria da população em tempo recorde". 

No entanto, segundo este novo estudo, "embora a maioria das pessoas tenha aceitado a oferta de vacinação, houve menor adesão em comunidades localizadas em áreas de maior vulnerabilidade social e em algumas comunidades de minorias étnicas".

Nesse sentido, "governos e serviços de saúde devem trabalhar com as comunidades para reconstruir a confiança e promover uma melhor compreensão e confiança nas vacinas".

Por isso, o relatório aponta ser "imperativo" que exista um programa governamental de apoio suficiente para ajudar essa minoria de pessoas e os seus familiares que sofreram lesões graves após a vacinação.

A presidente da investigação, Heather Hallett, destacou que, assim como qualquer outra vacina, as para Covid não foram 100% eficazes. "Não conseguimos saber quando, mas haverá outra pandemia", assegura. "As minhas recomendações, consideradas no seu conjunto, deverão significar que o Reino Unido estará mais bem preparado para essa pandemia", enfatiza.

O relatório aponta que décadas de pesquisa e preparação globais foram fundamentais para a resposta do Reino Unido à vacinação contra a Covid-19.

A presidente da Comissão de Inquérito apresentou ainda algumas recomendações, como quanto à necessidade de estratégias de vacinação direcionadas e a melhoria da avaliação da adesão e da distribuição das vacinas.

Em 2021, foram administradas aproximadamente 132 milhões de vacinas em Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales. Este tornou-se o maior programa de vacinação da história do Reino Unido.

Em junho de 2022, 87% da população britânica com mais de 12 anos já tinha sido vacinada com duas doses.

 

 

por Notícias ao Minuto

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