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SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação de São Carlos iniciou nesta semana a formação “Introdução ao Sistema Braille: Conhecer, Ler e Escrever”, voltada aos professores de Educação Especial da Rede Municipal de Ensino. A capacitação é realizada pelo Departamento de Formação Continuada Docente e Profissional (CeFEP), em parceria com o Departamento de Educação Inclusiva, no Museu de Ciências Professor Mário Tolentino.

Com carga horária de 18 horas, a formação tem caráter teórico-prático e aborda leitura e escrita em Braille, utilização da máquina de escrever Braille, deficiência visual, cegueira e baixa visão, inclusão e Atendimento Educacional Especializado (AEE), além de estratégias pedagógicas para o atendimento de estudantes com deficiência visual.

Ministrado pela professora Ivone Ribeiro de Camargo, o curso também apresenta a estrutura da cela Braille, o alfabeto, números, pontuação e sinais básicos, além da produção de registros e materiais pedagógicos acessíveis.

Os próximos encontros presenciais serão realizados nos dias 5, 19 e 26 de outubro, das 18h15 às 19h50, com complementação por meio de atividades remotas.

A iniciativa integra o programa de formação continuada da Secretaria Municipal de Educação e busca ampliar a preparação dos profissionais para o uso do Sistema Braille e para o desenvolvimento de práticas pedagógicas acessíveis, contribuindo para o atendimento educacional e a inclusão de estudantes com deficiência visual na rede municipal.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Educação, em parceria com o Fórum Municipal de Educação (FME) e o Conselho Municipal de Educação (CME), realizou, na noite de quarta-feira (30/09), no CEMEI Professor Paulo Freire, mais uma Pré-Conferência de Educação Infantil para discutir propostas que irão subsidiar a elaboração do novo Plano Municipal de Educação (PME).

O encontro reuniu profissionais da educação, gestores escolares, mães de alunos, representantes das secretarias municipais, conselheiros, integrantes do Comitê de Lutas pela Educação Infantil e membros do FME, além de representantes das instituições responsáveis pela organização do processo.

A mesa de abertura contou com a participação da secretária adjunta de Educação, Rafaela Marchetti; do presidente do CME, Abel José da Silva; da coordenadora do FME, Flávia Camila Gomes; da professora doutora Gisele Magalhães Modé, do Departamento de Educação da UFSCar; e de Viviane Patrícia Colloca Araujo, chefe da Seção de Educação Infantil.

Entre os principais temas debatidos estiveram o acesso e a qualidade da Educação Infantil, as condições estruturais das unidades, a valorização e as condições de trabalho dos profissionais, o financiamento da educação e a relação entre família e escola.

Os participantes também destacaram a importância do trabalho intersetorial, com a integração entre diferentes áreas do poder público para atender as crianças de forma integral. A necessidade de garantir condições para práticas inclusivas e para o enfrentamento às diferentes formas de violência também esteve entre os assuntos discutidos.

Outro ponto abordado foi a revisão da Meta 1 do atual Plano Municipal de Educação, considerando que ela ainda não foi integralmente atingida. As discussões também reforçaram a necessidade de que o novo documento estabeleça mecanismos que permitam transformar as metas e estratégias previstas em ações efetivas na rede municipal.

As Pré-Conferências fazem parte de um processo participativo de construção do novo PME, que terá vigência de dez anos. As contribuições apresentadas pelos diferentes segmentos da comunidade escolar serão utilizadas na definição dos objetivos, metas e estratégias que irão orientar a política educacional de São Carlos no período.

A próxima Pré-Conferência de Educação Infantil será realizada nesta quinta-feira (01/10), das 18h30 às 20h30, no CEMEI Octávio de Moura, na Rua Francisco Marigo, nº 940, Jardim Cruzeiro do Sul, com participação voltada à Área Sul do município.

A iniciativa é organizada pela Secretaria Municipal de Educação, FME e CME, que incentivam a participação da comunidade nas discussões e na apresentação de propostas para o novo Plano Municipal de Educação.

SÃO CARLOS/SP - A qualidade da educação colocou São Carlos entre os principais destaques do país no Ranking de Competitividade dos Municípios 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). A cidade aparece na 18ª colocação nacional entre os 423 municípios avaliados no pilar Qualidade da Educação, indicador que mede o desempenho dos estudantes e os resultados da rede de ensino.

O resultado posiciona São Carlos entre os melhores desempenhos do Brasil e dentro de um cenário em que o Estado de São Paulo concentra grande parte das cidades mais bem avaliadas do país.

No recorte regional, São Carlos ocupa a 8ª posição no Sudeste, atrás de municípios paulistas como Itatiba, São Caetano do Sul e Jundiaí, que lideram o ranking da região.

O levantamento do CLP analisa quatro indicadores produzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep): o Ideb dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano), o Ideb dos anos finais (6º ao 9º ano), o Ideb do ensino médio e a nota média dos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

O desempenho de São Carlos ocorre em um contexto de forte presença paulista nos rankings educacionais. Entre os municípios do Sudeste com melhor desempenho em qualidade da educação, os três primeiros colocados são Itatiba, São Caetano do Sul e Jundiaí, todos localizados no Estado de São Paulo.

O cenário se repete em outras áreas da competitividade municipal. Dos 423 municípios avaliados, 94 são paulistas, e 45 aparecem entre os 100 mais competitivos do Brasil.

Na educação, diferentes municípios paulistas ocupam posições de destaque em indicadores distintos. Votuporanga lidera nacionalmente o pilar Acesso à Educação, enquanto Barretos aparece na segunda colocação. Já no indicador de Qualidade da Educação, cidades como Itatiba, São Caetano do Sul e Jundiaí figuram entre as referências nacionais. 
Um dos aspectos mais relevantes do levantamento é a diferença entre a colocação geral de São Carlos e seu desempenho específico na educação.

No ranking geral de competitividade, o município ocupa a 39ª posição nacional, com 57,41 pontos. Já quando considerados apenas os indicadores de qualidade da educação, a cidade sobe para o 18º lugar no país.

Os números indicam que a educação aparece entre os indicadores mais fortes do município dentro da metodologia utilizada pelo CLP.
Entre os municípios paulistas com desempenho geral semelhante ao de São Carlos estão Presidente Prudente, na 38ª posição nacional, Catanduva, em 45º lugar, São José do Rio Preto, em 48º, Limeira, em 49º, e Araraquara, em 55º. 

O pilar Qualidade da Educação representa 5,1% da composição do Ranking de Competitividade dos Municípios. Diferentemente do indicador de Acesso à Educação, que avalia oferta de vagas e atendimento escolar, o critério busca medir os resultados obtidos pelos estudantes ao longo da trajetória escolar.

Por essa metodologia, São Carlos aparece entre os municípios com melhor desempenho educacional do país, integrando um grupo formado majoritariamente por cidades paulistas e do Sul do Brasil.

Os dados mostram que, em um Estado que concentra parte significativa dos melhores resultados nacionais, São Carlos figura entre os destaques da educação brasileira, ocupando a 18ª posição nacional e a 8ª colocação no Sudeste no indicador de qualidade do ensino.

BRASÍLIA/DF - O ensino de um conjunto de disciplinas conhecidas como Stem (ciência, tecnologia, engenharia e matemática, na sigla em inglês) requer formação constante de professores, para além dos investimentos necessários em infraestrutura.

A avaliação é defendida pelos autores do Panorama da Educação Stem no Brasil. O levantamento faz uma análise de como ciência, tecnologia, engenharia e matemática estão sendo incorporadas à educação básica brasileira.

Os pesquisadores buscaram informações de seis capitais: Manaus, Belém, João Pessoa, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba.

O levantamento é organizado pela Fundação Carlos Chagas, instituição sem fins lucrativos que atua na área de concursos públicos e pesquisas educacionais, em parceria com o British Council, entidade do Reino Unido voltada a relações culturais e oportunidades educacionais.

A pesquisadora Sandra Unbehaum, coordenadora do estudo, enfatiza que, para o ensino de Stem, não basta infraestrutura, como computador nas escolas.

“É preciso investir na formação de profissionais de um modo profundo e constante”, diz à Agência Brasil.

Ela ressalta que a formação dos professores precisa ser vista como “parte do trabalho” deles, algo que fazem dentro da jornada. A pesquisadora contextualiza que muitos professores no país vivenciam a realidade de “atuar em mais de uma escola ou ter número excessivo de turmas e alunos”.

“A formação não pode ser pontual, não pode ser somente para professores que conseguem articular o seu tempo de trabalho e de formação”, defende.

Ela inclui a necessidade de a capacitação não ser exclusivamente a distância. “É importante, mas eu entendo que formação aprofundada se dá também na troca presencial”.

Acesso para evitar desigualdade

Outro ponto destacado pela pesquisadora é que a infraestrutura necessária para o ensino de Stem, como computadores, equipamentos tecnológicos, acesso à internet e suporte técnico, seja igual entre as diversas regiões do país, para evitar desigualdades.

“A falta de acesso adequado a toda tecnologia hoje disponível, que deveria ser democraticamente disponível para todos, vai contribuir para uma desigualdade educacional. Isso ainda é um desafio muito grande”.

Sandra Unbehaum ressalta que a educação Stem tem “papel estruturante” na formação básica.

“Pode redefinir a forma como o conhecimento é construído, deixando de ser um comportamento passivo e individual para se tornar uma aprendizagem investigativa e aplicável”.

Ela aponta que esse conhecimento é fundamental para preparar os estudantes brasileiros para os desafios atuais, como a era da inteligência artificial (IA) e a busca de soluções para a questão climática.

“Em relação à IA, uma abordagem Stem deve contribuir para o desenvolvimento de um pensamento crítico, questionador, de maneira a propiciar um uso responsável”, defende.

Ela acrescenta que o ensino de ciência, tecnologia, engenharia e matemática nas escolas precisa ser integrado, sem que sejam “gavetas separadas”.

Desafios

Ao longo das 170 páginas do relatório, os pesquisadores citam desafios encontrados, como o reconhecimento, por parte dos próprios professores, de “certa resistência às tecnologias”. Falta de conhecimento técnico e insegurança estão entre as hipóteses mencionadas.

Em Manaus, por exemplo, foi apresentada a dificuldade de ter professores com licenciaturas específicas, fazendo com que o professor de educação física dê aula de ciências, ou o professor de ciências dê aula de matemática. “São situações pontuais, mas que acontecem”, escreve o panorama.

Em Curitiba, foi encontrada elevada taxa de rotatividade docente nos anos finais, que leva a “sequelas”, como “fratura a um trabalho contínuo e coletivamente construído no interior da escola.”

Boas práticas

Os pesquisadores destacaram boas práticas encontradas nas seis capitais analisadas:

  • Manaus: jogos de tabuleiro e dinâmicas sem dispositivos eletrônicos, ou seja, “desplugadas”, para ensinar lógica de programação e pensamento computacional. Indo além, Centros de Tecnologias Educacionais promovem a inclusão de escolas ribeirinhas com conexão via satélite.
  • Belém: desenvolvimento de óculos de realidade virtual de baixo custo feitos com fibra de miriti (matéria-prima tradicional da região) para apoiar o ensino de geometria, aliando cultura local e tecnologia.
  • João Pessoa: forte investimento em infraestrutura e conectividade, além de “imersões tecnológicas”, nas quais professores passam por períodos intensivos aprendendo a integrar tecnologia às aulas.
  • São Paulo: formadores de Tecnologia para Aprendizagem como multiplicadores nas diretorias de ensino e desenvolvimento de iniciativas em parceria com instituições externas, entre elas a Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, para implementação do Programa de Aprendizagem Construcionista.
  • Curitiba: aplicação do conceito de Cidade Educadora por meio dos Faróis do Saber, adaptados como espaços maker (aprender fazendo) com impressoras 3D e cortadoras a laser, além da criação do Farol Móvel para circular com recursos tecnológicos pelas salas de aula.

Rio de Janeiro

Na capital fluminense, foram destacados os Ginásios Educacionais Tecnológicos (GET), iniciativa criada em 2022 que transforma escolas em espaços vocacionados com abordagem interdisciplinar entre matérias.

A rede municipal de ensino da cidade conta com 317 GETs e espera chegar a 350 até o fim do ano, atendendo a 150 mil estudantes.

A professora de história Vanini Bernardes Costa de Lima dá aulas no GET Ceará, no bairro de Inhaúma, zona norte carioca. Ela conta que o foco do ensino na unidade é a integração das matérias Stem e também artes, alterando a sigla para Steam.

Vanini apresenta o exemplo do “colaboratório”, um laboratório maker equipado com impressoras 3D, placas de robótica, óculos de realidade virtual, máquinas de corte e computadores.

“Neste espaço, nossos alunos e alunas resolvem problemas reais de forma colaborativa, integrando esses diversos saberes”, diz ela à Agência Brasil.

Ela acrescenta que o investimento em profissionais qualificados e recursos permite que “cada estudante desenvolva potencialidades que, antes, ficavam ocultas em modelos tradicionais”.

A professora aponta ainda que a metodologia de ensino incentiva a participação das meninas nas áreas Steam.

“As alunas têm espaço e escuta. Acredito que esta política as incentiva a perceber que podem e devem ocupar os lugares que quiserem”, conclui.

Além da teoria

Manuela Calixto de Lira Bernardo Abreu, de 15 anos, é estudante do 9º ano na unidade. Ela considera que a tecnologia empregada no GET a faz ter mais interesse pelas aulas e não deixa os alunos “só na teoria”. 

“Temos a oportunidade de pesquisar, criar projetos e usar ferramentas diferentes. Eu gosto bastante da modelagem 3D, por exemplo, porque podemos transformar uma ideia em algo que conseguimos visualizar e desenvolver”, cita.

Para ela, o ensino Steam ganha cada vez mais importância em um mundo permeado pela IA.

“Acho que precisamos aprender a entender e usar essas tecnologias, e não apenas consumir o que elas oferecem”, diz a estudante.

O secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Hugo Nepomuceno, sustenta que os GETs fornecem protagonismo estudantil e “mão na massa”.

“Os estudantes têm a oportunidade de desenvolver projetos interdisciplinares que vão além do livro didático”, pontua.

À Agência Brasil, ele destaca que os GETs provocam impacto direto no entorno escolar.

“A proposta é aproximar tecnologia e conhecimento do cotidiano das famílias e fortalecer a relação das escolas com seus territórios."

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação, em parceria com o Fórum Municipal de Educação (FME) e o Conselho Municipal de Educação (CME), divulgou o cronograma das Pré-Conferências Temáticas que integram o processo de construção do novo Plano Municipal de Educação (PME) de São Carlos.

O processo teve início após a homologação do novo Plano Nacional de Educação (PNE), em abril de 2026, e já contou com etapas de discussão e formação envolvendo equipes gestoras, professores e demais profissionais da Rede Municipal de Ensino. Agora, a Prefeitura amplia a participação para toda a comunidade.

As pré-conferências serão realizadas em diferentes regiões e espaços do município, de acordo com os temas. Os encontros terão como objetivo identificar necessidades, desafios e prioridades da educação municipal, contribuindo para a definição dos objetivos, metas e estratégias que irão compor o PME para a próxima década.

A programação começa neste sábado (26/09), com a discussão sobre Educação do Campo, no Assentamento Capão das Antas, das 9h30 às 11h30. Ao todo, estão previstas mais de 11 pré-conferências, incluindo uma atividade sobre Educação e Equidade, que ainda terá data, horário e local definidos.

Confira o cronograma das Pré-Conferências Temáticas:
- Dia 26 de setembro – Educação do Campo
Horário: 9h30 às 11h30
Local: Assentamento Capão das Antas – Área Rural

- Dia 30 de setembro – Educação Infantil – Área Norte
Horário: 18h30 às 20h30
Local: CEMEI Paulo Freire – Avenida Dr. Aurélio Catani, s/nº – Itamarati

Dia 1º de outubro – Educação Infantil – Área Sul
Horário: 18h30 às 20h30
Local: CEMEI Octávio de Moura – Rua Francisco Marigo, 940 – Jardim Cruzeiro do Sul

Dia 8 de outubro – Educação Integral
Horário: 18h30 às 20h30
Área Norte/Local - CEMEI Antônio de Lourdes Rondon – Rua Olavo Zabotito, 105 – Maria Stella Fagá
Área Sul/Local - EMEB Profª Janete Maria Martinelli Lia – Rua Paraná, 700 – Jardim Pacaembu

Dia 16 de outubro – Educação de Jovens e Adultos – Área Norte
Horário -19h às 21h
Local: CEMEI Prof. Vicente P. R. Keppe – Rua Miguel Fucci, 50 – Santa Felícia

Dia 22 de outubro – Educação de Jovens e Adultos – Área Sul
Horário:19h às 21h
Local: EMEB Arthur Natalino Deriggi – Rua José Francisco Bicaletto, 13 – Cidade Aracy


Dia 29 de outubro – Profissionalizante/Médio
Horário: 18h às 20h
Local: Área Norte/Sul – Auditório da Secretaria Municipal de Educação - Rua 13 de Maio, 2.000 – Centro

Dia 12 de novembro – Alfabetização + Ensino Fundamental
Horário: 18h30 às 20h30
Área Norte/Local: EMEB Dr. Alcyr Afonso Leopoldino – Avenida Nicolau Chiralla – Jardim Araucária
Área Sul/Local: EMEB Ulysses Ferreira Piccolo – Rua Hagar Cristina Rojo Rocha, 145 – Residencial Eduardo Abdelnur

Dia 18 de novembro – Educação Inclusiva
Horário: 18h30 às 20h30
Área Norte/Local: EMEB Dalila Galli – Rua Rio Araguaia, s/nº – Jockey Club
Área Sul/Local: EMEB Prof. Afonso Fioca Vitali – Rua Egar Arar, s/nº – Cidade Aracy

Dia 23 de novembro – Gestão Democrática e Financiamento
Horário: 18h30 às 20h30
Local: Área Norte/Sul – Paço Municipal
Rua Episcopal, 1.575 – Centro

Dia 26 de novembro – Formação e Valorização dos Profissionais
Horário: 18h30 às 20h30
Local: Área Norte/Sul – Auditório da Universidade de São Paulo (USP), Anfiteatro Jorge Caron – Campus 1, em frente ao Bloco E1
Segundo o secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, a participação da comunidade é importante para garantir que o novo PME reflita as necessidades e características da educação no município.
“Estamos construindo um plano para os próximos dez anos e, por isso, é fundamental ouvir quem vive a educação no dia a dia. A participação de profissionais, estudantes, famílias e da comunidade permitirá definir prioridades e estratégias mais próximas da realidade de São Carlos”, afirmou.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio do departamento social da PROHAB São Carlos, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, vem ampliando a oferta de atividades esportivas, culturais e de convivência no Jardim Gonzaga. Na última segunda-feira (21/09), os participantes das oficinas gratuitas de futebol, capoeira e balé, desenvolvidas no Centro Municipal de Extensão e Atividades Recreativas (CeMEAR), receberam uniformes oficiais do projeto.

A ação reuniu alunos, familiares, professores e equipes da PROHAB e da Secretaria Municipal de Educação, além do secretário de Educação, Roselei Françoso. As oficinas são realizadas desde fevereiro e integram uma estratégia de atuação direta nos bairros, aproximando os serviços públicos das famílias e criando oportunidades de acesso ao esporte, à cultura e à educação.

Por meio da parceria, a PROHAB disponibiliza profissionais capacitados para as modalidades de futebol, capoeira e balé, enquanto o CeMEAR participa da organização e do acompanhamento das atividades. A iniciativa reforça a atuação integrada do poder público na promoção de ações que contribuem para a formação de crianças e jovens e para o fortalecimento dos vínculos comunitários.

Para o secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, a integração entre as diferentes áreas da administração municipal permite ampliar o alcance das políticas públicas.
“Estamos trabalhando para que as políticas públicas estejam cada vez mais presentes nos bairros e próximas das famílias. A parceria com a PROHAB, que realiza esse serviço social nos bairros que já atuou, permite ampliar oportunidades e utilizar o esporte, a cultura e a educação como instrumentos de inclusão, convivência e desenvolvimento das nossas crianças e jovens”, destacou.

O diretor administrativo da PROHAB, Cesar Maragno, ressaltou que a atuação do órgão vai além das ações relacionadas à habitação, incorporando iniciativas que contribuem para a melhoria da qualidade de vida nos territórios.

“A PROHAB também tem o compromisso de contribuir para o desenvolvimento das comunidades. Quando levamos atividades esportivas e culturais para perto das famílias, fortalecemos vínculos e ajudamos a transformar o espaço onde as pessoas vivem. É uma atuação construída em parceria com a Prefeitura e com a comunidade”, afirmou.

A entrega dos uniformes representa mais uma etapa do trabalho realizado no Jardim Gonzaga e reforça o compromisso da administração municipal com políticas públicas integradas, desenvolvidas a partir das necessidades de cada território. A proposta é fortalecer a presença do poder público nos bairros e ampliar as oportunidades de participação, convivência e desenvolvimento social.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação realizou na segunda-feira (21/09), no auditório do Paço Municipal, um Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC) voltado aos professores de Educação Especial da Rede Municipal de Ensino. A atividade teve como foco a utilização do módulo de Educação Especial da plataforma Demandanet.

O Demandanet é um software de gestão educacional (ERP) voltado para a gestão pública municipal. Ele funciona como uma plataforma digital integrada que centraliza e automatiza os processos das secretarias de educação e das escolas públicas.

Com o tema “Orientações para o uso do Demandanet para a Educação Especial”, a formação foi conduzida por Matheus Fahl e organizada pelo Departamento de Tecnologia da Informação, em parceria com o Departamento de Educação Inclusiva.

Durante o encontro, os professores receberam orientações sobre as funcionalidades da plataforma e os procedimentos relacionados ao registro e acompanhamento das demandas da Educação Especial. A proposta é ampliar a familiaridade dos profissionais com a ferramenta e contribuir para maior organização, agilidade e padronização dos processos da rede.

Para o secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, a formação continuada e o uso adequado das ferramentas de gestão são importantes para fortalecer o trabalho desenvolvido pelas equipes. “Estamos investindo na formação dos profissionais e na melhoria dos processos para garantir uma Educação Especial cada vez mais organizada, inclusiva e qualificada na nossa rede”, afirmou.

A atividade integra o conjunto de ações de formação continuada da Secretaria Municipal de Educação destinadas aos profissionais da Educação Especial. A iniciativa também reforça a integração entre as áreas pedagógica e tecnológica, contribuindo para o aprimoramento dos fluxos de trabalho e para um atendimento mais eficiente às necessidades dos estudantes.

SÃO CARLOS/SP - A primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Herica Ricci Donato, acompanhou na noite desta segunda-feira (21/09), ao lado do secretário municipal das Famílias, Felipe Neves, e do vereador André Rebello, atividades dos programas Famílias Fortes e ACT – Para Educar Crianças em Ambientes Seguros, realizadas nas escolas municipais.

Coordenadas pela Secretaria Municipal das Famílias, as iniciativas atualmente atendem turmas em sete escolas municipais, uma entidade assistencial e na Unidade de Saúde da Família do São Carlos VIII. Os programas têm como foco o fortalecimento dos vínculos familiares, a promoção de práticas parentais positivas e a prevenção de comportamentos de risco.

O Programa Famílias Fortes é destinado a famílias com crianças e adolescentes de 10 a 14 anos e trabalha comunicação, diálogo e fortalecimento dos laços afetivos. Já o ACT é voltado a famílias com crianças de zero a oito anos e busca desenvolver habilidades parentais, contribuindo para ambientes familiares mais seguros e acolhedores.

De acordo com o secretário municipal das Famílias, Felipe Neves, o objetivo é oferecer aos pais e responsáveis conhecimento e estratégias que possam ser aplicados no dia a dia, melhorando a comunicação e contribuindo para um ambiente familiar mais seguro e acolhedor.

“Fortalecer as famílias é também cuidar das nossas crianças e adolescentes. Esses programas oferecem conhecimento e ferramentas para melhorar o diálogo e a convivência dentro de casa”, destacou Herica Ricci Donato.

Segundo a Secretaria Municipal das Famílias, até julho de 2026, o Famílias Fortes havia realizado 10 turmas, com 14 famílias certificadas em 2025 e outras 48 nos dois primeiros ciclos de 2026. Ao todo, 147 pessoas participaram diretamente dos encontros, com impacto estimado em mais de 200 pessoas considerando os núcleos familiares.

No Programa ACT, foram realizadas oito turmas até julho, com a participação de 52 famílias. No segundo ciclo de 2026, 37 famílias foram certificadas, totalizando 160 pessoas alcançadas diretamente pela iniciativa.

Para o vereador André Rebello, o acompanhamento das atividades demonstra a importância de aproximar as políticas públicas da realidade das famílias. “São ações de prevenção que fortalecem os vínculos e ajudam as famílias a enfrentar os desafios do dia a dia com mais informação e apoio”, afirmou.

Com a abertura de novas turmas, a Secretaria Municipal das Famílias amplia o acesso a metodologias baseadas em evidências, oferecendo a pais e responsáveis estratégias para melhorar a comunicação, fortalecer os vínculos e promover uma convivência familiar mais positiva e segura.

BRASÍLIA/DF - O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) discute mudanças para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) a partir de 2028. Entre as propostas apresentadas está a mudança no modelo da redação.

Em vez de um texto dissertativo-argumentativo de 30 linhas, como é hoje, a avaliação escrita seria desmembrada por área: 20 linhas em linguagens; 10 em ciências humanas; 10 em ciências da natureza; e 10 em matemática, totalizando 50 linhas de texto. O tema tem sido discutido em reuniões técnicas, relataram participantes à reportagem.

A mudança teria como intuito cobrar dos estudantes uma diversidade mais ampla de raciocínio. Hoje, eles são avaliados apenas sobre um tema delimitado para a redação.

Questionado sobre o assunto, o Inep disse que não há, "até o momento, deliberação final ou posição consolidada sobre os pontos específicos de implementação do novo modelo, mas há uma proposta preliminar que será discutida e finalizada até o final do ano".

O órgão disse que atua em interlocução com especialistas e com o MEC (Ministério da  Educação), com o objetivo de assegurar que, em 2028, o Enem avalie o ensino médio em alinhamento à Base Nacional Curricular e à  Política Nacional do Ensino Médio.

Obter Materiais Didáticos

A proposta é discutida meses depois de o governo Lula (PT) anunciar mudanças nas funções do Enem. Em março, um decreto determinou que o exame também será usado para avaliar o aprendizado dos estudantes ao fim do ensino médio, em integração com o Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica).

O exame também continuará sendo usado para ingresso no ensino superior, por meio de programas como Sisu e Prouni, além do Fies.

A mudança faz parte de uma tentativa do governo de usar os resultados do Enem também para produzir diagnósticos sobre a  educação básica e acompanhar desigualdades e metas educacionais.

No Enem 2025, última edição da prova, estudantes e professores relataram à reportagem a percepção de notas mais baixas na redação. O Inep negou ter alterado os critérios de correção e atribuiu a percepção, entre outras hipóteses, ao uso mais frequente de modelos prontos e de "repertórios de bolso".

Segundo o instituto, referências genéricas e memorizadas, usadas sem relação consistente com o tema ou com a argumentação, já podiam ser penalizadas em edições anteriores. Na época, o Inep afirmou que a intensidade do uso de modelos que poderiam ser aplicados a qualquer tema havia tornado a questão mais relevante na correção.

 

 

por Folhapress

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação, por meio do Centro de Formação dos Profissionais da Educação (CeFPE), realizou, na quinta e sexta-feira (17 e 18/09), a 2ª Parada Pedagógica da Educação Infantil. Com o tema “Educação como Direito Humano: Inclusão, Equidade e Sustentabilidade nos Territórios Escolares”, a programação promoveu momentos de formação, reflexão e troca de experiências entre profissionais da Rede Municipal de Ensino.

As atividades foram realizadas em diferentes espaços da cidade, com programação organizada de acordo com as áreas de atuação dos participantes e os desafios presentes no cotidiano das unidades escolares. A proposta é fortalecer a formação continuada e ampliar o repertório dos profissionais para o desenvolvimento de práticas pedagógicas cada vez mais inclusivas e qualificadas.

Entre os temas abordados estiveram saúde emocional dos educadores, neurodivergência e inclusão, práticas antirracistas na primeira infância, educação física adaptada, educação ambiental e sustentabilidade, educação especial, altas habilidades ou superdotação, práticas inclusivas de leitura, segurança alimentar e saúde mental no atendimento ao público.

A programação reuniu profissionais de diferentes áreas e contou com a participação de especialistas e instituições convidadas, possibilitando o compartilhamento de conhecimentos, experiências e estratégias relacionadas aos desafios contemporâneos da educação. Os encontros também destacaram a importância de considerar as diferentes infâncias e as especificidades de cada criança no planejamento e na prática pedagógica.

A 2ª Parada Pedagógica teve ainda atividades complementares nos dias 14 e 15 de setembro, ampliando o período destinado à formação dos profissionais da Rede Municipal de Ensino.

Para o secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, a formação continuada é uma ferramenta estratégica para qualificar o trabalho desenvolvido nas unidades escolares. “A expectativa é que os conhecimentos e discussões construídos durante a programação sejam incorporados ao cotidiano das escolas, contribuindo para práticas que promovam inclusão, equidade, acolhimento e o desenvolvimento integral das crianças”.

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