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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), está implantando um atendimento voltado à população indígena residente no município. A iniciativa tem como objetivo garantir acesso qualificado aos serviços de saúde, respeitando especificidades culturais, sociais e linguísticas dessa comunidade.

O novo serviço funcionará na Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila São José e contará com equipe capacitada para oferecer atendimento humanizado, além de uma médica indígena, formada pela UFSCar, para atender esse público.

Entre as ações previstas estão consultas médicas, acompanhamento diferenciado, atividades de prevenção, promoção da saúde e campanhas educativas, sempre considerando as tradições e práticas culturais indígenas.

De acordo com o Censo do IBGE de 2022, São Carlos possui 351 indígenas, em sua maioria estudantes que permanecem na cidade mesmo após a conclusão da graduação. Muitos são acompanhados por familiares, incluindo crianças e bebês nascidos no município.

A implantação do serviço resulta de uma articulação entre a Prefeitura, a UFSCar e a vereadora Fernanda Castelano (PSOL), que lembrou que a universidade possui, desde 2006, um vestibular indígena específico, pelo qual ingressam cerca de 60 novos estudantes indígenas todos os anos.

“Essa Estratégia de Atenção à Saúde Indígena é uma inovação no município de São Carlos e no próprio Sistema Único de Saúde, uma vez que passaremos a ser a primeira cidade sem tribo indígena a oferecer esse atendimento. Com isso, o município reafirma seu compromisso com a universalidade, integralidade e equidade do SUS”, destacou a vereadora.

A Reitora da UFSCar, Prof.ª Dr.ª Ana Beatriz de Oliveira, disse que a universidade tem uma comunidade indígena muito rica e muito grande, fruto do processo de ingresso exclusivo, feito a partir do vestibular indígena. “Como a saúde é de competência do município, essa parceria é fundamental portanto é uma satisfação muito grande celebrar esse dia. Sem dúvida, essa união faz a universidade ser mais forte, o município ser mais forte e, principalmente, promove bem-estar e melhora a vida das pessoas da comunidade de São Carlos. Então, estamos muito felizes de poder afinar essa parceria, cultivá-la e promover ações de forma conjunta”.

A médica Karla  Pankararu, egressa XII turma de medicina da UFSCar, profissional contratada pela Prefeitura de São Carlos falou como vai funcionar o atendimento na UBS da Vila São José.

“Vou atender todas as quintas-feiras, das 7h às 12h. Nesta primeira semana vou me reunir com a equipe da unidade para ajustarmos os procedimentos e agendamentos e na outra semana já começo receber os usuários SUS indígenas. “Estou feliz por essa política pública se consolidar no município. No caso, eu vou lidar com vários povos, várias culturas diferentes e cada uma deve ter um tipo de tratamento”, avalia a Dra. Karla.

“São Carlos tem orgulho de ser pioneira nessa iniciativa, que garante à população indígena um atendimento de saúde digno e respeitoso. Essa parceria com a UFSCar mostra que, quando unimos esforços, conseguimos avançar em políticas públicas inclusivas, que olham para cada cidadão com sensibilidade e justiça social. Nosso compromisso é fazer com que todos, independentemente de sua origem, tenham acesso ao cuidado e à atenção que merecem”, ressaltou o secretário de Saúde, Leandro Pilha.

“A implantação do atendimento de saúde específico para a população indígena mostra que nossa cidade está atenta às necessidades de todos os seus cidadãos, sem deixar ninguém para trás. Quero parabenizar a Prefeitura, a UFSCar e a vereadora Fernanda Castelano por essa articulação”, disse o presidente da Câmara Municipal, vereador Lucão Fernandes.

Para o prefeito interino, Roselei Françoso, a medida reforça o compromisso da gestão do prefeito Netto Donato com a equidade. “Estamos assegurando que todas as pessoas tenham acesso justo e adequado ao sistema de saúde, levando em conta suas necessidades e realidades”, disse.

A previsão é que, além do atendimento ambulatorial, sejam realizadas ações de saúde coletiva, com campanhas educativas e atividades de integração, fortalecendo o respeito à diversidade cultural.

Também participaram do evento Willian Fernandes Luna, professor do Departamento de Medicina da UFSCar, atualmente coordenador de área de Integração Ensino Serviço Comunidade, do Departamento da Gestão da Educação em Saúde, do Ministério da Saúde, Juxca Tukano, vice-coordenador do Centro de Cultura Indígenas da UFSCar e aluno de Ciências Sociais, o secretário adjunto de Saúde, Wander Bonelli, as diretoras Denise Martins Gomide (diretora de Vigilância em Saúde), Viviane Cavalcante (diretora de Gestão do Cuidado Ambulatorial) e a supervisora da UBS da Vila São José, Daniela Soares.

SÃO CARLOS/SP - A Guarda Municipal de São Carlos deu início ao Estágio de Qualificação Profissional 2025, programa anual de capacitação voltado ao aprimoramento das habilidades técnicas e operacionais dos agentes.

O curso contempla treinamentos em áreas fundamentais para a atuação na segurança pública, como uso progressivo da força, técnicas de abordagem, manejo de instrumentos de menor potencial ofensivo e manutenção de armas.

Neste ano, duas novas disciplinas foram incorporadas: porte velado de arma de fogo e técnicas de sobrevivência policial, voltadas a ampliar a segurança e a eficiência dos guardas em situações de risco.

Outro destaque é a parceria com a Polícia Científica, que ministra a disciplina de Documentoscopia, qualificando os agentes para identificar documentos falsificados – uma demanda cada vez mais presente no dia a dia do trabalho preventivo e investigativo.

As atividades acontecem durante a semana na base da corporação, no bairro Santa Felícia, e incluem aulas teóricas e práticas. Na sexta-feira, os treinamentos foram realizados no estande de tiro, onde os guardas colocaram em prática os conteúdos aprendidos.

"O estágio é uma oportunidade de atualização e aperfeiçoamento constante. Nossa prioridade é garantir que cada guarda esteja preparado para agir com responsabilidade, técnica e segurança. Com as novas disciplinas, ampliamos o leque de conhecimentos, fortalecendo ainda mais a capacidade de resposta da nossa corporação”, afirma o Comandante da Guarda Municipal, Célio Ramos.

Para o secretário de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, Michael Yabuki, a qualificação permanente dos agentes é um compromisso da gestão municipal. “A segurança da população depende de profissionais bem preparados, e esse estágio reforça a  política do prefeito Netto Donato de investir em treinamento, tecnologia e integração com outras forças de segurança. São Carlos ganha uma Guarda cada vez mais eficiente e próxima do cidadão", finaliza Yabuki.

A Guarda Municipal de São Carlos conta neste momento com um efetivo composto por 147 agentes, porém está em andamento um concurso público para completar o quadro previsto de 200 Guardas. A  corporação detém 60 revólveres calibre 38, 50 pistolas Beretta 9 mm, 50 pistolas TH.380, 50 pistolas TS9 9 mm, 02 Fuzis 5.56mm, 02 carabinas CTT.40, 4 espingardas calibre 12 e 25 armas incapacitantes Spark, 32 viaturas e um veículo não tripulável.

Proposta é estreitar relação com a comunidade para melhorar a transparência e otimizar os serviços.

SÃO CARLOS/SP - Na última quinta-feira, 28 de agosto, o presidente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE), Derike Contri, participou de uma reunião no Paço Municipal com representantes das associações de bairros do município.

O encontro teve como objetivo fortalecer o diálogo entre a autarquia e a comunidade, possibilitando que os representantes apresentassem as principais demandas da população em relação aos serviços prestados pelo SAAE. Na ocasião, também foram esclarecidas dúvidas sobre a Taxa de Manejo de Resíduos Sólidos Domiciliares (TMRSD) e sobre o sistema de coleta seletiva e reciclagem.

ESTREITAR RELAÇÕES COM A COMUNIDADE - A iniciativa, promovida pela Prefeitura de São Carlos, reúne mensalmente as associações de bairro para debater temas da administração pública e esclarecer questionamentos. A ação segue determinação do prefeito Netto Donato e atende a um pedido das próprias associações, que reivindicam um canal permanente de diálogo com o poder público. Atualmente, São Carlos conta com 20 associações de bairro em atividade.

“Sempre que o SAAE for convidado a participar de encontros como este, com o propósito de deixar transparente a atividade da autarquia e conhecer as demandas dos moradores, é lógico que estaremos presentes enquanto gestores responsáveis por este retorno, por este dever. Esta é a orientação do prefeito que temos seguido com respeito e rigor”, salientou o presidente da autarquia, Derike Contri.

BRASÍLIA/DF - O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pediu ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para exercer o mandato dos Estados Unidos. No ofício encaminhado a Motta, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) alega que tem realizado "diplomacia parlamentar" no país. Além disso, citou a pandemia de covid-19 como um "precedente claro" de exercício remoto do mandato.

"Não se pode admitir que o que foi assegurado em tempos de crise sanitária deixe de sê-lo em um momento de crise institucional ainda mais profunda\", afirmou Eduardo no ofício, replicado em seu perfil do X (antigo Twitter).

Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o início de 2025. Em março, pediu licença do mandato na Câmara e anunciou que permaneceria no país, onde buscaria "sanções aos violadores dos direitos humanos", em referência ao ministro Alexandre de Moraes, STF, e outras autoridades que se alinham ao magistrado.

Neste mês, Eduardo e Jair Bolsonaro foram indiciados pela Polícia Federal pelos crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo. Segundo a investigação, o filho do ex-presidente estimulou sanções contra o Brasil com o objetivo de constranger o processo em que seu pai é réu por tentativa de golpe de Estado.

Na quarta-feira, 27, Eduardo participou à distância de uma subcomissão da Câmara. A participação ocorreu sem convite formal. Por outro lado, em 7 de agosto, Motta rechaçou a ideia de um "mandato à distância". "Não há previsibilidade para exercício do mandato à distância", disse Motta em entrevista ao portal Metrópoles. "Não há previsão no regimento para isso".

Quatro dias depois, em entrevista à revista Veja, Motta afirmou que não concorda com quem age para impor sanções ao próprio País. "Cada parlamentar tem a sua autonomia e a sua liberdade para agir com aquilo que entende ser importante para representar o seu eleitorado. Eu não posso concordar com a atitude de um parlamentar que está fora do País, trabalhando muitas vezes para que medidas cheguem ao seu País de origem e que tragam danos à economia do País", afirmou o presidente da Câmara.

Um processo de cassação de Eduardo Bolsonaro foi encaminhado ao Conselho de Ética por Motta no dia 15. O presidente da Casa despistou as ameaças do filho do ex-presidente, que afirmou, em mais de uma ocasião, que Motta poderia entrar no radar das sanções se não pautasse um projeto de lei de anistia aos réus dos 8 de Janeiro.

 

 

por Estadao Conteudo

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