SÃO CARLOS/SP - NESTA SEXTA-FEIRA (04/10) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:
RADAR 1 - RUA Miguel Petroni, próximo ao número 4311 (RODOVIA/centro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;
RADAR 2 – Avenida Francisco Pereira Lopes, 520 (shopping/usp) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;
RADAR 3 - Avenida Comendador Alfredo Maffei, 1360 (BAIRRO/centro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.
BRASÍLIA/DF - O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou hoje (3) o projeto Salve Uma Mulher, que consistirá em treinar servidores e empregados públicos para dar suporte a mulheres vítimas de violência. Na primeira etapa do projeto, 476 mil pessoas receberão treinamento.
Desse total, 340 mil são agentes do Ministério da Saúde, 106 mil funcionários dos Correios, 30 mil conselheiros tutelares e 1.722 profissionais do quadro da Defensoria Pública da União. A projeção, porém, é de que, em dez meses, 2 milhões de pessoas passem pela capacitação, já que a expectativa é que abranja profissionais de beleza e de academias esportivas e líderes religiosos. Além da capacitação de funcionários da iniciativa privada através de uma plataforma EaD (estudo a distância), estão previstas as criações de grupos de multiplicadores voluntários e grupos de apoio.
Segundo a ministra titular da pasta, Damares Alves, o ensinamento abrange a identificação de uma situação abusiva, mas não se resume somente a isso. Ou seja, os instrutores também ensinarão a orientar a buscar ajuda das autoridades competentes para garantir sua segurança. Desse modo, os alunos terão condições de informar como se presta uma queixa contra o agressor e como a mulher agredida pode acessar serviços públicos.
"Se perguntar aqui a vocês, sabem o que dizer a uma mulher quando percebem que está machucada? Diriam para procurar antes a delegacia, o promotor, o delegado, o IML [Instituto Médico Legal] ou para ligar para o Ligue 180 [Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência]? As pessoas, às vezes, não sabem o que dizer. É exatamente para isso que vem o programa: ensinar as pessoas sobre como funciona a rede de proteção, para que divulguem e orientem mulheres vítimas de violência", disse Damares Alves.
Segundo a ministra, os instrutores do projeto, ao repassar as informações, também levarão em conta as especificidades de cada local. "A rede é a mesma, mas tem lugar em que não tem delegacia [especializada no atendimento] da mulher. Tem lugar que não tem a Defensoria Pública. Então, o treinamento vai ser dado obedecendo a especificidade de cada cidade ou região".
Uma questão social
Também presente no evento de lançamento, a atriz e modelo Luiza Brunet argumentou que a mobilização de combate à violência de gênero deve partir de todos. "É muito importante que a vítima faça a denúncia contra seu agressor", disse a artista, que sofreu agressões em 2016. "A violência contra mulher deixou de ser um problema de foro íntimo e passou a ser de toda a sociedade."
A ministra elogiou a coragem da atriz, de tornar pública a sua experiência, para que pudesse mostrar que a violência de gênero vitima mulheres de todos os perfis socioeconômicos e étnico-raciais. "Ou vocês acham que mulheres lindas, da alta sociedade, não apanham?", disse Damares.
Conforme mostra o Atlas da Violência deste ano, a taxa de homicídio de mulheres cresceu acima da média nacional em 2017. Feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o levantamento indica que a taxa geral de homicídios no país aumentou 4,2% na comparação com o ano anterior, 2016. A taxa que conta apenas as mortes de mulheres, por sua vez, cresceu 5,4%.
Os pesquisadores também destacam que, em 28,5% dos homicídios de mulheres, as mortes foram dentro de casa, o que relacionam a possíveis casos de feminicídio e violência doméstica. Entre 2012 e 2017, a taxa de homicídios de mulheres fora da residência caiu 3,3%, enquanto a dos crimes cometidos dentro das residências aumentou 17,1%. Já entre 2007 e 2017, sobressai-se a taxa de homicídios de mulheres por arma de fogo dentro das residências, que teve alta de 29,8%.
De acordo com o 13ª Anuário Brasileiro de Segurança Pública, registrou-se, no ano passado, o mais alto índice violência sexual desde 2007, quando se iniciou a avaliação do volume de ocorrências. Ao todo, foram 66 mil vítimas de estupro, sendo que a maioria delas (53,8%) eram meninas de até 13 anos de idade.
*Por Letycia Bond - Repórter da Agência Brasil
SÃO CARLOS/SP - Na manhã desta Quinta-feira (03), a equipe de Reportagem da Rádio Sanca foi acionada por moradores da Rua Papa João XXlll, Cruzamento com a Coriolano José Gilbertoni, no Bairro Jardim Paulista, em frente ao estacionamento da empresa Eletrolux, devido a grande quantidade de buracos.
Segundo os moradores, o fluxo de veículos em horário de pico é intenso, e a grande quantidade de buracos tem causado transtornos. Segundo uma moradora, sua lixeira já foi arrancada duas vezes e o portão está cheio de marcas de pedras que acabam sendo lançadas quando os veículos passam.
Já ligamos diversas vezes na secretaria de serviços públicos, e há um tempo atrás vieram, porém só fizeram metade da rua, e foram embora.
A nossa equipe contou em apenas meio quarteirão são mais de 20 buracos grandes e profundos. Já um outro morador disse: "Precisamos urgentemente do tapa-buracos, mas na minha opinião só o recapeamento irá resolver" afirmou.
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Maicon Ernesto
Praça dos Universitários esteve em festa
SÃO CARLOS/SP - Por iniciativa da diretoria do IFSC/USP, foi inaugurada no dia 02 do corrente mês, na Praça dos Universitários, em São Carlos, frente à entrada do Campus USP, na Rua Miguel Petroni, uma réplica ampliada da “Tabela Periódica”, em comemoração ao “Ano Internacional da Tabela Peródica - 2019”.
A inauguração da Tabela contou com representantes do IQSC, da Diretoria Regional de Ensino de São Carlos, da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão, de alunos do CEJA e da Escola Prof. Sebastião de Oliveira Rocha.
Para a Profª Marília Faustino da Silva, que representou a dirigente da Diretoria Regional de Ensino de São Carlos, Profª Débora Gonzalez Costa Blanco, o evento foi bastante importante na medida em que mostra não só para os jovens alunos, como para a população em geral, como os elementos químicos estão presentes no cotidiano das pessoas, em seu redor. “É uma forma de divulgar a ciência de uma forma simples e é mais um instrumento colocado ao dispor da comunidade para entender melhor tudo o que se passa à nossa volta. Esta é mais uma ação do IFSC/USP em parceria com Diretoria Regional de Ensino de São Carlos, com resultados muito bons, até porque atinge diretamente as nossas escolas e os nossos jovens alunos”, comenta Marília.
Para o Prof. Euclydes Marega Junior, docente e pesquisador do IFSC/USP,na perspectiva do “Ano Internacional da Tabela Periódica”, este evento é bastante importante, atendendo a que a Tabela Periódica foi a primeira forma que a ciência mundial teve para organizar os elementos que compõem a vida. “Do ponto de vista científico, a Tabela Periódica mantém sua importância fundamental para se compreender tudo o que está em nosso redor. A Tabela Periódica foi a “ignição” para o início e compreensão de todas as pesquisas que se fizeram ao longo das décadas.
“Uma forma de mostrarmos as fórmulas da vida em todos os seus sentidos, uma maneira de cativarmos os alunos e a comunidade a entender melhor tudo aquilo que se encontra em seu redor”, destacou o Prof. Vanderlei Bagnato (IFSC/USP), promotor e organizador do evento, que se mostrou muito satisfeito pela presença dos convidados para o evento, com especial destaque para as dezenas de alunos que participaram do momento.
“É bom ver que os jovens alunos se engajam neste tipo de evento. É bom contar com eles, pois tudo isto é dedicado a eles e à comunidade”;
A Assembleia Geral das Nações Unidas, em 20 de dezembro de 2017,durante sua 74ª Reunião Plenária, proclamou o ano de 2019 como o Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos (International Year of the Periodic Table of Chemical Elements –IYPT 2019). Com base nessa Decisão (202 EX/Decision 43), o IYPT-2019 foi aprovado pela Conferência Geral da UNESCO em sua 39ª Sessão (39 C/Decision 60).
O ano de 1869 é considerado o ano da descoberta do Sistema Periódico pelo cientista russo Dmitri Mendeleev. O IYPT-2019 também comemora os 150 anos do estabelecimento da Tabela Periódica dos Elementos Químicos. O Ano Internacional visa reconhecer a importância da Tabela Periódica como uma das conquistas mais importantes e influentes da ciência moderna, que reflete a essência não apenas da química, mas também da física, da biologia e de outras áreas das ciências puras.
O IYPT-2019 é uma oportunidade para se refletir sobre os muitos aspectos da Tabela Periódica, incluindo sua história, o papel das mulheres na pesquisa científica, as tendências e as perspectivas mundiais sobre a ciência para o desenvolvimento sustentável, além dos impactos sociais e econômicos dessa área.
*Por: Rui Sintra
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