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Henrique

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Projeto de extensão vai muito além do carro, buscando formação em aspectos diversificados

 

SÃO CARLOS/SP - O Baja UFSCar - projeto de extensão da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que projeta e constrói veículos off-road para competições - está completando 10 anos de atividades ininterruptas e, neste marco da sua história, destacam-se como diferenciais a interdisciplinaridade da equipe, a busca pela inclusão - especialmente de mais mulheres - e, também, o envolvimento com todas as etapas de concretização de cada veículo, desde o projeto até a sua chegada às competições. Na Universidade, uma primeira equipe de Baja foi montada em 1994, por iniciativa de estudantes do curso de Engenharia de Materiais, mas o trabalho foi interrompido e, desde 2009, retomado pelo curso de Engenharia Mecânica, que naquele ano recebeu a sua primeira turma de estudantes. Atualmente, a equipe é composta por 45 estudantes, de todos os cursos de Engenharia do Campus São Carlos (exceto Civil) e, também, do curso de Ciências Biológicas. A coordenação do projeto de extensão é de Leonildo Bernardo Pivotto, Técnico em Mecânica do Departamento de Engenharia Mecânica (DEMec).
As atividades do Baja são, em grande medida, norteadas pelas competições da SAE (Sociedade de Engenharia Automotiva), instituição internacional que define o regulamento das provas, destinadas a equipes estudantis. Depois de algumas dificuldades em 2016, a equipe da UFSCar retomou seu desenvolvimento e, na última Etapa Sudeste da competição Baja SAE Brasil, conquistou a 22ª colocação, com o carro apelidado de Moisés. Agora, o grupo trabalha no próximo veículo, o M8. "Consideramos o Moisés uma referência para o futuro, todo o processo de projeto e execução foi registrado, e agora seguimos com o M8, que começaremos a construir nas próximas semanas, a partir do projeto que já está finalizado. A próxima competição é a Etapa Nacional, que vemos como mais um passo importante para a meta futura de ficarmos entre as 10 melhores equipes", conta João Victor Teixeira, estudante de Engenharia Mecânica e atual Capitão do Baja UFSCar. "O objetivo do Baja é a formação das pessoas em vários sentidos, além da parte técnica, e, por isso, um diferencial importante é que, desde 2015, passamos a contar com estudantes de outros cursos além das engenharias. Essa diversidade de visões é fundamental, inclusive para a nossa vida profissional futura, em que nos relacionaremos com essa diversidade", complementa.
Bruna Gobi, estudante de Engenharia de Produção e Diretora Administrativa do Baja, também fala do aprendizado que resulta do envolvimento no projeto. "Muitas vezes a gente aprende na prática o que só vai ver no curso de graduação muito mais para a frente, ou até mesmo que nem veria. Os desafios e as necessidades práticas nos levam a buscar o conhecimento, procurar os professores", avalia. "Quem olha de fora muitas vezes só vê o resultado final, que é o carro. Mas eu vejo principalmente o desenvolvimento dos estudantes, na parte técnica, mas também para o trabalho em equipe e, principalmente, para a resolução de problemas em situações de crise, como é o caso das competições, em que eventuais problemas precisam ser identificados e resolvidos na hora", complementa o coordenador do projeto de extensão. Pivotto também destaca as contribuições para a própria graduação e os departamentos, já que as oficinas precisam se adequar a demandas diferentes, a experiência no projeto acaba levando novas questões para a sala de aula e, também, laços de confiança se fortalecem entre todas as pessoas envolvidas.
O Baja UFSCar recebe apoio da Universidade para a inscrição nas competições e, também, na oferta de infraestrutura, como espaço físico e uso das oficinas e seus equipamentos. Além disso, a equipe conta com patrocinadores e, também, com a modalidade de Sócio Baja UFSCar, pessoas físicas que podem contribuir mensalmente com valores que começam em R$ 9. A associação pode ser feita no site do Baja (www.baja.ufscar.br), onde há mais informações sobre o projeto. O cotidiano da equipe pode ser acompanhado no Facebook (www.facebook.com/BajaUfscar/).
Para os próximos 10 anos, João Victor Teixeira vê como metas tornar a equipe cada vez mais interdisciplinar e, principalmente, crescer mantendo os seus diferenciais, dentre os quais destaca o fato de fabricarem as suas próprias peças. "Outra equipes projetam e mandam construir. A gente não, fazemos tudo aqui, e disso resulta um grande aprendizado, sobre aquilo que pode e o que não pode ser fabricado, por exemplo", explica. "O financiamento sem dúvida é um desafio, nosso carro é dos mais baratos, o que interfere nos resultados", complementa Bruna Gobi, destacando que a ampliação do número de mulheres é outra meta no horizonte. "Nós já somos um terço, somos uma das equipes com mais mulheres, mas queremos ampliar essa participação. Nós conversamos com as meninas de outras equipes, sobre as dificuldades de inserção nesse ambiente, que é predominantemente masculino, e queremos falar cada vez mais sobre isso", conclui.

MUNDO - A Warner Bros. divulgou o primeiro trailer completo de Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa.

Além de Margot Robbie no papel de Arlequina, Jurnee Smollett-Bell será a Canário Negro, Mary Elizabeth Winstead interpreta a Caçadora e Rosie Perez será Renee Montoya. Ewan McGregor, por sua vez, será o vilão Máscara Negra, sádico comandante do crime em Gotham. Especula-se que Chris Messina, de Objetos Cortantes, esteja em negociações para interpretar o vilão Victor Zsasz, um dos membros do bando do Máscara Negra.

Aves de Rapina estreia em 6 de fevereiro de 2020.

*Por: MARIANA CANHISARES/OMELETE.com

https://youtu.be/M2LMRXkAZSY

SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal realiza nesta sexta-feira (4) às 19h30 no Edifício Euclides da Cunha (foto), a primeira sessão solene em comemoração ao Dia do Protetor de Animais, instituído pela lei municipal 19.103, de 2019, de autoria da vereadora Laíde Simões (MDB). Na oportunidade, serão prestadas homenagens à Sônia Regina Biaggio Rocha, “Protetora de Animais do Ano” e a Enio Malaquini, “Protetor de Animais Homenageado do Ano”.

A inclusão da data comemorativa no calendário oficial do município visa conscientizar a população sobre a importância das ações realizadas pelos protetores de animais que contribuem efetivamente na melhoria da saúde pública e na promoção dos direitos dos animais.

Os escolhidos para receber as honrarias de protetores dos animais do ano são pessoas com trabalho voluntário reconhecido nessa área em São Carlos.

Sonia Regina Biaggio Rocha, é professora no Departamento de Química da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e presidente da Arca de São Francisco (ASF), ONG  que, com sua colaboração ,começou a atuar na cidade no ano de 2001 e  já ultrapassou o número de 40 mil animais castrados desde sua fundação. Sonia se destacou também pela  criação da comissão de proteção aos animais no campus da UFSCar.

Ênio Malaquini, são-carlense de 82 anos trabalhou em indústrias locais e na Polícia Rodoviária e, no final dos anos 1960, já se dedicava a ajudar com comida e cuidados animais abandonados que via pelas ruas. Quando em viagens a trabalho, passou a recolher animais com seu veiculo e abrigar em sua casa. Investiu recursos próprios para melhorar as condições de atender um número crescente de animais necessitados. Enio chegou a atuar como delegado da UIPA-SP. Atualmente preside uma entidade de proteção aos animais – a PROTEGE - montada para auxiliar na sua busca por ajudas pontuais que consegue receber.

SÃO PAULO/SP - Antes mesmo de estrear, “Coringa” já estava causando algumas polêmicas, e, por tratar de assuntos fortes e importantes, toda a discussão em volta do filme talvez seja sim necessária. Mas a criação do diretor Todd Phillips vai muito além disso.

Criando uma ambientação digna da Hollywood dos anos 80, a atmosfera pesada e intensa de Gotham City nem precisa da trama doente do personagem para passar a mensagem do filme. A fotografia tem um filtro que dá a intensidade e um quê de suburbano, propositalmente colocado para reforçar a ideia de que o Coringa é alguém à margem da sociedade.

Mas engana-se quem pensa que os atos do protagonista são justificados por essa marginalização. A construção do personagem foi feita justamente para que ele não seja alguém com quem o público possa se identificar. O Coringa é uma pessoa doente, não um homem que sofre com a sociedade e por isso tem atitudes extremas. Importante ressaltar o trabalho feito nessa âmbito, para não gerar maiores debates e polêmicas.

Mas o destaque principal é de Joaquin Phoenix, que com maestria mostrou a evolução do personagem, desde um homem que buscava se tratar e viver normalmente, até o ponto em que abraça sua loucura, sua doença, e assume o codinome de Coringa. Não é algo brusco, vai acontecendo ao longo do filme, e é nítida a transformação do ator para o papel.

A estética de “Coringa” não é mais agradável do que o próprio personagem em alguns momentos, já que foi pensado para causar estranheza, repulsa e nojo. Mais um fato bem pensado para distanciar o filme da realidade, e evitar associações.

Esse novo Coringa chega para revolucionar não apenas a história do personagem, mas o gênero todo. O filme estreia nesta quinta-feira (3) aqui no Brasil.

*Por: Gabriela Orsini/METROPOLITANA

Confira o trailer:

https://youtu.be/jfVTJm9NilA

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