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Henrique

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SÃO CARLOS/SP - NESTA QUINTA-FEIRA (03/10) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - Rua Joaquim Rodrigues Bravo (CENTRO/bairro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 kM/H;

RADAR 2 - RUA Miguel Petroni (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - Avenida Bruno Ruggiero Filho  (SHOPPING/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H

BRASÍLIA/DF - O Plenário do Senado concluiu a votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera as regras da Previdência no país. Às 15h42, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP) proclamou a rejeição do último destaque, do partido Rede, por 52 votos a 20, e encerrou a sessão.

O Senado ainda precisa aprovar a PEC em segundo turno para que a reforma da Previdência possa ser promulgada. Ontem (1º), Alcolumbre tinha dito que pretende concluir a votação em segundo turno até o próximo dia 10. No entanto, governadores insatisfeitos com a regulamentação da partilha do excedente da cessão onerosa querem adiar a votação para o dia 15.

O destaque da Rede buscava suprimir a idade mínima para aposentadoria especial para profissões com exposição a agentes nocivos à saúde. Em dois dias de sessão, o único destaque aprovado foi o que retirou a restrição do abono salarial apenas para quem ganha até R$ 1.364,63.

Com a derrota, o abono salarial continuará a ser pago aos trabalhadores - com carteira assinada há pelo menos cinco anos - que recebem até dois salários mínimos. A restrição do pagamento do abono salarial geraria economia de R$ 76,2 bilhões ao governo nos próximos dez anos, segundo o Ministério da Economia.

O governo precisava de 49 votos para derrubar o destaque apresentado pelo Cidadania e manter a restrição ao abono salarial, que constava do texto aprovado pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, mas teve sete votos a menos que o necessário. O destaque obteve 42 votos sim (que manteria o texto da Câmara) e 30 votos não (que retiraria o ponto da reforma), mas a maioria foi insuficiente para manter a restrição.

Retomada

O Senado retomou, no início desta tarde, a votação dos destaques à proposta de reforma da Previdência. Além do destaque da Rede, dois foram rejeitados.

O primeiro, do PDT, queria alterar a proposta de idade mínima para mulheres que, na PEC, passa a ser de 62 anos. O partido queria manter o critério atual, de 60 anos de idade. A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet (MDB-MS), e a senadora Eliziane Gama (Cidadania -MA), foram a favor da rejeição argumentando que a medida seja debatida na PEC Paralela, já em debate no Senado.

Outro destaque derrotado foi apresentado pelo PT. A proposta alteraria a fórmula de cálculo de pensão por morte.

Destaques retirados

Dos seis destaques que seriam submetidos ao plenário do Senado nesta quarta-feira (2), três foram retirados. O primeiro, do Pros, pretendia modificar a aposentadoria especial para os trabalhadores expostos a agentes nocivos à saúde, mantendo a aposentadoria sem idade mínima. A emenda, se aprovada, diminuiria a economia prevista com a reforma em R$ 57,6 bilhões.

O segundo destaque retirado foi do MDB que regulava o pagamento de contribuição previdenciária de pensões de anistiados políticos.

O Podemos também voltou atrás na proposta que queria aliviar uma das regras de transição para servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada, retirando o pedágio de 100% – que dobra o tempo de contribuição restante – para quem está sob a regra que combina idade mínima de 57 anos (mulher) e 60 anos (homem) mais o pedágio. Pelo acordo construído com o líder do governo na Casa, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), a proposta será discutida com a equipe econômica e voltará por meio de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) autônoma.

 

*Por Wellton Máximo e Karine Melo – Repórteres da Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito comunica que nesta quinta-feira, dia 3 de outubro, a partir das 6h, vai interditar trecho da rua Paulino Botelho de Abreu Sampaio compreendido entre a rua XV de Novembro e Avenida Dr. Carlos Botelho (trecho entre a Maternidade Dona Francisca Cintra Silva e a Santa Casa), inclusive com interdição de estacionamento.

A interdição é necessária para que a equipe da Secretaria de Serviços Públicos efetue o corte de uma árvore condenada e com risco de queda. O laudo foi feito pela Secretaria de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação.

Nova ferramenta é capaz de medir a função física dos pacientes mesmo a distância

 

SÃO CARLOS/SP - O doutorando do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Lucas Ogura Dantas recebeu prêmio concedido pelo Tufts Medical Center e pelo National Institute of Health (NIH), nos Estados Unidos. O pesquisador desenvolveu um aplicativo de celular que facilita e potencializa a coleta de dados para ensaios clínicos, ao reunir informações subjetivas e testes objetivos da função articular de pacientes que sofrem com artrose. O projeto foi realizado na Divisão de Reumatologia do Tufts Medical Center, onde Dantas faz parte do seu doutorado.

[caption id="attachment_29481" align="alignleft" width="266"] Imagem: Divulgação[/caption]

A osteoartrite (artrose) de joelho afeta 230 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma das principais doenças debilitantes do século XXI. A doença se caracteriza pelo desgaste da cartilagem articular e por alterações ósseas e, de acordo com o pesquisador, ainda não tem cura. O tratamento é feito a partir da combinação de fármacos, exercícios físicos e mudanças no estilo de vida.
Atualmente, muitos estudos são desenvolvidos com o objetivo de compreender o mecanismo da doença, novas formas de tratamento e manejo dos pacientes que enfrentam o problema. Como explica Dantas, nos ensaios clínicos realizados durante as pesquisas normalmente são feitas apenas de duas a quatro avaliações - uma antes do período de intervenção, uma após a intervenção e as outras para acompanhamento do paciente. "Esse processo avaliativo não reflete, de fato, como o paciente se sente no dia a dia", defende Dantas. Porém, agora, segundo ele, com o aplicativo desenvolvido será possível coletar informações sobre o paciente de modo mais integral.
Dantas destaca que o principal benefício do aplicativo é a possibilidade de monitorar a flutuação dos sintomas dos pacientes e correlacioná-la com as medidas de interesse do estudo que está sendo feito. "Com o uso dos nossos algoritmos podemos determinar quantas vezes ao dia o paciente deve fazer determinado teste ou responder determinado questionário. Além disso, utilizando os sensores embutidos nos celulares coletamos uma alta quantidade de dados antes nunca coletada nos testes de função física. Isso enriquece muito os estudos e as tomadas de decisão clínica, por exemplo", garante. A partir do aplicativo é possível realizar toda a coleta de dados de forma remota e segura.
A tecnologia está em fase de validação no Tufts Medical Center. Já foram realizados testes pilotos bem-sucedidos e, atualmente, o projeto se encontra em fase de validação para pacientes com  osteoartrite do joelho. Inicialmente, o aplicativo foi desenvolvido para a plataforma iOS, mas ainda não está disponível. A expectativa é que, depois de validado, o aplicativo seja também adaptado para a plataforma Android e liberado para uso dos pesquisadores interessados. Além disso, espera-se que a ferramenta possa ser utilizada em ensaios clínicos de outras doenças crônicas e reumatológicas em que há dor e perda da função física, como artrite reumatoide, lúpus, gota, espondilite anquilosante etc.
O pesquisador destaca que o projeto "teve o apoio de grande parte da equipe de cientistas do centro médico [Tufts], por apresentar uma ideia inovadora e de alto impacto para a área". Além disso, ele contou com o trabalho do irmão, André Ogura Dantas, atual desenvolvedor de software, e que o ajudou a codificar os algoritmos e a produzir as interfaces para o celular. Atualmente, Dantas recebe bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e realiza seu doutorado, na modalidade sanduíche, na Divisão de Reumatologia do Tufts Medical Center, coordenado por Timothy McAnlindon. A orientadora do estudo no Brasil é a professora Tânia Salvini, do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar.

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