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Henrique

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Na foto, do acervo da família Zerbetto e tirada por Porceno Marino, aparece o prédio onde hoje é o sindicato

 

SÃO CARLOS/SP - O Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e região (Sincomercio) ganhou, na recepção de sua sede na rua Riachuelo, 130, um mural reproduzindo uma foto da parte alta da Rua General Osório na década de 1950. Nele aparece, em uma perspectiva que deve ser do alto da torre da Igreja São Benedito, o prédio onde hoje é o sindicato, além de todo o entorno.

Segundo o presidente do Sincomercio, Paulo Roberto Gullo, a proposta era apresentar uma foto diferente das já tão divulgadas do comércio de antigamente.

“A imagem foi garimpada. Queríamos uma foto autêntica e que nos identificasse como entidade envolvida com o comércio de São Carlos desde 1945 e instalada nesse endereço desde 1986”.

Foi ai que entraram alguns personagens decisivos, o senhor Fernando Antonio Zerbetto e seu filho José Antonio Zerbetto. “Foi do acervo da família Zerbetto que se revelou esta raridade. Uma reprodução em papel fotográfico brilhante no formato 17 x 23cm era tudo que tínhamos. José João, o Alemão, foi quem confirmou a data e a autoria da foto para Porceno Marino. Daí a transformá-la em um adesivo de 2,30 por 3,20m foi um trabalho que envolveu tecnologia, investimento e paciência”, contou Paulo Gullo.

O mural ainda traz a logomarca do Sincomercio e uma frase de José Antonio Zerbetto, que bem define a proposta do projeto: 

“A fotografia deste mural retrata o momento passado e resgata no presente recordações e memórias de cenas e fatos que marcaram uma época, dignificando, através da história a memória do comércio e do povo são-carlense, pois sem memória não somos dignos de história” (J.A.Zerbetto).

O mural pode ser visitado durante o horário de funcionamento do Sincomercio, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na Rua Riachuelo, 130, onde também funcionam o Posto Regional Oficial da Junta Comercial do Estado de São Paulo e, em parceria com o Sescon SP, o serviço de Certificado Digital Serasa Experian.

“Queremos que cada um que entre em nossa casa, a partir de agora, leve um pouco dessa memória para suas vidas. Um projeto lindo que estamos muito felizes em compartilhar”, finalizou o presidente Paulo Gullo. 

SÃO PAULO/SP - Informações pessoais de 92 milhões de brasileiros foram hackeadas e estão à venda na internet, segundo reportou o site especializado Beeping Computer.

Dados como nome, endereço, sexo, data de nascimento e número de CPF de brasileiros são vendidos em diversos canais na deep web –zona da internet que não pode ser acessada por meio de mecanismos de busca comuns, como o Google. Compilados de informações individuais de uma pessoa em específico são vendidos por US$ 150. Bancos de dados que compilam informações de 1 grande número de pessoas começaram a ser leiloados pelo preço inicial de US$ 16 mil.

O Beeping Computer relatou que o vendedor das informações, registrado como X4Crow, também anunciou 1 serviço de pesquisas voltado ao Brasil, no qual detalhes sobre 1 indivíduo podem ser descobertos a partir de dados iniciais mínimos. O acesso aos canais de venda é restrito, sendo necessário 1 convite ou o pagamento de uma taxa para inscrição.

De onde vieram os dados?

A suspeita é que os dados sejam referentes a registros de empresas. De acordo com estimativas do IBGE, cerca de 93 milhões de pessoas estão empregadas no país, número correspondente ao volume de informações anunciadas pelo suposto hacker.

O especialista em tecnologia Arthur Igreja, professor da Fundação Getúlio Vargas, explica que a Polícia Federal é referência em rastreamento digital, mas ainda é muito difícil ter acesso à origem desse vazamento. Segundo Igreja, as informações podem ter sido obtidas a partir da invasão da base de dados de algum órgão governamental ou por uma técnica conhecida como crawling, na qual 1 algoritmo analisa o código de 1 site em busca de dados para, depois, classificá-los.

Para o especialista, o arquivamento de informações em 1 sistema como o Blockchain –tecnologia que distribui informações descentralizadas como medida de segurança– permitiria uma maior rastreabilidade dos dados, garantindo transparência total das suas movimentações. Esse sistema, no entanto, é oneroso. “Sua manutenção custa mais caro que as estruturas utilizadas para fazer banco de dados“, diz.

Proteção de Dados

O mecanismo mais recente para a garantia da segurança das informações das pessoas no Brasil é a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), lei nº 13.709/2018, que estabelece diretrizes para a proteção dos dados pessoais dos cidadãos. Sancionada por Michel Temer em 2018, a lei exige que todas as empresas, públicas e privadas, disponham de mecanismos para análise do uso de dados pelas pessoas. As empresas que não cumprirem as determinações da LGPD estarão sujeitas a uma multa de até 2% do seu faturamento no ano anterior ou até R$ 50 milhões por infração. A LGPD entrará em vigor em agosto de 2020.

O professor afirma que o vazamento de dados reforça a importância de mecanismos como a Lei Geral de Proteção de Dados no sentido de garantir a responsabilização das empresas que tratam essas informações. “Hoje, elas praticamente não são punidas por vazamento de dados. Assim como Receita Federal foi importante para profissionalizar as empresas do ponto de vista fiscal, o mesmo vai acontecer agora com a posse dos dados.”

Similar à Regulamentação Geral de Proteção de Dados europeia, que entrou em vigor em 2018, a LGPD determina que as empresas solicitem autorização para o uso de informações pessoais nos seus serviços. Entre as obrigações existentes para o tratamento dos dados estão a garantia da segurança das informações e a notificação do indivíduo em caso de um incidente de segurança. Os dados deverão ser excluídos quando solicitado pelo titular ou quando o seu uso para aquele determinado serviço for atingido. A exceção do consentimento será a do uso das informações pelo Estado para o cumprimento de obrigação legal.

 

*Por: Stephanie de Oliveira / PODER 360

SÃO CARLOS/SP - No último dia 09 de outubro, o Promotor de Justiça Dr. Marcelo Buffulin Mizuno, denunciou a 2ª Vara Criminal, a Senhora Carla Maria Campos, por injúria racial.

Carla Campos é acusada de proferir palavras racistas a duas funcionárias da Secretaria Municipal de Deficiência e Mobilidade Reduzida, como “você termina seu trabalho e vai ficar no quartinho, pois o lugar de gente preta é lá” e “até você chegar, nós éramos unidos, agora tudo está com uma nuvem preta”.

Assim sendo, Dr. Mizzuno fez a denúncia enquadrando Carla Campos no artigo 140, § 3º, c.c. artigo 69, ambos do Código Penal. Foram arroladas ainda como testemunha 08 pessoas sendo entre elas as vítimas e o secretário municipal.

O prefeito Airton Garcia (PSB), havia exonerado Carla Campos do cargo de chefe de gabinete da referida secretaria pelo anseio popular e pela repercussão que ganhou o caso, mas a amizade falou mais alto e o prefeito voltou a nomear sua amiga pessoal, porém em outra função na administração, agora como diretora de Departamento de Patrimônio Cultural da Fundação Pró-Memória, um cargo de extrema relevância na fundação e técnico, o que parece não importar para Airton que mostra desdém pela Fundação Pró Memória, uma vez que já é a segunda pessoa sem formação específica nomeada lá.

Vamos aguardar, pois mais capítulos acontecerão neste caso....

Art. 140, § 3 do Código Penal - Decreto Lei 2848/40

Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:

  • 3o Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência: (Redação dada pela Lei nº 10.741, de 2003)

Pena - reclusão de um a três anos e multa. (Incluído pela Lei nº 9.459, de 1997)

SÃO CARLOS/SP - A Polícia Militar prendeu uma mulher acusada de vender drogas no bairro Santa Angelina, em São Carlos. A prisão ocorreu ontem, 14.

De acordo com informações, os Policiais realizavam o trabalho de patrulhamento, quando na Avenida Gildeney Carreri, cruzamento com a Rua Isidoro Fructuoso, avistaram uma mulher sentada, porém ao ver a viatura aparentou ficar nervosa com a presença dos PMs, onde ela se levantou e colocou uma sacola dentro do shorts.

Os PMs abordaram a mulher e na sacola que havia colocado dentro do calção foi encontrado 09 porções de maconha, 02 pinos de cocaína e dinheiro. Ao ser questionada a jovem disse que um homem havia deixado a sacola com ela.

Diante da situação, os PMs Tenente Stradiotto, Cabo Luchetti e Soldado Cristiane, conduziram  F.R.Z, de 26 anos à DISE, onde ficou à disposição do delegado.

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