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Trabalho do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais foi apresentado na Coreia do Sul
SÃO CARLOS/SP - Um trabalho desenvolvido no Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) - sediado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) - recebeu o Prêmio Inovação 2018 da Nano-Micro Conference (Nano-Micro Conference Innovation Award 2018), evento realizado de 17 a 20 de dezembro na Coreia do Sul. A pesquisa premiada trabalha com a modelagem das diferentes morfologias (formas) que os materiais podem apresentar, visando a compreensão da influência das variáveis presentes no processo de síntese de um determinado material sobre a sua morfologia e, assim, sobre as propriedades desse material.
O trabalho apresentado na Conferência - intitulado "Modulation by modelling of the morphology of (nano) micromaterials" (Modulação por modelagem da morfologia de (nano) micromateriais) - está vinculado à pesquisa de doutorado de Amanda Fernandes Gouveia, realizada no Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) da UFSCar, com estágio sanduíche na universidade espanhola Jaume I. O evento reúne especialistas reconhecidos internacionalmente - pesquisadores, executivos e outros líderes de projetos na área em todo o mundo - para discutir novos desenvolvimentos e pesquisas de fronteira no campo multidisciplinar da Nano-Micro Ciência e Engenharia, e Gouveia foi a única pessoa brasileira a participar desta edição.
A apresentação feita na Coreia do Sul tem autoria também de Elson Longo da Silva - docente da UFSCar que orientou a tese de doutorado e é o Coordenador do CDMF - e Juan Andrés Bort - orientador de Gouveia na Espanha. Ela está vinculada a pesquisa que avaliou dois materiais - tungstato de prata e tungstato de zinco - e a influência da adição de reagentes (surfactantes), no primeiro caso, e da utilização de diferentes temperaturas, no segundo, sobre as propriedades fotocatalíticas (de aceleração de uma reação na presença de luz) desses materiais. Amanda Gouveia explica que, no caso do tungstato de zinco, por exemplo, as amostras obtidas em diferentes temperaturas apresentavam diferentes atividades fotocatalíticas, apesar de terem as mesmas características - exceto no que diz respeito às suas superfícies. "Experimentalmente, não era possível descrever essas superfícies, dizer quais átomos, quais clusters estavam presentes. A modelagem tornou possível essa descrição, relacionando assim as diferentes temperaturas e as superfícies resultantes à atividade catalítica encontrada", acrescenta a pesquisadora.
A estratégia desenvolvida pode ser aplicada em outros casos, favorecendo a síntese de outros materiais com determinadas propriedades desejadas em processos versáteis e de baixo custo. "Desenvolvemos uma estratégia de modelagem química 3D programável para modulação de morfologia baseada na construção de Wulff. Esta nova estratégia não só dissocia o grau de complexidade da forma dos custos de produção e do tempo, mas também permite um processo versátil, de baixo custo e escalável para modelagem 3D de diversos materiais, o que poderia levar a novas funções e aplicações de materiais", explica Gouveia.
A pesquisadora usa a metáfora de um bolo - com cobertura - para explicar o contexto de desenvolvimento do trabalho. De um lado, temos a receita, que nos diz como o bolo deve, idealmente, ser feito. No entanto, no momento de prepará-lo, teremos ovos maiores ou menores, variações de temperatura entre fornos e, especificamente em relação à disputada cobertura, poderemos ter pedaços com mais ou menos chocolate, dentre outras variações. O objetivo da pesquisa pode ser comparado, assim, a uma estratégia para aproximar o bolo real daquele idealizado na receita, fofo, úmido e com uma superfície que resulte em uma melhor distribuição da cobertura! Voltando à realidade, a "receita" seria a morfologia ideal de um determinado material, e os diferentes bolos resultantes são comparáveis às amostras obtidas, com diferentes morfologias - dependendo das variáveis presentes no momento da síntese, como a adição do surfactante ou as diferentes temperaturas empregadas - e, assim, com maior ou menor ação fotocatalítica. A estratégia de modelagem desenvolvida no CDMF, por sua vez, contribui para o desenvolvimento de processos de síntese que resultem na morfologia e nas propriedades desejadas.
Atualmente, Amanda Gouveia desenvolve estágio de pós-doutorado na Universidade Estadual do Piauí (Uespi), no âmbito do CDMF. O CDMF é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O Centro também recebe investimento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), para o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN). Mais informações em cdmf.org.br.
Vereador vem lutando há anos pela concretização da obra
SÃO CARLOS/SP - O vereador Lucão Fernandes (MDB), presidente da Câmara Municipal, participou nesta segunda-feira (21) na Prefeitura da assinatura da Ordem de Serviço para a construção de um campo de futebol no bairro Santa Felícia. Os recursos para a obra foram destinados pelo deputado federal Jefferson Campos (PSB), após solicitação do vereador.
Lucão explicou que o campo é um sonho antigo, pois desde 2013 luta pela concretização da obra, quando entrou em contato e solicitou recursos ao deputado Jefferson Campos, que disponibilizou R$ 500 mil em 2014. No entanto, o recurso foi perdido, pois nessa época a Prefeitura estava com inadimplências.
“Quando o recurso foi perdido, eu não deixei que o sonho da construção do campo se perdesse também. Nós voltamos para Sorocaba para conversar novamente com o deputado Jefferson Campos, mostrando a importância do investimento na área esportiva, e mais uma vez ele destinou a verba”, contou Lucão.
INVESTIMENTO - Ao todo, foi liberado para a viabilização da obra o montante de R$ 417.143,03, tendo como contrapartida da Prefeitura o valor de R$ 187.366,46.
“Houve alguns percalços na nova destinação e quase perdemos o recurso novamente. Mas com o empenho do secretário municipal de Obras Públicas, Reginaldo Peronti, do secretário de Esportes e Lazer, Edson Ferraz, e também do prefeito Airton Garcia em ceder a contrapartida, conseguimos que o valor fosse liberado”, afirmou o vereador.
O campo localiza-se entre as ruas Francisco Possa e Cândido de Arruda Botelho, na altura da rua Rachid K. Fakouri, próximo aos bairros Santa Angelina e São Carlos 3. A obra deve ser iniciada em fevereiro e também contará com vestiários, sendo totalmente cercada.
PROJETOS FUTUROS – O campo de futebol faz parte de um projeto maior para uma área de lazer que irá contemplar futuramente academia ao ar livre, brinquedos para crianças (playground), pistas para ciclismo e para caminhada, além da iluminação de todo o espaço. Para tanto, Lucão já vem lutando pelos recursos, tendo solicitado ao deputado Campos mais R$ 650 mil para que o projeto possa ser concluído.
O vereador destacou a importância do esporte e do lazer para a qualidade de vida das pessoas e relembrou que há mais de 40 anos não era construído um campo de futebol na cidade. “Aquele espaço que até o momento estava servindo de depósito de entulho e descarte irregular de materiais, agora terá um campo de futebol que poderá ser aproveitado e usufruído pelas pessoas”, disse Lucão.
DAVOS/SWI - O presidente Jair Bolsonaro fez nesta terça-feira, 22, um discurso de apenas 6 minutos na abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Ele afirmou que tem credibilidade para fazer as reformas de que o País precisa, mas não citou a da Previdência. O presidente falou em corte de impostos e prometeu combater a corrupção. "Temos o compromisso de mudar nossa história."
Bolsonaro começou seu discurso afirmando que "o Brasil precisa de vocês", expressão não incluída em seu plano oficial distribuído à imprensa. Após o improviso inicial, voltou ao discurso preparado e ressaltou que esta é a primeira viagem internacional que realiza após a eleição, prova da importância que atribui às pautas que este fórum tem promovido e priorizado.
"Esta viagem é prova da importância que atribuo às pautas que este fórum promove", disse ele. "Esta viagem também é para mim uma grande oportunidade de mostrar para o mundo o momento único em que vivemos em meu país e para apresentar a todos o novo Brasil que estamos construindo."
Ele afirmou que, nas eleições, sua campanha gastou "menos de US$ 1 milhão", teve apenas oito segundos de tempo de propaganda gratuita na televisão e foi "injustamente atacado a todo tempo", mas, mesmo assim, conseguiu a vitória. "Assumi o Brasil em uma profunda crise ética, moral e econômica."
"Pela primeira vez no Brasil um presidente montou uma equipe de ministros qualificados. Honrando o compromisso de campanha, não aceitando ingerências político-partidárias que, no passado, apenas geraram ineficiência do Estado e corrupção", disse Bolsonaro, citando a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, como o "homem certo para o combate à corrupção e o combate à lavagem de dinheiro".
Bolsonaro não mencionou explicitamente no discurso quais reformas pretende fazer, mas ressaltou que quer diminuir a carga tributária e simplificar as normas com o objetivo de "facilitar a vida de quem deseja produzir, empreender, investir e gerar empregos" no Brasil. "Tenham certeza de que, até o final do meu mandato, nossa equipe econômica, liderada pelo ministro Paulo Guedes, nos colocará no ranking dos 50 melhores países para se fazer negócios."
Ainda aos investidores e políticos presentes em Davos, Bolsonaro garantiu que vai trabalhar pela estabilidade macroeconômica do Brasil e prometeu respeitar os contratos, privatizar e equilibrar as contas públicas.
No comércio internacional, Bolsonaro destacou que o Brasil é uma economia relativamente fechada e que seu governo tem como compromisso "mudar essa condição". "Nossas relações internacionais serão dinamizadas pelo ministro Ernesto Araújo, implementando uma política na qual o viés ideológico deixará de existir", disse ele. "Para isso, buscaremos integrar o Brasil ao mundo, por meio da incorporação das melhores práticas internacionais, como aquelas que são adotadas e promovidas pela OCDE", completou.
Além de uma maior abertura comercial do Brasil, ele defendeu a reforma da Organização Mundial da Saúde (OMC) em seu curto discurso. "Buscaremos integrar o Brasil ao mundo também por meio de uma defesa ativa da reforma da OMC, com a finalidade de eliminar práticas desleais de comércio e garantir segurança jurídica das trocas comerciais internacionais", afirmou.
Bolsonaro prometeu ao público do Fórum Econômico Mundial investir pesado em segurança e convidou os presentes a visitar o Brasil com suas famílias, para conhecer locais como a Amazônia, as praias e o Pantanal. "Somos um dos primeiros países em belezas naturais, mas não estamos entre os 40 destinos turísticos mais visitados do mundo. O Brasil é um paraíso, mas ainda é pouco conhecido!", disse ele.
O Brasil, assegurou Bolsonaro, é o país que mais preserva o meio ambiente. "Nenhum outro país do mundo tem tantas florestas como nós. A agricultura se faz presente em apenas 9% do nosso território e cresce graças a sua tecnologia e à competência do produtor rural", disse ele, destacando que menos de 20% do solo é dedicado à pecuária. "Essas commodities, em grande parte, garantem superávit em nossa balança comercial e alimentam boa parte do mundo."
"Nossa missão agora é avançar na compatibilização entre a preservação do meio ambiente e da biodiversidade com o necessário desenvolvimento econômico, lembrando que são interdependentes e indissociáveis", disse Bolsonaro em seu discurso, ainda ao falar sobre o meio ambiente.
Ao final do discurso, Bolsonaro prometeu que vai defender a família e os "verdadeiros" direitos humanos, além de proteger o direito à vida e à propriedade privada e "promover uma educação que prepare a juventude para os desafios da quarta revolução industrial". "Vamos resgatar nossos valores e abrir nossa economia."
O discurso do presidente Jair Bolsonaro, em Davos, ocorreu sem improvisos e durou aproximadamente 6 minutos. Em 2014, a presidente Dilma Rousseff falou por pouco mais de 32 minutos. Alguns anos depois, Temer falou por 30 minutos, incluindo perguntas. Lula fez três discursos na plenária de Davos. Em 2003, ele falou por 28 minutos, também com perguntas. Em 2005, foram mais 27 minutos, também com questões. Em 2007, sua participação chegou a 38 minutos.
*Por: Bárbara Nascimento, Mateus Fagundes e Altamiro Silva Junior/ ESTADÃO
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