EUA - A secretaria de turismo do estado da Pensilvânia divulgou um alerta em suas rede sociais sobre a maldição de Rocky Balboa. O recado é endereçado as torcidas que ainda vão fazer seus jogos na cidade de Filadélfia, incluindo a brasileira. O comunicado explica a tradição e faz um alerta: não coloque a camisa de sua seleção na estátua.
Segundo a tradição, quando uma torcida, que não é de Filadélfia, veste a camisa de seu uniforme na estátua de Rocky Balboa, que é atração turística da cidade, esse time perde. O retrospecto para aqueles que desafiam a maldição é ruim, cinco times de futebol americano já sofreram derrotas na NFL. No último domingo, a seleção do Equador perdeu de 1 a 0 para a Costa do Marfim depois de vestir a estátua com as cores da La Tri.
- Para as delegações de Brasil, Haiti, França, Iraque, Curaçao, Croácia e Gana: A Pensilvânia recebe vocês de braços abertos e deseja sorte em suas partidas na Copa do Mundo em Filadélfia. Como bons anfitriões, nos gostaríamos de compartilhar algumas informações sobre um fenômeno conhecido em Filadélfia: a maldição de Rocky Balboa. Nós nos arrependemos desse comunicado não ter sido compartilhado antes, mas aqui estamos. Inúmeros times de futebol (no caso, futebol americano - mesma maldição, esportes diferentes) vestiram o Rocky com as cores de seus times e perderam suas partidas. O Equador fez isso no fim de semana passado. Coincidência? Infelizmente, a história diz que não. Filadélfia mal pode esperar por ter vocês aqui (mas o Rocky não precisa da camisa de vocês).
Nos comentários da postagem, torcedores embarcaram na brincadeira. Alguns equatorianos se queixam de não terem sido alertados antes, já outros planejam vestir a estátua com as cores dos adversários para garantirem a vitória no estádio de Filadélfia.
O jogo entre Brasil e Haiti será na próxima sexta-feira, dia 19 de julho, às 21h30. A partida tem transmissão da TV Globo e do sportv e você também acompanha a cobertura completa e em tempo real no ge.globo.
Por Redação do ge
JAPÃO - A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, solicitou explicações aos Estados Unidos sobre a decisão da empresa norte-americana Anthropic de suspender o acesso aos seus modelos de inteligência artificial (IA) mais avançados.
Em uma coletiva de imprensa, Katayama afirmou que "os Estados Unidos, o país diretamente envolvido, deveria dar explicações" sobre a referida suspensão, de acordo com declarações recolhidas pelo meio de comunicação econômico Nikkei.
A titular da pasta das Finanças reconheceu os riscos da utilização destes modelos de IA e defendeu a colaboração com as partes envolvidas neste sentido: "Os riscos podem estar aumentando, devemos acelerar o trabalho", afirmou.
Coincidindo com uma visita a Tóquio do CEO da OpenAI, Sam Altman, Katayama revelou também que, durante o dia, se reunirá com executivos da empresa norte-americana e da japonesa Softbank para analisar como abordar os riscos da IA avançada.
A Anthropic atribuiu a sua decisão, anunciada na última sexta-feira, a uma diretiva de controle de exportações da Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, que obriga a impedir o acesso a este novo serviço a pessoas estrangeiras por motivos de segurança nacional.
Segundo a empresa, a ordem para impedir o acesso fora dos Estados Unidos ou por parte de estrangeiros dentro do país chegou na tarde de sexta-feira e, para poder cumprir a diretiva de última hora, a Anthropic optou por cortar todo o acesso ao Fable 5 e ao Mythos 5 a todos os seus clientes.
Durante o fim de semana, a ministra tinha indicado numa publicação no seu perfil na rede social X que não havia "alterações" no que diz respeito aos direitos de utilização concedidos ao Governo japonês e a algumas instituições financeiras, com base num acordo entre o seu gabinete e o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.
por Notícias ao Minuto
INGLATERRA - Um homem aposentado de Tupton, em Derbyshire, na Inglaterra, comprou por engano dois bilhetes para a lotaria… e o erro lhe valeu cerca de R$ 4 milhões.
A lotaria se chama "Postcode Lottery's Millionaire Street" que, como o nome indica, não escolhe vencedores de acordo com uma chave vencedora, mas sim tendo em conta o código postal de quem comprou bilhete para o sorteio. Todos os domingos o prêmio (distribuído por vários endereços) é de um milhão de libras (cerca de R$ 8 milhões).
Em um sábado, ao ver um anúncio da loteria na televisão, Allan acabou comprando bilhetes 'sem querer', mas achou que não iria vencer por que os organizados deviam ter "esquecido" da região onde ele morava.
Horas mais tarde provou-se o quão errado estava! No domingo, o código postal de Allan Taylor foi selecionado - valendo um cheque quase milionário ao idoso e à mulher.
"Foi o melhor erro que alguma vez cometi", afirmou o aposentador ao descobrir que tinha vencido dois prêmios de 333.333 libras (que, juntos, totalizam quase R$ 4 milhões). "Nunca esperamos ganhar. Estou completamente sem palavras, para ser honesto", confessou, citado pela revista People.
Os cheques chegam poucas semanas depois de Allan e a mulher, Bev, terem se aposentado, estando a planejar o próximo capítulo das suas vidas. O casal adiantou que o prêmio inesperado vai permitir cumprir um dos sonhos de Bev: uma viagem à Austrália.
"Sempre quis ir", contou a mulher, afirmando que o marido tinha uma condição para fazer a viagem. "Ele não ia a não ser que voássemos em classe executiva".
"É um voo muito longo", defendeu-se Allan. "Pelo menos em classe executiva posso me deitar e dormir", explicou.
O prêmio veio também em um momento em que o casal celebra 24 anos de casamento.
por Notícias ao Minuto
EUA - Um brasileiro apontado pelas autoridades dos Estados Unidos como ex-líder das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) foi preso na Carolina do Norte (EUA) durante uma operação conduzida pelo Serviço de Investigações de Segurança Interna (HSI, na sigla em inglês), braço investigativo do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS). A informação foi divulgada na segunda-feira, 15.
Segundo o DHS, Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, conhecido como "Don", foi detido em 5 de junho na cidade de Mooresville. As autoridades afirmam que ele era alvo de um mandado internacional expedido pelo Brasil pelos crimes de associação criminosa e extorsão. A defesa não foi localizada.
A prisão ocorreu no mesmo dia em que o governo dos Estados Unidos oficializou a classificação do PCC e do Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras. A medida foi publicada no Diário Oficial americano e assinada pelo secretário de Estado, Marco Rubio.
Na decisão, Rubio afirma que as duas facções representam risco significativo à segurança dos cidadãos americanos e aos interesses nacionais dos Estados Unidos.
Segundo o Departamento de Segurança Interna, Aquilla já ocupou posições de comando nas duas organizações criminosas, o que conferiu peso adicional à operação realizada pelas autoridades americanas.
De acordo com o comunicado do DHS, agentes do HSI de Greensboro e Charlotte, com apoio de forças policiais locais, abordaram o suspeito durante uma parada de trânsito. Aquilla teria tentado escapar dirigindo, o que provocou uma perseguição que terminou após ele colidir com veículos parados. Em seguida, ainda segundo as autoridades, ele tentou fugir a pé, mas foi capturado.
Durante a operação, os agentes apreenderam celulares, computadores, dinheiro em espécie e uma pistola 9 mm que estavam no veículo do brasileiro.
As autoridades também afirmam que informações de inteligência indicavam que Aquilla mantinha a própria esposa em cárcere privado enquanto se preparava para deixar os Estados Unidos e seguir para o México. Em depoimento aos investigadores, a mulher teria confirmado que estava sendo mantida contra a própria vontade.
Em nota, o agente especial responsável pelo HSI na Carolina do Norte e na Carolina do Sul, Mark M. Zito, afirmou que a prisão impediu que um suspeito considerado perigoso continuasse representando risco à segurança pública. "Evitamos novos danos a pessoas inocentes nos Estados Unidos e no exterior", afirmou.
Aquilla foi encaminhado para uma prisão do condado de Iredell, onde responde inicialmente a uma acusação estadual de fuga para evitar prisão. O HSI informou ainda que busca apresentar acusações federais por posse ilegal de arma de fogo por estrangeiro e sequestro.
O Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA (ICE) também registrou uma ordem de detenção migratória contra o brasileiro. Segundo o DHS, ele entrou ilegalmente nos Estados Unidos em data e local desconhecidos.
por Estadao Conteudo
IRÃ - O Irã anunciou nesta terça-feira (16) que a guerra com os Estados Unidos e Israel terminou, após o acordo com Washington, reiterando que qualquer ataque israelense e a presença das suas tropas em território libanês constituem uma violação do pacto.
"A guerra terminou oficialmente ontem na segunda-feira em todas as frentes", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, citado pela televisão estatal iraniana IRIB.
Abbas Araghchi adiantou que "qualquer ataque israelense contra o Líbano é uma violação dos entendimentos" alcançados.
"Do nosso ponto de vista, as duas partes deste acordo são os Estados Unidos e Israel, por um lado, e o Irã e o Hezbollah, por outro", sublinhou.
"O fim da guerra no Líbano é parte inseparável [do acordo]", afirmou, reiterando que "a guerra não terminará até que Israel se retire dos territórios libaneses que ocupou", segundo a agência de notícias Mehr.
O ministro iraniano confirmou ainda que na sexta-feira "haverá uma nova rodadade negociações" com os Estados Unidos em Genebra, na Suíça, com o objetivo de "chegar a um acordo final".
"Após três meses de negociações, conseguimos concluir a primeira fase [das conversas]", afirmou Araghchi.
O acordo preliminar prolonga por 60 dias o cessar-fogo em vigor desde 08 de abril e estabelece um quadro de discussões para futuras negociações sobre o acordo nuclear.
Os compromissos garantem a reabertura do estreito de Ormuz e um levantamento progressivo das sanções sobre Teerã.
Israel ocupa grandes áreas do sul do Líbano, em resposta a ataques do grupo radical pró-iraniano Hezbollah, e continua bombardeando o país vizinho apesar do anúncio do acordo mediado pelo Paquistão.
Desde o início das hostilidades entre Israel e o movimento xiita libanês, como parte da guerra lançada pelos EUA e Israel contra o Irã, cerca de 3.800 pessoas foram mortas só no Líbano por ataques israelitas, que também forçaram mais de um milhão de pessoas a fugir das suas casas.
por Notícias ao Minuto
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