Jornalista/Radialista
EUA - Após uma pontinha aqui e uma participação ali, Kim Kardashian, 43, finalmente vai dar um salto em sua carreira de atriz. A socialite vai estrelar o novo filme de terror da Amazon MGM Studios, afirma o Hollywood Reporter.
Segundo a revista, o papel foi escrito especialmente para Kim pela roteirista Natalie Krinsky, diretora da comédia romântica "The Broken Hearts Gallery" e roteirista da série "Gossip Girl". Os estúdios ainda não decidiram se o filme será feito para o cinema ou para o streaming.
Além do reality show que mostra o dia-a-dia de sua família, "The Kardashians", um spin-off do "Keeping Up With The Kardashians", a socialite fez parte do elenco principal da temporada mais recente de "American Horror Story", que estreou em setembro de 2023.
A ex-mulher de Kanye West também fez uma pontinha no filme "Relação em Risco" (2012) e uma voz original na franquia de animação "Patrulha Canina".
POR FOLHAPRESS
EUA - Em 1994, cinco jovens talentosas - Melanie B., Melanie C., Emma Bunton, Geri Halliwell e Victoria Beckham - iniciaram uma jornada que as levaria ao estrelato global.
Para celebrar o aniversário de 30 anos da formação das Spice Girls, a banda presenteou seus fãs com um vídeo especial em sua conta no X (antigo Twitter). O vídeo mostra trechos das primeiras audições das cinco integrantes, revelando o início de sua incrível história.
Gratidão aos fãs: Na legenda do vídeo, as Spice Girls expressam sua gratidão aos fãs pelo apoio desde o início: "Hoje assinala-se o 30.º aniversário das primeiras audições das Spice Girls! O que começou em 1994 transformou-se numa jornada incrível, muito além de tudo que poderíamos ter imaginado. Obrigada aos nossos fãs pelo apoio desde o primeiro dia. #FriendshipNeverEnds (#AAmizadeNuncaAcaba)".
O vídeo é uma viagem no tempo, levando os fãs de volta ao início da era das Spice Girls. A partir de 1994, com a formação da banda, elas conquistaram o mundo com seus hits contagiantes, estilo único e mensagens de empoderamento feminino.
Today marks the 30th anniversary of the very first Spice Girls auditions! ? What started back in 1994 has turned into an amazing journey, way beyond anything we could have ever imagined. Thank you to our fans for your support from day one ? #FriendshipNeverEnds pic.twitter.com/5evl3H2fvQ
— Spice Girls (@spicegirls) March 4, 2024
GAZA - No inicio da semana uma porta-voz da UNICEF informou à agência Lusa ter testemunhado situações terríveis na Faixa de Gaza, onde milhares de crianças perderam a vida devido à fome e doenças, enquanto outras estão à beira da morte.
Entrevistada a partir de Lisboa, Tess Ingram, porta-voz do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), compartilhou sua experiência desde Amã (Jordânia), onde está atualmente baseada, após uma semana de trabalho no sul e centro da Faixa de Gaza.
"A situação das crianças na Faixa de Gaza é inacreditável. Pelas notícias que vemos e lemos, e pelas imagens que vemos, todos sabemos que é uma situação terrível. Mas quando se vê ao vivo e se fala com as pessoas sobre o que elas suportaram ao longo de 120 dias de guerra, isso faz-nos compreender que se trata de algo que está a tirar às pessoas a sua esperança, a sua dignidade e a sua segurança", enfatizou.
Ingram, nascida na Austrália há 33 anos, destacou que as pessoas estão vivendo em condições "muito inseguras", não apenas devido a bombardeios e tiros, mas também devido à crise humanitária no local. As crianças, grávidas e mulheres que acabaram de dar à luz são os grupos mais afetados.
"As crianças não estão a receber alimentos suficientes para comer. Quase não têm acesso a água potável. Vivem ao frio, debaixo de lonas de plástico. Conheci crianças que não tinham sapatos nem casacos, num período que é agora o mês de inverno", explicou.
"Muitas crianças estão exaustas. Têm fome, estão traumatizadas com o que viram e estão doentes porque estão a beber água contaminada, não estão vestidas adequadamente, estão expostas aos elementos e a viver muitas vezes em espaços muito lotados onde é muito fácil a propagação de doenças. Não há lugar para uma criança e não há lugar seguro na Faixa de Gaza para onde estas crianças possam ir", continuou.
Para as mães grávidas e seus recém-nascidos, Ingram afirmou que tudo se torna particularmente assustador, pois trazer uma nova vida ao mundo deveria ser um momento de alegria, mas para essas famílias, é um momento de medo.
"Conheci uma mulher que tinha ficado enterrada debaixo dos escombros enquanto estava grávida. Conheci outra cujo marido tinha ficado soterrado debaixo dos escombros. Conheci outra ainda que me disse que não comeu durante duas semanas inteiras da sua gravidez porque não conseguiu arranjar comida suficiente para partilhar com a família", continuou.
Segundo a porta-voz da UNICEF, a situação nos hospitais também é crítica, com falta de pessoal, recursos médicos e condições inadequadas para dar à luz. "Não há medicamentos suficientes, não há camas suficientes. Por isso, as mulheres têm medo do que possa acontecer quando chegar a altura de dar à luz. Quando o bebé nasce, há o desafio adicional de ter de sair rapidamente do hospital porque há uma grande procura de recursos no hospital. E levar um recém-nascido para casa, que não é a casa a que estamos habituados, mas uma tenda na rua onde podemos não ter roupa, leite ou cobertores para esse bebé", acrescentou.
Ingram, na UNICEF há três anos, visitou o hospital dos Emirados, em Rafah (próximo da fronteira com o Egito), uma das principais maternidades ainda existentes na Faixa de Gaza, e o de Nassau, em Khan Yunes (centro).
"O número de mortos atingiu os milhares. Sabemos que milhares de crianças foram mortas e outras milhares ficaram feridas. Há meses que apelamos a um cessar-fogo humanitário imediato e duradouro para tentar pôr termo a este número crescente de mortos e feridos, bem como à destruição de infraestruturas civis importantes, como escolas e hospitais", lamentou.
Para a porta-voz da UNICEF, há uma "enorme necessidade" de bens básicos para sobreviver, como cobertores, abrigos, água potável, medicamentos, produtos nutricionais e kits de higiene, mas a distribuição é difícil devido às interrupções nas telecomunicações, falta de caminhões e combustível, danos nas estradas e ao perigo causado pelas hostilidades em curso.
Ingram acredita que um cessar-fogo a curto prazo poderia trazer um "breve alívio" às crianças de Gaza, mas o que é necessário é um cessar-fogo duradouro.
"Em primeiro lugar, as crianças de Gaza e de Israel precisam de paz. Isto tem de acabar. Em segundo lugar, as agências de ajuda humanitária, como a UNICEF, precisam de tempo e de espaço para levar a ajuda necessária para apoiar e proteger a população da Faixa de Gaza", concluiu.
MARROCOS - Criatura pré-histórica: Paleontólogos da Universidade de Bath, no Reino Unido, desenterraram os fósseis de um lagarto marinho nunca antes visto, que viveu próximo ao fim da era dos dinossauros. Batizado de "Khinjaria acuta", o animal media entre 7 e 8 metros - similar a uma orca - e pertencia à família dos mosassauros.
O "Khinjaria acuta" era um predador feroz, equipado com "mandíbulas poderosas e dentes longos em forma de adaga", perfeitos para capturar suas presas. Segundo o comunicado da Universidade de Bath, a criatura era parte de "uma fauna extraordinariamente diversificada de predadores" que habitava o Oceano Atlântico, na costa do Marrocos, pouco antes da extinção dos dinossauros.
O líder da pesquisa, Nick Longrich, descreveu o "Khinjaria acuta" como tendo "uma cara demoníaca" e um aspecto "bizarro". A criatura representa um dos vários predadores que habitavam a região na época.
Tanto os mosassauros quanto os dinossauros desapareceram há cerca de 66 milhões de anos, abrindo espaço nos oceanos para a proliferação de baleias, focas e peixes como o peixe-espada e o atum. Longrich observa que "parece ter havido uma mudança enorme na estrutura do ecossistema nos últimos 66 milhões de anos", e que a "incrível diversidade" de "grandes predadores" no fim do Cretáceo é "invulgar" e não se encontra nas comunidades marinhas modernas.
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