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EUA - A economia global “parece a caminho de um pouso suave”, avalia o Fundo Monetário Internacional (FMI), “mas a atividade e as perspectivas de crescimento permanecem fracas”. A constatação está em relatório de monitoramento produzido pelo staff do Fundo e publicado nesta segunda-feira, 26, por ocasião do encontro de ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G20 em São Paulo, nesta semana.

Na avaliação do staff do FMI, o processo de desinflação no G20 até agora ocorre sem detonar uma recessão, enquanto as economias emergentes têm demonstrado “melhorada resiliência”. Neste ano, a política monetária deve “relaxar um pouco”, enquanto as perspectivas de crescimento no médio prazo seguem contidas, o que reflete tendências seculares e desafios, entre eles o crescimento fraco da produtividade, o envelhecimento, fragmentação geoeconômica e vulnerabilidades globais.

O FMI considera que a sustentabilidade fiscal “tem sido testada”, com as condições de financiamento dos governos se mantendo em quadro “desafiador” no médio prazo, em meio a “elevados e crescentes” níveis de dívida pública.

Por outro lado, com a recuperação econômica mostrando maior vigor, os riscos à perspectiva “estão mais equilibrados”.

Entre os riscos de alta, o crescimento global poderia superar a previsão caso o ritmo da desinflação seja mais rápido que o antecipado, permitindo relaxamento monetário mais rápido, ou se a consolidação fiscal fosse mais gradual que o em princípio apontado.

Como riscos de baixa, o Fundo menciona saltos adicionais nos preços de commodities, a persistência da força do mercado de trabalho e tensões renovadas em cadeias globais, que puxariam para cima pressões inflacionárias.

Caso induzido por estresse na dívida, o aperto fiscal seria mais rápido que o almejado por acontecimentos cíclicos e minaria o crescimento. Já mudanças à perspectivas na China, “positivas ou negativas”, seriam uma fonte de risco global, destaca o FMI.

No médio prazo, as perspectivas de crescimento fraco, bem como o risco de maior recorrência de protecionismo, teriam uma ameaça maior representada pela fragmentação geoeconômica, o que já inibe a integração comercial e financeira, diz o staff do Fundo.

O documento também menciona que vulnerabilidades climáticas pesam nas perspectivas de médio prazo do crescimento global, com impacto desproporcional na África. “Mesmo que o ritmo da globalização tenha desacelerado, permanecem as oportunidades de crescimento, entre elas do comércio e dos serviços digitais e da inteligência artificial (IA) – caso aproveitadas de modo adequado”, acredita.

Uma combinação apropriada de política fiscal e monetária seria crucial para se chegar a um quadro de estabilidade de dívida, nos preços e financeira, afirma o Fundo. A política monetária precisa garantir a estabilidade de preços e estar pronta a mudar para uma postura mais neutra, onde a inflação retorna à meta e o crescimento possa diminuir. Ao mesmo tempo, os esforços de consolidação fiscal, usando um mix apropriado de medidas de receita e de gasto, não deveriam ser retardados, mas sim mantidos em ritmo que buscasse um equilíbrio correto entre estabilização da dívida e apoio ao crescimento inclusivo.

No médio prazo, reformas orientadas e cuidadosas podem ajudar a impulsionar a produtividade, menciona o staff do Fundo. O documento diz que as autoridades do G20 devem reforçar esforços para mitigar a ameaça da mudança climática e apoiar a transição climática, a fim de ajudar a liberar o crescimento potencial da África.

Também pede cooperação para lidar com a fragmentação, notadamente para evitar políticas comerciais que distorcem o quadro, além de fortalecer o sistema monetário internacional. “O G20 tem um papel central para garantir que os benefícios da IA sejam totalmente explorados, enquanto os riscos são minimizados”, acrescenta.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

SÃO PAULO/SP - A Americanas deve continuar o enxugamento da sua estrutura física e fechar cerca de 80 pontos de venda neste ano. A varejista, que está em recuperação judicial desde janeiro de 2023, depois de assumir uma fraude contábil de R$ 25 bilhões, tem hoje cerca de 1.680 lojas e pode chegar a 1.600 até o fim do ano, afirmou à reportagem o presidente da companhia, Leonardo Coelho.

"Mas também acreditamos no crescimento da empresa, estamos estudando abrir dez novos pontos de venda até o fim do ano", disse.

Entre os desinvestimentos para levantar capital e focar no novo público -homens e mulheres das classes B e C-, estão a venda da rede de hortifrútis Natural da Terral, Único (franquias de Puket e Imaginarium) e até da fintech Ame Digital.

Neste último caso, segundo Coelho, a empresa também avalia um sócio "se houver uma parceria interessante".

Nesta segunda-feira (26), a Americanas divulgou os resultados trimestrais de janeiro a setembro de 2023, cuja divulgação já havia sido adiada por três vezes. O balanço do quarto trimestre de 2023 está previsto para o próximo dia 26 de março.

Também nesta segunda, a 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro homologou o plano de recuperação judicial da companhia, que havia sido aprovado pela maioria dos credores no fim de 2023.

Em número de lojas, o grupo tinha 1.880 pontos de venda em janeiro do ano passado e hoje são 1.748, uma queda de 7% que envolveu não só a bandeira Americanas, mas também a Local (de lojas de conveniência) e o hortifrúti Natural da Terra.

O fechamento de 132 pontos de venda em um ano representa cerca de uma loja encerrada a cada três dias.

"As lojas que devem ser fechadas neste ano não apresentam uma contribuição positiva para a companhia, especialmente as de menor tamanho", afirmou Coelho, que diz estar trabalhando para encontrar "novas avenidas de crescimento" para a varejista.

 

MAIS LÂMPADAS E PROMOÇÕES NA FRENTE DA LOJA

"A Americanas que teremos pelos próximos dois anos será bem menor do que aquela que existia antes", disse. O foco da "nova Americanas" está no público das classes B e C, acima de 18 anos.

Neste sentido, saem de cena das lojas os eletroeletrônicos e os eletrodomésticos, e passam a ter mais peso as guloseimas, os itens de higiene e beleza de marcas populares e tudo o que for considerado "conveniência".

"Começamos a venda de lâmpadas, por exemplo, e nossa participação de mercado foi de 0% a 12%", disse Coelho. A varejista também está trabalhando em marcas próprias, que apresentem um equilíbrio entre qualidade e preço competitivo.

As marcas premium, por sua vez, estarão no marketplace, oferecidas pelos lojistas parceiros ("sellers"). "Nas lojas físicas, não teremos iPhone ou o Galaxy da Samsung. Mas esses modelos estarão no site, enquanto nas lojas serão oferecidos celulares de preços mais competitivos", disse.

Na "nova Americanas", a ideia é trabalhar cada vez mais promoções no ponto de venda, trazendo para a frente da loja, todos os dias, os itens que estiverem com maior desconto em relação à concorrência.

Apesar da crise de reputação que fez com que as vendas online desabassem 77% nos nove primeiros meses de 2023 frente ao mesmo período do ano anterior, as vendas nas lojas físicas recuaram apenas 4%.

"Isso mostra o quanto a Americanas é uma marca forte e tem um público fiel", afirmou Coelho. "Nós perdemos sellers no marketplace, mas quem ficou está vendendo cada vez mais."

Entre as tarefas difíceis da recuperação judicial está a unificação da cultura da Americanas. "Eram diferentes silos dentro da empresa, que não conversavam entre si: físico, digital, advertising e Ame", disse Coelho.

A empresa passou a adotar reuniões semanais entre as diferentes áreas. Quem não se adaptou acabou saindo da empresa, segundo o executivo.

Na opinião de André Pimentel, sócio da consultoria Performa Partners, ainda é preciso aguardar os resultados do último trimestre de 2023.

"Foi um período extremamente desafiador para o varejo como um todo, com baixo desempenho nas duas datas principais, Black Friday e Natal", afirmou. Segundo ele, além disso, o cacau está em alta, o que deve afetar a produção para a Páscoa -período que é um dos carros-chefe da Americanas.

Segundo Pimentel, a evolução das despesas mostra que a Americanas ainda não cortou o bastante: foram R$ 4,1 bilhões em custos de vendas gerais e administrativos (SG&A, na sigla em inglês) nos nove primeiros meses de 2023, recuo de 7,5% sobre o mesmo período do ano anterior. "Está muito aquém do que deveria", afirmou.

De acordo com a Americanas, a linha SG&A do balanço foi impactada por despesas não recorrentes relacionadas à reestruturação, como fechamento de lojas e centros de distribuição e demissões.

"Mas considerando apenas as despesas com vendas, a queda foi de 8,6%, enquanto a receita líquida despencou 45%", disse Pimentel. O prejuízo operacional dos nove primeiros meses de 2023, por sua vez, foi de R$ 2,4 bilhões, praticamente estável frente ao prejuízo operacional de R$ 2,5 bilhões do intervalo do ano anterior. "Isso só mostra que essa operação na para em pé", diz Pimentel.

 

 

POR FOLHAPRESS

SÃO PAULO/SP - A partir de março, o mutuário do Minha Casa, Minha Vida que trabalha com carteira assinada estará mais próximo de receber uma ajuda para comprar o imóvel próprio. O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deverá regulamentar o FGTS Futuro, modalidade que permite o uso de contribuições futuras do empregador ao fundo para comprovar renda maior e comprar imóveis mais caros ou reduzir o valor da prestação.

Inicialmente, a novidade funcionará em caráter experimental, para cerca de 60 mil famílias da Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, com renda mensal de até dois salários mínimos. Caso a iniciativa seja bem sucedida, o governo federal poderá estender a iniciativa a todos os beneficiários do programa, que atende a famílias com renda de até R$ 8 mil mensais.

Instituído pela Lei 14.438/2022, no governo anterior, o FGTS Futuro nunca foi regulamentado. Na época, a legislação permitia o uso dos depósitos futuros no fundo para pagar parte da prestação.

No ano passado, a Lei 14.620, que recriou o Minha Casa, Minha Vida, autorizou o uso do FGTS Futuro também para amortizar o saldo devedor ou liquidar o contrato antecipadamente. No entanto, seja para diminuir a prestação ou nas outras situações, a utilização do mecanismo tem riscos, caso o trabalhador seja demitido e não consiga outro emprego com carteira assinada.

Como funciona

Todos os meses, o empregador deposita, no FGTS, 8% do salário do trabalhador com carteira assinada. Por meio do FGTS Futuro, o trabalhador usaria esse adicional de 8% para comprovar a renda. Com o Fundo de Garantia considerado dentro da renda mensal, o mutuário poderá financiar um imóvel mais caro ou comprar o imóvel inicialmente planejado e reduzir o valor da prestação.

Na prática, a Caixa Econômica Federal, agente operador do FGTS, repassará automaticamente os depósitos futuros do empregador no Fundo de Garantia para o banco que concedeu o financiamento habitacional. O trabalhador continuará a arcar com o valor restante da prestação.

O oferecimento da novidade ao trabalhador ainda levará tempo. Caso o Conselho Curador regulamente a medida em março, a Caixa Econômica Federal precisará definir uma série de normas operacionais. Elas explicarão como o banco transferirá os depósitos de 8% do salário ao agente financiador do Minha Casa, Minha Vida, assim que a contribuição do patrão ao FGTS cair na conta do trabalhador. Somente 90 dias após a edição das normas, as operações com o FGTS Futuro serão iniciadas.

Exemplo

O Ministério das Cidades forneceu uma simulação de uso do FGTS Futuro por uma família com renda de até R$ 2 mil que compra um imóvel no Minha Casa, Minha Vida. Nesse exemplo, a família pode comprometer até 25% da renda (R$ 500) com a prestação.

Com o depósito de R$ 160 do empregador na conta vinculada do FGTS, o trabalhador poderá financiar um imóvel de maior valor, pagando prestação de R$ 660. Em tese, também é possível comprar o imóvel inicialmente planejado e reduzir a prestação para R$ 340, mas esse ponto ainda depende de regulamentação do governo.

Riscos

O mutuário precisará estar atento a riscos. O governo ainda discute o que acontecerá com o trabalhador que perder o emprego. A Caixa Econômica Federal estuda a suspensão das prestações por até seis meses, com o valor não pago sendo incorporado ao saldo devedor. Essa ajuda já é aplicada a financiamentos habitacionais concedidos com recursos do FGTS.

Mesmo que as prestações sejam suspensas, o trabalhador deverá estar ciente de que, caso perca o emprego, terá de arcar com o valor integral da prestação: o valor que pagava antes mais os 8% do salário anterior depositados pelo antigo empregador. Caso não consiga arcar mais com as prestações por mais de seis meses, o mutuário perderá o imóvel.

 

 

Por Welton Máximo - Repórter da Agência Brasil

ALEMANHA - O índice de sentimento das empresas da Alemanha subiu para 85,5 pontos em fevereiro, ante 85,2 pontos em janeiro, segundo pesquisa divulgada na última sexta-feira, 23, pelo instituto alemão Ifo. O resultado deste mês veio em linha com a previsão de analistas consultados pela FactSet. Apenas o subíndice de expectativas econômicas do Ifo avançou de 83,5 pontos em janeiro para 84,1 pontos em fevereiro. Já o subíndice de condições atuais ficou em 86,9 pontos em fevereiro, inalterado em relação ao mês anterior.

A pesquisa mensal do Ifo envolve cerca de 9.000 empresas dos setores de manufatura, serviços, comércio e construção.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

SÃO PAULO/SP - A Caixa Econômica Federal realiza, junto à Globo Leilões, um leilão de 285 imóveis localizados em vários Estados brasileiros. O leilão ocorrerá de forma online, exclusivamente no site da Globo Leilões: os lotes já estão abertos para habilitação, com o primeiro leilão marcado para o dia 6 de março, às 10 horas, e o segundo, para o dia 15 de março, também às 10 horas.

Dos 285 imóveis, 175 são apartamentos, 97 são casas e 13 são terrenos. Os imóveis estão nos seguintes Estados: São Paulo (52 imóveis), Minas Gerais (39), Goiás (36), Rio Grande do Sul (25), Rio de Janeiro (19), Pernambuco (16), Paraná (15), Paraíba (14), Santa Catarina (12), Pará (8), Ceará (7), Mato Grosso (7), Piauí (7), Rio Grande do Norte (7), Espírito Santo (6), Bahia (3), Mato Grosso do Sul (3), Sergipe (3), Alagoas (2), Rondônia (2) e Tocantins (2).

Haverá possibilidade de uso de recursos do FGTS ou de financiamento da Caixa para compra - devem ser consultadas as condições de enquadramento a fim de obter a aprovação do crédito antes da participação no leilão.

Cada imóvel, porém, possui suas próprias condições de pagamento - por isso, a recomendação é consultar essas condições de pagamento em cada um dos lotes.

Poderão participar do leilão pessoas físicas e jurídicas, exceto os que apresentarem algum tipo de impedimento, de acordo com as regras estabelecidas em edital.

É preciso fazer a habilitação prévia no site do leiloeiro para participar e fazer cadastro no site da Caixa para conseguir acessar a área do cliente.

A recomendação é a leitura completa do edital antes de se decidir pela participação. O edital, os detalhes de todos os imóveis e outras informações sobre o leilão podem ser consultados no site da Globo Leilões ou do Imóveis Caixa.

 

 

POR ESTADAO CONTEUDO

Cidade registra quinta alta consecutiva puxada pelo custo dos alimentos in natura, mostra levantamento do IEMB-Acirp

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - O impacto do clima sobre os itens in natura da cesta básica segue afetando o preço final do kit básico de alimentos em Ribeirão Preto. De acordo com levantamento do Instituto de Economia Maurílio Biagi da Associação Comercial e Industrial (IEMB–Acirp), a inflação sobre os alimentos em fevereiro foi, em média, de 3,95% em relação ao mês anterior.  
Foi a quinta alta consecutiva registrada, com valor médio de R$ 702,46. O levantamento em 11 supermercados/hipermercados e quatro panificadoras distribuídos entre as regiões Norte, Leste, Oeste, Sul e Central foi realizado no último dia 16.  
Pelo segundo mês seguido, o Centro registrou o conjunto mais caro do município (de R$ 771,58), com aumento de 8,34% em relação a janeiro. A inflação desta região foi impulsionada pela banana nanica (+40,07%) e pelo açúcar cristal (+23,35%).  
A cotação na região Norte foi novamente a mais barata, com uma cesta a R$ 643,67 (+0,87%). O leve aumento foi motivado pelos preços da farinha de trigo (+21,74%), tomate italiano (+17,24%) e leite longa vida (+9,00%). 
A cesta na região Sul teve custo médio de R$ 713,69, alta de 3,95% em relação a janeiro. As regiões Leste e Oeste também tiveram alta de preços, ficando em R$ 741,02 (+4,71%) e R$ 663,59 (+2,01%), respectivamente. 
A banana nanica também prejudicou a conta final, disparando 10,27% este mês devido a um reajuste da Associação Central dos Fruticultores do Norte de Minas (Abanorte) frente às chuvas de granizo e ventanias registrados nos dias 13 e 14 de fevereiro, que impactaram na produção da fruta. Por outro lado, o feijão carioca teve queda de 4,73% e o óleo de soja, de 7,11%, devido às safras recordes em 2023 e menor demanda externa pela China.  
“O Comitê de Política Monetária (Copom) vem apontando as temperaturas mais altas e da mudança no ritmo pluviométrico como causas para o aumento do custo médio dos alimentos, em especial dos itens que têm origem no campo. O clima, de fato, tem impactado as colheitas e os valores finais que chegam ao consumidor”, explica Livia Piola, analista do IEMB–Acirp. 
No panorama geral da cesta básica, as carnes correspondem a 35,94% do orçamento total, seguidas por frutas e legumes (31,55%), farináceos (18,75%), laticínios (5,81%), leguminosas (4,76%), cereais (2,5%) e óleos (0,69%). 
Segundo cálculos estimados pelo IEMB–Acirp, em fevereiro de 2024 a cesta de consumo alimentar respondeu por 53,79% do poder de compra do trabalhador que ganha um salário mínimo bruto de R$1.412,00 (considerando-se a remuneração líquida de R$1.305,82, deduzidos os 7,52% da contribuição à Previdência Social).  
“Foi uma alta de 1,3 pontos percentuais em um mês. Em carga horária, equivale a trabalhar 118,35 horas das 220 horas previstas na jornada do assalariado só para comprar comida”, destaca Piola.  
A analista lembra ainda que o tomate italiano teve alta média de +14,98% devido à queda nas produções no Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais provocada pela chuva intensa. O açúcar cristal foi outro vilão geral, com aumento médio de 10,79% devido à queda de produção na Índia, que fez elevar em 20% a cotação internacional.   

Dados do estudo  
Os 13 itens avaliados mensalmente pela Acirp são os mesmos considerados pela cesta descrita no decreto nº 399/1938, que define as quantidades alimentares mínimas necessárias para atender às necessidades nutricionais mensais de um indivíduo de idade adulta.   
A cesta inclui carne bovina (6 kg de alcatra), leite longa vida (7,5 litros), feijão carioca (4,5 kg), arroz branco tipo 1 (3 kg), farinha de trigo (1,5 kg), batata inglesa (6 kg), tomate italiano (9 kg), pão francês (6 kg), café em pó (0,6 kg), banana nanica (90 unidades), óleo de soja (0,8 litro), açúcar cristal (3 kg) e margarina (0,75 kg).   
Os locais de compra são determinados com base na Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2017-2018. O pão francês é o único item cotado também em padarias, uma vez que 60% dos ribeirão-pretanos preferem comprar este produto nestes estabelecimentos.   

IEMB  
O Instituto de Economia Maurílio Biagi (IEMB) é um órgão do Departamento de Relações Institucionais da Acirp, entidade que em 2024 completa 120 anos de atuação em Ribeirão Preto. O IEMB-Acirp foi criado em 1954 com objetivo de gerar dados socioeconômicos para orientação na gestão de empresas e da cidade. O Índice Mensal da Cesta Básica do IEMB-Acirp tem sido aferido desde maio de 2023.   

PARIS - Duas das principais empresas de bens de consumo do mundo, Danone e Nestlé, disseram nesta semana que irão desacelerar os aumentos de preços em 2024 após dois anos de altas que levaram muitos consumidores a buscar alternativas mais baratas para produtos básicos como iogurte e café.

Mas a Danone, que possui marcas como as águas Evian e Badoit e o iogurte Activia, alertou que os preços ainda subirão, citando a necessidade de compensar os custos trabalhistas e os preços de envio.

A Nestlé disse que está vendo menos impacto nos custos de frete do que em anos anteriores, embora tenha tido algum estresse devido aos ataques a embarcações no Mar Vermelho.

Os comentários seguem o anúncio da concorrente britânica Unilever, fabricante do sorvete Ben & Jerry's e do sabonete Dove, que também afirmou neste mês que os aumentos de preços -- que contribuíram para uma crise prolongada do custo de vida -- começarão a diminuir.

Para justificar os preços mais altos, a indústria de bens embalados citou os aumentos nos custos de insumos que começaram com a pandemia de Covid-19, afetando as cadeias de abastecimento globais, e foram exacerbados pela invasão russa na Ucrânia há dois anos.

"Não tínhamos visto esse tipo de aumento de inflação desde 1973, 1974", disse o presidente-executivo da Nestlé, Mark Schneider, em teleconferência com jornalistas nesta quinta-feira. A empresa suíça, fabricante dos caldos em tablete Maggi, do chocolate KitKat e do café Nescafé, é a maior empresa de alimentos embalados do mundo.

Com muitos consumidores trocando produtos de marca caros por alternativas mais baratas, o presidente-executivo da Unilever, Hein Schumacher, disse neste mês que "a competitividade da nossa empresa continua decepcionante".

 

INFLAÇÃO EM DESACELERAÇÃO

Neste trimestre, no entanto, as empresas anunciaram que os preços subirão em 2024 a um ritmo muito mais lento, à medida que se recuperam dos custos mais elevados.

As taxas de inflação geral têm caído acentuadamente e é esperado que muitos bancos centrais comecem a reduzir as taxas de juros este ano.

"Os preços serão muito mais baixos este ano do que no ano passado", disse Schneider, da Nestlé. "O crescimento daqui para frente este ano será muito mais baseado em volume e mix", acrescentou, dizendo que isso provavelmente será "bastante universal".

O presidente-executivo da Danone, Antoine de Saint-Affrique, disse durante uma teleconferência de resultados que "estamos em um mundo de desaceleração da inflação", mas que ainda haverá "volatilidade".

"Esperamos ter um componente de preço em nosso crescimento, que diferirá por regiões", disse Saint-Affrique, acrescentando que "a América do Norte é o local onde implementamos os primeiros aumentos de preços e é onde vemos a normalização mais rápida".

 

 

 

Reportagem de Richa Naidu em Londres e Dominique Vidalon / REUTERS

SÃO PAULO/SP - O sistema online Atestmed, que permite o envio de atestados médicos pela internet, revolucionou a forma como o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) concede o auxílio-doença. Em 2023, cerca de 45% dos pedidos de auxílio-doença foram aprovados sem a necessidade de perícia médica, totalizando 627,6 mil benefícios.

Lançado em março de 2020 como medida emergencial durante a pandemia, o auxílio-doença a distância foi reintroduzido em 2022 por lei e aprimorado com o lançamento do Atestmed em 2023. O resultado? Um tempo médio de espera de apenas 26 dias para a concessão do benefício em dezembro de 2023.

O segurado envia o atestado médico e outros documentos pelo Atestmed. O INSS analisa a documentação e, se completa, concede o benefício sem a necessidade de perícia presencial. Em casos de dúvidas, o INSS pode solicitar mais informações, agendar uma perícia ou encaminhar o pedido para o sistema pós-perícia (25% dos casos).

O Atestmed agiliza a concessão do benefício, reduz filas nas agências do INSS e oferece mais comodidade aos segurados. É importante ressaltar que a apresentação de documentos falsos configura crime, e todas as informações fornecidas devem ser verdadeiras.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

EUA - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu inesperadamente na semana passada, sugerindo que o crescimento do emprego provavelmente permaneceu sólido em fevereiro.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 12.000 na semana encerrada em 17 de fevereiro, para 201.000 em dado com ajuste sazonal, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 218.000 pedidos para a última semana.

Os pedidos de auxílio estão oscilando em níveis historicamente baixos, apesar de demissões registradas no início do ano.

As dificuldades para encontrar mão de obra durante e após a pandemia de Covid-19 deixaram os empregadores relutantes em reduzir o número de funcionários. A produtividade dos trabalhadores também aumentou, enquanto a economia continua a se expandir apesar dos fortes aumentos da taxas de juros pelo Federal Reserve.

A ata da reunião de 30 e 31 de janeiro do banco central dos EUA, publicada na quarta-feira, mostrou que as autoridades continuaram a considerar o mercado de trabalho como "apertado", mas várias "observaram que os ganhos recentes de emprego estavam concentrados em alguns setores, o que, em sua opinião, apontava para riscos negativos nas perspectivas de emprego".

Desde março de 2022 o Fed aumentou sua taxa de juros em 525 pontos-base, para a faixa atual de 5,25% a 5,50%.

Os dados de pedidos de auxílio-desemprego cobriram o período durante o qual o governo pesquisou empresas para o relatório de emprego de fevereiro. A economia dos EUA criou 353.000 vagas de trabalho em janeiro.

 

 

Reportagem de Lucia Mutikani / REUTERS

Reflexo da resiliência do seu robusto e qualificado portfólio, vendas totais atingiram R$ 5,9 bilhões no 4T23 e R$ 18,9 bilhões no ano, crescendo acima da inflação do período. Companhia atingiu 95,1% de ocupação em dezembro e EBITDA ajustado chegou a R$ 919,7 milhões no ano, acima do consenso de mercado

 

SÃO CARLOS/SP - A Iguatemi S.A. [IGTI11], uma das maiores companhias full service no setor, com participação em 14 shopping centers, dois premium outlets e quatro torres comerciais, além do e-commerce Iguatemi 365 e das lojas próprias operadas pela i-Retail, fecha 2023 evoluindo todos seus resultados operacionais sobre uma base robusta, reforçando a resiliência e consistência da Companhia e de seus ativos. Durante todo o ano, a Iguatemi S.A. registrou crescimento constante e encerrou o 4T23 com R$ 5,3 bilhões em vendas totais, um incremento de 11,7% sobre o 4T22 e 7,0 pontos percentuais (p.p) acima da inflação do período. No acumulado de 2023, a Companhia alcançou R$ 18,9 bilhões em vendas totais, aumento de 11,2% em relação a 2022 e 6,0 p.p. acima da inflação.

“Encerramos 2023 com uma excelente performance. Em 12 meses do ano, crescemos nossas vendas 9,9 p.p. acima da média do setor, conforme números da ABRASCE”, explica Guido Oliveira, CFO da Iguatemi S.A. “Além disso, entregamos o guidance de receita líquida shopings e margens pactuado no início do ano passado: atingimos a média na linha de receita líquida na unidade de shoppings, com crescimento de 16,1%, mesmo em um ano com seis meses de IGP-M negativo. A margem EBITDA ficou acima do teto apresentado, chegando a 83,6% na unidade de shoppings e 75,0% no consolidado. Na receita líquida do varejo, crescimento de 2,3%, ficando abaixo do guidance devido à reestruturação do Iguatemi 365 para o atingimento do breakeven. Em relação ao CAPEX, atingimos R$ 199,3 milhões”, completa o CFO.

A entrada de lojistas qualificados e a consequente diminuição de área vaga impactou positivamente as vendas mesmas áreas (SAS) e vendas mesmas lojas (SSS), que no 4T23 atingiram, respectivamente, 11,7% e 9,4%. No ano, os indicadores chegaram a 11,2% e 9,0% de crescimento. Ainda, último trimestre, o mais aquecido do ano, os segmentos de Alimentação, Moda,Calçados, Artigos de Couro e Artigos Diversos, Saúde & Beleza, Joalherias, apresentaram resultados positivos, crescendo 11,2%, 10,4% e 9,3% acima do 4T22.

O patamar robusto de vendas que se manteve durante todo o ano e a qualificação contínua do mix possibilitou à Iguatemi a renovação dos contratos de aluguel de forma ainda mais positiva, superando o 3T23 e atingindo leasing spreads de 7,0% no trimestre, além de seguir com a retirada de descontos e renovação de contratos com leasing spreads positivos em termos reais. “Estes movimentos contribuíram para o crescimento de aluguéis mesmas lojas (SSR) e aluguéis mesmas áreas (SAR) a atingir 6,6% e 4,6% no 4T23, com crescimento real sobre a média do reajuste aplicado nos últimos 12 meses de 5,4 p.p. e 3,4 p.p.  No ano, o SSR e o SAR atingiram 10,1% e 8,2%", mostra Oliveira.

A Iguatemi também registrou custo de ocupação de 11,1% no 4T23, 0,7 p.p. abaixo do 4T22. No ano, o indicador encerrou em 11,7%, 0,4 p.p. menor que  2022, resultado que comprova a saúde dos lojistas presentes no portfólio. Com a manutenção do custo de ocupação saudável, os indicadores de inadimplência seguem bons, com uma inadimplência líquida de  -1,7%, no 4T23, e de 1,2%, em 2023 . 

Reflexo da forte comercialização dos últimos trimestres, a taxa de ocupação chegou 94,5% no 4T23, 1,1 p.p acima do 3T23 e 1,6 p.p. acima do 4T22, atingindo seu melhor desempenho desde 2018. No ano, a taxa de ocupação média foi de 93,3%, 0,4 p.p. acima de 2022. “Tivemos um recorde de assinaturas de contratos, com 445 lojas assinadas em 2023. Então, considerando o fechamento de área vaga no decorrer do trimestre, encerramos dezembro com uma taxa de ocupação de 95,1%”, reforça o CFO.

Com o forte crescimento vindo dos empreendimentos, em 2023, a Iguatemi também avançou trimestre a trimestre em seus resultados tanto em lucro líquido quanto em fluxo de caixa proveniente das operações (FFO). Excluindo o efeito da linearização, Infracommerce e o resultado do SWAP das ações, no 4T23 o Lucro Líquido ajustado foi de R$ 134,6 milhões, 9,5% acima do 4T22, com margem líquida ajustada de 40,7% e R$ 388,4 milhões no ano, 47,3% acima de 2022, com margem líquida ajustada de 31,7%. Os Custos e Despesas Shoppings encerraram o 4T23 em R$ 69,7 milhões, queda de 9,4% versus 4T22 e R$ 259,0 no ano, 1,1% acima de 2022.

Já o FFO ajustado atingiu R$ 177,9 milhões no 4T23, 9,2% acima do 4T22, com margem FFO ajustado de 53,8% e R$ 562,8 milhões no ano, 33,3% acima de 2022, com margem FFO ajustado de 45,9%. Além disso, a alavancagem da Iguatemi S.A. encerrou o trimestre em 1,91x Dívida Líquida/EBITDA ajustado, 0,22x abaixo do 3T23. Entre os destaques do período, o EBITDA ajustado consolidado atingiu R$ 263,9 milhões no 4T23, um aumento de 29,4% versus 4T22, com margem EBITDA ajustada de 79,8% e R$ 919,7 milhões no ano, um aumento de 28,8% versus 2022, com margem EBITDA ajustado de 75,0%.

A Receita Bruta de shoppings foi de R$ 335,1 milhões no 4T23, aumento de 9,8% em relação ao mesmo período de 2022. A Receita de Aluguel, composta por Aluguel Mínimo, Aluguel Percentual (overage) e Locações Temporárias, teve crescimento de 7,8% em relação ao 4T22, representando 75,9% da receita bruta de shoppings. Já no ano, a receita de aluguel teve crescimento de 13,2% sobre 2022.

As operações da i-Retail e Iguatemi 365 somaram uma receita bruta de R$ 46,9 milhões no trimestre, um aumento de 2,0% versus o 4T22. Para o ano, a receita bruta atingiu R$ 145,9 milhões, crescendo 4,3% versus 2022, reflexo da boa performance de diversas marcas do portfólio. Os Custos e Despesas Varejo apresentaram queda de 33,3% sobre o 4T22 e de 14,6% sobre o 2022, resultado da estratégia de melhoria da rentabilidade do I365. Com isso, a operação de varejo se consolida de maneira rentável, atingindo seu breakeven devido às ações realizadas ao longo do ano.

Destaques de 2023

Seguindo a estratégia de adensamento das regiões onde seus empreendimentos estão inseridos, a Companhia concluiu a venda de fração do terreno do shopping Iguatemi Campinas, contribuindo em R$ 24,9 milhões de resultado no 4T23. O empreendimento comercial será integrado ao shopping, com área privativa de 16.762 metros quadrados, e expectativa de trazer 1.700 pessoas de fluxo por dia para o complexo quando finalizado. “O sucesso da torre Sky Galleria, 100% locada em menos de 1 ano, nos incentivou a fazer uma segunda torre corporativa, levando projetos cada vez mais qualificados para a cidade e a região”, acrescenta Guido Oliveira. Ainda em Campinas, após a conclusão da via protótipo, foram iniciadas em janeiro as obras de infraestrutura do bairro Casa Figueira, que recebeu a certificação AQUA de sustentabilidade.

A Iguatemi aprovou em reunião do Conselho de Administração o adiantamento de dividendos no montante de R$ 50 milhões, que deverá ser pago em 28 de fevereiro. A distribuição total será de R$ 200 milhões e será submetida à Assembleia Geral Ordinária em abril. O incremento de aproximadamente 80,0% nos dividendos em 2024, em comparação com 2023, reflete o crescimento da geração de caixa da Companhia e é central para a estratégia de valorização dos acionistas.

Durante 2023, a Iguatemi focou em evoluir e consolidar ainda mais sua agenda ESG. A Companhia apresentou ao mercado seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, compilando de forma transparente todas suas iniciativas e projetos que vêm sendo realizados ao longo dos anos, baseadas em três eixos de atuação: (1) gestão ambiental e crescimento sustentável; (2) pessoas diversas, felizes e prósperas; e (3) cadeia de valor ética, justa e sustentável. Os avanços já dão resultados: desde o dia 2 de janeiro, a Iguatemi passou a integrar pela primeira vez a 19ª edição do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3, referência nacional em sustentabilidade corporativa ao avaliar as práticas ESG das maiores companhias de capital aberto. 
Avançando em sua estratégia digital e de relacionamento com o cliente, ao longo de 2023 a companhia lançou duas edições da Iguatemi Collections, que registraram resultados expressivos. A última edição, realizada entre agosto e novembro de 2023, teve aumento de 83% nas vendas identificadas versus o mesmo período do ano anterior; incremento de 18% do gasto médio por cliente versus 2022; e 70 mil clientes participando da ação, sendo 37 mil novos cadastrados no Iguatemi One, programa de relacionamento da rede.
Os eventos seguiram como importantes aliados para tornar os empreendimentos cada vez mais atrativos, visando sempre proporcionar experiências diferenciadas aos clientes. O ano foi marcado por iniciativas inéditas, como a primeira loja oficial na América Latina de Stranger Things, que abriu as portas no JK Iguatemi, em São Paulo. Outros destaques foram a 7ª edição do Iguatemi Talks Fashion, que em outubro reuniu um time de palestrantes renomados para falar sobre moda, design, sustentabilidade, diversidade, negócios, wellness, inovação e criatividade, e o SPFW N56, que teve o Iguatemi São Paulo como palco da maior celebração de moda do continente ao receber 12 desfiles de marcas como Patrícia Vieira, The Paradise, Apartamento 03 e João Maraschin.

A Companhia iniciou 2024 confiante e com boa expectativa para mais um ano de crescimento. “A robustez dos nossos resultados obtidos em 2023 diante de um cenário desafiador demonstra o posicionamento assertivo no setor e o potencial dos empreendimentos. Focados em nossa estratégia para evoluir constantemente o portfólio do grupo, trazemos nosso guidance para 2024: queremos atingir um crescimento da receita líquida shoppings entre 4 – 9%, , margem EBITDA – Shoppings entre 82 – 85%, 75 – 79% e CAPEX entre 190 – 230 milhões”, finaliza Guido Oliveira.

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