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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Droga estava no banco traseiro do veículo

 

ICÉM/SP - Policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Rodoviária prenderam na terça-feira (5) um casal por tráfico de drogas na Rodovia Armando Sales de Oliveira, em Icém. A dupla transportava em um veículo mais de meia tonelada de maconha.

A polícia fazia patrulhamento pela região quando sinalizou para o motorista de um veículo parar. O condutor tentou fugir da abordagem, mas foi interceptado. Durante vistoria, os policiais encontraram 504,2 quilos de maconha no banco traseiro do carro, que era furtado.

A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal de São José do Rio Preto, onde a mulher e o homem permaneceram detidos.

IBATÉ/SP - Acontece na Biblioteca Municipal de Ibaté o segundo encontro do Clube da Leitura. O encontro será no dia 13 de setembro, às 15h.

O conto da vez é o sombrio "Venha ver o pôr do sol" de Lygia Fagundes Telles, onde realizaremos sua leitura e em seguida um bate-papo.

Os interessados devem se inscrever na recepção da biblioteca, localizada na Avenida São João, nº 742, no Centro, ao lado da Pirâmide da Mata do Alemão, ou fazer contato por meio telefônico ou Whatsapp no (16) 3343-3067 e ainda pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

A bibliotecária, Letícia Reis da Silveira, ressalta que a proposta do encontro é estimular o interesse pela literatura. “ Com as atuais tecnologias do mundo moderno, o interesse pela leitura ficou de lado, o que resulta em pessoas cada vez menos interessadas pelos livros, o que prejudica as habilidades de interpretação e comunicação”, disse. “A leitura deve ser estimulada na infância e juventude para que se aprenda desde cedo que ler é algo importante e prazeroso. Saber ler e compreender o que os outros dizem nos diferenciam e ampliam nossas leituras do mundo, finalizou.

VENEZUELA - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, desembarcou na China nesta sexta-feira (8), em sua primeira viagem à nação asiática desde 2018, no momento em que Caracas busca apoio para superar a crise econômica.

A China mantém relações próximas com o governo de Maduro, isolado internacionalmente, e é um dos principais credores da Venezuela, cujo PIB registrou queda de 80% em uma década, consequência da crise.

Depois de pousar em Shenzhen (sul), sob chuva, Maduro afirmou que está preparado para "uma visita histórica para o fortalecimento dos laços de cooperação e a construção de uma nova geopolítica mundial", em vídeo publicado na rede social X (antes Twitter).

"Choverão boas notícias para o povo venezuelano", acrescentou.

Pequim deseja a visita, que prosseguirá até quinta-feira (14), sirva para levar as relações entre os dois países a "uma nova era", declarou Mao Ning, porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores.

"A confiança política mútua entre os dois países está se tornando muito sólida e a cooperação em vários setores está em expansão contínua", destacou a porta-voz.

Maduro também visitará outros "países amigos", anunciou o presidente do Parlamento venezuelano, Jorge Rodríguez, sem revelar mais detalhes.

 

- "Uma relação de ferro" -

A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, visitou Xangai e Pequim esta semana e se reuniu com o ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi.

"China e Venezuela construíram uma relação de ferro que não pode ser rompida, e a China apoia firmemente a Venezuela na defesa de sua independência nacional e dignidade nacional", disse Wang.

A visita tinha como objetivo conseguir novos investimentos da China para o setor de petróleo e discutir possíveis ações conjuntas entre empresas dos dois países, segundo a agência Bloomberg.

"Extraordinária reunião de trabalho com a qual fortalecemos nossas relações bilaterais, a ampliação da cooperação estratégica e do trabalho conjunto internacional, em favor da paz e do respeito aos princípios e propósitos da Carta da ONU", escreveu Rodríguez na rede X.

Nicolás Maduro Guerra, deputado e filho do presidente, que também viajou à China, informou que acompanhou Rodríguez em uma reunião com a ex-presidente brasileira Dilma Rousseff, que comanda o banco dos BRICS.

Esta será a oportunidade, segundo ele, de "ratificar a vontade da Venezuela de aderir" ao bloco de países emergentes, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

A visita anterior de Maduro à China aconteceu em 2018, quando elogiou a visão do presidente Xi Jinping de um "destino comum para a humanidade". A viagem desta sexta-feira representa a 11ª visita do venezuelano ao gigante asiático.

Xi visitou o país latino-americano em 2014.

 

- Sanções -

A visita de Maduro a China acontece no momento em que os líderes mundiais se reúnem na Índia para um encontro de cúpula do G20 na qual o presidente chinês estará ausente

China emprestou 50 bilhões de dólares para a Venezuela na década de 2010, um valor que o país sul-americano se comprometeu a pagar com envios de petróleo.

Em 2018, ano em que Maduro venceu eleições que não foram reconhecidas por grande parte da comunidade internacional por supostas irregularidades, a dívida superava 20 bilhões de dólares.

Em 2019, o governo dos Estados Unidos e parte da comunidade internacional reconheceram Juan Guaidó, líder da oposição e que se autoproclamou presidente interino. O presidente americano na época, Donald Trump, aplicou várias sanções contra Caracas.

A oposição venezuelana encerrou em janeiro a presidência interina, por considerar que não cumpriu os objetivos de mudança política.

O atual governo americano, do presidente democrata Joe Biden, insiste que não reconhece Maduro como presidente e prossegue com a maioria das sanções.

Washington, no entanto, aprovou no ano passado um projeto de petróleo da empresa americana Chevron e afirmou que está disposto a aliviar a pressão caso sejam alcançados acordos entre Maduro e a oposição para as eleições presidenciais previstas para 2024.

A Venezuela registrou crescimento em 2022, após oito anos seguidos de recessão.

A recuperação foi impulsionada pela flexibilização dos controles econômicos rigorosos, cenário que levou a uma dolarização informal diante da fragilidade da moeda local, o bolívar, e à redução da inflação, embora o índice permaneça entre os mais elevados do mundo.

A economia venezuelana, no entanto, começou a registrar um processo de desaceleração no fim do ano passado. Maduro insiste que o PIB vai crescer mais de 5% em 2023, rebatendo as projeções de vários analistas.

 

 

AFP

UCRÂNIA - Quatro pessoas morreram e dezenas ficaram feridas em uma série de ataques russos contra várias cidades ucranianas, informaram nesta sexta-feira as autoridades de Kiev.

Três civis morreram e quatro ficaram feridos na explosão de uma bomba lançada por um avião sobre Odradokamianka, na região de Kherson (sul), informou no Telegram o ministro do Interior, Igor Klimenko.

Este município enfrenta uma batalha contra as forças russas mobilizadas na outra margem do rio Dnieper.

Em Kryvy Rih, cidade natal do presidente Volodimir Zelensky, sul da Ucrânia, um bombardeio atingiu um edifício administrativo e matou uma pessoa. Outras 44 ficaram feridas, três delas em estado grave, segundo os serviços de emergência.

As forças de segurança informaram que o falecido era um policial e que outros nove agentes estão entre os feridos.

A Rússia bombardeia quase todas as noites cidades ucranianas.

Na região norte, em uma zona residencial da cidade de Sumy, quase 20 edifícios atingidos, segundo o ministério do Interior. Três pessoas ficaram feridas, incluindo um casal de idosos resgatados dos escombros. 

Ao leste, em Zaporizhzhia, um homem ficou ferido em um ataque russo, segundo o comandante da administração militar regional, Yuri Malachko. 

Além dos bombardeios noturnos, as autoridades militares informaram que 29 localidades sofreram ataques russos perto da frente de batalha nas últimas 24 horas e uma mulher morreu. 

A região, parcialmente ocupada pelo exército russo, é o principal ponto da contraofensiva ucraniana no sul.

 

 

AFP

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