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Henrique

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SÃO CARLOS/SP - Em uma primeira reunião ordinária de 2019, realizada na manhã desta terça-feira (15) no auditório Wilson Wady Cury (Casa do Trabalhador), o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região e atual presidente da Comissão Municipal de Emprego de São Carlos, Paulo Roberto Gullo, apresentou a nova composição da CME para os próximos três anos, segundo Decreto Nº 537 de 18 de dezembro de 2018.

Durante a reunião Wander Kazumi Okumura também foi escolhido o vice-presidente da atual gestão e foi apresentada a nova Secretaria Executiva da CME, com Maria Magda Chabaribery e Walcinyr Bragatto, Secretário Municipal de Emprego e Renda. Paulo Roberto Gullo iniciou agradecendo e convidou um a um para que os membros se apresentassem. “A CME é composta por representantes do Poder Público, dos Trabalhadores e dos Empregadores, segundo Decreto Nº 15 de 19 de fevereiro de 2013, que a regulamenta. Na atual composição para o próximo triênio temos 21 membros novos, muitos que estão participando da Comissão pela primeira vez, o que renova o ânimo do nosso trabalho. Também contamos com a experiência de muitos antigos membros da CME, que continuam conosco como convidados e com entidades parceiras, como Senac, que nessa reunião foi representado pela gerente da unidade São Carlos, Maria Júlia Valdo Mascaro”.

Em pauta, ainda foi definida as datas para 2019 das demais reuniões da Comissão. “Teremos uma reunião extraordinária no dia 12 de fevereiro, na qual iremos discutir o Plano de Trabalho da CME e algumas ações para aumentar nossa parceria com o Senac, trazendo cursos profissionalizantes de acordo com a demanda real do mercado de trabalho”, adiantou.

A Comissão Municipal de Emprego (CME) é um órgão permanente com composição tripartite. Seu papel é o desenvolvimento de projetos e parcerias para a qualificação de pessoas e recolocação no mercado de trabalho.

Paulo Roberto Gullo é presidente do Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região, vice-presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e Conselheiro Efetivo do SescSP.

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Wander Okumura vice Presidente Comissão

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Bragatto Secretário Emprego e Renda

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Paulo Gullo Presidente CME

Além de brincar, época é propícia para o ensinamento de atitudes importantes, como a doação e empatia; inspirado em grupo do Hospital Amaral Carvalho, projeto Ouvidorria Kids foi criado há alguns meses e incentiva crianças ao voluntariado em asilos

 

   JAÚ/SP - "Um bom exemplo é o melhor sermão". Os pais de crianças em idade escolar podem não ter pensado nisso, mas a frase atribuída ao inventor e político Benjamin Franklin tem tudo a ver com o período de férias. O mês tão esperado pelos pequenos pode ser recheado de brincadeiras e preguiça, mas é também uma boa oportunidade de passar mais tempo com os adultos realizando atividades que podem mudar o seu futuro.
    De acordo com a psicóloga clínica do Hospital Amaral Carvalho (HAC) Monique Moya, é necessário ocupar o tempo com atividades que a criança queira e sinta prazer em realizar, como brincar, que é fundamental para o seu desenvolvimento, especialmente quando há interação com coleguinhas de idade parecida. "Brincar é tão importante quanto comer, dormir e até ir pra escola. É dessa forma que ela consegue compreender relações sociais e controlar impulsos", exemplifica.
    Mas, como nem tudo é brincadeira, a profissional destaca que é dever dos responsáveis incentivar o bom comportamento da garotada. "As pessoas mais próximas são modelos e exemplos. Se enfatizarmos, desde cedo, alguns valores, como respeito e cidadania, estaremos contribuindo com seu crescimento e uma transformação social".
    A introdução às boas práticas pode começar devagar. "Que tal aproveitar as férias para ensinar sobre desapego de objetos? Passado o Natal, quando costumam ganhar presentes, é interessante motivá-los à doação, por exemplo. Mostre como aquele brinquedo pode fazer outra pessoa feliz, ou que aquela roupa que já não serve mais, pode servir para algum desconhecido", orienta.
    É preciso respeitar o espaço e tempo de cada criança, que são diferentes. "Uma forma de despertar nela o desejo de ajudar ao próximo é ressaltar que a doação não precisa ser material, pode ser uma atitude positiva, como dar atenção aos mais velhos ou participar de campanhas solidárias para ajudar uma entidade", comenta Monique.   

De família
Quando pequena, a jauense Nina Brandão Canal (40) via sua mãe organizar festinhas para as crianças de um abrigo da cidade e isso a fascinava. "As vizinhas preparavam a comida e presentes, e nós íamos brincar com os internos nos eventos, era muito divertido. Ela nunca me obrigou ou disse para fazer algo desse tipo, mas cresci nesse ambiente e foi determinante para ser quem sou hoje", lembra.

    Tão natural como uma brincadeira de criança, o voluntariado se tornou questão de família para a Nina, que se transformou na Dra. Zizi, dos Remédicos do Riso (grupo de palhaços do HAC), há mais de cinco anos.
    Inspirada nela, a filha Esther (12) sentiu vontade de trilhar o mesmo caminho e já participa de um grupo infantil, o Ouvidorria Kids, criado há alguns meses, justamente para oferecer a oportunidade do voluntariado aos filhos de membros do Remédicos. 
   Acompanhados de um adulto, aos domingos, ela e outros jovens de 6 a 15 anos vão a um asilo para cantar, conversar e dar apoio aos idosos. "Me sinto tão feliz. Os velhinhos nos contam histórias, aprendo muito com eles. E sei que quando sorriem, não é só pra nos agradar, mas porque eles também estão felizes", disse.
   Para a Nina, não há realização maior. "Me ver ser voluntária foi motivo suficiente para a Esther querer fazer o bem e ela tem consciência que nós levamos esperança, muitas vezes a quem já não espera muita coisa", conta emocionada.
    A profissional do HAC afirma que ensinar empatia e solidariedade desde a infância contribui com a formação de pessoas mais generosas, que certamente contribuirão com uma sociedade mais humanizada. "Além disso, o ato de doar estimula a autoestima da criança, pois ela se sente importante ao constatar o efeito do seu ato benéfico", completa.

Nina e Esther: inspirada na mãe, jovem participa de grupo voluntário composto por crianças e adolescentes

BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (15), durante cerimônia no Palácio do Planalto, o decreto que regulamenta o registro, a posse e a comercialização de armas de fogo no país, uma das principais promessas de campanha do presidente da República.

“Como o povo soberanamente decidiu, para lhes resguardar o direito à legítima defesa, vou agora, como presidente, usar esta arma”, afirmou Bolsonaro, mostrando a caneta.

“Estou restaurando o que o povo quis em 2005”, acrescentou Bolsonaro mencionando o referendo realizado há 14 anos.

O decreto refere-se exclusivamente à posse de armas. O porte de arma de fogo, ou seja, o direito de andar com a arma na rua ou no carro não foi incluído no texto.

A assinatura do decreto ocorreu logo depois da reunião ministerial coordenada por Bolsonaro todas as terças-feiras, às 9h, no Planalto, desde que assumiu o poder em 1º de janeiro.

 

*Por: Ana Cristina Campos e Andreia Verdélio - Repórteres da Agência Brasil

Evento acontece de 17 a 19 de janeiro, com apresentações de mais de 90 trabalhos

 

SÃO CARLOS/SP - De 17 a 19 de janeiro, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) sedia a III Mostra de Trabalho dos Estudantes de Pós-Graduação em Ensino de Filosofia, que terá a apresentação de mais de 90 trabalhos os quais dialogam com a temática do Ensino de Filosofia na Educação Básica. Os trabalhos foram elaborados ao longo de um percurso de 15 meses de estudos, pelos alunos do curso de pós-graduação em Ensino de Filosofia da UFSCar. Os cursistas são professores advindos de todo o estado de São Paulo e os trabalhos abordam perspectivas teórico-práticas, que convergem com a atualidade, os desafios e as inovações na área de Ensino de Filosofia.

As apresentações acontecem nos dias 17 e 18 de janeiro, das 9h30 às 22 horas, e no sábado, dia 19, das 9h30 às 17 horas, em três locais: Anfiteatro Bento Prado Júnior e Auditórios 2 e 3 da Biblioteca Comunitária (BCo), todos localizados na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar. O evento é gratuito, aberto ao público e sem necessidade de inscrição prévia. 

A iniciativa, promovida pelo Laboratório de Ensino de Filosofia e Formação de Professores da UFSCar, conta com a coordenação da professora Adriana Mattar Maamari, do Departamento de Metodologia de Ensino (DME) da Universidade. Mais informações podem ser obtidas no material de divulgação (https://bit.ly/2STFwJD), pelo telefone (16) 3351-8664 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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