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Henrique

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ITIRAPINA/SP - De 29 de outubro a 3 de dezembro, 110 funcionários da Saúde da cidade de Itirapina, passaram por uma avaliação antropométrica, a qual contemplou medidas de peso, altura, circunferência abdominal, cintura e quadril e também a prevalência de diabéticos e hipertensos. Eles foram avaliados em seu local de trabalho: Hospital, Cerem, Vigilância Sanitária, Centro de Saúde, PSF Nova Itirapina, PSF Indaiás e Administração da secretaria.

E os resultados obtidos foram apresentados no dia 28 de dezembro, no período da tarde, no anfiteatro municipal, ocasião em que foram apresentados os resultados, assim como orientações nutricionais, além da preparação de pratos saudáveis servidos no final do encontro.

“Esses profissionais foram escolhidos de forma especial, pois são os responsáveis pela saúde de toda a população, sendo assim de grande importância para o município”, comentou a nutricionista da Secretária da Saúde de Itirapina, Dayane Cavalcante Barboza Trevelin, que contou também com a participação das estagiárias do curso de Nutrição, Aline de Sousa Nunes e Gabriela Goes Ribeiro. Parabéns pela excelente iniciativa!

Araraquara/SP - Dados recentes da Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH) revelam que, atualmente, o Brasil é o segundo país com mais casos de hanseníase, atrás somente da Índia. Por ano, são registrados cerca de 30 mil casos nos vários estados brasileiros. Considerada a doença mais antiga da humanidade, a hanseníase tem cura, mas ainda é um grave problema de saúde pública no Brasil.

Pensando nisso, em parceria com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), a AB Triângulo do Sol participará da Campanha Janeiro Roxo, que visa conscientizar a população a respeito da hanseníase. Entre os dias 2 e 31 de janeiro, os painéis eletrônicos da concessionária exibirão a frase “Janeiro Roxo - Todos contra a hanseníase / Observe manchas na pele e procure um médico”, com o intuito de despertar o interesse dos usuários das rodovias para o tema.

Em 2019, o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase será celebrado em 28 de janeiro. Devido aos números, ainda altos, durante o mês, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), promovem campanha e ações educativas para a população.  A data, celebrada sempre no último domingo de janeiro, reforça o compromisso em controlar a hanseníase, oferecer o diagnóstico e o tratamento corretos, difundir informações e desfazer o preconceito.

 

Saiba mais sobre a hanseníase

 

O que é hanseníase?

É uma doença infecciosa e contagiosa, que causa manchas esbranquiçadas ou avermelhadas na pele. A pele também pode ter alteração da sensibilidade e o paciente não sente (ou tem sensibilidade diminuída) calor, frio, dor e mesmo o toque. É comum ter sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades (pés, mãos) e em algumas áreas pode haver diminuição do suor e de pelos. Atenção: o paciente pode ter dificuldades para segurar objetos, pode queimar-se e não sentir ou, por exemplo, perder os chinelos sem perceber. A doença pode provocar o surgimento de caroços e placas em qualquer local do corpo e diminuição da força muscular.

 

De onde vem a doença?

A hanseníase não é hereditária. É causada pelo bacilo Mycobacterium leprae e sua transmissão acontece de pessoas doentes sem tratamento para pessoas saudáveis, pelas vias aéreas superiores (tosse, espirro, fala).

 

Como é feito o diagnóstico da hanseníase?

O diagnóstico precisa ser feito o quanto antes. A doença pode ser diagnosticada em uma consulta médica em consultório ou ambulatório. O médico analisa lesões na pele com manchas (partes da pele podem não ter sensibilidade) e alterações neurológicas específicas (dormências e formigamentos). O serviço público de saúde em todo o Brasil oferece gratuitamente o tratamento. Importante: todas as pessoas que convivem ou conviveram com o paciente de hanseníase devem ser examinadas.

 

Hanseníase tem cura?

Sim, a hanseníase tem cura. Quanto mais cedo o tratamento, menores são as agressões aos nervos e é possível evitar complicações. O paciente que inicia o tratamento não transmite a doença a familiares, amigos, colegas de trabalho ou escola.

 

Como são feitos os exames?

Em muitos casos, os médicos dos serviços públicos de saúde especializados em hanseníase podem diagnosticar a doença apenas no exame clínico. Pacientes de hanseníase fazem exame dermatológico e exame neurológico.

 

Como é o tratamento?

O tratamento da hanseníase é simples. Em qualquer estágio da doença, o paciente recebe gratuitamente os medicamentos para ingestão via oral – os medicamentos destroem os bacilos. O tratamento leva de 6 meses a 1 ano. Se seguir o tratamento cuidadosamente, o paciente recebe alta por cura.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Hansenologia (HBS)–www.sbhansenologia.org.br.

 

AB Triângulo do Sol I Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo

A concessionária AB Triângulo do Sol é responsável pela administração de 442 quilômetros de rodovias que compreendem o Lote 9 do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo: Rodovia Washington Luís (SP-310), entre São Carlos e Mirassol; Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), de Matão a Bebedouro; e Rodovia Carlos Tonanni / NemésioCadetti / Laurentino Mascari / Dr. Mario Gentil (SP-333), entre Sertãozinho e Borborema.

SÃO PAULO/SP - Órgão vinculado à Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania, a Fundação Procon-SP realizou uma pesquisa de preços do material escolar, no último mês, em nove estabelecimentos comerciais. O levantamento foi feito nos dias 5, 6, 7 e 10 de dezembro de 2018, em lojas distribuídas pelas regiões norte, sul, oeste e centro da capital.

A pesquisa completa, já disponível no site da fundação, busca oferecer referências de valores aos consumidores, por meio dos preços médios obtidos na amostra. Na comparação dos estabelecimentos pesquisados por região, os melhores patamares foram encontrados na zona norte da capital.

Depois da comparação de 134 produtos comuns entre as pesquisas realizadas neste ano e no ano passado, o órgão constatou, em média, um acréscimo de 9,95% no preço dos itens. Vale destacar que o Índice de Preços ao Consumidor de São Paulo (IPC-SP), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), referente ao período, registrou variação de 3,47%.

Resultados

Em termos percentuais, a maior diferença de preço identificada foi de 325%, em relação ao lápis preto Nataraj HB nº2, sextavado, sem borracha, da CIS/SERTIC. O maior valor encontrado foi de R$ 1,70 (o menor chegou a R$ 0,40). O preço médio do produto foi de R$ 1,07.

Outros itens também apresentaram diferenças consideráveis, principalmente em números absolutos:

Lápis de cor Jumbão Ecolápis – caixa com 24 cores

Maior preço: R$ 63,90

Menor preço: R$ 28,90

Diferença: R$ 35,00 (121,11%)

Caneta Hidrocor 850L Junior – 12 cores

Maior preço R$ 55,52

Menor preço: R$ 24,60

Diferença: R$ 30,92 (125,69%)

Lápis de cor Aquarelável – caixa com 24 cores

Maior preço: R$ 46.90

Menor preço: R$ 20,40

Diferença: R$ 26,50 (129,9%)

É importante frisar que as variações constatadas estão ligadas aos dias em que a coleta foi realizada. Os preços praticados atualmente podem ser diferentes, já que estão sujeitos à alteração conforme a data da compra, inclusive, por ocasião de descontos especiais, ofertas e promoções.

Dicas

De acordo com a Fundação Procon-SP, antes de ir às compras, o consumidor deve verificar quais dos produtos da lista de material já possui em casa e, ainda, se estão em condição de uso. Promover a troca de livros didáticos entre alunos também garante economia.

Na lista de material, as escolas não podem exigir a aquisição de nenhum material escolar de uso coletivo (produtos para escritório, higiene ou limpeza, por exemplo), segundo determina a Lei nº 12.886, de 2013.

Além disso, algumas lojas concedem descontos para compras em grandes quantidades. Assim, pode ser interessante para o cliente se reunir com outros pais para uma compra coletiva. O consumidor deve sempre verificar se o estabelecimento comercial pratica o preço diferenciado em função do instrumento de pagamento, como, por exemplo dinheiro, cheque, cartão de débito e de crédito.

 

*Fonte: Governo do Estado de SP

PORTO FERREIRA/SP - O Programa Município VerdeAzul (PMVA) publicou o Ranking Ambiental dos municípios paulistas com o Indicador de Avaliação Ambiental (IAA), edição 2018. Porto Ferreira atingiu a 84ª colocação entre 645 municípios, com a nota de 72,2 pontos – a maior desde 2011, quando iniciou a participação –, o que o colocou como o melhor da região.

O IAA, disponível aos agentes públicos e a toda a população, serve como instrumento auxiliar de promulgação e execução de políticas públicas ambientais, de acordo com as características locais específicas de cada município.

O Certificado Município VerdeAzul é concedido aos municípios que atingem a nota superior a 80 pontos e preenchem requisitos pré-definidos para cada ciclo, e ao interlocutor respectivo. Este certificado reconhece a boa gestão ambiental municipal e garante à Prefeitura premiada prioridade na captação de recursos do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (Fecop).

Este ano foram 65 municípios paulistas que atingiram nota superior a 80 pontos. “Estamos próximos de alcançar o certificado, num trabalho que vem sendo desenvolvido pela Divisão de Meio Ambiente. Avançamos muito e continuaremos buscando a sustentabilidade e a boa gestão ambiental”, disse o prefeito Rômulo Rippa.

Veja a evolução de Porto Ferreira através dos anos e os resultados dos municípios da região em 2018:

PORTO FERREIRA

   ANO        POSIÇÃO        NOTA   
  2011   508   16,83
  2012   309   38,93
  2013   404   25,50
  2014   354   37,92
  2015   251   49,04
  2016   176   53,77
  2017   108   63,12
  2018   84   72,20

RESULTADOS DA REGIÃO

  MUNICÍPIO       POSIÇÃO       NOTA    
  Porto Ferreira   84   72,20
  Santa Rita do Passa Quatro      100   64,93
  São Carlos   111   61,23
  Santa Cruz das Palmeiras   125   57,33
  Luiz Antônio   131   55,60
  Leme   146   50,36
  Tambaú   157   47,86
  Pirassununga   175   44,60
  São Simão   223   31,52
  Descalvado   265   23,52
  Santa Rosa de Viterbo   321   12,16
  Casa Branca   370   9,62
  Aguaí   398   8,93
  Analândia   436   8,02
  Santa Cruz da Conceição   545   5,79

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