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Henrique

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Um novo ecoponto será inaugurado no bairro

 

SÃO CARLOS/SP - Sábado é dia de limpeza. Em São Carlos, para marcar o Dia Mundial da Limpeza, a Prefeitura de São Carlos organizou uma grande ação no bairro Cidade Aracy. Um novo ecoponto também será inaugurado para oferecer a população mais um local para o descarte adequado de resíduos.

O ponto de encontro da ação será em frente a UPA do Cidade Aracy, às 8h30. Os voluntários farão uma caminhada de aproximadamente 1 km catando resíduos jogados de forma irregular nas ruas. O trabalho será acompanhando pela equipe dos Serviços Públicos.

A Caminhada termina na avenida Arnoldo Almeida Pires, 1.507, onde está localizado o novo ecoponto. Nesse primeiro momento, o ecoponto do Cidade Aracy estará recebendo resíduos de construção civil e volumosos (galhos/poda e móveis).

Na cidade, o evento também vai comemorar o Dia da Árvore com um plantio de mudas na calçada do Centro da Juventude Lauriberto José Reyes próximo a piscina e a pista de skate. O plantio será realizado pelos professores, alunos e pais do CEMEI Maria Alice Vaz de Macedo.

Mutirão de limpeza – Desde segunda-feira (16/9), a Secretaria de Serviços Públicos está realizando um trabalho de limpeza na região do Cidade Aracy. Ao longo da semana, estão sendo feitos roçagem e capinagem, limpeza de bocas de lobo e bueiros, serviços de tapa buraco e retirada de entulhos. “Em apoio a Secretaria de Meio Ambiente, estamos fazendo um mutirão na região do Aracy. Contamos com a colaboração da população para o descarte correto de resíduos. Com um ecoponto no bairro esperamos que as pessoas utilizem o local para destinação certa dos resíduos”, informou Mariel Olmo, secretário de Serviços Públicos.

Dia Mundial da Limpeza - Coordenado pelo projeto Limpa Brasil, a atividade é realizada em mais de 150 países e 1000 cidades brasileiras vão participar.

A participação das pessoas é voluntária. Na cidade, as associações de moradores dos bairros Jardim Embaré, Jardim Araucária e Cardinalli farão ações nos seus bairros.

No último domingo, um grupo de voluntários realizou a ação de limpeza Bosque Limpo, recolhendo todo tipo de lixo no Bosque Regynaldo Zavaglia, bairro Planalto Paraíso. Foram retirados 34 sacos de lixo comum, 6 caixas de reciclado e aproximadamente 15 caixas de entulho de construção.

Qualquer pessoa pode participar do Dia Mundial da Limpeza. “A ideia que as pessoas se reúnam e promovam alguma ação de limpeza. É importante cadastrar a atividade no site http://iniciativa.limpabrasil.org/dia-mundial-da-limpeza para contabilizarmos as atividades”, informou Ana Paula Luzia, da secretaria de Meio Ambiente, Ciência, tecnologia e Inovação.

A ação conta com o apoio do Grupo Escoteiro de São Carlos 251 SP e Colégio Interativo.

SÃO CARLOS/SP - O vereador Moisés Lazarine (DEM) durante o primeiro ano do seu mandato solicitou a Prefeitura Municipal por meio do processo nº598/2017 o recapeamento da Rua Antonio Blanco em toda sua extensão.

“A Rua Antonio Blanco, é uma das vias mais movimentas da nossa cidade, inclusive têm a circulação dos transportes coletivos. Sendo uma Rua que estava completamente esburacada, onde o SAAE abria buracos para reparos e os mesmo não eram fechados”, declarou o vereador na solicitação.

Agora, Moisés celebra o recapeamento realizado pela Prefeitura, na Rua Antonio Blanco no bairro Vila Costa do Sol, em toda sua extensão.

“Hoje com muita alegria o nosso Prefeito Airton Garcia colocou a Rua Antonio Blanco no cronograma de recape e a mesma hoje está um tapete”, concluiu.

Evento é organizado pela Cátedra Sérgio Vieira de Mello e acontece em 24 de setembro

 

SÃO CARLOS/SP - Os deslocamentos forçados vêm se tornando uma das questões centrais para o século XXI, demandando soluções integradas e duráveis. De acordo com o último relatório da agência da Organização das Nações Unidas para refugiados (Acnur), 70,8 milhões de pessoas se encontram atualmente em deslocamento forçado e, na América Latina, o êxodo venezuelano já resultou em mais de três milhões de deslocados. Para abordar essa questão, acontece na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) no dia 24 de setembro o seminário "Migração e refúgio no Brasil contemporâneo", organizado pela Cátedra Sérgio Vieira de Mello na UFSCar, com apoio da Acnur e do Projeto de Promoção dos Direitos de Migrantes (Promigra) da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).
A abertura do evento - com Svetlana Ruseishvili, docente do Departamento de Sociologia (DS) da UFSCar - acontece às 9 horas, no Auditório do Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH), na área Sul do Campus São Carlos da UFSCar (edifício AT2). A programação continua com a mesa-redonda "Refugiados e a Universidade: a Cátedra Sérgio Vieira de Mello na UFSCar", que terá a participação de Ruseishvili; das demais integrantes da coordenação da Cátedra na UFSCar, Keila Maria Cândido, da Secretaria Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade (SAADE), e Tainá Veloso Justo, da Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad); e de representante dos estudantes refugiados da UFSCar. A segunda mesa, às 11 horas, falará de "Migrações venezuelanas no Brasil", com pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Federal de Roraima (UFRR), integrante do Promigra e representante da comunidade venezuelana no Brasil. A programação termina com a mesa "Perfil socioeconômico dos refugiados no Brasil", às 14 horas, que terá representantes da Unicamp, da Acnur e da ONG Compassiva.
O evento é aberto às pessoas interessadas, sem necessidade de inscrição prévia. O detalhamento da programação pode ser conferido no cartaz do Seminário (em http://bit.ly/2lWcbCO).

BRASÍLIA/DF - O senador Fernando Bezerra (MDB-PE) e seu filho, o deputado federal Fernando Coelho (DEM-PE), receberam ao menos R$ 5,538 mi em propinas, segundo a Polícia Federal. Na manhã desta quinta, 19, os dois foram alvos da Operação Desintegração e tiveram seus gabinetes no Congresso vasculhados por agentes federais.

Após a realização das buscas, em entrevista na entrada do prédio onde mora, em Brasília, o senador informou que colocou o cargo de líder do governo à disposição.

A ação foi deflagrada com base no depoimento dos empresários João Lyra, Eduardo Freire Bezerra Leite e Arthur Roberto Lapa Rosal, investigados pela Operação Turbulência. Os dois primeiros fecharam acordo com o Ministério Público Federal em 2017.

Segundo a Polícia Federal, há diversos elementos de prova que indicam o recebimento dos valores, entre 2012 e 2014, pagos por empreiteiras, em razão das funções públicas exercidas pelos parlamentares.

O teor dos relatos dos empresários é analisado pelo ministro Luiz Roberto Barroso na decisão que desencadeou a operação. Barroso determinou a realização de buscas em 52 endereços, incluindo empresários, intermediários, operadores, 'laranjas' e outros citados na investigação.

De acordo com a Polícia Federal, haveria indícios de autoria e materialidade de que Bezerra pai e Bezerra filho estariam envolvidos em crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro, e falsidade ideológica eleitoral. Na decisão, Barroso elenca cinco episódios envolvendo o senador e o deputado federal.

Segundo o ministro, os colaboradores confirmaram a participação no 'pagamento sistemático de vantagens indevidas' ao senador e a seu filho por determinação das empreiteiras OAS, Barbosa Mello, Paulista e Constremac Construções.

A decisão registra ainda que os delatores detalharam como eram levantados recursos financeiros para os investigados. Segundo os mesmos, Fernando Bezerra teria solicitado e recebido propinas, para si e para outras pessoas, em razão de suas funções como Ministro da Integração (governo Dilma) e parlamentar.

De acordo com a decisão, Fernando filho, teria recebido milhões de reais em vantagens indevidas por conta de seu cargo na Câmara dos Deputados.

Para dissimular a origem dos valores recebidos, foi utilizado um esquema de lavagem de capitais, envolvendo empresários, operadores e outros políticos e pessoas jurídicas, registra o documento.

Segundo a representação policial, funcionários de um 'setor de projetos estruturados' da OAS relataram que utilizaram empresas para a geração de caixa-dois através de emissão de notas fiscais fictícias ou superfaturadas - parte delas era vinculada a obras de transposição do Rio São Francisco, custeadas pelo Ministério da Integração Regional.

COM A PALAVRA, O ADVOGADO ANDRÉ CALLEGARI, QUE DEFENDE FERNANDO BEZERRA E O DEPUTADO FERNANDO COELHO FILHO

"Causa estranheza à defesa que medidas cautelares sejam decretadas em razão de fatos pretéritos que não guardam qualquer razão de contemporaneidade com o objeto da investigação. A única justificativa do pedido seria em razão da atuação política e combativa do senador contra determinados interesses dos órgãos de persecução penal. A defesa ainda não teve acesso ao pedido e à decisão do ministro que autorizou as medidas, mas pode afirmar que as medidas são desnecessárias e extemporâneas".

 

*Por: Pepita Ortega/SÃO PAULO e Breno Pires e Patrick Camporez/BRASÍLIA/ESTADÃO

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