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Redação

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 Jornalista/Radialista

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TAQUARITINGA/SP - O capitão da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), Cláudio César Capelari, morreu após sofrer um acidente de trânsito na manhã desta terça-feira, dia 30, no quilômetro 331 da Rodovia Washington Luís (SP-310), município de Taquaritinga.

O policial conduzia uma viatura da Polícia Rodoviária no sentido interior-capital e colidiu violentamente na traseira e caminhão canavieiro. Ele sofreu três paradas cardiorrespiratórias durante o socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

 

Acidente

Com a violência do impacto, o condutor da viatura ficou preso entre as ferragens. Equipes do Corpo de Bombeiros foram encaminhadas ao local para retirar a vítima de dentro do veículo, que ficou com a frente destruída.

Ele estava sozinho na viatura. O motorista do caminhão não sofreu ferimentos. O capitão pertencia ao 2º Batalhão da Polícia Rodoviária (BPRv) e trabalhava na capital paulista.

 

 

PORTAL MORADA

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP - Um homem de 43 anos foi encontrado morto em uma igreja, na noite da última segunda-feira (29), no distrito de Talhado, na cidade de São José do Rio Preto.

Segundo o boletim de ocorrência (BO), um dos funcionários da igreja, que atende dependentes químicos, encontrou a vítima com sangramento no nariz.

O óbito de Charles Matheus Cordeiro Vianna foi constatado pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) e a causa da morte será investigada.

 

 

REGIÃOSP

IBATÉ/SP - Com o objetivo de incentivar a adoção consciente de animais, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) “João Trevizan” realiza no próximo sábado, 03 de setembro, das 9h às 16h, a “Feira de Adoção de Cães e Gatos”.

A ação acontece nas dependências da Horta Municipal, localizada na rua José Donatoni, 656, Jardim Mariana, onde as pessoas poderão conhecer os animais e adotá-los.

A médica veterinária, Dra. Claudia Boschilia, responsável pelo CCZ, ressalta que esses animais foram abandonados ou vítimas de maus tratos. “No momento, esses animaizinhos estão sob a proteção do município, saudáveis, vermifugados, castrados, e aqueles que ainda não tem idade para castração, a gente faz o agendamento no ato da adoção”, contou. 

Ela lembra que além da realização dessa feira de adoção, a Prefeitura de Ibaté, constantemente, faz a divulgação de fotos dos cães e gatos (filhotes ou adultos) em suas páginas oficiais no Facebook e Instagram [@prefeituradeibateoficial], com o objetivo de aumentar a adoção consciente desses animais.

As pessoas interessadas na adoção deverão comparecer no CCZ, munidas dos seus documentos pessoais, comprovante de residência e ser maior de 18 anos.

O Centro de Controle de Zoonoses atende de segunda à sexta-feira, com exceção de quarta-feira e aos finais de semana. Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone (16) 3343-7031.

UCRÂNIA - Em meio a relatos contraditórios naturais em uma guerra que antes de tudo é de propaganda, a contraofensiva anunciada pela Ucrânia para tentar retomar áreas ocupadas pelos russos no sul do país registrou combates mais intensos na terça (30).

Como seria óbvio, Kiev diz estar avançando, e Moscou, que as tentativas ucranianas foram todas rechaçadas. Em comum, apenas a concordância de que há combates em curso na região de Kherson, cuja capital homônima foi a primeira cidade significativa a ser tomada pelos russos, em 3 de março, logo após a invasão de 24 de fevereiro.

Sites ucranianos mostraram vídeos de tiroteios registrados na cidade, que tinha 280 mil pessoas antes da guerra. Não é possível assegurar sua veracidade ainda, mas a administração russa da cidade confirmou ter havido conflitos na região.

Com efeito, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, apenas disse nesta terça que "a operação militar especial segue conforme o plano", o mantra de seu chefe, Vladimir Putin. Ele respondia à ameaça feita pelo homólogo ucraniano do presidente, Volodimir Zelenski, que na noite anterior havia dito que os russos precisariam fugir para sobreviver.

A ofensiva lançada na segunda não tem um desenho ainda definido, o que gera dúvidas acerca da capacidade de Kiev de romper de forma efetiva as linhas russas, que foram reforçadas durante o mês em que a ação foi propagandeada por Zelenski no intuito de obter mais apoio militar do Ocidente.

Nesse período, a Ucrânia introduziu o emprego de sistemas de artilharia com mísseis de precisão Himars norte-americanos. Eles foram usados para atacar depósitos de munição e quartéis russos mais distantes das linhas de frente e também para ajudar a isolar a cidade de Kherson.

Como fica separada do resto do território ocupado pelos russos pelo rio Dnieper, a capital regional está em uma posição vulnerável. Pontes foram atacadas e fechadas, obrigando a construção de pontões e o uso de barcaças para transporte de suprimentos para a cidade pelos russos.

Ainda assim, uma tomada física da cidade demandaria o tipo de combate de atrito que os russos têm preferido na guerra, com grande destruição, e diferentemente de outros locais ocupados há muitos ucranianos morando ainda em Kherson.

Enquanto não se sabe o real rumo da ofensiva, alguns detalhes começam a emergir de sua preparação. Segundo o jornal americano The Washington Post, Kiev construiu diversos modelos de madeira dos lançadores Himars para enganar os russos e fazê-los desperdiçar mísseis e artilharia.

É uma tática tão antiga quanto as guerras, e nesse caso teria sido usada para atrair drones de Moscou que orientam o disparo de mísseis e obuses. Isso explicaria o alto número de sistemas Himars que os russos dizem ter destruído (6 dos 16 entregues até aqui) e o contínuo uso do armamento.

Novamente, pode ser só propaganda, como ocorre de lado a lado. Segundo o governador da região de Mikolaiv, que fica anexa a Kherson e foi o ponto em que as tropas russas pararam no seu caminho ao porto de Odessa, "combates pesados continuam". "A liberação virá logo", disse Vitali Kim a uma TV local.

Já em Kherson, o adjunto da administração russa local foi assassinado a tiros no domingo (28). Ele se chamava Alexander Kovalev e era um deputado ucraniano que mudou de lado com a invasão. O chefe dele, o também colaborador Kirill Stremusov, foi flagrado por internautas gravando um pronunciamento em vídeo de Voronej, no sul da Rússia, o que sugere que ele pode ter fugido.

Alguns vilarejos foram tomados, afirmou a mídia ucraniana, enquanto o Ministério da Defesa russo postou um vídeo de uma vila completamente obliterada, dizendo que ela havia sido "libertada". Enquanto isso, combates seguem em regiões de Donetsk, província do leste cuja parte ainda sob controle de Kiev está sob ataque desde que Moscou conquistou a vizinha Lugansk.

 

 

IGOR GIELOW / FOLHA de S. PAULO

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