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Redação

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 Jornalista/Radialista

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O debate contou com a participação de Guilherme Boulos que visitou a associação nesta semana

 

SÃO CARLOS/SP - O presidente da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos), José Fernando Domingues, o Zelão, e a diretoria da entidade, receberam nesta semana o ex-candidato à Presidência e à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos.

No encontro foram discutidas as demandas do setor, a retomada da economia e os problemas que o comércio vem sofrendo em decorrência das enchentes. “Estamos sempre abertos ao diálogo, visando melhorias para a nossa classe empresarial, e essa foi mais uma oportunidade de discutirmos as demandas e apresentarmos os anseios do comércio e da indústria”, disse Zelão.

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No encontro Boulos, explicou que a visita teve o objetivo de discutir um projeto de desenvolvimento econômico e social para o estado de São Paulo que compatibilize com a retomada da economia, assim como o combate à desigualdade social e a retomada de políticas públicas. “Essa foi uma agenda de escuta para entendermos as demandas de cada setor. A parte mais expressiva do PIB de São Paulo, por exemplo, é o setor de serviços e ele foi o mais afetado pela pandemia, portanto ouvir a associação é de fundamental importância. Esse é o primeiro passo para encontramos soluções para a reconstrução de políticas públicas para que os empreendedores possam contar com uma retomada bem estruturada”, ressaltou Boulos.

Acesse www.belladasemana.com.br

 

Florianópolis (SC) -  Renata Matos está de volta ao Bella da Semana! Protagonista de um ensaio ao vivo memorável, a modelo gaúcha aceitou o pedido dos fãs após o enorme sucesso em suas últimas passagens pela maior revista masculina do Brasil. Após seu retorno triunfal, a maior revista masculina do Brasil liberou na quarta-feira, 11 de agosto, um conteúdo inédito com a segunda parte deste ensaio, no www.belladasemana.com.br.

Nascida em Esteio, no Rio Grande do Sul, Renata já teve duas passagens pelo Bella da Semana. Após posar pela primeira vez, em 2019, para o site comandado pelo empresário Alexandre Peccin, a modelo retornou para um ensaio especial com Nágela Barros no mesmo ano. Em 2021, após diversos pedidos, Renata fez a alegria dos assinantes.“Um ensaio bem melhor do que os outros! Sem dúvida esse foi de arrasar! O melhor ensaio que eu já fiz!”. 

Com apenas 24 anos, Renata mostra muita personalidade com as câmeras. A modelo conta que muita coisa mudou em sua vida após posar para o Bella da Semana e que a primeira experiência foi importante para sua carreira.”Tudo mudou, pois aquele foi o meu primeiro ensaio. Agora eu tenho até fãs (risos). Depois do Bella eu comecei a ver a carreira de modelo com outros olhos. E hoje em dia eu trabalho com isso e sou muito mais autoconfiante graças ao Bella”.

Dona de um corpo escultural, Renata contou todos os seus segredos (pelo menos os que a gente ainda não sabia!). Para ela, sua parte preferida são os seios! Já sobre sexo ela revela a posição preferida na cama. “Para ser bem sincera, eu por cima, sentando”.

Já quando perguntamos sobre o que a deixa mais excitada … “Muito beijo na boca. Sou beijoqueira”. Pra finalizar, perguntamos pra ela se ela já havia ficado com algum famoso. “Já, mas não posso falar. É segredo”.

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Renata conta que pretende seguir investindo na carreira de modelo, além de ajudar outras meninas que queiram entrar no mundo de modelo sensual. Para ela, fotografar para o Bella da Semana foi uma experiência incrível. 

Confira o ensaio no www.belladasemana.com.br 

SÃO CARLOS/SP - A diretoria da Academia Brasileira de Ciências (ABC), em sua reunião virtual realizada no passado dia 06 de agosto, elegeu o docente e pesquisador do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), Prof. Glaucius Oliva, para o cargo de vice-presidente Regional da ABC para a Região de São Paulo, ocupando, assim, o cargo deixado em aberto desde 11 de julho último com o falecimento do Prof. Oswaldo Luís Alves. O mandato do Prof. Oliva, bem como de todos os membros desta Diretoria, segue até maio de 2022.

Glaucius Oliva é professor titular do Instituto de Física da Universidade de São Paulo em São Carlos (IFSC-USP). É coordenador do Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos, um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CIBFar/Cepid) da Fapesp.

Doutorado em cristalografia de proteínas pela Universidade de Londres (1988), seus principais interesses de pesquisa estão centrados em biologia estrutural e química medicinal aplicados ao planejamento e desenvolvimento de novos fármacos, com particular ênfase em doenças infecciosas endêmicas brasileiras. Hoje lidera uma equipe de pesquisas com composição multidisciplinar de físicos, biólogos e químicos. Também tem liderado projetos em colaboração com empresas farmacêuticas nacionais.

Foi diretor (2010) e presidente (2011-2015) do Conselho Nacional e Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), bem como fundador e membro do governing board do Conselho Global de Pesquisas (GRC, na sigla em inglês).

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É comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, membro da TWAS (The World Academy of Sciences for the advancement of science in developing countries) e fellow do Birkbeck College da Universidade de Londres.

 

 

 

SÃO PAULO/SP - Que a gasolina está cara não é novidade para ninguém, contudo, volta e meia um novo vilão para esse aumento de preços é apresentado: alta do dólar, preços nas refinarias, impostos, crise econômica agravada pela pandemia… a lista é grande!

Sabemos que todos esses fatores citados acima influenciam, de uma maneira ou de outra, no valor final dos combustíveis. Contudo, fomos em busca de entender como é composto o preço dos combustíveis cobrados na bomba para, assim, trazer de maneira bem clara quais fatores influenciam de forma direta nestes valores.

Colocando os valores no papel

De acordo com informações divulgadas pela Petrobras, as quais foram coletadas entre 25 e 31 de julho de 2021, atualmente o preço da gasolina praticado na bomba é composto pelas seguintes porcentagens:

Componentes do preço da gasolina cobrado na bomba

 

  • 12,2% Distribuição e Revenda
  • 15,7% Custo do Etanol Anidro
  • 27,4% ICMS
  • 11,7% CIDE e PIS/PASEP e COFINS
  • 33% Realização Petrobras

 

Essas porcentagens, porém, mudam de acordo com o combustível. No caso do Diesel, o valor da “Realização Petrobras” é exponencialmente maior do que o do imposto cobrado sobre este combustível. Confira abaixo:

Componentes do preço do diesel cobrado na bomba

 

  • 13,3% Distribuição e Revenda
  • 11,3% Custo do Biodiesel
  • 15,7% ICMS
  • 7% CIDE e PIS/PASEP e COFINS
  • 52,7% Realização Petrobras

 

Analisando os dados

Com esses valores em mãos, é possível verificar que, no caso da gasolina, o que mais encarece o valor praticado na bomba, hoje, são os impostos, especialmente o ICMS, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. Quando somados, estes representam quase 40% do valor pago pelo cidadão brasileiro.

Já no caso do Diesel, os impostos têm pouco impacto sobre o valor final, já que representam apenas 22,7%. Neste combustível, o que mais pesa no preço pago pelo consumidor final é a “Realização da Petrobras”, que nada mais é do que todo o trabalho feito pela empresa.

Nova MP dos combustíveis

Na última quarta-feira (11), o Governo Federal anunciou uma nova Medida Provisória que irá permitir que produtores e importadores de etanol hidratado possam fazer a comercialização de forma direta com os postos de combustíveis, ou seja, sem a necessidade de terem as distribuidoras envolvidas na negociação.

Além disso, a proposta também trata da tutela regulatória da fidelidade à bandeira e passará a permitir que o posto que opte por exibir a marca comercial do distribuidor possa também, de forma facultativa, comercializar combustíveis de outros fornecedores. Com a mudança, um posto de bandeira X poderá comercializar combustíveis de fornecedores X,  Y e Z, desde que respeite os contratos vigentes e informe o consumidor sobre esses diferentes produtos.

Apesar de ser apresentada como uma mudança que visa gerar mais concorrência e potencial redução nos preços, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) afirmou ao site G1 que a MP não trará frutos positivos para o consumidor.

"Acreditamos que a proposta legislativa não traz benefícios em termos de preço e informação ao consumidor, mas aumenta os custos regulatórios e fiscais e cria uma desestruturação em um mercado bastante maduro e complexo (...) A manutenção da fidelidade à marca exposta nos postos revendedores dá ao consumidor a certeza da origem dos produtos", avaliou o IBP em resposta ao G1.

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A MP foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (12).

 

 

*Por: Gabriela Campos / financaseempreendedorismo

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