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Henrique

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SÃO CARLOS/SP  - A Polícia Militar deteve um jovem de apenas 16 anos com drogas no bairro Douradinho, em São Carlos.

Segundo informações, uma viatura da PM fazia patrulhamento pela Rua Luciano Eduardo Félix, quando avistou o jovem em atitude suspeita, ao abordar e revistar o adolescente foi localizado drogas em seu poder. Ao ser questionado sobre a procedência o menor disse que em sua casa havia mais entorpecentes.

Os Militares foram até a casa do menor na Rua Domingos de Angelis, no bairro Jardim São Rafael, e lá os PMs encontraram mais entorpecentes, balança de precisão, material para embalar as drogas e dinheiro.

O material foi apreendido e o adolescente encaminhado à Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) e ficou à disposição do delegado.

RIO DE JANEIRO/RJ - Eu não pretendia ocupar meus leitores com essa história gerada por uma conversa da ministra Damares, falando em “menino veste azul, menina veste rosa.” Não pretendia, mas vi que em apenas duas mensagens que postei no Twitter, em menos de três dias tinham, as duas 3.560 opiniões, 21.300 retuitadas, 100.500 likes e 2.050.000 visualizações. Já que senti tanto interesse sobre um tema que passaria despercebido num mundo normal, vou dar mais alguns pitacos sobre o assunto.

A reação mais amistosa à frase foi chamá-la de polêmica. Onde alguns viram polêmica, eu vejo obviedade, chavão, lugar-comum. Pois todo mundo sabe dessa cultura popular, que leva a vestir o bebê menino de azul e o bebê menina de rosa. Quem tiver dúvida, por favor junte 100 casais que tiveram um bebê menino, e pergunte se enfeitariam o cabelinho dele com uma fita rosa. Se houver alguém disposto a fazê-lo, que saia para a rua com ele e a fitinha rosa e vá contando quantas pessoas vão elogiar “que linda menininha”. Ora bolas, é tão óbvio isso!

O que me preocupa é que a atitude de julgar a frase polêmica, ironizá-la, demonstra alienação em relação à cultura do povo, das pessoas comuns; desconhecimento quase alienígena, como se expressassem essa estranheza com a frase por morar na lua, como selenitas. É como se não conversassem com as pessoas ditas comuns. Quando me referi, no Twitter, sobre a campanha Outubro Rosa, que trata do câncer de mama, e Novembro Azul, para prevenir câncer de próstata, deixei no ar a pergunta se alguém associaria a próstata ao rosa e a mama ao azul.

Agora que tenho me dedicado mais às redes sociais, tenho podido identificar reações do mesmo viés. No domingo, a bandeira de minha casa tremulava ao vento tendo ao fundo um horizonte verde e ao alto um belo céu azul e branco, como se fossem a projeção das cores do nosso pavilhão nacional. Fotografei e postei no Twitter com a mensagem “Acima de tudo, o símbolo de todos”. Entre as 700 mensagens recebidas, algumas me xingavam pela foto: “Puxa-saco dos militares”. As mais de 400 mil visualizações e os 34 mil likes compensaram a tristeza de perceber que, para alguns, a bandeira nacional não é de todos nós brasileiros, mas apenas dos militares. Onde será que aprenderam isso?

 

*Texto escrito Por: Alexandre Garcia.

Alexandre é jornalista, apresentador e colunista político brasileiro.

Segundo pesquisa realizada pela Entidade em parceria com a Ebit/Nielsen, contudo, vendas do setor atingem R$ 4,09 bilhões

 

São Paulo/SP As vendas do comércio eletrônico no Estado de São Paulo caíram 6,9% no terceiro trimestre de 2018 em comparação ao mesmo período de 2017, com o faturamento de R$ 4,09 bilhões, ante R$ 4,38 bilhões do ano anterior. Já na comparação com o segundo trimestre, o recuo foi de 0,5%. Nos nove meses de 2018, a taxa de crescimento real das vendas do setor se manteve estável em 0,1%.
 
Os resultados compõem a Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE) elaborada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), por meio do seu Conselho de Comércio Eletrônico, em parceria com a Ebit/Nielsen. A pesquisa traz dados sobre faturamento real, número de pedidos e tíquete médio e permite mensurar a participação do e-commerce nas vendas totais do varejo (eletrônico e físico) no Estado de São Paulo, segmentado em 16 regiões.
 
A participação do e-commerce nas vendas do varejo paulista no terceiro trimestre ficou em 2,4%, estável em relação ao mesmo período de 2017. O número de pedidos foi de 10,01 milhões, queda de 0,03% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O tíquete médio no terceiro trimestre de 2018 foi de R$ 407,61, ligeiramente inferior do notado no segundo trimestre deste ano (-0,02%), que havia apontado uma média de R$ 415,93 em todo o Estado de São Paulo.
 
De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, o faturamento real do varejo online mostrou sinais tímidos de desaceleração. No acumulado dos três trimestres disponíveis, apontou estabilidade no contraponto com o mesmo período do ano anterior. Para a Federação, o varejo online tende a sentir menos efeitos da retomada da atividade econômica brasileira por comercializar, em sua maioria, bens duráveis, que possuem maior valor agregado.
 
“Tivemos no fim de maio de 2018 a paralisação dos caminhoneiros com impacto negativo nas vendas do comércio eletrônico tanto no Estado de São Paulo como em todo o País. As vendas foram prejudicadas ao longo da paralisação e se agravaram durante os meses de junho e julho em razão das incertezas do não recebimento das mercadorias compradas por meio do varejo digital. Muitos consumidores preferiram adquirir os produtos diretamente nas lojas físicas. Algumas redes de varejo que já ofereciam a compra online e retirada nas lojas físicas sofreram menos durante esse período”, afirma o presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP, Pedro Guasti.
 
A previsão da Entidade é que o último trimestre de 2018 reverta a tendência de desaceleração, já que conta com a realização da Black Friday, um dos melhores períodos para o setor. A injeção do décimo terceiro na renda das famílias também deve favorecer o aumento das vendas. Além disso, o recuo das taxas de juros exerce um efeito positivo nas expectativas dos consumidores.
 
Bens de consumo
Desde janeiro de 2018, a PCCE também traz informações sobre as vendas de três categorias de bens de consumo: duráveis, semiduráveis e não duráveis. Segundo a assessoria econômica da Entidade, ainda que neste momento não seja possível estabelecer uma trajetória das vendas, dada a ausência de dados anteriores, a pesquisa permite traçar um quadro geral do comércio eletrônico.
 
No terceiro trimestre de 2018, os bens duráveis tiveram grande peso no faturamento do setor, concentrando 71% das receitas e 42% do número de pedidos, com um tíquete médio de R$ 684,33. O comércio de bens semiduráveis representa 17% das vendas, 32% do total de pedidos, com um valor médio de R$ 213,48, enquanto os não duráveis têm uma parcela de 12% do faturamento, 25% dos pedidos e tíquete médio de R$ 193,75.
 
Capital
O faturamento real do comércio eletrônico na capital recuou 1,8% no terceiro trimestre de 2018 em relação ao trimestre anterior, atingindo R$ 1,51 bilhão, o maior entre as 16 regiões do Estado. Já o número de pedidos superou 3,9 milhões, com um tíquete médio de R$ 378,96. A participação da capital no e-commerce em relação ao faturamento total do varejo foi de 2,9%.
 
De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, a capital tem o menor tíquete médio entre todas as demais regiões avaliadas, em virtude do seu enorme número de pedidos. Cerca de 40% dos pedidos realizados no Estado de São Paulo se dão na capital, o que colabora para reduzir o gasto médio por transação. Além disso, o faturamento real das vendas do comércio eletrônico da capital chega a representar 37% de todo faturamento do comércio eletrônico no Estado.
 
Nota metodológica
A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE) é realizada trimestralmente pela FecomercioSP a partir de informações fornecidas pela Ebit|Nielsen. Além dos dados de faturamento real, número de pedidos, tíquete médio, a pesquisa permite mensurar a participação do comércio eletrônico nas vendas totais do varejo paulista. As informações são segmentadas em 16 regiões que englobam todos os 645 municípios paulistas e abrangem todas as atividades varejistas constantes do código CNAE 2.0.
 
Este ano, a PCCE passa a trazer também informações sobre as vendas de três categorias de bens de consumo: duráveis, semiduráveis e não duráveis. Entre os bens duráveis estão automóveis e veículos, Blu-ray, brinquedos, casa e decoração, CDs, colecionáveis, construção e ferramentas, discos de vinil, DVDs, eletrodomésticos, eletrônicos, fotografia, games, informática, instrumentos musicais, joias e relógios, telefonia e celulares. Os semiduráveis são compostos por itens de arte e antiguidade, artigos religiosos, bebês e cia, esporte e lazer, indústria, comércio e negócios, livros, moda e acessórios, natal, papelaria e escritório. Já entre os não duráveis estão: alimentos e bebidas, assinaturas e revistas, perfumaria e cosméticos, petshop, saúde, serviços, sexshop e tabacaria.

SÃO CARLOS/SP - Moradores da Rua Alberto Martins, do bairro Cruzeiro do Sul em São Carlos, estão revoltados com tantos buracos, aliás, acham que a lua tem menos buracos que a rua onde moram. E nesta 5ª feira resolveram por a boca no trombone.

“Não aguentamos mais essas crateras, será que são buracos de estimação do prefeito? Pois esses buracos estão aqui dês de quando ele entrou na prefeitura” disse internauta nas redes sociais.

Nas fotos postadas pela internauta é nítido que os moradores já tentaram fechar os buracos com restos de materiais de construção, mas não adiantou. A internauta questiona a prefeitura. “Cadê a equipe de tapa-buracos? Essa rua será recapeada?” questionou moradora.

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