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Henrique

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Atividade é gratuita e promove reflexões sobre conceitos e procedimentos que envolvem a história oral e seus públicos

 

SÃO CARLOS/SP - Nesta segunda-feira, dia 11 de novembro, a Unidade Multidisciplinar de Memória e Arquivo Histórico (UMMA), com o apoio do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) e da Pró-Reitoria de Extensão (ProEx), todos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), promove o minicurso intitulado "História oral e pública: como, por que e com quem?", que será ministrado por Marta Gouveia de Oliveira Rovai, professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Alfenas (Unifal). Na ocasião, a pesquisadora promove reflexões sobre os conceitos e os procedimentos que envolvem a história oral e seus públicos e sua relação com a chamada história pública em instituições e comunidades.
A atividade é gratuita e aberta ao público; há 40 vagas disponíveis. Pessoas interessadas devem ser inscrever por meio de preenchimento de formulário online, disponível em http://bit.ly/32c8PuM. O minicurso acontece das 9 às 17 horas, no Auditório da ADUFSCar, localizado na área Sul do Campus São Carlos da UFSCar.

Sobre a palestrante
Marta Gouveia de Oliveira Rovai é doutora em História pela Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora do Núcleo de Estudos em História Oral (Neho) da mesma instituição. É líder do grupo de pesquisa "História do Brasil: memória, cultura e patrimônio", conselheira do Museu de Memória e Patrimônio, ambos da Unifal, e participou de projeto de pesquisa sobre museu, memória e patrimônio histórico e cultural no Delta do Parnaíba, da Universidade Federal do Piauí (UFPI).

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho, Emprego e Renda (SMTER), em parceria com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, via Programa Time do Emprego, informa que foram prorrogadas as inscrições para a 12ª turma do Time do Emprego.

As inscrições poderão ser realizadas de 11 a 13 de novembro, das 8h30 às 16h, na Casa do Trabalhador “Antônio Cabeça Filho”, localizada na avenida São Carlos, nº 1.800, no Centro.

Para fazer a inscrição os interessados devem levar Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), RG, CPF, título de eleitor, certificado de reservista, comprovante de residência atualizado e, caso possua, número do Programa de Integração Social (PIS).

Durante os 12 encontros do Time do Emprego os facilitadores, profissionais responsáveis pela abordagem dos conteúdos, vão apresentar técnicas de direcionamento ao mercado de trabalho, aperfeiçoamento de habilidades, produção de currículos, dicas de comportamento em entrevistas, entre outros assuntos.

Os encontros serão realizados a partir do dia 19 de novembro, as terças, quartas e quintas-feiras, das 8h às 12h na Sala do Time do Emprego, localizada na Casa do Trabalhador “Antônio Cabeça Filho”.

O secretário municipal de Trabalho, Emprego e Renda, Walcinyr Bragatto, explica que o curso do Time do Emprego é permanente. “O objetivo é promover orientação profissional e reorientação de carreira, auxiliar e oferecer oportunidades para a inserção ou retorno ao mercado de trabalho”, explica Bragatto.

Outras informações sobre o Programa Time do Emprego podem ser obtidas pelo telefone (16) 3374-1750.

SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP - Ao discursar em São Bernardo do Campo, no ABC, na manhã deste sábado, 9, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tratou como "solitária" a cela especial em que ficou detido por 580 dias, afirmou não ter acumulado patrimônio ao atacar o presidente Jair Bolsonaro e se vangloriou de ter sido diretor de escola e imputou crime a procuradores da Lava Jato. O Estado checou as afirmações de Lula e encontrou imprecisões no discurso.

"Fiquei em uma solitária e durante 580 dias eu me preparei espiritualmente. Eu me preparei para não ter ódio, eu me preparei para não ter sede de vingança, eu me preparei para não odiar os meus algozes", afirmou Lula, que discursou no mesmo local onde fez o discurso final antes da prisão, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo.

Preso em 7 de abril de 2018, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá, Lula ficou em uma cela especial, status de sala de Estado-Maior, na sede da Polícia Federal em Curitiba. O local era um antigo dormitório de policiais, sem grades, com banheiro próprio e armário, isolado da carceragem e com direito a TV, tablet, esteira para exercícios e visitas especiais durante toda semana.

No discuso, o ex-presidente também afirmou que como deputado e presidente não acumulou recursos, ao atacar o presidente Jair Bolsonaro. "Ele (presidente) tem que explicar aonde ele construiu um patrimônio de 17 casas. Eu fui deputado, eu fui presidente e se me virarem com a bunda para baixo não vai cair uma moeda do meu bolso. Eu quero saber como esses caras juntam dinheiro."

Nas investigações da Lava Jato, no entanto, foram apreendidos valores em conta, bens e investimentos. Em 2018, quando tentou disputar a eleição como presidente, o petista declarou à Justiça Eleitoral R$ 8 milhões de patrimônio, a maior parte em um fundo previdenciário. O patrimônio está congelado por ordem judicial para futura reparação dos danos ao Erário, caso as sentenças contra ele sejam mantidas até última instância. Lula é condenado em dois processos em Curitiba, o do triplex do Guarujá e o do sítio de Atibaia (SP) e é ainda acusado em outros.

Lula afirmou que não tinha ódio nem vontade de vingança, mas atacou delegados da Lava Jato, procuradores da força-tarefa, em especial o coordenador do grupo, Deltan Dallagnol, o ex-juiz Sérgio Moro e o presidente Bolsonaro. Ao atacar a Lava Jato e seu coordenador, Lula afirmou que "Dallagnol não representa o Ministério Público" e que ele "montou uma quadrilha com a força-tarefa da Lava Jato. "Inclusive para roubar dinheiro da Petrobrás e das empreiteiras."

Não há acusações ou investigações contra Dallagnol ou membros da força-tarefa sobre crimes. O coordenador é alvo de procedimentos disciplinares no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), sobre comentários feitos por ele contra políticos e que são da esfera administrativa.

Ao lembrar sua história política e sindical, Lula repetiu afirmação feita em 2018 antes de ser preso, em discurso na sede do sindicato dos metalúrgicos, de que já havia sido diretor de escola. "Aqui nesse prédio para quem não sabe eu fui diretor de uma escola de Madureza que tinha 1.900 alunos. Você pensa que eu sou analfabeto? Eu fui diretor da escola desse sindicato aqui." Os cursos de madureza eram similares ao curso supletivo. Na época, Lula era diretor do sindicato, que oferecia o curso.

 

*Por: Ricardo Brandt / ESTADÃO

SÃO CARLOS/SP - Em um jogo bem disputado, realizado na última sexta-feira, 8, no ginásio de esportes Clube dos Bancários, na Vila Nery, a equipe sub17 de basquete masculino Meneghelli/Objetivo conheceu nova derrota na fase de classificação do campeonato da Liga Centro Oeste de Basquete.

Recebeu Avaré e perdeu por 69 a 66 (28 a 36) em uma partida marcada pelo equilíbrio de forças entre as duas equipes.

O resultado amargo fez com que o time são-carlense praticamente desse adeus a disputa por uma vaga para a fase final do torneio.

Em um momento onde não consegue reeditar as boas apresentações do início de temporada, os são-carlenses voltaram a cometer vários erros nos passes e nos arremessos, cruciais para determinar o resultado negativo.

Ao final da partida, o técnico Nivaldo Carlos Meneghelli Júnior afirmou que a derrota faz parte do aprendizado e da formação de um novo grupo. “A equipe é bem jovem e a base permanece para 2020. A experiência que está sendo adquirida este ano será fundamental para o amadurecimento nos próximos campeonatos”, salientou o treinador.

Restam mais duas partidas para a equipe sub17. Ambas fora de casa e servirão apenas para cumprir tabela: contra Avaré e Iacanga. “A meta é fazer boas apresentações, buscar vitórias e terminar o ano de maneira digna”, finalizou Meneghelli.

 

*Por: Marcos Escrivani

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