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Henrique

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IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté abriu concurso público para 23 vagas em 14 cargos de diferentes áreas. O edital estará disponível na internet no site oficial do município [www.ibate.sp.gov.br], bem como, no da empresa responsável pela aplicação das provas [www.publiconsult.com.br]. As inscrições vão do dia 25 de setembro a 15 de outubro  , através do site da Publiconsult Assessoria.

As inscrições custam de R$ 28,00 a R$ 70,00 e depende do cargo desejado. Os salários base variam entre R$ 1.210,57 e R$ 4.500,00. 

Os cargos, em sua maioria para jornada de 40 horas semanais, são de Assistente Social; Auxiliar de Consultório Dentário; Contador; Coveiro; Engenheiro Civil; Fiscal de Posturas; Guarda Municipal – Sexo Masculino; Leiturista; Médico – Oftalmologista; Médico – Pediatra; Padeiro; Psicólogo; Terapeuta Ocupacional; e Tesoureiro.

As provas objetivas e os locais serão divulgados, amplamente, pela Prefeitura Municipal.

O conteúdo para as provas e as especificações sobre os cargos estarão publicados no edital. As provas práticas também serão divulgadas posteriormente.

O prefeito José Luiz Parella explica que a realização do Concurso tem objetivo de manter o bom atendimento à população ibateense. “Sempre visando manter a excelência nos serviços prestados aos cidadãos, vamos realizar mais este Concurso Público para o preenchimento de vagas em diversas áreas públicas. Os cargos atendem vários níveis de formação e grau de escolaridade. Além da excelência do atendimento, esta é uma grande oportunidade na geração de empregos para nossa cidade e região”, destacou o prefeito.

Cidade está com 1.648 casos positivos da doença

 

SÃO CARLOS/SP - O sucesso do combate ao mosquito da Dengue, Aedes aegypti, depende da colaboração da população, os moradores devem permitir a entrada dos agentes de endemias e ficar atentos para cuidados simples dentro das casas como remover a água dos pratos das plantas, remover ou colocar os pneus em locais cobertos, limpar o quintal removendo materiais (inservíveis) que possam acumular água, limpar as calhas do telhado, lavar diariamente vasilhas dos animais de estimação e tratar a água das piscinas. São essas as orientações que os agentes da Prefeitura de São Carlos levam aos munícipes nas atividades realizadas durante toda a semana e intensificadas aos sábados.

De acordo com a Denise Scatolini, chefe da Seção de Apoio à Vigilância em Saúde e Informação da Secretaria Municipal de Saúde, a cidade registra até o momento 7.676 notificações com 1.648 casos positivos de Dengue, sendo 1.520 autóctones e 128 importados. De Chikungunya são 71 notificações, 37 negativos, 34 ainda aguardando resultado. Zika foram 58 notificações, com 34 resultados negativos e 24 ainda aguardando resultado. De Febre Amarela 3 notificações, com 3 resultados negativos. O número de notificações é referente aos pacientes com suspeita da doença atendidos tanto na rede pública, como nos planos de saúde e rede particular.

“O município trabalha hoje com 84 agentes de endemias que realizam o bloqueio e eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, além da aplicação de larvicida. No momento não realizamos nebulização porque está em falta o inseticida, conhecido com adulticida, usado no processo, produto esse enviado pelo Ministério da Saúde. Em dezembro o Ministério deve retomar a distribuição, mas também vai mudar os produtos”, esclarece Denise Scatolini.

Denise avalia que os números são altos devido ao inverno quente e seco, inclusive o Ministério da Saúde antecipou a campanha anual que geralmente começa no mês de novembro, período de maior incidência de chuva e calor em quase todo o país, portanto, aumentando o risco de circulação das doenças. “O objetivo é conscientizar toda a sociedade sobre a importância de se organizar antes da chegada do período chuvoso no combate e no surgimento de novos criadouros do mosquito. Reforço a necessidade de cada um tomar a iniciativa de proteger a sua residência contra o mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da Dengue, Zika E Chikungunya. Reforço, ainda, a necessidade de receber os agentes de endemias, profissionais preparados para orientar os moradores e encaminhar os casos suspeitos”, finaliza a chefe da Seção de Apoio à Vigilância em Saúde e Informação da Secretaria Municipal de Saúde.

Levantamento realizado nos boletins de registro da atividade de bloqueio de criadouros, desencadeada em casos suspeitos e confirmados de Dengue, mostra que os principais criadouros encontrados são: prato de planta, vaso de planta, bebedouro de animal, depósito para horticultura, depósito não elevado, pneus, piscina fixa e móvel, lona, baldes, latas, frascos e plásticos em geral (inservíveis, ou seja, que devem ser jogados no lixo e não são, e aqueles utilizados pelo morador), material de construção e carriola.

A Vigilância Epidemiológica orienta para que as pessoas com qualquer sintoma da doença, como febre alta, associada à dor de cabeça, prostração, dores musculares, nas juntas, atrás dos olhos, vermelhidão no corpo e coceira, procurem inicialmente as unidades básicas ou de saúde da família mais próxima da sua residência.

Os moradores que tiverem alguma dúvida sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti podem entrar em contato com Vigilância Epidemiológica pelo telefone (16) 3307-7405.

SÃO CARLOS/SP - Em patrulhamento Policiais Militares detiveram um sujeito com produtos de origem duvidosa no início desta 6ª feira (20), na Vila Jacobucci, em São Carlos.

Os Militares ao adentrar a Rua Júlio P. Albuquerque, avistou o averiguado carregando um saco de pano contendo vários ferros elétricos de passar roupas, profissionais do tipo usado em lavanderia, e secador de cabelo e demais objetos. Ao ser abordado e feita revista pessoal  e entrevista sobre a procedência dos objetos, o mesmo disse que eram da sua casa. Os PMs foram até a sua casa para confirmar e após contato com a sua esposa a mesma não confirmou a versão do marido.

Diante dos fatos foi dada voz de prisão ao sujeito e conduzido ao Plantão Policial para elaboração da ocorrência.

Os objetos foram apreendidos.

SÃO PAULO/SP - Um novo caso volta a colocar a rede de supermercados Extra no centro de um escândalo envolvendo seus seguranças. Em um novo vídeo, um homem aparece sendo torturado, supostamente apanhando de seguranças de uma unidade do Extra na zona sul de São Paulo.

Nas imagens, a vítima está amordaçada e com as calças abaixadas, enquanto o agressor usa uma arma de choques e um cano para torturá-lo. O caso teria ocorrido na unidade do bairro Morumbi, em São Paulo, no início de 2018, mas as imagens só começaram a ser compartilhadas nas redes sociais agora.

Ao tomar conhecimento do caso, o Extra disse que iniciou uma apuração interna para esclarecer o ocorrido e tomar as providências necessárias. Em nota, a rede afirmou que o segurança responsável já foi desligado.

“A rede lamenta profundamente que tal comportamento possa ter ocorrido em uma de suas unidades, uma vez que proíbe o uso de qualquer tipo de violência, por meio de suas políticas internas. Por esse motivo, e a partir das apurações iniciais, decidiu pelo desligamento do responsável pela área de prevenção da loja mencionada. E, ainda, para que esse processo seja conduzido de maneira isenta, a empresa e os seguranças alocados naquela loja foram imediatamente afastados da unidade, até que a investigação interna seja concluída. Acrescenta que, independentemente do resultado da investigação, nada justifica um ato como esse e a empresa tem integral interesse na apuração dos fatos“, informou a empresa em nota.

O caso é o mais recente de violência envolvendo seguranças de uma rede de supermercados. No início deste mês, um vídeo de um adolescente de 17 anos sendo torturado por seguranças também causou indignação. O caso ocorreu em uma loja da rede Ricoy, no bairro Cidade Ademar.

Os seguranças envolvidos no caso, David de Oliveira Fernandes e Valdir Bispo, se tornaram réus nesta semana, depois que o Tribunal de Justiça de São Paulo aceitou a denúncia do Ministério Público. Eles vão responder pelos crimes de tortura, cárcere privado e divulgação de nudez.

Já em fevereiro um homem de 19 anos foi morto por um segurança, em um supermercado Extra no Rio de Janeiro. O rapaz foi sufocado pelo segurança, que o acusou de ter tentado pegar sua arma.

Em todos os casos, os seguranças são contratados por uma empresa terceirizada, o que levanta dúvidas sobre o treinamento dos seguranças e a responsabilidade das redes de supermercado. No caso do rapaz morto em fevereiro, a empresa de segurança contratada era a Groupe Protection. Na ocasião, o advogado da companhia afirmou que a empresa não tem responsabilidade sobre a morte e que não treina seus funcionários e não checa seus antecedentes criminais. Em março, a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro indiciou, por homicídio com dolo eventual, o segurança Davi Amâncio.

*Por: EXAME.com

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