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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RIO DE JANEIRO/RJ - Ativista ambiental, Leonardo DiCaprio sempre que pode destaca a sua preocupação com as florestas e os povos originários. Em uma publicação feita na segunda-feira (5), em seu perfil no Instagram, o ator reforçou a importância da preservação de terras indígenas no Brasil e destacou o samba-enredo da escola de samba Salgueiro. A escola vai apresentar na Sapucaí no Carnaval 2024 do Rio (a terceira no domingo 11) o tema em defesa dos Yanomami.

"O ritmo do samba pulsa para ajudar a proteger o maior grupo indígena da Amazônia que vive em relativo isolamento - o povo Yanomami", começa o texto do protagonista do "Titanic". "Durante anos, o povo Yanomami sofreu violência brutal de garimpeiros e seus financiadores. A mineração ilegal contaminou suas águas e levou a uma crise humanitária de desnutrição, malária, pneumonia e outras doenças que aumentaram as taxas de mortalidade infantil", continuou DiCaprio.

O vídeo com várias imagens da Amazônia tem o áudio do samba do Salgueiro. O enredo também presta uma homenagem o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips, mortos em 2022, no Vale do Javari, localizada nos municípios de Atalaia do Norte e Guajará, no oeste do estado do Amazonas.

Leonardo, que é protagonista do filme "Assassinos da Lua das Flores", do diretor Martin Scorsese sobre a relação de Ernest Burkhart e Mollie Kyle (Lily Gladstone), um homem branco e uma mulher indígena, elogiou o enredo da escola de samba carioca.

"Em meio a essa tragédia, os brasileiros convidam o mundo a se unir e celebrar a riqueza da cultura Yanomami e sua capacidade de resistência. A Re:wild é uma apoiadora comprometida com os Yanomami e está entusiasmada em participar dessa celebração da resiliência e do ativismo indígena diretamente do coração da floresta amazônica", finaliza. A ONG (Organização Não Governamental) Re:wild, foi fundada pelo ator em 2021.

 

 

POR FOLHAPRESS 

TURCOMENISTÃO - "Conhecemos a existência do Facebook, Instagram e YouTube, mas não temos acesso. Aqui, todos estão bloqueados", relata Byashim Ishanguliyev, um vendedor de frutas no Turcomenistão, à AFP. "Algumas pessoas conseguem conectar-se a uma VPN, mas é temporário, pois também será bloqueada", acrescenta Ishanguliyev, de 19 anos.

O Turcomenistão figura entre os países mais fechados do mundo, com o Estado exercendo amplo controle sobre a internet. WhatsApp, Viber, Instagram, Facebook, Signal e Telegram não estão disponíveis. Em vez disso, o governo criou sua própria aplicação de comunicação, o Bizbarde, que, evidentemente, está sob seu controle.

Para vídeos online, existe o Belet Video, uma alternativa ao YouTube. No entanto, só são permitidos conteúdos relacionados ao país, como notícias ou entretenimento.

Apesar do cerco já apertado, o presidente do país, Serdar Berdymujamedov, considera que essas medidas ainda não são suficientes. Em 2022, Serdar assumiu o cargo, consolidando a dinastia política da família em um país rico em gás natural e petróleo.

Frequentemente comparado à Coreia do Norte devido ao autoritarismo e sigilo, o Turcomenistão tinha, até dez anos atrás, um modelo de partido único. Em 2021, adotou um parlamento bicameral, mas, em 2023, restaurou o antigo sistema vigente desde a independência da União Soviética em 1991, com uma câmara única.

O Turcomenistão, classificado em último lugar na lista de liberdade de imprensa dos Repórteres Sem Fronteiras (RSF), é criticado por ONGs internacionais de direitos humanos por gastar de maneira imprudente as receitas de seus recursos naturais em projetos grandiosos que beneficiam pouco a população.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

CHINA - Os fabricantes de chips chineses esperam produzir processadores de próxima geração para smartphones já neste ano, apesar dos esforços dos Estados Unidos para conter o desenvolvimento de tecnologias avançadas, noticiou o Financial Times na terça-feira.

A Semiconductor Manufacturing International Corp (SMIC), principal fabricante de chips do país, montou novas linhas de produção de semicondutores em Xangai para produzir em massa chips projetados pela Huawei, afirmou o jornal, citando fontes familiarizadas com o movimento.

A SMIC pretende usar seu estoque existente de equipamentos fabricados nos EUA e na Holanda para produzir chips de 5 nanômetros, acrescentou a reportagem.

A Huawei e SMIC não responderam imediatamente ao pedido de comentário da Reuters.

As empresas norte-americanas estão impedidas por Washington de fornecer tecnologia à SMIC sem uma licença especial, sob a justificativa de que seu suposto trabalho com o Exército chinês é considerado uma ameaça à segurança nacional norte-americana.

Diante dessas restrições, o governo chinês tem investido fortemente no desenvolvimento de uma cadeia de fornecimento de semicondutores autossuficiente.

 

 

 

Reportagem de Shivani Tanna em Bengaluru / REUTERS

BUENOS AIRES - Um importante pacote de reformas econômicas defendido pelo ultraliberal Javier Milei conhecido como "lei ônibus" será enviado de volta a uma comissão legislativa, informou o partido do presidente da Argentina nesta terça-feira, marcando um grande retrocesso para o projeto após parlamentares derrubarem muitos de seus dispositivos.

As rejeições ocorreram durante o processo de aprovação artigo por artigo. No final da semana passada, parlamentares haviam votado pela aprovação geral da "lei ônibus", deixando a análise dos dispositivos para esta terça.

O projeto de lei, que já havia sido significativamente reformulado pelos parlamentares, ainda incluía disposições para permitir a privatização de entidades estatais, mudanças em centenas de regulamentações, e medidas para permitir reduções nos subsídios estatais.

O partido governista Libertad Avanza, de Milei, que controla apenas um pequeno número de assentos no Congresso, atacou o que chamou de comportamento traiçoeiro dos parlamentares que se opõem ao projeto de lei em uma postagem no X, reconhecendo que ele deve agora retornar à comissão.

Alguns integrantes da oposição pediram concessões aos que apóiam o pacote de reformas.

"Pedimos ao partido governista que tenha alguma flexibilidade. Eles adoram continuar perdendo", disse o parlamentar da oposição Miguel Pichetto durante a sessão legislativa.

 

 

Reportagem de Nicolas Misculin / REUTERS

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