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Redação

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 Jornalista/Radialista

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TÓQUIO - O chefe da Otan, Jens Stoltenberg, e o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, prometeram nesta terça-feira fortalecer os laços, dizendo que a invasão russa da Ucrânia e sua crescente cooperação militar com a China criaram o ambiente de segurança mais tenso desde a Segunda Guerra Mundial.

Os comentários vieram em um comunicado divulgado durante a viagem de Stoltenberg ao Japão, após uma visita à Coreia do Sul, na qual ele pediu a Seul que aumentasse o apoio militar à Ucrânia e fez advertências semelhantes sobre o aumento da tensão com a China.

"O mundo está em um ponto de inflexão histórico no ambiente de segurança mais severo e complexo desde o fim da Segunda Guerra Mundial", disseram os dois líderes no comunicado.

O documento também levantou preocupações sobre as ameaças nucleares da Rússia, exercícios militares conjuntos entre a Rússia e a China perto do Japão e o desenvolvimento de armas nucleares pela Coreia do Norte.

Stoltenberg disse a repórteres que uma vitória russa na Ucrânia encorajaria a China em um momento em que está fortalecendo suas Forças Armadas, "intimidando seus vizinhos e ameaçando Taiwan".

Ele acrescentou: "Esta guerra não é apenas uma crise europeia, mas o desafio à ordem mundial."

"Pequim está observando de perto e aprendendo lições que podem influenciar suas decisões futuras. O que está acontecendo na Europa hoje pode acontecer no Leste Asiático amanhã."

O Ministério das Relações Exteriores da China não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre essas observações de Stoltenberg.

Respondendo a comentários semelhantes feitos por Stoltenberg durante sua visita a Seul, a China disse na segunda-feira que é uma parceira dos países, não um desafio, e que não ameaça os interesses ou a segurança de nenhuma nação.

Em dezembro, o Japão revelou planos abrangentes para reforçar suas capacidades de defesa, mudanças antes impensáveis para um país pacifista que o colocarão em terceiro no ranking de gastos militares depois dos Estados Unidos e da China.

 

 

Por Sakura Murakami e Kentaro Sugiyama / REUTERS

EUA - A PayPal deve demitir 2 mil funcionários, cerca de 7% da sua força de trabalho, afirmou hoje o chefe-executivo Dan Schulman. Segundo ele, apesar da empresa ter feito progresso em redimensionar sua estrutura de custos, ainda há “mais trabalho a ser feito”.

Com o anúncio, os papéis da empresa encerraram em alta o pregão em Nova York, subindo 2,32% no final da tarde.

A PayPal se tornou a mais nova companhia de fintech a cortar custos frente a altas taxas de juros e um mercado volátil. Além disso, novos serviços de pagamento digital estão ameaçando sua participação no mercado. No último mês, o Wall Street Journal reportou que Wells Fargo, Bank of America e outros grandes bancos estão construindo carteiras digitais para compras online.

Na próxima semana, a PayPal deve lançar seu balanço corporativo do trimestre encerrado em dezembro de 2022. Os resultados serão divulgados no dia 09 de fevereiro.

 

 

Fonte: Dow Jones Newswires

ISTOÉ DINHEIRO

INGLATERRA - A F1 2022 terminou e, com ela, findaram-se também as negociações e mudanças para o grid do próximo ano. Os 20 pilotos das dez equipes já foram definidos, entre permanências, saídas e a chegada de três calouros: Nyck de Vries (AlphaTauri), Logan Sargeant (Williams) e Oscar Piastri (McLaren). A maioria das mudanças foi originada pela maior movimentação no xadrez da categoria: a aposentadoria de Sebastian Vettel, anunciada em julho.

Confira, abaixo, o grid da próxima temporada e os prazos dos contratos de cada piloto.

Mercedes

Lewis Hamilton: o britânico, que faz neste ano sua décima temporada pela equipe alemã, permanecerá na próxima temporada. Seu contrato se encerra em dezembro de 2023.

George Russell: o jovem piloto continuará como companheiro do heptacampeão no time no ano que vem. Seu vínculo também termina em dezembro de 2023.

RBR

Max Verstappen: o atual campeão da F1 continuará representando a RBR no ano que vem. Seu contrato é o maior da F1 e termina em dezembro de 2028.

Sergio Pérez: o mexicano fará no ano que vem sua terceira temporada com o time austríaco. Seu vínculo, estendido em maio, expira em dezembro de 2024.

Ferrari

Charles Leclerc: apesar de viver altos e baixos por erros próprios e da Ferrari no campeonato corrente, o monegasco segue com a equipe italiana até dezembro de 2024.

Carlos Sainz: o espanhol renovou seu contrato com a escuderia em abril deste ano. O vínculo também se encerra em dezembro de 2024.

McLaren

Após uma longa novela e rumores de saída, Daniel Ricciardo não seguirá na equipe. Ao anunciar sua saída da McLaren, o australiano disse ainda não ter detalhes de seu futuro no esporte. Ele será substituído por Oscar Piastri, após parecer favorável à equipe pela Junta de Reconhecimento de Contratos da FIA.

Lando Norris: o britânico, que estreou na F1 pela própria equipe em 2019, seguirá sob a gestão de Zak Brown até dezembro de 2025.

Alpine

Esteban Ocon: o francês voltou à F1 em 2020 pela Renault, hoje denominada Alpine, e teve seu contrato renovado em 2021 até dezembro de 2024.

Pierre Gasly: Também francês, o piloto deixa a AlphaTauri após quatro temporadas e vai substituir Fernando Alonso no time de "casa". Seu contrato é de múltiplos anos.

Aston Martin

Lance Stroll: Filho do dono do time, Lawrence Stroll, o canadense é o único piloto cuja duração do contrato na F1 é desconhecida. Ele seguirá no time em 2023.

Fernando Alonso: O espanhol foi convocado para assumir em 2023 a vaga deixada por Sebastian Vettel. Seu novo contrato dura até dezembro de 2024.

AlphaTauri

Yuki Tsunoda: O vínculo com o jovem piloto de 22 anos foi estendido também até o fim da próxima temporada.

Nyck de Vries: O campeão de 2020/2021 da Fórmula E pela Mercedes assinou com a equipe para substituir Pierre Gasly, de saída rumo à Alpine.

Williams

Alexander Albon: O tailandês, que retornou à F1 na atual temporada, teve o vínculo com o time britânico estendido até, pelo menos, dezembro de 2024.

Logan Sargeant: O americano de 21 anos, que terminou sua temporada de estreia na F2 neste ano em quarto lugar, foi o último nome confirmado no grid de 2023 da F1. Seu contrato ainda não foi divulgado.

Alfa Romeo

Valtteri Bottas: o finlandês, que deixou a Mercedes no ano passado para se juntar ao time italiano, assinou um contrato que termina em dezembro de 2025.

Guanyu Zhou: primeiro piloto chinês da história da F1, o novato vai seguir por mais uma temporada com a Alfa Romeo.

Haas

Kevin Magnussen: de volta à F1 em 2022 após ficar sem vaga no campeonato passado, o dinamarquês é mais um nome já garantido no grid de 2023. Seu contrato vai até dezembro de 2023.

Nico Hulkenberg, fora da categoria em tempo integral há quatro anos, retornará em 2023 pela Haas. O alemão vai substituir o compatriota Mick Schumacher. Não há informações sobre seu contrato.

 

 

Por Redação ge

O Ministério do Esporte divulgou nesta terça-feira (31) o edital da edição 2023 do Bolsa Atleta, que destinará R$ 82 milhões para apoiar atletas, a partir dos 14 anos de idade, com destaque para as modalidades dos programas Olímpico e Paralímpico em competições realizadas no calendário de 2022.

“O Bolsa Atleta é uma das políticas mais importantes do Ministério do Esporte e beneficia milhares de atletas brasileiros que precisam desse apoio para manter os treinamentos, a preparação e para permanecerem avançando em suas carreiras esportivas. Com o incentivo, continuarão representando o Brasil em competições internacionais e praticando o esporte de alto desempenho no Brasil”, declarou a ministra do Esporte, Ana Moser.

Quem também celebrou o lançamento do edital foi o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, em postagem em uma rede social, afirmou que, com a ação, o Governo está “recompondo o apoio ao esporte”.

As inscrições, que tiveram início nesta terça, irão até o dia 17 de fevereiro e o processo de adesão e envio de documentação é totalmente online.

Atualmente, o Bolsa Atleta contempla 6.419 atletas, divididos nas categorias Base (292 contemplados), Estudantil (241), Nacional (4.794), Internacional (847) e Olímpica/Paralímpica (245). Os repasses mensais variam entre R$ 370 e R$ 3.100, de acordo com a categoria.

Uma das formas de mensurar a força do Bolsa Atleta é a participação brasileira em megaeventos esportivos. Na última edição dos Jogos Olímpicos, por exemplo, 80% da delegação brasileira em Tóquio recebia este apoio. Já na Paralímpiada, 95% dos representantes do Brasil na competição contavam com este incentivo.

Na Olimpíada sediada na capital japonesa, o Brasil conquistou 21 medalhas (sete ouros, seis pratas e oito bronzes), sendo 19 destes pódios (90,45%) de atletas que recebiam naquele momento a Bolsa Atleta. Já na Paralímpiada os brasileiros garantiram 72 medalhas (22 ouros, 20 pratas e 30 bronzes), com os contemplados pelo programa do Ministério do Esporte sendo responsáveis por 68 conquistas (94,4% do total).

 

 

AGÊNCIA BRASIL

 

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