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SÃO CARLOS/SP - Em um Artigo de Revisão publicado em dezembro de 2020 pela revista “ACS Sensors”, os pesquisadores Isabela A. Mattioli, Ayaz Hassan e Frank N. Crespilho, todos do Instituto de Química de São Carlos (IQSC/USP), e Osvaldo Novais de Oliveira Junior, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), discutiram as metodologias usadas para o diagnóstico da COVID-19. Além de explicar os princípios de detecção de material genético do vírus e de anticorpos gerados pela infecção, os pesquisadores identificaram os desafios para detectar e combater não só a COVID-19, como também outras epidemias. Propuseram, também, a adoção de políticas públicas para minimizar a atual pandemia, e evitar que outras possam ter efeito tão devastador. O maior problema é o custo da detecção em estágios iniciais da infecção pelo vírus, principalmente para quem não apresenta sintomas. De fato, o diagnóstico da COVID-19 tem sido e continuará a ser um desafio para que se consiga realizar testes em larga escala. Acrescente-se que são necessários diferentes tipos de detecção, não só de material genético hoje feito com a técnica PCR (de polymerase chain reaction), mas também de anticorpos para cobrir as diferentes fases de evolução da doença.

 

Recomendações

Uma das primeiras recomendações da equipe de pesquisadores da USP de São Carlos foca na necessidade de serem investidos mais recursos em pesquisa e tecnologia para diagnósticos (não só de COVID-19) que permitam a segurança da humanidade. Para tanto, o primeiro ponto essencial é desenvolver a indústria de biotecnologia que possa prover ferramentas de diagnóstico para o mundo inteiro. O segundo ponto é a criação de alternativas de baixo custo para detectar material genético e anticorpos, além de metodologias de diagnóstico que empreguem reconhecimento de padrões. Essas últimas metodologias poderiam minimizar eventuais limitações ocasionadas pela falta de indústria de biotecnologia. As recomendações foram motivadas pelo fracasso de muitos países, inclusive o Brasil, em implementar testes em massa durante a atual pandemia.

 

Estratégias emergentes

Para o grupo de pesquisadores, o diagnóstico de COVID-19 pode ser melhorado e estendido se forem exploradas diversas estratégias de detecção. O objetivo seria desenvolver métodos de baixo custo e de maior precisão para testes em massa. Como exemplos foram mencionados os biossensores feitos com papel, biossensores plasmônicos e o uso de inteligência artificial com métodos de reconhecimento de padrões. Biossensores de papel e outros descartáveis já foram usados em diagnóstico de outras doenças e podem ser adaptados para a COVID-19. Além disso, tais biossensores permitem detecção com equipamentos de baixo custo, sem requerer laboratórios clínicos e profissionais especializados (ao contrário do que ocorre hoje com PCR).

Sobre o mencionado uso de inteligência artificial, no artigo os pesquisadores apresentaram um roteiro de como técnicas de aprendizado de máquina podem ser usadas para diagnosticar a COVID-19, e outras doenças, mesmo sem empregar equipamentos sofisticados. Este é um tópico de grande efervescência no Brasil, e há expectativa de contribuições relevantes para diagnóstico e para desenvolver a chamada Medicina Personalizada.

O trabalho foi desenvolvido no âmbito de um Projeto Temático da FAPESP, e da Rede de Pesquisa em Metabolômica e Diagnóstico da Covid-19 (MeDiCo) patrocinado pela CAPES e coordenada pelo Prof. Frank Crespilho. Teve também apoio do CNPq.

 

Para conferir o artigo, acesse

https://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acssensors.0c01382

 

 

*Por: Rui Sintra - jornalista IFSC/USP

Podem participar do estudo estudantes a partir dos 18 anos, com ou sem sintomas ou diagnóstico de depressão

 

SÃO CARLOS/SP - O Laboratório de Estudos do Comportamento Humano (LECH) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) convida pessoas voluntárias para participar da pesquisa intitulada "Avaliando o estabelecimento e a manutenção de classes de equivalência e da transferência de função em pessoas com e sem depressão", que está sendo realizada por Heloisa Zapparoli, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi), sob orientação de Mariéle Diniz Cortez, docente do Departamento de Psicologia (DPsi) da Instituição.

O objetivo é avaliar a aprendizagem e memória relacionada a emoções em pessoas com e sem depressão, para verificar possíveis características específicas que possam ampliar os conhecimentos acerca da população com depressão.

Podem participar do estudo estudantes a partir dos 18 anos, com ou sem sintomas ou diagnóstico de depressão. A participação prevê dois encontros remotos, o primeiro com duração de cerca de 1h30 e o segundo, 30 dias depois, de 45 minutos. A manifestação de interesse em participar da pesquisa deve ser feita até o dia 5 de março, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

De acordo com Zapparoli, a participação propiciará ao indivíduo uma situação para reflexão e autoconhecimento. Além disso, os voluntários receberão um folder psicoeducativo com informações sobre depressão, sintomas, tratamentos, formas de prevenção e locais para buscar atendimento. Dúvidas podem ser esclarecidas com a pesquisadora pelo mesmo contato (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 16102519.4.0000.5504).

Participação será virtual, com avaliações, sessões de pilates e de Educação em Neurociência da Dor

 

SÃO CARLOS/SP - O Laboratório do Estudo da Dor e Funcionalidade no Envelhecimento (Ladorfe), do Departamento de Gerontologia (DGero) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), está convidando voluntários para estudo relacionado à dor lombar crônica inespecífica (DLCI) em adultos e idosos. O trabalho é realizado pela graduanda em Gerontologia da UFSCar Maria Júlia da Cruz Souza, sob orientação de Karina Gramani Say, docente do DGero e coordenadora do Ladorfe, e tem financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
A dor lombar crônica (DLC) ocorre na região lombar inferior e pode irradiar para as pernas, com duração maior do que três meses. É considerada inespecífica quando a causa da dor não está relacionada à alteração estrutural, lesão óssea ou articular, escoliose ou lordose acentuada. De acordo com a docente da UFSCar, estudos mostram que a DLC é experimentada por 70 a 80% dos adultos em algum momento da vida. Além disso, dados recentes mostram que cerca de 23,5% da população mundial apresenta esse tipo de dor. No Brasil, estatísticas mostram uma variação entre 4,2% e 25% dos indivíduos com o problema, mas a falta de estudos epidemiológicos não permite aferir valores que reflitam o real impacto dessa dor entre a população.
A Educação em Neurociência da Dor consiste, em linhas gerais, em ensinar o paciente a compreender o processo fisiológico da dor e encará-la como um mecanismo de sobrevivência cujo propósito é proteger o corpo. Além disso, implica em mostrar que a dor também está no cérebro e não é apenas uma sensação física. Diante disso, o objetivo da atual pesquisa é avaliar a influência da Educação em Neurociências da Dor, associada ao método pilates, no entendimento, na intensidade e no enfrentamento da DLCI em pacientes adultos e idosos, com uso ou não de abordagens educativas.
O projeto contemplará avaliações iniciais e finais, três sessões de Educação em Neurociências da Dor, 12 sessões de pilates e, também, o uso de uma cartilha e de um aplicativo para orientações.
Para realizar o estudo, estão sendo convidados voluntários, homens ou mulheres, entre 18 e 59 anos, que tenham dor lombar crônica há mais de seis meses, de qualquer região do País. As atividades serão iniciadas em janeiro de 2021 e haverá novo grupo no próximo ano para pessoas acima de 60 anos de idade. Interessados devem preencher este formulário online (https://bit.ly/2K2kkls) até o dia 8 de janeiro de 2021. Outras informações podem ser solicitadas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 26350719.0.0000.5504).

BRASÍLIA/DF - Se a eleição presidencial de 2022 fosse hoje, Jair Bolsonaro teria 36% das intenções de voto no 1º turno, com ampla liderança sobre todos os demais candidatos, segundo pesquisa PoderData realizada de 21 a 23 de dezembro de 2020.

Com essa pontuação, Bolsonaro fica 23 pontos à frente do 2º colocado na simulação testada pelo PoderData. Foram realizadas 2.500 entrevistas em 470 cidades de todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

No 2º turno, o presidente também venceria hoje todos os eventuais adversários com diferenças que vão de 6 a 15 pontos percentuais de vantagem:

Como se observa, o candidato mais competitivo hoje que poderia desafiar Bolsonaro é o empresário e apresentador de TV Luciano Huck (sem partido, mas cortejado por várias legendas). No 1º turno, Huck pontua 9% e está em situação de empate pela margem de erro na 2ª colocação com Fernando Haddad (PT), que registra 13% e com Ciro Gomes (PDT), que tem 10%,

A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Por essa razão, Huck com seus 9% pode ter de 7% a 11%. Já Haddad está na faixa de 11% a 15%.

No 2º turno as coisas mudam de figura. Huck vai a 38% contra 44% de Bolsonaro, uma diferença de apenas 6 pontos percentuais. Essa é a menor diferença do atual presidente para um possível adversário numa rodada final de votação.

Candidatos de partidos tradicionais como Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT), João Doria (PSDB) e Guilherme Boulos (PSol) teriam hoje um desempenho nas urnas pior do que o de Huck e do ex-juiz Sergio Moro contra Bolsonaro.

No caso de um enfrentamento direto contra o PT, Bolsonaro tem melhorado seu desempenho nas sondagens feitas pelo PoderData. Nas simulações de 2º turno, tinha 42% das intenções de voto em agosto. Foi a 45% em setembro. Agora, está com 48%. Isso o coloca com uma folgada dianteira de 12 pontos em relação ao petista Fernando Haddad, que hoje teria 35%.

HIGHLIGHTS DEMOGRÁFICOS

O PoderData separou recortes para as respostas à pergunta sobre a corrida eleitoral em 2022. Foram analisados os perfis por sexo, idade, nível de instrução, região e renda.

Bolsonaro se sai melhor do que a média geral nas regiões Centro-Oeste (46%), Norte (45%) e Sul (45%). O presidente também desponta entre os que recebem até 2 salários mínimos (48% do grupo votariam nele).

Entre os mais ricos, que ganham mais de 10 salários mínimos, Guilherme Boulos tem 21% das intenções, e aparece empatado tecnicamente com Bolsonaro, com 24%.

O petista Fernando Haddad tem 17% dos votos dos nordestinos, ante 13% na média geral.

Apesar de isolado na liderança, os possíveis candidatos que pretendem fazer frente ao atual presidente da República têm, somados, os votos de mais da metade (52%) da população brasileira.

Os que vão votar branco ou nulo são 7%, enquanto 5% não souberam responder.

Alguns políticos da oposição mostraram ser favoráveis a uma união para viabilizar uma “frente ampla” para derrotar Bolsonaro em 2022. Os partidos observam os movimentos e as taxas de aprovação do atual governo.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), já afirmou ser possível a composição com outras siglas, mas que seu partido só abrirá mão da cabeça de chapa se outro candidato “tiver voto” para chegar ao 2º turno.

APOIADORES DE BOLSONARO

O PoderData analisou as intenções de voto dos entrevistados conforme a avaliação sobre o trabalho de Bolsonaro como presidente.

Entre o grupo considera o chefe do Executivo “ruim” ou “péssimo”, o preferido é Fernando Haddad (PT), que aparece com 28%. Luciano Huck (sem partido) tem 14% da preferência no grupo, e Guilherme Boulos (Psol), 10%.

Dos que aprovam o trabalho do presidente, 86% querem a sua reeleição.

 

 

*Por: PODER360

Aquisição foi coordenada pelo Departamento de Genética e Evolução (DGE). Pesquisadores dos 4 campi da UFSCar poderão utilizá-lo.

 

SÃO CARLOS/SP - "Pesquisas envolvendo o sequenciamento de DNA e RNA em larga escala poderão ser realizadas mais rapidamente e a custos menores", explica o Prof. Dr. Flávio Henrique da Silva, do Departamento de Genética e Evolução (DGE). O Sequenciador de DNA NextSeq550, que utiliza a tecnologia Illumina, chegou à Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) na primeira semana de dezembro.  

A compra foi feita com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) por meio de projeto coordenado pelo Prof. Dr. Flávio Henrique da Silva (DGE). A primeira solicitação para compra deste equipamento ocorreu em 2015 e, desde então, conta com a colaboração de diversos setores da Universidade para sua efetivação.

"Este sequenciador é fruto de um projeto que coordeno e nossa primeira solicitação para aquisição foi enviada à FINEP em 2015. Não posso deixar de realizar um agradecimento especial à Pro-Reitoria de Pesquisa (ProPq), na figura do Prof. Dr. João Batista Fernandes, Pró-Reitor de Pesquisa, e, em particular, ao Prof. Dr. Ronaldo Censi Faria, Pró-Reitor Adjunto de Pesquisa, que se envolveu intensamente com o processo e muito se esforçou para que ele fosse bem sucedido. Além disso, devo também agradecer ao empenho da nossa Fundação de Apoio Institucional (FAI.UFSCar) e, em particular, aos setores de Compra e Importação e Projetos", agradeceu o Prof. Dr. Flávio Henrique da Silva.

Avanço para as pesquisas - Até então, estudos da UFSCar que envolvessem sequenciamento de DNA e RNA em larga-escala demandavam a utilização de laboratórios externos. "Além de precisarmos pagar caro, corríamos risco no transporte e no envio destes materiais para outras cidades e, até mesmo, para outros países. Agora poderemos conduzir nossas pesquisas na UFSCar, tornando o processo mais barato e seguro", complementa o Prof. Flávio Henrique da Silva.

"Parabenizamos o Prof. Flávio por todo trabalho na aquisição deste equipamento. Apoiamos esta ação sempre que tivemos oportunidade porque esta aquisição fortalece ainda mais as pesquisas da UFSCar, potencializando o impacto da ciência na sociedade", afirma o Prof. Dr. Ronaldo Censi Faria, Coordenador dos Convênios FINEP e Pró-Reitor Adjunto de Pesquisa da Universidade.

SÃO PAULO/SP - Pesquisa PoderData realizada de 2ª até esta 4ª feira (21-23.dez indica que a avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro voltou a melhorar. Agora, 47% da população diz aprovar sua gestão, ante 42% no levantamento realizado um mês antes.

Já os que desaprovam são 46%. Há um mês, eram 48%. A variação foi negativa dentro da margem de erro do estudo, de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

 © Fornecido por Poder360

 

Apesar de estar em alta a percepção de que o presidente esteja conduzindo mal as questões relacionadas à pandemia, a administração termina o ano num patamar superior ao registrado no fim de novembro.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 21 a 23 de dezembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 470 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

HIGHLIGHTS DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DO GOVERNO

O estudo destacou, também, os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao governo.

Os que cursaram até o ensino fundamental (56%) e os moradores da região Norte (66%) são os que têm as maiores taxas de aprovação à gestão bolsonarista.

Já os que têm de 16 a 24 anos (55%), os que cursaram o ensino superior (66%), os moradores da região Nordeste (58%) e os que ganham de 5 a 10 salários mínimos (82%) são os que mais a rejeitam.

TRABALHO DE BOLSONARO

O PoderData também perguntou o que os entrevistados acham do trabalho de Bolsonaro como presidente: ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo.

O levantamento mostra que 42% da população consideram ruim ou péssimo o trabalho do presidente; 39% dizem que é ótimo ou bom.

Ambas as taxas variaram 2 pontos percentuais para cima desde o último levantamento, há duas semanas. A situação agora é de empate técnico.

O grupo dos que consideram Bolsonaro como “regular” apresenta tendência de queda, intensificando a polarização. Eram 20% há 15 dias. Agora, 17%, variação de 3 p.p., dentro da margem de erro. Na pesquisa de 28 a 30 de setembro, a taxa era de 27%.

OS 20% QUE ACHAM BOLSONARO ‘REGULAR’

No Brasil, pergunta-se aos eleitores como avaliam o trabalho do governante. As respostas podem ser: ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. Quem considera a atuação “regular” é uma incógnita.

Para entender qual é a real opinião dessas pessoas, o PoderData faz um cruzamento das respostas desse grupo com os que aprovam ou desaprovam o governo como um todo.

Os resultados mostram que 45% desse grupo dizem aprovar o governo quando dadas apenas duas opções. Os que desaprovam são 34%, e 21% não souberam responder. É essa a parcela de indecisos.

Essas pessoas, sem posicionamento claro, são as que observam os acontecimentos do Executivo. E tendem a ir para um lado quando a polarização se intensifica. Foi o que aconteceu agora.

No levantamento realizado 15 dias antes, 41% do grupo do “regular” não sabiam se aprovavam ou não o governo.

Os percentuais destacados nesses recortes da amostra total usada na pesquisa se referem ao ponto central do intervalo de probabilidade no qual se enquadram.

As variações são maiores em alguns segmentos porque a amostra de entrevistados é menor. E quanto menor a amostra, maior a margem de erro. Por isso é importante realizar pesquisas constantes, como faz o PoderData. É possível verificar com maior precisão o que se passa em todos os estratos da sociedade.

PODERDATA X DATAFOLHA

A pesquisa PoderData registrou 42% de ruim e péssimo para o trabalho pessoal de Bolsonaro no levantamento realizado de 21 a 23 de dezembro. No estudo do Datafolha de 8 a 10 de dezembro, o percentual foi de 32%.

No caso das taxas de bom ou ótimo, o PoderData captou 39% contra 37% do Datafolha.

Segundo o coordenador das pesquisas do PoderData, o cientista político Rodolfo Costa Pinto, esses resultados podem ser explicados pela diferença de data entre os levantamentos e pela metodologia.

Embora ambas as pesquisas sejam por telefone, no caso do PoderData trata-se de sistema automático, em que os entrevistados ouvem uma gravação e teclam as respostas no próprio aparelho telefônico. Só há interação com uma máquina.

No Datafolha, atendentes são contratados para ler as perguntas e anotar as respostas. Quem responde está falando com um ser humano do outro lado da linha.

“Acho importante registrar que a taxa de ‘bom e ótimo’ é praticamente idêntica nas pesquisas do PoderData e do Datafolha”, diz Rodolfo Costa Pinto.

“O fato de o Datafolha fazer entrevistas com um entrevistador/entrevistadora do outro lado da linha tem impacto no resultado. É possível que estejamos vendo uma versão do ‘voto envergonhado de 2018’. Mas, desta vez, funcionando contra o presidente Jair Bolsonaro”, explica o coordenador do PoderData.

Em 2018, as pesquisas PoderData sempre davam a taxa de intenção de voto a favor de Bolsonaro um pouco acima das de outras empresas que também faziam esses estudos. É que em entrevistas pessoais, alguns eleitores bolsonaristas não revelavam o voto, pois ficavam constrangidos de mostrar apoio a quem era então apenas um “outsider”. Ao telefone, sentiam-se mais à vontade para escolher o então candidato Bolsonaro como sua opção de voto.

“Agora, pode ser que esteja ocorrendo algo como uma rejeição envergonhada, que aparece mais nas pesquisas automatizadas do que quando o entrevistado está falando com alguém. É como se, em alguns círculos sociais, rejeitar Bolsonaro tenha virado algo ruim, sobretudo para quem votou nele em 2018. Daí a rejeição tende a aparecer mais no nosso método”, explica Rodolfo Costa Pinto.

O cientista político diz, entretanto, que é necessário destacar “a leve melhora na avaliação do governo, apesar das críticas constantes e em tom cada vez mais elevado na imprensa tradicional”.

 

 

 

Informações deste post foram publicadas antes pelo Drive, com exclusividade. A newsletter é produzida para assinantes pela equipe de jornalistas do Poder360. Conheça mais o Drive aqui e saiba como receber com antecedência todas as principais informações do poder e da política.

*Por: PODER360

SÃO CARLOS/SP - A pandemia do COVID-19 evidenciou a necessidade de testes rápidos, precisos e de baixo custo. Da experiência de muitos países constatou-se que uma gestão adequada para minimizar os efeitos da pandemia depende da testagem em larga escala, como recomendado pela Organização Mundial da Saúde.

Duas abordagens principais têm sido utilizadas para detecção, sendo que nem sempre são adequadas para diagnóstico. O método útil para detectar material genético do vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19, é o chamado RT-PCR (de real-time polymerase chain reaction em inglês). O RT-PCR é sensível com alta taxa de acerto e pode detectar a infecção pelo vírus mesmo na ausência de sintomas. A segunda abordagem consiste em detectar anticorpos induzidos pela infecção, o que tem sido feito por meio de testes sorológicos ou testes rápidos. Em ambos os casos a detecção de anticorpos é feita com imunossensores, que são biossensores contendo antígenos específicos para o anticorpo que se deseja detectar. Entretanto, como uma pessoa infectada pode demorar para gerar anticorpos, a detecção com imunossensores não se mostra adequada para o diagnóstico de infecção.

O grande problema de fazer o diagnóstico com o RT-PCR é o alto custo do teste, que requer equipamentos sofisticados que só podem ser operados por técnicos especializados. Além disso, o teste é demorado, pois o processo todo requer pelo menos algumas horas. Esses fatores podem explicar porque a porcentagem da população testada no Brasil é ainda muito baixa.

Uma alternativa para o RT-PCR seria empregar genossensores, que são biossensores que permitem a detecção de material genético, inclusive de vírus, a um custo muito menor, por não demandar o uso de equipamentos caros ou sofisticados. De fato, já há genossensores para diagnosticar muitas doenças, e o desenvolvimento de genossensores para o SARS-CoV-2 parece um caminho natural. É isso que uma equipe multidisciplinar e multiinstitucional acaba de fazer. Numa parceria de pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos, Instituto de Química de São Carlos, Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação, todos da USP, Embrapa Instrumentação de São Carlos, Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, de Curitiba, e a Start U Cloning Solutions, foi criado um genossensor que pode ser capaz de detectar o RNA do SARS-CoV-2.

O genossensor é um produto da nanotecnologia, consistindo de uma camada ultrafina de um ácido e de uma sequência de DNA do SARS-CoV-2 (chamada de sonda), depositada sobre uma lâmina de vidro recoberta com ouro. Nos testes realizados pelo grupo foi detectada uma sequência de DNA que simula o RNA do SARS-CoV-2. O resultado só é considerado positivo quando a sonda “reconhece” o DNA que simula o vírus. Os pesquisadores investigaram quatro técnicas para a detecção: medidas de impedância elétrica, medidas de impedância eletroquímica, medidas ópticas e análise de imagens dos genossensores empregando algoritmos de aprendizado de máquina (inteligência artificial).

A razão pela qual foram empregadas várias técnicas é para garantir um diagnóstico preciso de diferentes formas. Com medidas de impedância, por exemplo, consegue-se detectar o material genético com uma sensibilidade superior à da RT-PCR. Além disso, as medidas podem ser feitas utilizando um equipamento recém desenvolvido por pesquisadores do IFSC e Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), cujo custo de componentes é inferior a  R$ 1.000,00.

Outra grande inovação no trabalho é o diagnóstico por análise de imagens, em que são obtidas imagens de microscopia dos genossensores que tiveram contato com amostras do DNA que simula o SARS-CoV-2. Essas imagens são processadas com técnicas computacionais para reconhecimento de padrões, uma estratégia de aprendizado de máquina, e o diagnóstico de positivo para o DNA do SARS-CoV-2 é obtido com precisão acima de 99%. O interessante dessa abordagem é que ela dispensa o uso de  equipamentos de medida: basta obter uma imagem. No trabalho desenvolvido isso foi feito utilizando microscopia eletrônica de baixa resolução, mas os pesquisadores acreditam que o mesmo pode ser feito utilizando microscópios ópticos, que são muito mais acessíveis.

No trabalho realizado pela equipe até o momento ainda não foram usadas amostras de pacientes, o que está previsto em uma próxima fase. A partir da experiência da equipe e de resultados da literatura para outros genossensores, acredita-se ser possível diagnosticar a COVID-19 em amostras de saliva ou de outros fluidos, como se faz hoje com o PCR.

Os resultados sobre esses genossensores foram consolidados num artigo recém submetido para publicação em 11 de dezembro de 2020 (portanto, ainda aguardando revisão por pares), intitulado "Detection of a SARS-CoV-2 sequence with genosensors using data analysis based on information visualization and machine learning techniques". A equipe tem expectativa que pesquisadores e empresas possam empregar a tecnologia descrita no artigo para criar testes com genossensores em larga escala. A divulgação imediata dos resultados, mesmo antes da análise por uma revista científica, se deve à urgência da busca por soluções para o diagnóstico efetivo e de baixo custo da COVID-19.

Esta pesquisa foi publicada já no repositório de artigos ChemRxiV (antes da revisão por pares), podendo ser consultada no link abaixo.

https://chemrxiv.org/articles/preprint/Detection_of_a_SARS-CoV-2_Sequence_with_Genosensors_Using_Data_Analysis_Based_on_Information_Visualization_and_Machine_Learning_Techniques/13366379

 

 

*Por: Rui Sintra - Assessoria de Comunicação - IFSC/USP

SÃO CARLOS/SP - O Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) está selecionando voluntários de ambos os sexos, com idades entre 18 e 60 anos, para participarem da pesquisa de tratamento de Disfunção Temporomandibular (DTM), com o equipamento Vacumlaser, que promove a pressão negativa associada ao laser, e um outro equipamento – o Recúpero – que é constituído de ultrassom associado ao laser.

A DTM está muitas vezes associada a dores fortes na articulação temporomandibular, dor nos músculos da mastigação, dor ou desconforto para abrir a boca, pacientes que rangem os dentes e tem dor na face.

Esta é uma iniciativa do IFSC/USP, com o apoio da FAPESP e da empresa MMOPTICS, onde estarão vetados de participar pessoas com as seguintes características:

– Portadores de diabetes;

– Portadores de marca-passo;

– Pessoas com alterações de pressão arterial;

– Pessoas sob suspeita de infeção por COVID-19

– Grávidas;

– Portadores de fibromialgia;

Este tratamento está aprovado pelo Comité de Ética da Santa Casa da Misericórdia de São Carlos (SCMSC) sob o número CAE-09096219000008148.

Esta pesquisa de tratamento será realizada pela doutoranda Patricia Tamae, com supervisão do Dr. Vitor Hugo Panhoca e Prof. Dr. Vanderlei Salvador Bagnato, pesquisadores do IFSC/USP.

Os interessados em participar desta pesquisa para tratamento da DTM deverão se inscrever, para realizar a triagem, enviando mensagem no whatsapp da pesquisadora Profa. Patricia Tamae, no número 16-99798-4665.

 

 

 

*Por: Rui Sintra - IFSC/USP

Obra está disponível para download gratuito

 

SOROCABA/SP - "Interações entre escalas climáticas na cidade de Sorocaba, São Paulo" é o título do capítulo escrito por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e que integra o e-book "Climatologia Geográfica: do local ao regional e dimensões socioambientais", organizado por Marcelo de Oliveira Moura, Daisy Beserra Lucena, Camila Cunico e Christiane Maria da Silva Moura, docentes da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e publicado pela Editora da mesma instituição.
A coletânea é uma proposta dos membros do Laboratório de Climatologia Geográfica (Climageo) e do Grupo de Estudo e Pesquisa em Geografia Física e Dinâmicas Socioambientais (Geofisa) da UFPB de reunir contribuições de pesquisadores que atuam direta e indiretamente no campo da Climatologia Geográfica, em especial, no Brasil e no Chile. Com a finalidade de associar essas contribuições aos campos do saber de maior vazão da produção da Climatologia Geográfica, os capítulos da coletânea foram distribuídos em três partes: Clima das cidades; Climatologia regional; e Riscos, vulnerabilidade socioambiental e desastres hidroclimáticos. 
O capítulo - escrito por Edelci Nunes da Silva, docente do Departamento de Geografia, Turismo e Humanidades (DGTH-So), Paulo Lopes Rodrigues, mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGGeo), e Andressa Fernanda de Souza Pistili, mestranda do PPGGeo, todos do Campus Sorocaba da UFSCar - apresenta aspectos do clima e do clima urbano de Sorocaba, como o comportamento e dinâmica das temperaturas do ar e seus impactos (a exemplo das ondas de calor), o conforto térmico e caracterização da ilha de calor e da precipitação. O objetivo foi refletir sobre as interações dos elementos e fatores climáticos definidores do clima nas diferentes escalas em uma região tropical.
"O município de Sorocaba é marcado por uma grande complexidade não somente do ponto de vista social, mas também ambiental. Localizado próximo ao Trópico de Capricórnio, o município está em uma área de transição climática, proporcionando características muito próprias que precisam ser compreendidas. Há poucos estudos relacionados à compreensão climática da região", explica Silva sobre a escolha da cidade como objeto de estudo.
O capítulo traz na introdução uma breve discussão acerca das escalas climáticas e depois contextualiza o município de Sorocaba do ponto de vista de sua localização e das suas características físicas, sociais e ambientais. Em seguida, aborda o comportamento dos elementos climáticos, como a temperatura do ar, a chuva e seus impactos e, finalmente, foca especificamente sobre o clima urbano da cidade, a partir do estudo da ilha de calor e da análise microclimática em um bairro periférico.
"As pesquisas apontaram alterações nos elementos climáticos na escala local e micro que podem também se relacionar com alterações ocorridas nas outras escalas. Do ponto de vista do urbano, indica necessidade da ampliação de espaços verdes que propiciem melhorar as condições do conforto térmico e da qualidade ambiental urbana", resume Silva sobre os resultados da pesquisa.
O livro está disponível para download gratuito no site da Editora da UFPB (https://bit.ly/3nk3Gwd).

Levantamento conduzido pela Acordo Certo também evidencia como a falta percepção sobre finanças pessoais e planejamento financeiro influencia o cenário

 

SÃO PAULO/SP - A Acordo Certo, empresa de renegociação de dívidas 100% online com foco no bem-estar financeiro do consumidor, realizou uma pesquisa quantitativa online com 1.428 entrevistados entre 16 e 24 de outubro de 2020 sobre a atual situação financeira dos consumidores. Os resultados mostram que 73% destes não guardam dinheiro e, de modo geral, sentem dificuldades em manter uma vida financeira saudável. “Os resultados refletem como é difícil incorporar lições de educação financeira ao dia a dia do brasileiro”, comenta Thales Becker, CMO da fintech.

Cerca de 75% do entrevistados tiveram dificuldades em pagar as contas nos últimos meses e o grande responsável por este número é a falta de planejamento financeiro, apontado por cerca de 59% dos entrevistados, fator que evidencia também uma falta de percepção sobre os ganhos e gastos. Apenas 39% afirmam gastar mais do que ganham, enquanto 55% dizem estar sempre no vermelho. “Existe um pensamento muito enraizado em nossa cultura de que produtos como cartão de crédito e cheque especial são uma extensão da renda e isso leva as pessoas a não terem consciência que estão gastando mais do ganham”, afirma Becker.

Mais da metade dos brasileiros estão endividados, segundo pesquisa do Ipea. Apesar do peso da palavra, as dívidas não são necessariamente uma coisa ruim. Financiamentos podem ser saudáveis para compra de bens duráveis, viagens, despesas com saúde, entre outros inúmeros motivos. No entanto, o crédito rotativo do cartão é o grande vilão causador do endividamento da população. Quando o consumidor não paga o valor integral da fatura, entra em uma bola de neve dos juros e uma compra de valor baixo, depois de pouco tempo se torna em uma cifra alta.

Sem ter a clareza sobre o orçamento, fica mais difícil guardar dinheiro. Mesmo com todas as contas em dia, se a pessoa não tiver nenhuma “sobra” que possa ser guardada, poderá ficar mais vulnerável a adquirir dívidas. “Isso porque, caso aconteça uma emergência, como um problema de saúde ou a necessidade de fazer um reparo na casa ou carro, será preciso recorrer ao cartão de crédito, cheque especial, empréstimo ou parcelamentos para conseguir lidar com o ocorrido. Por isso, é importante se planejar para construir uma reserva de emergência, mesmo que leve mais tempo do que o esperado para juntar”, explica Becker.

Apesar do aperto no orçamento, as pessoas se mostram preocupadas em manter as contas em dia. Cerca de 63% dos ouvidos afirmam ter pago alguma dívida com medo de ver seus nomes negativados e incluídos nos órgãos de proteção ao crédito. Exemplo disso é que pela Acordo Certo, entre dia 16 de março e 15 de junho foram fechados 924.640 acordos totalizando mais de R$ 319 milhões e mais de R$ 382,8 bilhões em descontos. Importante notar que mais de 50% dessas dívidas giram entre R$ 50 e R$ 250, e muitas destas pessoas nem sabiam que estavam com o nome sujo.

“São pessoas preocupadas, realistas e com um olhar atento ao complexo cenário econômico que temos pela frente. Eles já perceberam que limpar o nome lhes dará mais acesso ao crédito e será um respiro para suas famílias. Renegociar dívidas, diminuir juros, alongar prazos até que a situação financeira volte ao normal. Estamos lado a lado nessa missão, juntos, vamos atravessar este período difícil”, finaliza Becker.

 

Sobre a Acordo Certo

Acordo Certo é uma fintech de soluções voltadas para o bem-estar financeiro dos consumidores, possibilitando a renegociação de dívidas de forma 100% online, com uma abordagem humana, acolhedora e  empática. Fundada em 2013, possui mais de 30 empresas parceiras, entre elas varejistas, bancos, financeiras, empresas de telefonia e grupos educacionais, como Santander, Itaú, Claro entre outros. Conta com uma base com mais de 13 milhões de usuários cadastrados. Com um time de mais de 70 Acorders (apelido carinhoso dado aos colaboradores), a empresa já passou por programas de aceleração como Escale Up da Edeavor, QuintessaboostLAB do BTG Pactual, além de conquistar o selo GovTech da Brazil LAB, certificação Great Place to Work  de melhores lugares para se trabalhar e figurar na lista 100 Startups to Watch de 2020.

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