Jornalista/Radialista
IBATÉ/SP - A Guarda Civil Municipal de Ibaté (GCMI) finalizou no início de maio, uma parte do Estágio de Qualificação Profissional (EQP), curso de requalificação e atualização deste ano, atendendo aos requisitos definidos por Lei Federal e Municipal, que determinam a realização do curso de 80 horas anualmente.
O comandante da GCM, Vitor Reis, explica que o EQP está sendo ministrado para todos os integrantes da corporação e tem como principal objetivo, transmitir conhecimentos técnicos e científicos voltados para a preservação da vida humana, segurança cidadã e atendimento ao público.
“O EQP visa capacitar os integrantes da nossa Guarda no uso de técnicas de defesa pessoal e armas não letais; capacitar a corporação a agir dentro dos princípios da legalidade, proporcionalidade e necessidade, quando necessário o uso da força; além de estreitar os vínculos com a comunidade, propiciando uma maior sensação de segurança”, contou o comandante.
Com realização nas dependências do Ginásio Municipal "Donato Rossito", o curso foi dividido em módulos, contendo aulas expositivas e dialogadas, além de dinâmicas e práticas, que foram ministradas por profissionais qualificados.
O Módulo I, II, III e IV, com 40 horas/aula, apresentou matérias de Programa de Gestão Pela Qualidade (PGQ), fornecido pela Escola CESCH, com conteúdo importante referente ao atendimento ao cidadão, como "Atribuições da Guarda Civil Municipal" e "Conduta Ética Profissional".
“Já os demais módulos, serão ministrados presencialmente, como Atendimento Pré-hospitalar; Abordagem Policial; Técnicas e Tecnologias de Menor Potencial Ofensivo; Gerenciamento de Crise, entre outros”, destacou Vitor Reis.
Após a finalização desses Módulos, serão considerados aprovados aqueles que obtiveram frequência no curso, bem como, nota igual ou superior a cinco pontos, aplicada pelo comandante da GCM, mediante avaliação dos critérios: assiduidade, comportamento, participação e desempenho.
“É uma inovação muito interessante. Esta reciclagem e troca de experiências entre os guardas é fundamental e nos ajudará muito no dia a dia. Poderemos prestar um serviço ainda melhor à população”, finalizou o comandante.
BRASÍLIA/DF - A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 3 bilhões no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 3,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o lucro foi de R$ 3,16 bilhões. As informações foram apresentadas em balanço do banco público divulgado na quinta-feira (12).

O lucro líquido é o resultado geral da empresa, e representa basicamente a diferença entre as receitas líquidas e todos os custos e despesas ao longo de um determinado período.
A queda no lucro do trimestre está relacionada à provisão de operações de crédito vinculadas ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e ao Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Até o final do ano, o banco espera contabilizar os recursos provisionados com a execução das perdas por meio dos fundos garantidores.
"O balanço da Caixa está sendo penalizado por provisões e perdas, que serão recuperadas quando nós executarmos as garantias dos fundos garantidores do FGO, pelo Banco do Brasil, para o Pronampe. E o FGI, para o BNDES, que são os fundos que nos dão a maior parte desse aprovisionamento de volta", explicou Pedro Guimarães, presidente da Caixa.
A carteira de crédito do banco no trimestre ficou em R$ 889 bilhões, aumento de 11,2% em relação ao ano passado. Trata-se da maior carteira de crédito entres as instituições financeiras do país.
Líder no mercado de crédito imobiliário no Brasil, a Caixa encerrou o mês de março com R$ 34,4 bilhões em concessão de financiamento, um aumento de quase 18% na comparação com os três primeiros meses do ano passado.
O saldo total da carteira de crédito imobiliário da Caixa está em R$ 570,5 bilhões, crescimento de 10,1% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.
O número de clientes da Caixa fechou o trimestre em 148,4 milhões. Desde o final de 2018, quando o número de clientes do banco público era de 92,7 milhões, houve aumento de cerca de 55 milhões novos clientes em cerca de quatro anos. Há, atualmente, cerca de 221,6 milhões de contas ativas no banco, pelo balanço trimestral.
A Caixa também destacou a forte expansão no financiamento do agronegócio no país. O banco saiu do oitavo para o segundo lugar no mercado de crédito do setor. Foram concedidos R$ 6,7 bilhões em crédito no primeiro trimestre, um crescimento de 204,6% de contratações, na comparação com igual período de 2021, e de 142,9% no saldo da carteira de financiamento.
"Somos o segundo banco no agro. Em várias das feiras que temos participado fomos o maior banco na feira, como, por exemplo, na Agrishow, em Ribeirão Preto. A maior originação foi da Caixa Econômica Federal, com R$ 3 bilhões em quatro dias, em uma feira só", destacou Pedro Guimarães.
A Caixa também informou que já concedeu R$ 1,2 bilhão em microcrédito, com cerca de 1,7 milhão de contratos, liderando o segmento no país. Cerca de 370 mil contratos envolveram beneficiários do programa Auxílio Brasil.
BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro afirmou na quinta-feira (12), durante live nas redes sociais, que as Forças Armadas não vão interferir nas eleições. A declaração foi uma resposta ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, que mais cedo criticou as tentativas de se desacreditar o sistema eleitoral brasileiro. 

"Eu não sei de onde ele [Fachin] está tirando esse fantasma que as Forças Armadas querem interferir na Justiça Eleitoral. Não existe interferência, ninguém quer impor nada, ninguém quer atacar as urnas, atacar a Democracia, nada disso. Ninguém está incorrendo em atos antidemocráticos. Pelo amor de Deus! A transparência das eleições, eleições limpas, transparente, é questão de segurança nacional", afirmou.
Horas antes, durante uma visita à sala do TSE onde estão sendo realizados testes de segurança nas urnas eletrônicas, o ministro Edson Fachin criticou as tentativas de se levantar suspeitas sobre as urnas eletrônicas.
"Quem trata de eleição são forças desarmadas e, portanto, dizem respeito à população civil, que de maneira livre e consciente escolhe seus representantes. Logo, diálogo sim, colaboração sim, mas a palavra final é da Justiça Eleitoral", disse Fachin.
As Forças Armadas compõem, desde o ano passado, a Comissão de Transparência Eleitoral (CTE), criada pelo próprio TSE, envolvendo diferentes órgãos. O objetivo foi dar ainda mais transparência ao processo eleitoral. Militares fizeram uma série de sugestões à Corte sobre o processo eleitoral, sendo que algumas acatadas e outras não foram incorporadas pela área técnica do tribunal.
"Vamos ter, dia 2 de outubro — o Brasil terá —, eleições limpas, seguras, com paz e segurança. Ninguém e nada interferirá na Justiça Eleitoral. Não admitimos qualquer circunstância que impeça o brasileiro de se manifestar", afirmou Fachin.
BUENOS AIRES – A Argentina, um dos maiores exportadores de trigo, tornou-se nesta quinta-feira o primeiro país do mundo a autorizar o plantio de trigo transgênico ao aprovar a comercialização nacional da variedade do cereal HB4 desenvolvida pela Bioceres BIOX.BA.
A empresa disse, no entanto, que a semente HB4 –que é mais tolerante à seca e resistente ao herbicida glufosinato de amônio– ainda não estará disponível no mercado.
“Vamos continuar produzindo sob o esquema de identidade preservada que temos atualmente. Não vamos comercializar as sementes por enquanto”, disse uma fonte da empresa à Reuters, sem fornecer mais detalhes.
A Argentina, onde os agricultores estão prestes a começar a semear trigo para a temporada 2022/23, foi o primeiro país a aprovar o trigo transgênico em 2020 em caráter experimental, seguido pelo Brasil em 2021, que é o maior comprador de trigo argentino e deu sinal verde para farinha de trigo transgênica.
A liberação do trigo transgênico na Argentina está gerando preocupação entre os exportadores de grãos, que temem que muitos clientes deixem de importar o cereal argentino, já que a grande maioria dos países do mundo ainda não autorizou o produto geneticamente modificado ou seus derivados.
Por Maximilian Heath / REUTERS
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.