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Redação

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 Jornalista/Radialista

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IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio do Fundo Social de Solidariedade, em parceria com a EPTV, realiza até o dia 31 de julho, a Campanha do Agasalho 2022. 

Adriana Adegas Martineli, diretora da Assistência Social e presidente do Fundo Social de Solidariedade de Ibaté, conta que o objetivo da ação é de unir forças para aumentar a arrecadação de roupas e cobertores que deverão ser destinados à população mais necessitada, especialmente, durante o inverno. “A ideia é incentivar os munícipes a doarem peças novas ou que não usam mais, claro, que estejam em bom estado”, afirmou.

As pessoas podem doar roupas masculinas e femininas; roupas infantis; cobertores e roupas de cama; meias e gorros; sapatos e toalhas. Ao realizar a doação, é importante certificar-se que as peças estão em boas condições. Sapatos sem par, roupas sujas, furadas, manchadas ou com rasgos, por exemplo, são descartados no processo de triagem.  

“Nossa expectativa é grande com relação à essa campanha, pois a população ibateense é muito generosa e ‘calorosa’. Temos a esperança de ultrapassarmos o montante que recebemos no ano passado e ajudar ainda mais pessoas que estão em vulnerabilidade”, relata Adriana.

PONTOS DE ARRECADAÇÃO:


•    UBS SANTA TEREZINHA (ICARAÍ), na rua João Altéia, 550, Santa Terezinha;
•    UBS POPULAR, na rua Alfredo Ianone, 60, Popular;
•    UBS CRUZADO, na rua Benedito Barreto, 207, Jardim Cruzado;
•    ASSISTÊNCIA SOCIAL, na avenida São João, 231, Vila Bandeirantes

EUA - O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um apelo na quarta-feira (4) a favor do direito ao aborto, coincidindo com a possibilidade de que a Suprema Corte dos Estados Unidos o anule.

“Restringir o acesso ao aborto não reduz o número de procedimentos, apenas leva as mulheres e meninas a realizar procedimentos inseguros”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus no Twitter, sem mencionar diretamente os Estados Unidos.

“O acesso ao aborto seguro salva vidas”, enfatizou o chefe da OMS.

 

 

AFP

EUA - A Meta Platforms, proprietária do Facebook, está abrindo o acesso a um modelo de linguagem amplo para pesquisa de inteligência artificial, disse a empresa de mídia social na última terça-feira (03).

A Meta disse que seu modelo foi o primeiro com 175 bilhões de parâmetros a ser disponibilizado para a comunidade de pesquisa de inteligência artificial mais ampla.

"Modelos de linguagem ampla" são sistemas de processamento de linguagem natural que são treinados em grandes volumes de texto e são capazes de responder a perguntas de compreensão de leitura ou gerar novo texto.

A Meta disse que o lançamento de seu modelo "Open Pretrained Transformer (OPT-175B)" melhora as habilidades dos pesquisadores para entender como os grandes modelos de linguagem funcionam.

A companhia afirmou que as restrições ao acesso a esses modelos estão "impedindo o progresso nos esforços para melhorar sua robustez e mitigar problemas conhecidos, como viés e toxicidade".

A tecnologia de inteligência artificial, que é uma área chave de pesquisa e desenvolvimento para várias plataformas online, pode perpetuar preconceitos sociais dos humanos em torno de questões como raça e gênero. Alguns pesquisadores se preocupam com os danos que podem ser disseminados por meio de modelos de linguagem ampla.

A Meta disse que "espera aumentar a diversidade de vozes definindo as considerações éticas de tais tecnologias".

A gigante da tecnologia disse que para evitar o uso indevido e "manter a integridade", está lançando o modelo sob uma licença não comercial para se concentrar em casos de uso de pesquisa.

A Meta disse que o acesso ao modelo será concedido a pesquisadores acadêmicos e pessoas filiadas a governos, sociedade civil e organizações acadêmicas, bem como a laboratórios de pesquisa. A versão incluirá os modelos pré-treinados e o código para treiná-los e usá-los.

 

 

Por Elizabeth Culliford / REUTERS

EUA - A mudança climática pode alterar severamente a temperatura dos mares e oceanos, causando a extinção de grande parte das espécies encontradas neste ecossistemas. Apesar dessa frase se assemelhar à extinção do Ordoviciano-Siluriano que matou cerca de 85% das espécies marinhas há 440 milhões de anos ela também pode se referir a um período mais atual.

Isso porque um estudo da revista Science, publicado em abril de 2022, apontou que a emissão contínua de gases de efeito estufa pode significar um grande risco de extinção em massa para os animais marinhos. Esse risco se explica devido ao fato do aquecimento global ser responsável pelo aumento da temperatura dos oceanos e a redução do oxigênio nesses ecossistemas.

Os cientistas envolvidos no estudo fizeram uma projeção de como seria o futuro da biodiversidade marinha em diferentes cenários da mudança climática. Os estudiosos apontam que sem a redução das emissões, o impacto da mudança climática vai reduzir a vida marinha consideravelmente até o ano de 2100.

 

Estudo

Para realizar essa previsão, os envolvidos na pesquisa utilizaram informações fisiológicas existentes sobre as espécies marinhas atuais, e modelos de mudanças climáticas. Essa união de realidades fez com que os cientistas conseguissem prever como as mudanças nas condições de habitat vão afetar a sobrevivência de animais aquáticos na Terra.

Segundo os estudiosos, existe um padrão que dita o futuro da vida marinha. Esse padrão determina que toda a vez que a temperatura do mar aumenta, a quantidade de oxigênio nas águas diminui significativamente.

Animais marinhos que vivem em águas frias não têm o organismo preparado para sobreviver em oceanos quentes. Logo, as criaturas marinhas que vivem nos polos (Norte e Sul) seriam as primeiras eliminadas pela extinção em massa.

Como os níveis metabólicos de uma espécie aquática aumentam junto da temperatura, a demanda por oxigênio do organismo aumenta também. Logo, se o oxigênio disponível não for o suficiente para a espécie, ela pode mudar de habitat ou apenas se render à extinção.

Apesar das criaturas marinhas apresentarem mecanismos psicológicos que as ajudam a lidar com mudanças de ambiente, elas possuem um limite. Como dito anteriormente, as criaturas polares seriam as primeiras a morrer devido à indisponibilidade de regiões mais frias que os polos.

 

Como resolver

Depois delas, as espécies que se localizam nos trópicos se mudariam para os pólos e passariam a viver na região. Já os animais nativos de regiões de linha equatorial precisariam se mudar para os trópicos. Afinal, os oceanos da região equatorial já são conhecidos por serem quentes e com baixos níveis de oxigênio. Um agravamento nessa situação só tornaria a região equatorial um lugar impossível para a vida de alguns animais marinhos.

A maneira correta de evitar que o avanço do aquecimento global cause essa extinção em massa é trabalhando para reduzir as mudanças climáticas. Ou seja, se o planeta caminhar para um aumento de 2 graus Celsius, em vez de cinco, é possível reduzir o risco de extinção para cerca de 70%.

Para isso, pessoas, empresas e governos no mundo todo precisam se juntar para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Além disso, a sociedade precisa lutar pelo fim de outros tipos de problemas que afetam a biodiversidade marinha, como a pesca predatória, a caça de animais e a poluição dos oceanos.

 

 

Equipe eCycle

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