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BARRA BONITA/SP - A Escola Técnica Estadual (Etec) Comendador João Rays, de Barra Bonita, conquistou duas medalhas de ouro, duas de prata e seis de bronze na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) de 2020. O professor de Física Rogério Falasca coordenou os plantões para orientar e tirar dúvidas dos alunos inscritos na competição: “O resultado nos enche de orgulho e motivação para continuar estimulando o interesse dos jovens pela ciência”.

As Etecs Bento Quirino e Conselheiro Antônio Prado, de Campinas, foram premiadas com seis e sete medalhas, respectivamente. Já na Capital, as unidades que também conquistaram medalhas foram: Getúlio Vargas, Prof. Basilides de Godoy e Prof. Dra. Doroti Quiomi Kanashiro Toyohara.

No total, as Etecs obtiveram 45 medalhas, sendo 11 medalhas de ouro, 12 de prata e 22 de bronze na competição. Confira a relação completa dos premiados nas categorias ouro, prata e bronze.

 

Desafios para 2021

Os participantes que obtiveram nota igual ou superior a 7 estão habilitados a disputar as seletivas da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica que começam no dia 15 de janeiro. A maioria dos medalhistas já confirmou interesse em disputar as seletivas da prova internacional.

A Olimpíada está na 24ª edição e é realizada anualmente por representantes da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB), com participação de estudantes do Ensino Médio de escolas públicas e privadas.

 

 

*Por: GOVERNO DE SP

 Arquivei, Luiza Labs, Stoq, Onii, ONOVOLAB e Predify, além da USP e UFScar são algumas das mais de 400 empresas e instituições presentes no mapeamento inédito da cidade

SÃO CARLOS/SP  – O Sanca Hub – grupo de empresas do Ecossistema de Empreendedorismo, Tecnologia e Inovação da cidade de São Carlos – anuncia o primeiro mapeamento de empreendedorismo da cidade. O levantamento reúne mais de 400 empresas e instituições – entre elas Arquivei, Luiza Labs, Stoq, Onii, ONOVOLAB e Predify, além da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de São Carlos (UFScar). O report completo está disponível para download no site www.reportsancahub.com.br.

De acordo com Victor Azouri Bermudes, fundador e CEO da Onii, uma das empresas mantenedoras do projeto, o report tem o objetivo de facilitar a conexão entre startups, empresas, grupos, iniciativas, pessoas e projetos, gerando inovação e oportunidades de negócio. “São Carlos está crescendo muito rápido já há alguns anos e as iniciativas de inovação já são bastante robustas. Entendo que as grandes empresas já perceberam que a descentralização das atividades para polos no interior é uma alternativa inteligente e esse nosso movimento de união e organização só tende a acelerar ainda mais esse processo”.

Para Anderson Criativo, CEO e sócio fundador do centro de inovação ONOVOLAB, também mantenedor do report, São Carlos é hoje um dos ecossistemas mais vibrantes do Brasil. “Temos empresas gigantescas buscando inovação em nossa cidade, startups ganhando escala e atraindo milhões em investimento. As coisas estão acontecendo de maneira cada vez mais rápida e exponencial, de modo que esse report vem para trazer visibilidade para o que está acontecendo. Quem ainda não estava por dentro, pode se inteirar do que está rolando na cidade”, afirma

Atualmente, o ONOVOLAB sedia empresas como Ambar, Stoq, Onii, entre outras centenas de startups. Além disso, o centro de inovação sedia ainda iniciativas de gigantes do mercado que buscam acelerar seus processos de inovação, dentre elas Banco Santander, Magazine Luiza, iFood, Serasa Experian e Amdocs.

Polo de inovação

Conhecida como capital brasileira da tecnologia, São Carlos é a 13° maior cidade do interior do estado de São Paulo, contando com mais de 250 mil habitantes. Desde a sua fundação, o município tem se destacado como ponto regional industrial de referência, tendo sua atividade econômica pautada nos setores industrial, tecnológico e agropecuário. Atualmente, os setores de tecnologia e empreendedorismo tem ganhado cada vez mais força.

Uma das principais razões para essa ebulição tecnológica é localização de instituições de ensino de ponta na cidade, com destaque para a Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de São Carlos (UFScar). Um dado curioso é que a cidade abriga hoje 2,5 mil pessoas com doutorado, uma média de 1 doutor a cada 100 habitantes, a maior do País.

Alguns números do Report:

  •         179 Startups e Empresas de Tecnologia
  •         9 Polos Educacionais
  •         28 Eventos de Empreendedorismo
  •         17 Espaços de Inovação e Coworkings
  •         30 Comunidades, ONGs e Grupos da Cidade
  •         200 Organizações Universitárias

Sobre o ONOVOLAB

Criado em 2018, na cidade de São Carlos, interior de São Paulo, o ONOVOLAB é um Centro de Inovação que reúne e conecta as melhores e mais inovadoras startups às grandes corporações que precisam acelerar seu processo de desenvolvimento e transformação digital. Situado nas antigas instalações de uma fábrica de tecidos, o ONOVOLAB conta com uma área total de 21 mil metros quadrados, ocupada hoje por cerca de 70 empresas de diferentes portes, em especial startups, e trabalha em parceria com grandes companhias como Cielo, Mapfre, Philip Morris, Electrolux, Roche, Santander e Ambev.  Essas empresas desenvolvem diversos trabalhos no campus, desde o desenvolvimento de tecnologia e inovação, patrocínio e investimento a startups e novos talentos, entre outros trabalhos sob demanda. O ONOVOLAB foi fundado por Anderson Criativo (CEO) e Leandro Palmieri (COO). Para mais informações: https://onovolab.com/  

Sobre a Onii

Fundada em 2019, a Onii desenvolveu um modelo de loja autônoma que funciona dentro de condomínios residenciais, empresas, centros logísticos, entre outros espaços. Resumidamente, o sistema permite que as pessoas façam compras nessa conveniência e paguem diretamente pelo aplicativo, sem precisar do intermédio de entregadores ou caixas. Em apenas 12 meses, a empresa já conta com uma rede de mais de 80 lojas autônomas espalhadas em quatro estados do Brasil. Mais informações: https://onii.com.br/

 

   SÃO CARLOS/SP - As adversidades causadas pela pandemia do novo Coronavírus em 2020 não impediram que a Embrapa Instrumentação (São Carlos – SP) aumentasse as parcerias com o setor produtivo, focadas em demandas de mercado, viabilizadas com projetos da chamada inovação aberta, que permitem agilizar a obtenção de resultados e soluções tecnológicas.

     Se em 2019 o Centro de Pesquisa firmou três contratos de cooperação técnica-financeira, esse número triplicou em 2020, com nove acordos, cuja duração é de cinco anos. Esses contratos envolvem valores financeiros diretos de R$1,1 milhão captado junto às empresas e R$1,9 milhão aportado pela Embrapa.

     Além dos valores financeiros, existem os recursos indiretos (mão-de-obra, infraestrutura), que atingem R$ 4,6 milhões por parte da Embrapa e R$ 5 milhões pelas empresas parceiras. "É uma relação na qual ambos ganham, pois as empresas parceiras, em sua maioria, são startups, que muitas vezes não dispõem de equipamentos e pessoal. Por outro lado, esses valores vão contribuir para o financiamento de parte de nossa carteira de projetos", explica o chefe adjunto de Pesquisa & Desenvolvimento, José Manoel Marconcini.

     "Vale ressaltar também que esse tipo de projeto começa e termina no setor produtivo (cliente/cidadão/usuário externo) e que, nas parcerias formalizadas, existe o compromisso da empresa com a adoção das soluções tecnológicas a serem geradas, ou seja, a sociedade será impactada pelas inovações que surgirem", argumenta o chefe-geral da Embrapa Instrumentação, João Naime.

Na terra e no ar

     Os contratos de inovação aberta realizados pela Embrapa Instrumentação em 2020 impactam diferentes áreas do agronegócio, desde commodities como algodão e soja, passando pela produção de uvas e vinho, fruticultura, química e fertilidade do solo, automação e inteligência artificial na agricultura, nanotecnologia, entre outros.

     Os temas dos projetos envolvem o desenvolvimento de métodos para análises quantitativas de macro e micronutrientes em tecidos vegetais para serem usados em sistema de laser; sonda multiparâmetros para análise das propriedades físico-químicas do solo; equipamento fotônico portátil para classificação de defeitos em grãos de soja; vitivinicultura de precisão na região Sudeste.

     As parcerias também incluem pesquisas com nanoemulsão de cera de carnaúba com óleo essencial; sensor colorimétrico para rastreamento da qualidade de frutos climatéricos; novas formulações de inoculantes microbianos para tratamento de sementes; diagnósticos precoces de doenças com técnicas fotônicas em sistemas produtivos de algodão e soja em Mato Grosso; além do desenvolvimento de veículos aéreos autônomos ou remotamente controlados para liberação de agentes de controle biológico em campo.

     "É importante observar que o VII Plano Diretor da Embrapa, lançado em novembro de 2020, prevê que até 2023 ocorra um aumento para 40% em relação à participação de projetos de inovação aberta com o setor produtivo na programação de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Empresa", explica Débora Milori, chefe adjunta de Transferência de Tecnologia.

     "Mas a Embrapa Instrumentação, atenta à essa sinalização e aos anseios do setor produtivo e da sociedade, já atingiu a expressiva marca de 63,1% em inovação aberta ao final de 2020, dos 38 projetos que o Centro de Pesquisa lidera atualmente. Mais do que uma tendência, é uma realidade a conexão com as empresas de diferentes segmentos, com o objetivo de alavancar, a partir de tecnologias em alto nível, os resultados do agronegócio brasileiro", finaliza Débora Milori.

 

 

*Por: Edilson Fragalle 

SÃO CARLOS/SP - Um artigo científico publicado no dia 22 de dezembro do corrente ano, no “The Journal of Chemical Physics”, intitulado “A new interpretation of the absorption and the dual fluorescense of Prodan in solution”, foi integrado como parte da Coleção Especial do citado jornal em homenagem à docente e pesquisadora do IFSC/USP, Profª Yvonne Primerano Mascarenhas - “Women in Chemical Physics and Physical Chemistry - WCP-2020”.

Yvonne Mascarenhas foi uma das pioneiras na área de estruturas biomoleculares no Brasil. Com uma excelente capacidade de ensino e mentoria, ela inspirou muitos alunos a seguirem carreiras em biofísica química, com um papel preponderante na criação de grupos importantes.

Para conferir o citado artigo, acesse o link https://www2.ifsc.usp.br/portal-ifsc/wp-content/uploads/2020/12/mascarenhas.pdf

 

 

(Rui Sintra - jornalista - IFSC/USP)

MUNDO - Gigantes da tecnologia que violarem as novas regras da União Europeia destinadas a restringir seus poderes de mercado podem enfrentar multas, serem obrigados a mudar suas práticas ou até serem forçados a desmembrar seus negócios europeus, disse o chefe digital do bloco, Thierry Breton, nesta quarta-feira.

Os comentários de Breton vêm duas semanas antes de ele apresentar os projetos legislativos conhecidos como Digital Services Act (DSA) e Digital Markets Act (DMA), que provavelmente afetarão grandes empresas dos Estados Unidos, como Google, Apple, Amazon, Facebook e Microsoft.

O DSA forçará as empresas de tecnologia a explicarem como funcionam seus algoritmos e obrigará a abertura de seus arquivos de publicidade para reguladores e pesquisadores. As companhias também terão que fazer mais para combaterem discurso de ódio, conteúdo prejudicial e produtos falsificados em suas plataformas.

O DMA mira os 'gatekeepers' digitais com uma lista de diretrizes, como o compartilhamento de certos tipos de dados com rivais e reguladores; e práticas ilegais, como favorecer os próprios serviços. Também incluirá uma série de sanções.

"Começamos com uma multa, depois você tem uma multa maior, então uma medida temporária, medidas específicas, então você pode ter no final do dia o que temos também nas regras de concorrência, desmembramento estrutural", disse Breton a repórteres.

A medida de obrigar as empresas a se separarem seria o último recurso, disse Breton, comissário de mercado interno da UE.

"O desmembramento estrutural não é um objetivo, não é o meu objetivo, é apenas para garantir mais uma vez que também temos meios para agir se necessário", acrescentou.

 

 

*Por: Foo Yun Chee / REUTERS

Medição de propriedades elétricas de materiais com destaque para fluidos biológicos

 

SÃO CARLOS/SP - O IFSC/USP acaba de desenvolver um protótipo portátil de um espectrômetro de impedância elétrica capaz de medir propriedades elétricas de diversos materiais, principalmente fluidos biológicos. Com esse novo instrumento, abre-se uma nova porta para a detecção de contaminações por vírus e bactérias, além de diversas doenças, como o câncer de mama, pâncreas, cabeça e pescoço, e próstata.

Desenvolvido pelo Pós-Graduando Lorenzo Buscaglia (24) no decurso de seu mestrado em Física Aplicada/Instrumentação no IFSC/USP, sob supervisão do Prof. Dr. Osvaldo Novais de Oliveira Junior e com patrocínio da FAPESP, este novo equipamento portátil poderá detectar doenças através de sangue, suor, ou saliva, de forma rápida e barata, comparativamente a outros equipamentos do mercado, importados, e com alto custo, conforme explica Lorenzo. “De fato, já existem equipamentos que fazem estas detecções, mas eles são extremamente caros, pois além de incluir hardware de maior custo, são importados. Nosso grupo de pesquisa apostou em um modelo portátil e de baixo custo, pois a maioria também é pesada e não pode ser transportada. A versão comercial mais similar atualmente entrou no mercado em 2018, mas seu custo é da ordem de dois mil dólares, o que é inviável para muitas aplicações”, sublinha Lorenzo. O novo equipamento foi designado SIMPLE-Z, teve seu registro solicitado junto à Agência de Inovação da USP (AUSPIN) e está pronto para a fabricação em escala. Poderá ser facilmente adquirido pela classe médica, além de poder ser empregado em laboratórios de ensino em universidades e no ensino médio.

“A técnica de espectroscopia de impedância pode ser aplicada em inúmeras áreas da saúde e, inclusive, pode ser acoplada a dispositivos vestíveis. Dependendo do software instalado, poderá fornecer informações à distância, o que abre um novo universo de oportunidades”, comemora Lorenzo.

Para o Prof. Osvaldo Novais de Oliveira Junior “Um instrumento como o Simple-Z é um sonho antigo do Grupo de Polímeros e de seus parceiros nos trabalhos de sensores e biossensores. Sempre ficávamos frustrados de não poder fazer a detecção fora de um ambiente de laboratório, e os espectrômetros portáteis são muito caros. Com o Simple-Z, poderemos finalmente fazer medidas em qualquer lugar e a baixo custo. Ressalto que o custo do instrumento é barato porque o Lorenzo propôs soluções de software que eliminaram limitações dos componentes eletrônicos utilizados”.

O Simple-Z inclui circuitos que geram os sinais e medem a resposta, transmitindo a mesma de forma instantânea para o computador, onde fica registrada em uma base de dados. Para fazer a medição de qualquer fluido, basta ligar o aparelho num sensor ou biossensor sobre o qual é depositado o fluido. A detecção é assim feita em poucos minutos. Neste momento, falta apenas desenvolver uma interface amigável para um usuário sem nenhum tipo de treinamento.

Segundo o jovem pesquisador, o custo de mercado deste equipamento poderá ser de cerca de R$ 1.300,00 (~ U$D 250) cada unidade.

 

 

*Por: Rui Sintra - IFSC/USP

BRASÍLIA/DF - O Ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, disse hoje, na 10ª edição do Congresso de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo, que é preciso ações de inteligência e uma integração da segurança pública nacional para combater o crime organizado.

“O desafio é grande, a missão ao mesmo tempo em que traz todo esse desafio, nos estimula e tentar trazer mudanças efetivas. O que nós estamos fazendo de modo específico no ministério? Estamos buscando, revisando todo o nosso portfólio de investimento de segurança, saindo daquele mecanismo arma, colete e viatura - não que isso não seja importante - mas para sistemas, eu preciso de sistemas que me façam transformar dados em inteligência, inteligência em conhecimento e em ação efetiva com resultado”, disse Mendonça.

“Não adianta nós pensarmos que vamos combater esse crime com um 38 na mão, um opala novo - como nós tínhamos 30 anos atrás -, não. É com inteligência, é com informação, é com comunicações efetivas”, disse. Segundo ele, é preciso estar à frente do crime organizado para combatê-lo e, para isso, é necessário integrar a segurança pública nacional. “Nós precisamos despolitizar o debate sobre segurança pública, não é situação e oposição, é o país e é a sociedade. Então investimento em tecnologia da informação, conhecimento, investimento em integração entre as forças de segurança.”

O ministro disse ainda que o crime organizado é transnacional e que se utiliza do sistema bancário, do sistema judicial e do sistema político. “Ele lava o dinheiro a tal ponto que se torna um negócio lícito e em determinado momento você já não consegue dizer o que é objeto de lavagem e o que é objeto de lucro lícito, a partir desse branqueamento de recursos.”

“Em suma, hoje o crime organizado é invertebrado, celular, não hierarquizado na sua organicidade e atua no que nós chamamos de uma estrutura em rede, onde você tira uma liderança, que nós nem conhecemos muito bem quem é, e automaticamente ela já se recompõe e o sistema continua a atuar”, avaliou.

Mendonça afirmou que a preocupação do país com terrorismo, lavagem de dinheiro e crime organizado não ocorre só em função da segurança pública, mas por causa “dos investimentos, da atividade econômica e da possibilidade e potencialidade do país ter um crescimento econômico sustentável, efetivo e vigoroso nos próximos anos”.

“Porque se nós não garantirmos isso [estado de segurança], o investimento que nós tanto precisamos continuará sendo um rescaldo daquilo que poderia vir para o Brasil. Nesse sentido, eu preciso que todos nós compreendamos que lidar com o crime dessa natureza demanda ações efetivas, enérgicas, rigorosas, intransigentes e capazes de dar uma resposta séria, rápida e com mudança efetiva da realidade que nós vivemos hoje”, acrescentou.

 

 

*Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil

Há um mundo cheio de coisas novas nas redes e é preciso avaliar quais conteúdos são ideais para os pequenos

 

SÃO CARLOS/SP - Hoje em dia as crianças já crescem com o instinto de estar presentes na internet, são os chamados nativos digitais, pois já estão inclusos em um cenário tecnológico. No entanto, é fundamental ter atenção com uma série de fatores que podem impactar na vida dos pequenos. Apesar de ser uma ferramenta importante para conhecimento e educação, a web também pode trazer alguns problemas e nesse caso, é papel dos pais manter um controle do uso.

Por conta disso, a mãe da youtuber e influenciadora mirim Lívia Lopes tem muito cuidado com os acessos da filha, mesmo com toda a produção de conteúdo para as redes sociais. “Apesar de ela estar constantemente apresentando material na internet, ela não faz apenas isso. Até porque nos meios de comunicação dela são exibidas as atividades que ela faz no dia a dia, como brincadeiras, coisas que ela gosta de fazer e também o que ela aprende, assim ela pode passar esse conteúdo para outras crianças”, explica a mãe da youtuber.

Ainda assim, o cuidado com o consumo de tecnologia é essencial até mesmo para manter a criança saudável. Segundo o manual da Sociedade Brasileira de Pediatria, o uso excessivo desses aparelhos pode diminuir o rendimento escolar, ansiedade, insônia, sedentarismo, entre outras complicações. Com isso em mente é uma boa ideia fazer como a mãe da influencer e ter algum controle sobre o tempo que os pequenos passam na web.

Existem outros perigos relacionados ao uso dessa ferramenta por crianças e é ideal alertá-las desde cedo sobre eles. Profissionais recomendam que o acesso dos pequenos à internet aconteça somente após completarem pelo menos dois anos de idade e sempre com a supervisão dos responsáveis. Isso porque sem o monitoramento constante, eles podem ficar deslumbrados com as facilidades e não entender os riscos.

É necessário saber e evitar algumas questões específicas deste ambiente. É fundamental lembrar que adicionar ou conversar com estranhos em plataformas sociais não é saudável, além de possibilitar o uso de imagens dos pequenos para fins impróprios. Aconselhe também para que não seja publicado nada que não diria pessoalmente, já que pode ferir outra pessoa e, sempre que possível, denunciar ao ver alguém reproduzindo bullying e discursos odiosos.

“A Lívia tem seis anos e já está fazendo conteúdo para as redes sociais e para o canal no Youtube, mas por conta da idade achamos importante ela ter outras atividades que vão além disso. Procuramos fazer com que ela tenha interesse em outras coisas justamente para que ela não tenha tanta dependência das redes e isso é muito bom para o desenvolvimento dela como pessoa”, a mãe relata.

Um ponto essencial para evitar que as crianças tenham contato apenas com a tecnologia e a internet é apresentá-la a outros espaços. Uma boa maneira de fazer isso é cultivando hábitos como ir ao parque e ter contato com a natureza, brinquedos e até mesmo animais.

Mas calma, existe o outro lado da tecnologia! E esse precisa ser utilizado com maior frequência, especialmente quando se trata de crianças. É possível utilizar esse meio para incentivar a criatividade e conhecimento deles através de materiais próprios para isso. Pense em apresentar, antes de qualquer coisa, as qualidades dela, pois com uma boa curadoria, eles podem conhecer conteúdos sobre todas as disciplinas de formas divertidas e lúdicas, aprender novas brincadeiras, se conectar a pessoas interessantes e até mesmo buscar a leitura como um hobby.

“O tempo que a Lívia passa na internet é importante para aprimorar os conhecimentos dela, até porque é com isso que ela fazer pesquisa, estudar, conhecer coisas novas e também tem ideias do que pode mostrar nos vídeos que produzimos, o que é algo divertido para ela”, finaliza.

 Sobre o espaço de Lívia

A influenciadora mirim tem apenas 6 anos, e já faz sucesso nas redes sociais. Em seu canal, sempre traz dicas de artesanato, brincadeiras do dia a dia, e adora falar sobre assuntos relacionados a NASA e programas espaciais. Por isso, chama carinhosamente a sua audiência de astronautinhas.  Mesmo com pouco tempo de canal, já realizou algumas campanhas para a Puket e lojas de roupas infantis e pelas redes, já havia chamado a atenção de agências de modelo e publicidade e já foi agenciada pela V2 model e a Vogue Kids. Para mais informações, acesse pelo instagram @liviademarchilopes ou pelo youtube - https://www.youtube.com/channel/UCRexmAqMjVAuSizMYiUhLyg

SÃO CARLOS/SP - Se um drone sozinho já foi associado a um filme de ficção científica, imagine um esquadrão desses aparelhos em diferentes formas e tamanhos povoando o espaço aéreo, executando tarefas como pulverização da lavoura, numa velocidade muito maior do que seria feito apenas por um.

O uso desse novo formato ainda está em fase inicial, mas vários experimentos já estão sendo conduzidos pelo mundo afora e com aplicações diversificadas. No Brasil, a Embrapa Instrumentação (São Carlos – SP) iniciou os estudos numa área com grande potencial de uso – a agricultura de precisão.

O pesquisador Lúcio André de Castro Jorge conta que a robótica de enxame ou inteligência de enxame já é alvo de pesquisa no País, envolvendo grupo de produtores de café e área florestal. "Em ambos os casos, a Embrapa foi demandada por produtores para realizar um estudo visando a escolha da melhor plataforma de drones para trabalho em comboio", afirma o pesquisador, à frente da iniciativa.

No caso do café, o estudo conta com o apoio de uma rede de pesquisa em robótica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos, e institutos de pesquisa da Itália. O projeto é focado em pulverização de áreas adensadas.

Segundo Lúcio Jorge, no caso da área florestal, a demanda está pautada na realização de inventários qualitativos em áreas plantadas. "Uma tendência muito forte está indicando que o crescimento no tamanho das aeronaves não deverá ser alterado, mas a operação de aeronaves menores dera ser realizada por apenas um controlador ao mesmo tempo", avalia.

Exemplo vem da natureza

Itália e Holanda são exemplos de países que estão apostando nessa tendência, eles se uniram para produzir e testar o primeiro protótipo no controle de ervas daninhas usando a robótica de enxame ou inteligência de enxame, segundo informações da Universidade e Pesquisa de Wageningen.

Especialistas acreditam que a aplicabilidade da robótica de enxame na agricultura de precisão vai trazer mudança de paradigma e impacto considerável, pelas vantagens que o conjunto de drones vai oferecer, entre elas, a redução de tempo para executar as tarefas e a geração de dados para tomada de decisões. Eles estimam que operações usando a inteligência de enxames vão aumentar drasticamente na próxima década.

Lúcio Jorge, que estuda o uso de drones na agricultura, processamento de imagens captadas pelas câmeras embarcadas nos aparelhos, há mais de 20 anos, diz que o "bando" de drones será capaz futuramente de avaliar alvos para aplicação de insumos agrícolas, distribuir tarefas e executá-las praticamente sem intervenção humana.

O exemplo vem da natureza, de enxames de abelhas, bando de pássaros ou cardumes de peixes, que usam a inteligência coletiva para se comunicar e resolver tarefas. "Vamos precisar dar apenas um comando para que o esquadrão se organize, assim como fazem os pássaros e de forma descentralizada", explica.

Uso de drones se expande no País

Assim como está ocorrendo em outros países, entre eles, os Estados Unidos, onde a Federal Aviation Administration (FAA) projeta um número de unidades de drones em quase quatro milhões para 2021, no Brasil o crescimento também vem se expandindo e deve chegar a 400 mil aparelhos no próximo ano.

Na era das fazendas conectadas, o pesquisador afirma que os drones estão gerando milhares de informações, de forma muito rápida, assim como outros dispositivos, como satélites que contam com sensores inteligentes para cumprir tarefas."O drone é uma ferramenta auxiliar, um complemento para tomada de decisão", constata.

De acordo com um levantamento do começo deste ano realizado pela consultoria McKinsey&Company, a aplicação de insumos em taxa variável (VRA) e drones são as tecnologias mais adotadas pelos produtores atualmente. A empresa ouviu cerca de 750 produtores de 11 estados, sendo 53% deles afirmaram que já utilizam pelo menos uma tecnologia ou estão dispostos a adotar pelo menos uma nas próximas duas safras.

"Ainda há muito espaço para crescer, tem demanda, são esperados ganhos de produtividade, redução de custos, mudança no próprio gerenciamento da fazenda com o uso de drones. A tecnologia está em todas as áreas", avalia Lúcio Jorge.

Mas o pesquisador chama atenção para a necessidade de convergência de várias áreas do conhecimento, como computação, engenharia,agronomia, biologia, entre outras, para analisar as camadas de informação geradas pelos aparelhos para tomada de decisão posterior. "Não é um único fator que é utilizado e analisado para fornecer um mapeamento ao produtor, por isso, é preciso vários saberes juntos", diz.

A operação dos chamados drones cooperativos foi abordada por Lúcio Jorge durante apresentação virtual no DroneShow, encerrado na quarta-feira (30/09).

 

 

*Por: Joana Silva

RIBEIRÃO PRETO/SP - Líder em serviços digitais no Brasil para empresas de pequeno e médio portes, a Locaweb anuncia a aquisição da Etus, startup de Ribeirão Preto que oferece a mais completa e robusta solução para gestão de redes sociais e marketing digital do mercado e já conta com mais de 100 mil marcas sendo atendidas. A plataforma ajuda empresas a fazerem essa gestão completa em um único ambiente, de forma simples e descomplicada.

Uma história que começou com 3 sócios em uma agência de  marketing digital. Há 5 anos, André Patrocínio, Márcio Niasa e Bruno Nery perceberam a necessidade de otimizar os processos de gestão de redes sociais para facilitar a vida dos seus clientes empreendedores e decidiram desenvolver um sistema próprio, concentrando todas as ferramentas em uma só. O que começou como uma ferramenta para uso interno, acabou se tornando a solução mais completa e robusta para gestão de redes sociais do Brasil.

“Conforme íamos utilizando a ferramenta na nossa agência, percebíamos como aquele sistema tinha potencial para resolver as dores e necessidades de outras pessoas. Ao longo de 4 meses usamos internamente, testamos, aperfeiçoamos e percebemos que a solução era tão boa que deveríamos oferecer para o mercado. Logo no primeiro dia, tivemos 100 vendas e percebemos que esse seria o novo caminho do nosso negócio”, conta André Patrocínio.

Hoje, a Etus  atende a mais de 110 mil marcas do Brasil e do mundo. Os clientes vão desde pequenos empreendedores, até grandes marcas como Boticário, Senac, Petrobras, Itaú entre outras.

Com a cara e com a coragem

As histórias dos três sócios são muito parecidas. Ambos cresceram na periferia de Ribeirão Preto, estudaram em escolas públicas, não tiveram ajuda para abrir a empresa, que teve início com zero investimento. “A nossa história é diferente da maioria dos empreendedores do ramo de tecnologia, mas o que tem em comum, é que tivemos muita garra, dedicação e vontade de fazer dar certo. Hoje queremos ajudar outros empreendedores com a nossa ferramenta, e servir de exemplo para os jovens investirem nos seus sonhos e se tornarem empreendedores de sucesso. Temos muitos planos e projetos que serão lançados em 2020 que visam devolver para sociedade um pouco do que conquistamos”, conta Bruno Nery.

Ribeirão por opção

A Etus teve um crescimento exponencial em todo território nacional. Na contramão das empresas de tecnologia, a startup decidiu fincar raízes na cidade onde nasceu, apesar de diversas oportunidades e dos convites para levar a sede para capitais como São Paulo e Florianópolis, consideradas polos de tecnologia. “Nossa equipe é formada por pessoas da região e que dificilmente teriam essas oportunidades de trabalho por aqui, talvez por isso elas abracem tanto a empresa. Acreditamos que é necessário valorizar a nossa cidade e os ótimos profissionais que temos aqui”, avalia Marcio Niasa.

Fazendo parte de algo maior
Uma das pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital de negócios no Brasil, a Locaweb nasceu para ajudar empreendedores e negócios a desenvolverem sua presença online e prosperarem na web. Ao longo dos últimos anos, a empresa realizou sete aquisições, fortalecendo a atuação em diversos mercados como o de e-commerce, marketing cloud, hospedagem, cloud computing, pagamentos e aplicativos mobile. A Locaweb possui mais de 1,5 mil funcionários, quase 400 mil clientes e 19 mil desenvolvedores parceiros. Com 22 anos de atuação, a empresa segue crescendo e inovando por meio de desenvolvimento e aprimoramento interno de produtos bem como de aquisições.

“Sempre apoiamos as PME’s e já temos um grande volume de serviços para ajudá-los no processo de digitalização de suas operações, oferecendo soluções de commerce (plataforma para loja virtual, meios de pagamento, integrações com marketplaces, entre outros), presença digital e SaaS, mas faltava no nosso portfólio uma solução que pudesse fazer a diferença nas redes sociais dos nossos clientes e para isso, escolhemos a Etus. Sabemos que existe grande sinergia para os dois lados, pois os clientes da Locaweb precisam de soluções como as da Etus para venderem ainda mais e ampliarem a sua presença digital. Ao mesmo tempo, os clientes da Etus precisam das soluções que a Locaweb oferece. Como já temos um processo de cross sell bem estabelecido na companhia, a Etus já chega podendo fazer uso imediato de todo esse potencial de vendas para a nossa base”, afirma Fernando Cirne, CEO da Locaweb

"Estamos animados em divulgar ao mercado mais uma importante aquisição depois da abertura de capital, que ocorreu em fevereiro desse ano. Como sempre fazemos em nossas aquisições, fomos extremamente cautelosos e avaliamos centenas de empresas para chegar até a Etus. Estamos falando de um produto de assinatura, tecnicamente muito bem estabelecido, com potencial de cross sell e onde os fundadores continuarão na operação conosco. É a receita que gostamos. Uniremos nossos esforços e seguiremos ainda mais firmes no propósito de fazer negócios nascerem e prosperarem por meio da tecnologia ", afirma Cirne.

Seguindo o modelo de atuação da Locaweb em outras aquisições, André Patrocínio permanecerá à frente da operação com total autonomia, mantendo os colaboradores e escritório próprio em Ribeirão Preto.

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