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Redação

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 Jornalista/Radialista

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JAÚ/SP - Uma onça parda morreu após ser atropelada na Rodovia Otávio Pacheco de Almeida (SP-255), no trecho que liga as cidades de Jaú a Barra Bonita/SP.

O acidente foi no km 162, e o animal silvestre foi localizado com as partes do corpo expostas após o atropelamento, mas os agentes informaram que não se sabe qual tipo de veículo teria atropelado o animal silvestre.

A concessionária retirou a onça do local e fez os procedimentos estabelecidos por lei ambiental.

 

SÃO CARLOS/SP - O vereador Azuaite Martins de França (Cidadania) protocolou na Câmara Municipal um projeto de lei que prevê a criação do Programa Municipal de Hortas Urbanas Comunitárias em terrenos públicos ou privados na cidade que não estejam sendo utilizados. Conforme a proposta, o programa será coordenado pelas secretarias  municipais de Trabalho, Emprego e Renda e da Cidadania e Assistência Social.

Segundo Azuaite, “o objetivo é propiciar uma possibilidade de combate à fome e à insegurança alimentar de cidadãos que estão desempregados, subempregados ou em situação de vulnerabilidade social, tornando-se uma fonte de geração de trabalho e renda”.

“Este programa, já implantado em dezenas de outros municípios brasileiros, poderá se tornar também um meio eficaz de educação alimentar de parte da população, ao produzir alimentos orgânicos, sem o uso de agrotóxicos, de qualidade nutricional muito superior ao que geralmente estas pessoas têm acesso”, acrescentou.

Caso o projeto seja aprovado, o programa deverá ser implementado a partir da colaboração de várias secretarias municipais e com a parceria efetiva do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), contando com apoio técnico e organizacional do poder público.

Os beneficiários do programa serão selecionados por meio de chamamento público, realizado pela Secretaria Municipal da Cidadania e Assistência Social, que se pautará em critérios socioeconômicos para o atendimento de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.

“Por outro lado, a efetivação do Programa Municipal de Hortas Urbanas Comunitárias em áreas públicas ou privadas que estejam sem uso, acabará com a deposição irregular e ilegal de detritos de toda ordem que acabam sendo descartados nestes espaços”, afirmou Azuaite.

Atualmente, muitas áreas públicas e privadas no município estão ao abandono, convertendo-se em viveiros de insetos e focos de proliferação de transmissores de doenças. “O Programa Municipal de Hortas Urbanas Comunitárias, se efetivado, será um meio de conservação das condições do meio ambiente”, concluiu o vereador.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Obras Públicas está realizando a revitalização do canteiro central da avenida Drº Teixeira de Barros, conhecida como rua Larga.

O investimento é de R$ 84.676,29. A empresa vencedora do processo licitatório está fazendo a troca de bancos, substituição das lixeiras, recolocação de guias e recomposição do piso intertravado de concreto, pintura das estruturas de concreto (guias e bancos), e pintura dos postes de iluminação, ampliação de alguns canteiros centrais com ajardinamento e remoção de árvores mortas com destoca de raízes.

O trabalho foi dividido em 12 quadras: rua Duarte Nunes e rua Candido Padim com área de 847,62 m²; rua Cândido Padim e rua José Benetti com área de 596,49 m²; rua José Benetti e rua Antônio de Almeida Leite com área de 654,06 m²; rua Antônio de Almeida Leite e rua Ananias Evangelista de Toledo com área de 651,75 m²; trecho entre a rua Ananias Evangelista de Toledo e Antônio Botelho com área de 699,82 m²; rua Antônio Botelho e rua São Pio X com área de 647,17 m²; rua São Pio X e rua Desembargador Júlio de Faria com área de 669,31 m²; rua Desembargador Júlio de Faria e rua Itália com área de 650,94 m²; rua Itália e rua Cidade Milão com área de 595,86 m²; rua Cidade Milão e rua Domingos Marino com de área de 620,67 m²; rua Domingos Marino e rua Dr. Pedro de Souza Campos Filho com área de 599,14 m² e o trecho entre as ruas Dr. Pedro de Souza Campos Filho e Coronel Leopoldo Prado com área de 1079,89 m².

A obra é uma reivindicação antiga dos moradores da Vila Pardo e dos comerciantes da rua Larga. “É um local bastante movimentado e com essa revitalização com certeza vai aumentar, ainda mais, o número de pessoas circulando na avenida, principalmente em caminhadas ao final da tarde”, garante o prefeito Airton Garcia.

De acordo com o secretário de Obras Públicas, João Muller, os recursos são provenientes de emenda parlamentar do vereador Azuaite Martins de França. “A Prefeitura também já fez o recapeamento da via e trocou a iluminação de vapor de sódio por LED. Agora com essa emenda conseguimos fazer a revitalização e estamos conversando com o vereador para destinar outra emenda para o paisagismo”, explica Muller.

Criado por inventores da UFSCar e da USP a partir de bagaço de cana-de-açúcar, invento otimiza trabalho e tempo, além de gerar economia e menos resíduos na Natureza

 

SÃO CARLOS/SP - Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram um material biodegradável que libera nutrientes, de forma lenta e prolongada, para produção e crescimento de plantas. A tecnologia otimiza trabalho e tempo, além de gerar economia e menos resíduos.
Feito a partir da fibra de celulose, extraída do bagaço da cana-de-açúcar, o invento tem a aparência de um papel e carrega três macronutrientes essenciais para o desenvolvimento de qualquer tipo de planta: nitrogênio, fósforo e potássio. É biodegradável por sofrer decomposição natural ao entrar em contato com o ambiente.
O método foi registrado como patente junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), com o apoio da Agência de Inovação (AIn) da UFSCar, e é inédito para este tipo de uso.
O material deriva da tese de Lucas Luiz Messa, doutor em Engenharia e Ciência de Materiais pela USP, campus de Pirassununga, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), sob orientação de Roselena Faez, docente no Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação (DCNME-Ar) do Campus Araras da UFSCar.
A espessura do papel varia de 0,12 a 0,21 milímetros, sendo possível usá-lo como embalagem - na produção e no transporte de mudas, descartando o uso de plásticos ou potes - e, também, de forma fragmentada, em pequenos pedaços, para o crescimento e nutrição de plantas já em solo.
No mercado, já existem fertilizantes de liberação lenta e prolongada; também há materiais biodegradáveis para acomodar as plantas. "Mas essas duas características em um só produto é a novidade da tecnologia", assegura Faez.
O método para obtenção é simples, pois o bagaço da cana - matéria-prima abundante e de baixo custo - tem de 40 a 44% de celulose para extração. Além disso, o processo de produção não usa solventes e não gera resíduos.
Após esta etapa, são incorporados os macronutrientes - a quantidade exata de cada um varia de acordo com a demanda da planta, sendo, portanto, um material modulável e que evita desperdícios.
O produto permite, também, a inserção de micronutrientes, como magnésio, cobre, ferro e zinco, importantes em menor quantidade e em outras etapas de crescimento, sendo necessários estudos prévios e detalhados de cada espécie.
E, por ser biodegradável, em cerca de 45 dias o material sofre decomposição natural, sem impacto ao ambiente ou prejuízos às plantas. "Geralmente, em um estágio de 40 dias, elas já criaram novas raízes e, assim, suporte para seguirem crescendo dali em diante", relata a docente da UFSCar.
Atualmente, esse processo de nutrição é feito com fertilizantes inseridos de forma manual, no solo. "O agricultor já insere nutrientes em excesso, pois são sais solúveis e, com chuvas, podem ser levados para rios e lagos. Isso gera, além de desperdícios, perdas econômicas e ambientais", analisa a docente. 
Outra vantagem: o custo é baixo - cerca de R$ 0,27 por grama de embalagem -, algo interessante e viável para pequenos produtores de agricultura familiar.
"Em vez de reaplicar o fertilizante de duas até quatro vezes num determinado período (cerca de 45 dias), o produtor só usa o material uma vez, até a sua biodegradação natural. Sabe que a planta está recebendo os nutrientes necessários para se fortalecer sem desperdícios. Isso é vantajoso principalmente para o pequeno produtor, geralmente sozinho ou com equipe pequena, pois pode dedicar este tempo a outras atividades", afirma a docente.
Por ser facilmente modulada, a tecnologia atende diversas áreas da agricultura - de horticultura e floricultura a culturas de ciclos mais longos, como, por exemplo, em restaurações florestais.
"É possível inseri-la em mudas de eucalipto, por exemplo, com os nutrientes necessários a elas. Este, inclusive, é um de nossos estudos em andamento, e as perspectivas são boas", adianta Faez.
A tecnologia está disponível para comercialização de pequenos, médios e grandes produtores. Empresas e pessoas interessadas em adquirir o material podem entrar em contato com a Agência de Inovação da UFSCar, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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