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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - O preço do aluguel residencial subiu pelo nono mês consecutivo no Brasil. Segundo o índice FipeZAP+ de Locação, que analisa os valores em 25 cidades do país, foi registrado um aumento de 1,63% em março. Essa é a maior variação desde julho de 2011.

Apesar da alta, o crescimento do preço do aluguel ficou um pouco abaixo da inflação no período (1,62%), medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

A única cidade analisada pela pesquisa que não teve aumento dos preços foi Pelotas, com queda de 0,07%. Nas capitais analisadas, a maior alta foi em Goiânia (4,93%) e a menor, em Porto Alegre (0,55%).

EUA - O governo de Joe Biden afirmou na segunda-feira (19/04) que não vai mais exigir o uso de máscara em aviões, ônibus e trens, assim como aeroportos e estações – uma das principais medidas adotadas no país para combater a pandemia de covid-19. O anúncio foi feito após uma juíza da Flórida revogar a diretiva nacional que regulamentava a obrigatoriedade da proteção.

Nomeada pelo ex-presidente Donald Trump para o tribunal distrital de Tampa, a juíza Kathryn Kimball Mizelle considerou que a decisão do Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) de determinar a obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos "excede a autoridade legal" da agência de saúde pública. Assim, ela revogou a diretiva nacional que regulamentava essa medida.

Na semana passada, o governo Biden tinha prorrogado até 3 de maio a obrigatoriedade do uso de máscara aviões, ônibus, trens, táxis, carros de aplicativo, aeroportos e estações, argumentando que era preciso mais tempo para avaliar o impacto do recente aumento de casos de covid no país. A diretiva estava em vigor há 14 meses.

A norma federal permitia a aplicação de multas, que variam entre 500 e 3 mil dólares, a passageiros que se recusassem a usar máscara durante as viagens.

A Casa Branca considerou a decisão decepcionante, mas afirmou que a decisão será cumprida. O governo pode ainda recorrer da sentença. O CDC ressaltou que continua recomendando o uso de máscaras em ambientes internos públicos.

ARGENTINA - O governo argentino anunciou na segunda-feira, 18, uma série de medidas econômicas levando em conta retomar o poder de compra da população e combater os efeitos do choque causado pela guerra na Ucrânia. Entre os elementos, está o aumento nos valores de uma série de auxílios pagos pelo governo, incluindo apoios para aposentados e trabalhadores sem renda formal. Para tentar compensar os custos com as medidas, a administração anunciou um imposto sobre “ganhos inesperados”.

“Temos de pedir àqueles que tiveram um ganho inesperado que contribuam”, afirmou o presidente Alberto Fernández em evento na Casa Rosada no qual discursou sobre as ações. Em sua visão, é necessário que as “grandes empresas contribuam para gerar mais desenvolvimento e igualdade”. Também presente, o ministro da Economia local, Martín Guzmán, afirmou que será estabelecida uma alíquota sobre tais componentes inesperados de receita em empresas que tenham lucros líquidos tributáveis superiores a 1 bilhão de pesos no ano.

RÚSSIA - A Rússia pediu na terça-feira a todos os militares ucranianos que "deponham as armas" imediatamente e deu um ultimato aos que defendem a cidade de Mariupol para que acabem com "resistência insensata".

"Não desafiem a sorte, tomem a decisão correta, a de acabar com as operações militares e deponham as armas", afirmou o ministério da Defesa da Rússia em uma mensagem às forças ucranianas.

"Nos dirigimos a todos os militares do exército ucraniano e aos mercenários estrangeiros: um destino pouco invejável os aguarda devido ao cinismo das autoridades de Kiev", insistiu o ministério.

Em um trecho do comunicado que se refere aos que resistem na zona industrial de Azovstal, em Mariupol, o exército russo promete que "salvarão suas vidas' caso se rendam.

De modo concreto, a nota propõe um cessar-fogo a partir do meio-dia de terça-feira, para que entre "14H00 (8H00 de Brasília) e 16H00 (10H00 de Brasília), hora de Moscou, todas as unidades do exército ucraniano sem exceção e todos os mercenários estrangeiros saiam (de Azovstal) sem armas nem munições".

"Pedimos às autoridades de Kiev que mostrem bom senso e ordenem aos combatentes que acabem com sua resistência insensata", afirmou o ministério da Defesa russo.

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