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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Em virtude das festas juninas a fiscalização será intensificada 

SÃO CARLOS/SP - Soltar fogos de artifício pode não ser crime, mas é uma brincadeira que de divertido não tem nada. Essa prática prejudica animais, idosos, crianças com deficiência, além de ser perigosa. É com essa mensagem que a Prefeitura de São Carlos relembra que a  Lei Municipal 18059/2016 continua em vigor e proíbe manusear, queimar e ou soltar fogos de artifícios e artefatos pirotécnicos em eventos realizados ou locais onde haja a participação de animais, ou em áreas situadas a menos de oito quilômetros de locais onde se abrigam animais de quaisquer espécies, ou em parques e praças públicas, áreas de soltura da fauna, matas, reservas e áreas de preservação, ou empreendimentos de uso e manejo da fauna silvestre.
O Departamento de Fiscalização da Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano vai realizar “blitz especiais” juntamente com o Departamento de Defesa e Controle Animal da Secretaria Municipal de Serviços Públicos. Em virtude das festas juninas, a fiscalização será intensificada, uma vez que em virtude dessas comemorações, as denúncias aumentaram. “Sabemos que as festas continuam no mês de julho, portanto a nossa intenção será verificar o cumprimento da legislação em vigência. Lembramos que poderá haver sanções administrativas em caso de descumprimento das restrições, como advertência, multas que podem chegar a R$ 1.300,00, suspensão na realização de eventos e até mesmo a cassação do Alvará de Funcionamento do estabelecimento. A Prefeitura está orientando associações, clubes, igrejas e empresas que estão solicitando a emissão de autorização de eventos para festas juninas”, afirma o diretor de Fiscalização, Rodolfo Penela.
A queima de fogos de artifício causa traumas irreversíveis aos animais devido à sensibilidade auditiva. Em alguns casos, os cães se debatem presos às coleiras até a morte por asfixia. Os gatos sofrem severas alterações cardíacas com as explosões e os pássaros têm a saúde muito afetada. Dezenas de mortes, enforcamentos em coleiras, fugas desesperadas, quedas de janelas, automutilação, distúrbios digestivos, acontecem na passagem do ano, porque o barulho excessivo para os cães é insuportável, muitas vezes enlouquecedor. Os cães que não estão habituados ao barulho ou sons intensos geralmente reagem mal aos fogos de artifício. Alguns cães mostram-se incomodados, mas outros podem mesmo desenvolver fobias e entrar em pânico. Além de trazerem riscos aos animais, que são reféns do uso dos fogos, estes artefatos podem causar danos irreversíveis às pessoas que os manipulam.
Além da Lei Municipal, o Governo do Estado sancionou, em 2021, a Lei 17.389/21 que proíbe a soltura, comercialização, armazenagem e transporte de fogos de artificio com estampido no Estado de São Paulo. 
As denúncias podem ser feitas na Ouvidoria da Prefeitura de São Carlos pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone 3362-1080.  A Defesa Civil (199), o Corpo de Bombeiros (193) e a Guarda Municipal (153), também recebem denúncias.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação (SME) concluiu com sucesso o Workshop de Fotografia Contemporânea e das Oficinas de Fotografia com Aparelho Celular oferecidas a 600 alunos da rede pública municipal de ensino. As ações educativas aconteceram nos dias 22 e 23 de junho. 
As atividades fizeram parte do projeto “Água”, patrocinado pela Whirlpool Corporation, com organização da Sustentabilidade e Cultura Produções Artísticas, NTICS e com apoio da SME. 
O projeto começou no dia 13 de junho com a abertura da exposição “Água”, do renomado fotógrafo Adriano Gambarini, autor de livro homônimo e fotógrafo premiado da National Geographic Brasil, e faz parte da agenda positiva da Whirlpool ações ligadas ao “E”, de ESG (sigla em inglês para Meio Ambiente, Responsabilidade Social e Governança). 
O objetivo do projeto foi aproximar os estudantes da arte fotográfica com a realização de um workshop os estudantes e alunos e professores da rede para os quais foram apresentados, através de fotografia, os valores, o comportamento e a tecnologia a partir da década de 1980 até os dias atuais. 
As atividades aconteceram na EMEB “Dalila Galli”, nas dependências da Biblioteca “Ana Celina Escobal”, e na EMEB “Carmine Botta”, na Biblioteca “Isabel Cristina Apolinário Hipólito”. 
Já as oficinas foram ministradas no Museu da Ciência e Tecnologia de São Carlos "Prof. Mário Tolentino”, para sete turmas, com duração de uma hora cada, sendo que para uma das turmas foi oferecida oficina para alunos surdos. 
O projeto desenvolve quatro dos 17 ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), sendo Educação de Qualidade (Objetivo 4), Água potável e saneamento (Objetivo 6), Ação contra a mudança global do clima (Objetivo 13) e Vida na água (Objetivo 14). Além disso, está alinhado às iniciativas ambientais, sociais e de governança (ESG), que baseiam as ações da Whirlpool Corporation, sempre com um olhar atento e constante para as pessoas e o meio ambiente.
A secretária municipal de Educação, Profa. Wanda Hoffmann, menciona que “essas atividades são importantes para o processo de aprendizagem das nossas crianças e adolescentes, e que parcerias dessa natureza são apoiadas pelo prefeito Airton Garcia Ferreira, que possibilita ações que fortalecem a educação”.

SÃO CARLOS/SP - Nos últimos anos tem se tornado cada vez mais comum a procura pela harmonização facial, fato amplamente comprovado em veículos de comunicação e também em redes sociais de famosos e anônimos. Tal divulgação inclui casos satisfatórios e outros desastrosos.

Mas a que podemos atribuir essa busca incessante por um padrão de beleza? E quais critérios devem ser analisados antes da decisão por esse procedimento?

Para responder aos questionamentos entrevistamos o cirurgião plástico e membro Titular da SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), Dr Daniel Sundfeld Spiga Real. Ele atribui o aumento na procura por harmonização facial exatamente à grande divulgação na mídia e pela procura por figuras públicas, como cantores, atores e influencers digitais. “Sem dúvida, o uso de aplicativos de redes sociais, a utilização de selfies e a maior exposição da face nos vídeos das redes sociais têm contribuído de forma significativa para esse fenômeno”, opina.

Segundo o cirurgião plástico, quem mais procura por tais procedimentos são mulheres jovens, embora esteja havendo um aumento de demanda nos homens jovens. “Primeiramente há que se definir o termo ‘harmonização facial’, pois essa prática sempre foi realizada pelos cirurgiões plásticos e dermatologistas. No entanto, a denominação passou a ser utilizada para a venda do procedimento, inclusive pelas franquias de clínicas de estética”.

Dr Daniel Sundfeld explica que a utilização de preenchedores, volumizadores, bloqueadores musculares, fios absorvíveis e outros devem seguir um plano terapêutico definido após uma consulta médica, com realização dos diagnósticos do paciente. “Não existem fórmulas mágicas ou tampouco receitas que possam ser utilizadas em todas as pessoas. O paciente é único e seu tratamento deve ser individualizado, tendo como arquétipo suas queixas e diagnósticos obtidos em consulta”, alerta.

Ainda de acordo com o cirurgião plástico, profissionais não médicos que fazem harmonização facial estão infringindo impedimento legal, pois normas de conselhos de classe nunca se sobrepõem à uma lei. Sendo assim, biomédicos, farmacêuticos, enfermeiros e odontólogos não possuem respaldo legal e nem técnico para realizar tais procedimentos, porém se aproveitam da pouca fiscalização para realizarem atos exclusivos da medicina. 

“Ao optar por esse procedimento é fundamental procurar um cirurgião plástico ou dermatologista, legalmente habilitado para a referida realização. Em seguida pesquise se o profissional possui título de especialista registrado no Conselho Regional de Medicina. Outras orientações importantes são: sempre passe em consulta para o correto diagnóstico e proposição do tratamento; solicite ao profissional os dados dos produtos que serão aplicados, incluindo data de fabricação, validade, marca e código de rastreabilidade; verifique se o local possui licença da autoridade sanitária local e alvará de funcionamento”, enumera.

Por fim, Dr Daniel Sundfeld Spiga Real afirma que tais medidas são essenciais, pois existem diversas complicações do uso inadequado dos produtos utilizados para a harmonização facial, como necrose de tecido, embolização arterial com cegueira, lesão de nervos, reações anafiláticas e infecções graves, entre outros. “Sem dúvida, a atenção redobrada antes do procedimento minimiza bastante os riscos”, completa Dr Daniel Sundfeld Spiga Real.

 

Equilíbrio emocional – A psicóloga clínica Carla Fernanda Simão também acredita que as mídias sociais vêm contribuindo bastante para o aumento na procura pela harmonização facial. “Muitas vezes incentivadas por artistas, essas pessoas acabam buscando padrões de beleza inalcançáveis. É comum que essa busca por procedimentos estéticos seja, na verdade, uma busca pelo equilíbrio emocional, pelo gostar de si mesmo”, salienta.

Para Carla Simão, essa desejada autoestima não tem muito a ver com a aparência. “É muito importante a gente se cuidar, praticar exercícios físicos, manter uma alimentação equilibrada e fazer procedimentos estéticos quando julgar necessário. Mas o que é saudável pode se tornar patológico, quando isso foge do controle e se torna prioridade”.

Por esse motivo, a psicóloga fala sobre a importância de refletir sobre os reais motivos para realizar esse tipo de procedimentos, questionando a relação que mantemos com nós mesmos e com os outros. “Considero imprescindível que a pessoa, junto com seu médico, avalie essa necessidade e as expectativas com relação aos resultados. Essa atitude evitará eventuais problemas e frustrações”, conclui Carla Fernanda Simão.

BRASÍLIA/DF - O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) marcou para 27 de novembro a aplicação das provas do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. 

Enade 2022 avaliará os estudantes concludentes de cursos de bacharelado e superiores de tecnologia vinculados ao ano três do ciclo avaliativo do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Os coordenadores de cursos deverão inscrever os estudantes no período de 6 de julho a 31 de agosto, no Sistema Enade.Além de fazer a prova, o participantes terão que responder ao Questionário do Estudante. 

O Enade 2022 avaliará cursos de 26 áreas de graduação, por meio do desempenho dos estudantes. No grau acadêmico bacharelado, serão avaliados os cursos de administração, administração pública, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social (jornalismo), comunicação social (publicidade e propaganda), direito, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, serviço social, teologia e turismo.

Também serão avaliados os cursos superiores de tecnologia em comércio exterior, design de interiores, design gráfico, design de moda, gastronomia, gestão comercial, gestão da qualidade, gestão pública, gestão de recursos humanos, gestão financeira, logística, marketing e processos gerenciais.

A inscrição no exame é obrigatória para estudantes ingressantes e concluintes habilitados de cursos de bacharelado e superiores de tecnologia ligados às áreas de avaliação da edição. 

Aplicado desde 2004, o Enade avalia o rendimento dos concluintes dos cursos de bacharelado e superiores de tecnologia em relação às diretrizes curriculares, bem como o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias à formação geral e profissional e o nível de atualização dos estudantes em relação à realidade brasileira e mundial.

Os resultados do Enade são usados para o cálculo dos Indicadores de Qualidade da Educação Superior e subsidiam decisões de gestores educacionais, escolhas de estudantes, além de políticas públicas de regulação, supervisão, financiamento e aperfeiçoamento da qualidade da educação superior.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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