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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Em sessão realizada na terça-feira (14), o vereador Bruno Zancheta teceu duras críticas quanto à eficiência da zeladoria da Secretaria Municipal de Serviços Públicos no que diz respeito ao número de buracos em nossa cidade.

Ele destacou: “Não posso e não vou me calar diante dessa situação vexatória. Protocolei muitos documentos solicitando tapa buraco em diversos pontos em nossa cidade e simplesmente nada acontece. São Carlos está um verdadeiro queijo suíço, com enorme crateras há muitos meses e isso é inadmissível. Nós vereadores, somos cobrados diariamente, encaminhamos as demandas e a prefeitura, ineficiente, nada faz”.  

“O serviço de tapa buraco simplesmente não existe e a cidade está uma vergonha. Estamos com diversas ruas intransitáveis e necessitando de manutenção, além de toda sujeira, mato alto e abandono em diversos pontos. A população não pode ser penalizada pela incompetência do poder público (Secretaria de Serviços Públicos)”, completou o parlamentar indignado com essa situação.  

Material foi testado visando entender quais possíveis danos podem causar no organismo

 

SÃO CARLOS/SP - Pesquisadores do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), em parceria com o Laboratório de Inflamação e Doenças Infecciosas (LIDI) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), coordenado pela professora Fernanda de Freitas Anibal, do Departamento de Morfologia e Patologia (DMP), têm desenvolvido diversas investigações sobre a segurança do uso de nanopartículas industriais.
Em trabalhos publicados recentemente, os pesquisadores relatam os resultados da avaliação de segurança das nanopartículas de carbono black modificado com etilenodiamina (CB-EDA), de Dióxido de titânio (TiO2) e os nanotubos de carbono (OCNT-TEPA), todas caracterizadas pela equipe do CDMF.
As nanopartículas foram testadas em uma linhagem celular de fibroblastos de camundongos, buscando entender quais possíveis danos esses materiais podem causar no organismo. Os fibroblastos foram as células escolhidas para os testes pelo fato de estarem distribuídas por todo o organismo e apresentarem um papel importante nos processos inflamatórios.
Utilizando técnicas que analisaram a viabilidade celular, as vias de estresse oxidativo, vias inflamatórias e morte celular, o grupo identificou que, em concentrações maiores, essas nanopartículas são tóxicas. O mecanismo elucidado demostra que as nanopartículas podem interagir com os lipídeos da membrana celular por meio dos elétrons presentes na superfície da nanopartícula, podendo, inclusive, penetrar a célula. Tal efeito pode gerar um sinal para a célula desencadear processos fisiológicos e genéticos de proteção.
As espécies reativas de oxigênio (EROs) são sintetizadas normalmente pela célula e são responsáveis por manter a homeostase (equilíbrio) celular. Quando a célula sofre um estresse, a interação ou entrada da nanopartícula por exemplo, há aumento das EROs. O mesmo ocorre com as espécies reativas de nitrogênio (ERNs). O aumento dessas leva à inibição da função mitocondrial e mais aumento de EROs. Como consequência, ocorre ativação de genes repressores, danos no DNA e síntese de citocinas inflamatórias, como o TNF-α e a IL-6.
Os resultados apontaram que as 3 nanopartículas testadas apresentam potencial para causar um aumento significativo na síntese de EROs, ERNs, TNF-α e IL-6, levando à morte celular por apoptose em concentrações superiores a 250 µg/mL de nanopartícula de carbono e superiores a 10 µg/mL de nanopartículas de titânio.
As pesquisas foram reportadas nos artigos "Analysis of cytotoxicity and genotoxicity in a short-term dependent manner induced by a new titanium dioxide nanoparticle in murine fibroblast cells" e "New Multi-Walled carbon nanotube of industrial interest induce cell death in murine fibroblast cells", ambos publicados no períódico Toxicology Mechanisms and Methods, e, por fim, "Apoptosis and Oxidative Stress Triggered by Carbon Black Nanoparticle in the LA-9 Fibroblast", publicado no periódico Cellular Physiology and Biochemistry. Mais informações no site do CDMF (www.cdmf.org.br).

CDMF
O CDMF, sediado na UFSCar, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e recebe também investimento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a partir do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN).

ARARAQUARA/SP - O Fundo Social de Solidariedade de Araraquara distribuirá 8.488 unidades de absorventes arrecadados pelos organizadores da corrida Atalanta Run, realizada em 27 de março, em homenagem ao Mês Elza Soares e ao Dia Internacional da Mulher. O evento no Centro da cidade reuniu 550 atletas, que percorreram cinco quilômetros na prova principal e dois quilômetros na caminhada.

A entrega dos produtos ocorreu na terça-feira (12), na sede da instituição, na Vila Yamada. Segundo a presidenta do Fundo Social, Cidinha Silva, o órgão distribuirá os absorventes para a Casa Abrigo da Coordenadoria de Mulheres e para a direção da Associação São Pio Feminina. Os produtos também serão inseridos no kit de higiene pessoal das cestas básicas doadas às famílias em situação de vulnerabilidade social no município. A ação promovida propõe combate à pobreza menstrual.

 

O que é pobreza menstrual?

A pobreza menstrual é caracterizada pela falta de acesso a produtos que ajudam a manter uma higiene básica e cuidados essenciais durante o ciclo menstrual. Este fator está atrelado à infraestrutura social e à condição de saneamento básico dos indivíduos, bem como a falta de acesso à educação necessária para reger a higiene menstrual e obter conhecimentos mínimos do próprio corpo.

 

Situação das pessoas que menstruam no Brasil

De acordo com o relatório "Pobreza Menstrual no Brasil: desigualdade e violações de direitos”, 713 mil meninas vivem sem acesso a banheiro ou chuveiro em seus domicílios e mais de 4 milhões não têm acesso a itens básicos de cuidados menstruais nas escolas. Ainda, 900 mil mulheres não têm acesso à água encanada e 6,5 milhões vivem em casas sem ligação à rede de esgoto, prejudicando assim, a higiene.

Devido à dificuldade em comprar absorventes, muitas vezes associada à condição financeira, pessoas que menstruam usam algodão, papel higiênico e até miolo de pão durante o período de menstruação. A pobreza menstrual gera estigmas, discriminação e acarreta na privação social e suspensão de atividades cotidianas, como ir à escola e frequentar o ambiente de trabalho, por exemplo.

A pobreza menstrual é uma pauta urgente e deve ser combatida a fim de melhorar e garantir qualidade de vida às pessoas que menstruam.

 

Doações

O Fundo Social de Solidariedade de Araraquara tem sede na Rua Imaculada Conceição, 3885, na Vila Yamada, com ala administrativa, galpão para armazenamentos de alimentos, roupas, material de higiene residencial, higiene pessoal e farmácia.

As doações podem ser levadas à sede ou retiradas nas residências ou endereços comerciais dos doadores. Com farmacêutica no atendimento, os remédios são dispensados mediante receita médica. Também há o serviço de descarte do medicamento vencido, que visa a qualidade de vida e preservação do meio ambiente.

Mais informações pelo telefone (16) 3331-5406, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

 

 

Lucas Molinari / PORTAL MORADA

Um homem foi preso na ação; flagrante ocorreu em Araçatuba

 

ARAÇATUBA/SP - A Polícia Militar, por meio do 2º Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), apreendeu mais de 200 quilos de maconha que eram transportados em um carro “dublê”, no último domingo (10). A ação ocorreu em Araçatuba e resultou na prisão de um homem, de 51 anos.

O flagrante aconteceu durante a operação “Rodovia Mais Segura”, na Rodovia Marechal Rondon (SP-300). Na ocasião, os militares abordaram um veículo Jeep Compass ocupado apenas pelo motorista e, após vistoria, localizaram 235 tijolos de maconha embalados em sacos plásticos.

Questionado, o suspeito confessou que tinha sido contratado para transportar as substâncias de Campo Grande (MS) até Araçatuba.

O homem foi preso em flagrante e os entorpecentes, que somaram 210 quilos, apreendidos para perícia.

Durante a ação também foi verificado que o carro conduzido pelo autor era “dublê”. Ou seja, a placa verdadeira era outra, cujo proprietário teve o seu veículo roubado na cidade do Rio de Janeiro (RJ) em novembro do ano passado.

A ocorrência foi registrada como tráfico de drogas, uso de documento falso e receptação de veículo no plantão da Central de Polícia Judiciária de Araçatuba.

Além das drogas, foram apreendidos um celular, um documento veicular, bem como o veículo, o qual será restituído.

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