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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares agora se chama HU Brasil. A mudança do nome da estatal, vinculada ao Ministério da Educação, foi anunciada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em solenidade no Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos, no dia 25/03.

Em seu pronunciamento, Lula resgatou o histórico de programas de governo que abrem oportunidades de educação e de acesso à saúde para todas as camadas da sociedade, como as UPAs, a Farmácia Popular e os recursos direcionados aos hospitais universitários, que agora têm uma nova identidade: HU Brasil. “Tratar de um ser humano não é automático, tem que ter um pouco de sentimento no tratamento e carinho no atendimento, que muitas vezes ajuda a pessoa a se recuperar tanto quanto o remédio que ela vai tomar. Quando você governa, tem que tomar decisão todo santo dia. Investir na universidade, na saúde e na educação não pode estar na rubrica de gasto, mas na de investimento, investimento precioso”, defendeu.

Ao apresentar a nova marca da estatal, o ministro da Educação, Camilo Santana, contextualizou: “O presidente Lula solicitou que houvesse um estudo para a mudança do nome da Ebserh, que era um nome difícil até para falar. O Chioro [presidente da estatal] trabalhou muito por isso, e a Ebserh agora é HU Brasil - a nova marca da Ebserh. Viva o SUS e viva a Educação!”.
 

Marca é identidade; comunicar é compromisso

O presidente da HU Brasil, Arthur Chioro, destacou que a nova denominação reforça a presença nacional e a integração dos hospitais como rede. “A solução foi construir uma nova marca, um nome que valorize a essência do que é o trabalho desta estatal vinculada ao MEC. Chegamos a uma identificação direta, moderna, com capacidade de comunicação, até porque a essência do nosso trabalho é fazer assistência de qualidade para o SUS, ensino e pesquisa. E quem faz assistência, ensino, pesquisa e inovação de excelência é a HU Brasil, são os hospitais universitários federais”, explicou.
 

Sobre a HU Brasil

Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil.

Trata-se da maior rede de hospitais públicos do Brasil. Suas atividades unem dois dos maiores desafios do país, educação e saúde, impactando a qualidade de vida de milhões de brasileiros. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.   

Os hospitais da rede HU Brasil constituem-se, também, em polos estratégicos para o ensino e a formação dos profissionais de saúde, para a pesquisa e a produção de conhecimentos, e para a extensão e a inovação, que ocorrem de forma integrada e indissociável com o seu papel estratégico na oferta de cuidados em saúde para o SUS.

EUA - A seleção brasileira perdeu para a França por 2 a 1, no amistoso que colocou o Brasil diante do adversário mais complicado enfrentado até aqui na era Carlo Ancelotti. E olha que a equipe francesa jogou a maior parte do segundo tempo com um a menos.

Os gols da vitória francesa foram de Mbappé e Ekitiké, um em cada tempo do jogo no Gillette Stadium, em Foxborough, região metropolitana de Boston (EUA).

Bremer descontou para o Brasil, acirrando a briga entre os zagueiros por uma vaga na Copa.

O Brasil teve um primeiro tempo ruim, tanto que saiu perdendo após um erro de Casemiro, e buscou mais o jogo na etapa final. Mas não o suficiente para evitar a derrota.

E pior: o Brasil tomou o segundo gol da França mesmo quando estava em vantagem de 11 contra 10, após a expulsão de Upamecano. O rival europeu mostrou por que está na lista dos favoritos à Copa do Mundo.

Foi a terceira derrota em nove jogos da seleção brasileira sob o comando de Ancelotti. A ressalva é que foi com muitos desfalques, mas foi um choque de realidade a 76 dias do Mundial.

Em um universo de testes, Luiz Henrique melhorou o time no segundo tempo. O zagueiro Ibañez foi testado como lateral na etapa final, mas teve atuação discreta. O volante Danilo entrou como dono das bolas paradas, quando o Brasil já estava mais desesperado.

Vini Jr. passou a ser o camisa 10, mas foi um dos piores do Brasil em campo.

O Brasil volta a campo na terça-feira, contra a Croácia, em Orlando, às 21h (de Brasília), para fazer o último amistoso antes da lista final da Copa.

PRESSÃO FRANCESA

A França ignorou o ambiente mais brasileiro na arquibancada e rapidamente mostrou seu poderio, pela forma com a qual dominou a posse de bola. Ao fim do primeiro tempo, o placar nesse quesito estava em 65% a 35% para os franceses.

A receita do time de Deschamps, muito mais entrosado, foi marcar a saída do Brasil de forma intensa e adiantada. Com a bola, os movimentos do meio pra frente envolveram a defesa brasileira.

O time de Ancelotti tentava se safar em bloco baixo, com duas linhas de quadro e a dupla Vini Jr. e Matheus Cunha mais à frente.

O Brasil não conseguiu reter a bola no campo ofensivo. Estava sempre tentando jogadas na correria, mas falhava na execução de dribles e passes. O goleiro Ederson, para complicar, ainda não estava no melhor dos dias na saída com os pés.

A inversão de lado entre Martinelli e Raphinha teve um efeito, mas ele não foi duradouro. Foi nesse contexto que o Brasil conseguiu recuperar uma bola na frente e acionar Martinelli. A batida de canhota passou perto.

O GOL DE MBAPPÉ

No contexto de pressão na saída de bola, roubou a bola de Casemiro. Simbólico que um tenha sido sucessor do outro no Real Madrid.

E aí o passe em velocidade para Mbappé foi como uma flecha entre os zagueiros brasileiros. Fora de posição porque era uma jogada de ataque, Léo Pereira não interceptou e Bremer não conseguiu fazer a cobertura. O camisa 10 da França mostrou toda sua classe ao tocar por cima de Ederson, aos 31 minutos do primeiro tempo.

COMO ANCELOTTI TENTOU CORRIGIR

Raphinha foi o primeiro a sair na seleção brasileira. Segundo a CBF, ele sentiu dores na coxa direita e será reavaliado nesta sexta-feira (27).

Veio a calhar, porque ele não estava jogando bem e quem entrou foi Luiz Henrique. A "irresponsabilidade" do bem com a bola no pé desse driblador nato trouxe efeito imediato para a seleção. As jogadas pela direita passaram a fluir.

Em uma das escapadas do Brasil, Wesley sairia na cara do goleiro, se não tivesse sofrido falta de Upamecano. Inicialmente, o zagueiro francês levou cartão amarelo. Mas o VAR chamou, e o árbitro decidiu pelo vermelho direto.

O PÓS-EXPULSÃO? GOL DA FRANÇA

O Brasil passou a marcar ainda mais adiantado. Mas aí a França, com sua qualidade técnica e leitura, conseguiu se ajustar.

O segundo gol foi um contra-ataque bem construído pelo lado francês. O Brasil estava tão desorganizado que Olise conduziu a bola em um cenário de quatro jogadores atacando e três brasileiros defendendo. Léo Pereira deu um passe para o lado na corrida e aí foi fatal: bola para Ekitiké. Mais uma finalização que encobriu Ederson: 2 a 0 aos 19 minutos do segundo tempo.

TESTES PARA TODO LADO

O cenário do jogo foi a senha para Ancelotti deflagrar de vez os testes na seleção. Ele já tinha colocado João Pedro, em uma troca pensando em presença de área, ainda quando estava empatado.

Com 2 a 0 atrás, vieram mexidas mais pelo aspecto da observação. Ibãnez, por exemplo, entrou como lateral-direito, no lugar de Wesley. No meio-campo, Danilo, do Botafogo, substituiu Andrey Santos.

REAGIU, MAS NÃO BASTOU

O Brasil se lançou ainda mais ao ataque. Mas a França seguiu muito consciente, trocando passes como melhor modo de se defender.

Só que a seleção conseguiu um gol depois de cruzar bola para a área francesa - a batida foi de Danilo. Luiz Henrique tocou para o centro da área, e coube a Bremer aparecer entre os zagueiros e fazer o gol brasileiro.

Ancelotti ainda promoveu as estreias de Igor Thiago e Gabriel Sara, em uma tentativa final de pelo menos empatar. Bremer teve a chance mais clara de ser o herói por completo. Mas não deu.

FICHA TÉCNICA

Brasil 1 x 2 França
Local: Gillette Stadium, em Foxborough (EUA)
Data/hora: 26/3/2026, às 17h (de Brasília)
Árbitro: Guido Gonzales Jr (EUA)
Assistentes: Nick Uranga e Cory Richardson (EUA)
Cartão vermelho: Upamecano, 10'/2ºT (FRA)
Gols: Mbappé, 31'/1ºT (FRA); Ekitiké, 19'/2ºT (FRA); Bremer, 33'/2ºT (BRA)

Brasil: Ederson, Wesley (Ibañez), Bremer, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro (Gabriel Sara), Andrey Santos (Danilo); Raphinha (Luiz Henrique), Martinelli (João Pedro), Vini Jr e Matheus Cunha (Igor Thiago). Técnico: Carlo Ancelotti.

França: Maignan, Malo Gusto (Kalulu), Konaté, Upamecano e Theo Hernandez; Tchouaméni (Kanté) e Rabiot; Dembélé (Lacroix), Olise (Akliouche), Ekitiké (Doué) e Mbappé (Thuram). Técnico: Didier Deschamps

 

 

por Folhapress

SÃO CARLOS/SP - O Projeto Cidadania Itinerante começou nesta quinta-feira (26/03), na Praça do Mercado Municipal, em São Carlos, e continua com atendimentos gratuitos à população nesta sexta-feira (27/03) e no sábado (28/03).

A iniciativa, realizada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo em parceria com a Prefeitura, reúne diversos serviços em um só local, facilitando o acesso da população a direitos e políticas públicas.

Entre os serviços oferecidos estão orientações para geração de emprego e renda, por meio da Casa do Trabalhador Itinerante, além de atendimentos do Procon e informações do Sistema Integrado de Municípios (SIM).

Na área social, também é possível atualizar o Cadastro Único (CadÚnico) e acessar serviços da Secretaria Itinerante da Pessoa com Deficiência e da Secretaria da Família. A Secretaria Municipal do Clima e Meio Ambiente participa nesta sexta-feira (27/03) com a doação de mudas.

Para ser atendido, é necessário apresentar documentos pessoais como RG, CPF, comprovante de endereço e Carteira de Trabalho, física ou digital.

A orientadora social do projeto Cidadania Itinerante, Ana Paula Rodrigues, destacou a variedade de serviços disponibilizados gratuitamente à população. Segundo ela, a ação contempla desde a emissão de documentos até atendimentos voltados à inclusão social. “Estamos fazendo atendimento no município de São Carlos, oferecendo diversos serviços, todos de forma gratuita. São serviços de documentação, como emissão de segunda via de CPF, emissão de segunda via de título de eleitor, carteira de trabalho digital, cartão do idoso, cartão de estacionamento do idoso e do jovem, cartão do CIPTEA (Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista), elaboração de currículo, consulta no Serasa e ofícios processuais de nascimento, casamento e óbito. São diversos serviços e todos de forma gratuita. É um serviço importante para que você exerça sua cidadania”, afirmou.

A chefe de seção do Cadastro Único, Daniela Gangi Fernandes, também ressaltou a importância da ação para facilitar o acesso da população aos programas sociais. “Nós do Cadastro Único estamos realizando cadastramento, atualização e emissão de declarações. Estaremos aqui nesta sexta-feira e sábado para atender a população”, explicou.

SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, Lucão Fernandes, participou na tarde desta quinta-feira do anúncio oficial dos homenageados do tradicional prêmio promovido pela Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC), que reconhece personalidades que contribuem de forma significativa para o fortalecimento do comércio local.

Durante o evento, foram apresentados os nomes da Comerciante do Ano e do Comerciante Homenageado de 2026, em uma cerimônia marcada por reconhecimento, emoção e valorização da trajetória empreendedora no município.

A escolhida como Comerciante do Ano foi Regina Helena Simões Pesquero Agnelli. Nutricionista de formação, Regina fundou, no ano 2000, a empresa Essencial Nutrição, que hoje é referência no setor de refeições corporativas, com atuação em quatro estados e mais de mil colaboradores. Sua trajetória é marcada pela coragem de deixar o emprego para empreender, vencendo uma licitação em São Carlos e consolidando um negócio sólido, pautado em propósito e inovação.

Já o título de Comerciante Homenageado foi concedido a José Roberto Messali, que há mais de três décadas constrói uma história de dedicação ao comércio são-carlense. À frente da tradicional Peixaria Central, fundada em 1995 ao lado dos irmãos, Messali deu continuidade a um legado familiar no setor de pescados. Reconhecido pela resiliência diante de desafios e pela capacidade de adaptação às mudanças do mercado, ele consolidou um negócio baseado na confiança, no atendimento próximo e na fidelidade dos clientes ao longo de gerações.

Em sua fala, Lucão Fernandes destacou a importância da iniciativa. “É uma grande honra participar deste momento tão significativo. O reconhecimento aos comerciantes é, acima de tudo, o reconhecimento da força do trabalho, da geração de empregos e do desenvolvimento da nossa cidade”, afirmou.

O presidente também parabenizou a presidente da ACISC, Ivone Zanchin, e toda diretoria,  e Alexandre Rosa gerente financeiro e todos os colaboradores envolvidos na organização do evento.

“Quero parabenizar toda a diretoria da ACISC pela condução deste importante trabalho de valorização do comércio local. Iniciativas como essa fortalecem a economia e inspiram novos empreendedores”, completou.

Durante o anúncio, também foi divulgado que a cerimônia oficial de entrega da homenagem acontecerá no dia 24 de julho, na Câmara Municipal de São Carlos. Já o tradicional jantar comemorativo será realizado no dia 25 de julho, com apresentação da dupla Gian & Giovani, prometendo reunir autoridades, empresários e convidados em uma noite de celebração.

A participação de Lucão reforça o compromisso do Legislativo com o fortalecimento do comércio local e o reconhecimento de histórias que contribuem diretamente para o desenvolvimento econômico e social de São Carlos.

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