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Dentre as estreias da semana, destaque para o clássico “Deixe a Luz do Sol Entrar”; para a obra de ficção “O Preço do Amor”, pelo Cine África, e para os títulos “Meu Nome é Bagdá” e “ Valentina” pelo Festival MixBrasil 2020, que estreia na plataforma Sesc Digital e também terá sessões presenciais gratuitas no CineSesc

A série Cinema #EmCasaComSesc oferece a cada semana streaming gratuito de filmes em alta qualidade e sem necessidade de cadastro; para assistir, acesse:

sescsp.org.br/cinemaemcasa

sescsp.org.br/festivalmixbrasil

 

São Paulo/SP – A série Cinema #EmCasaComSesc, realizada pelo Sesc São Paulo há mais de quatro meses e com mais de 850 mil visualizações, disponibiliza gratuitamente ao público novos filmes em streaming pela plataforma do Sesc Digital. Nesta quinta-feira (12/11), a série estreia as obras de ficção “Deixe a Luz Do Sol Entrar”, pelo FIM – Festival Internacional de Mulheres no Cinema, e “O Preço do Amor”, pelo Cine África. A semana traz ainda a estreia do 28º Festival Mix Brasil na plataforma de streaming do Sesc, com exibição gratuita de 24 filmes, entre longas e curtas-metragens. Entre os destaques estão os títulos brasileiros premiados “Meu Nome é Bagdá” e “Valentina”. O Festival também terá sessões presenciais gratuitas no CineSesc, dias 12, 13 e 14 de novembro, com ingressos reservados no site sescsp.org.br/cinesesc.

Dentre as estreias na série Cinema #EmCasaComSesc está a obra de ficção “Deixe a Luz Do Sol Entrar”, de Claire Denis, que chega à plataforma pelo FIM - Festival Internacional de Mulheres no Cinema. O longa-metragem conta a história de Isabelle, mãe divorciada e artista plástica de sucesso que mora em Paris. Apesar de viver na cidade do amor, ela não tem muita sorte em seus relacionamentos, mas nunca desistiu de encontrar o parceiro ideal. Isabelle está em busca de um novo amor – mas um que seja verdadeiro. Classificação indicativa: 14 anos. O FIM, que está em sua 2ª edição e será realizada de 10 a 17 de novembro, foi criado em 2018 com o objetivo de valorizar a produção cinematográfica feita e protagonizada por mulheres do Brasil e do mundo. Para saber mais sobre o festival, clique aqui.

O Cine África – que traz filmes de países como Burkina Faso, Camarões, Egito, Etiópia e Nigéria – apresenta o título “O Preço do Amor”, de Hermon Hailay. Filho de uma prostituta que cresceu nas ruas, Teddy se esforça ao máximo para não voltar à sua vida desregrada. Após intervir em uma briga entre Fere, uma prostituta, e seu ex-namorado, ele se vê envolvido em um relacionamento com ela enquanto luta com os traumas do seu passado. Classificação indicativa: 12 anos.

De 12 a 22 de novembro, a plataforma do Sesc Digital recebe filmes exclusivos do 28º Festival Mix Brasil. Serão exibidos 24 títulos, entre longas e curtas-metragens, de forma gratuita. Para assistir, basta acessar sescsp.org.br/festivalmixbrasil.

Na quinta-feira (12/11), a partir das 9h, o Sesc Digital exibe os títulos “A Torre”, “Limiar”, “Vil, Má”, “Prazer em Conhecer” e “Homens Pink”, que ficam disponíveis até o dia 16/11. Já as quatro séries de curtas-metragens compostas das obras “Fotos Privadas”, “Polvorosas”, “Os Últimos Românticos do Mundo”, “Inabitável”, “Letícia, Monte Bonito, 04”, “Ar”, “O Que Pode um Corpo?”, “A Vapor”, “A Mordida”, “Quase Me Fizeram Acreditar Que Eu Não Existia”, “Pornô Anos 80” e “O Presente” ficam disponíveis até o dia 22/11.

Na terça-feira (17/11), também a partir das 9h, estreiam os títulos “Para Onde Voam as Feiticeiras”, “Mães do Derick”, “Cinema de Amor” e “Quem Pode Jogar?”, que ficam disponíveis até o dia 22/11. O título “Meu Nome é Bagdá”, de Caru Alves de Souza, vencedor do Prêmio do Júri na Mostra Generation do Festival de Berlim, fica disponível até o dia 18/11 e,  “Valentina”, de Cássio Pereira dos Santos, vencedor do Prêmio do Público de Melhor Filme de Ficção Brasileiro na 44ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, até o dia 19/11, com limite de 500 visualizações. Para saber mais sobre os filmes, consulte a programação do festival aqui.

O Festival Mix Brasil 2020 também terá sessões presenciais gratuitas no CineSesc dias 12, 13 e 14 de novembro. Os ingressos são limitados, pois a nova configuração do cinema prevê distanciamento seguro entre as poltronas. A reserva será feita pelo site sescsp.org.br/cinesesc. O CineSesc fica na Rua Augusta, 2075, em São Paulo. A unidade estará fechada no dia 15 de novembro, domingo, em função das eleições municipais.

 

PROGRAMAÇÃO Cinema #EmCasaComSesc


ESTREIAS 12/11

FIM - FESTIVAL INTERNACIONAL DE MULHERES NO CINEMA

 

DEIXE A LUZ DO SOL ENTRAR

(Dir.: Claire Denis | França, Bélgica | 94 min | 2017 | Ficção | 14 anos)

Isabelle é uma mãe divorciada, artista plástica de sucesso e mora em Paris. Apesar de viver na cidade do amor, ela não tem muita sorte em seus relacionamentos, mas nunca desistiu de encontrar o parceiro ideal.  Ela está em busca de um novo amor, mas um que seja verdadeiro.

CINE ÁFRICA 

O PREÇO DO AMOR

(Dir.: Hermon Hailay | Etiópia | 2015 | 99 min | Ficção | 12 anos)

Filho de uma prostituta que cresceu nas ruas, Teddy se esforça ao máximo para não voltar à sua vida desregrada. Após intervir em uma briga entre Fere, uma prostituta, e seu ex-namorado, ele se vê envolvido em um relacionamento com ela enquanto luta com os traumas do seu passado.

 

28º FESTIVAL MIXBRASIL

 

12/11, A PARTIR DAS 9H

 

Títulos “A Torre”, “Limiar”, “Vil, Má”, “Prazer em Conhecer” e “Homens Pink” – disponíveis até o dia 16/11.

Séries de curtas-metragens compostas dos títulos “Fotos Privadas”, “Polvorosas”, “Os Últimos Românticos do Mundo”, “Inabitável”, “Letícia, Monte Bonito, 04”, “Ar”, “O Que Pode um Corpo?”, “A Vapor”, “A Mordida”, “Quase Me Fizeram Acreditar Que Eu Não Existia”, “Pornô Anos 80” e “O Presente” – disponíveis até o dia 22/11.

 

 

17/11, TERÇA-FEIRA, A PARTIR DAS 9H

Títulos “Para Onde Voam as Feiticeiras”, “Mães do Derick”, “Cinema de Amor” e “Quem Pode Jogar?” – disponíveis até o dia 22/11.

Título “Meu Nome é Bagdá” – disponível até o dia 18/11.

Título “Valentina” – disponível até o dia 19/11.

 

PARA SABER MAIS, CONSULTE A PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL AQUI.

 

CINESESC

Um dos cinemas de rua mais queridos da cidade, o CineSesc iniciou seu funcionamento em 21 de setembro de 1979, no número 2075 da rua Augusta, na cidade de São Paulo, e se dedica à missão de fomentar a difusão do cinema de qualidade, exibindo obras que muitas vezes ficam fora do circuito comercial nas salas de cinema e plataformas online. Sua programação inclui grandes e pequenas produções do mundo todo.

Além de integrar o corpo de curadores em mostras especiais, o CineSesc também recebe festivais importantes do calendário cinematográfico paulistano, como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival Mix Brasil e o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, entre outros. O cuidado com a programação tem reconhecimento do público e da crítica, que o elegeu, por diversas vezes, a melhor sala especial de cinema na cidade de São Paulo.

 

Série Cinema #EmCasaComSesc

Desde o início de junho, o CineSesc realiza a série Cinema #EmCasaComSesc, em sua plataforma sescsp.org.br/cinemaemcasa, com estreias semanais. A iniciativa de oferecer filmes em streaming em sua nova plataforma digital reforça os aspectos que ancoram a ação institucional do Sesc São Paulo, garantindo o acesso a conteúdos da cultura a variados públicos. Com maior presença no ambiente online, o Sesc amplia sua ação de difusão cultural, de maneira acessível e permanente. O público ganha assim mais um espaço para contemplar, descobrir e redescobrir o cinema, a partir de grandes obras selecionadas, disponibilizadas online e gratuitamente.

Os filmes ficam disponíveis por um período determinado, com alterações e novas estreias semanais a cada quinta-feira (considerando a semana de cinema de quinta à quarta-feira). Há ainda possibilidade de prorrogação da exibição, conforme a demanda do público, além de sessões especiais por períodos menores (como 24h, por exemplo). A curadoria do Cinema #EmCasaComSesc conta com a experiência do CineSesc, que segue fechado desde o mês de março, por conta da crise causada pelo novo coronavírus.

 

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Fase Beta

As versões da plataforma do Sesc Digital encontram-se em fase beta, ou seja, novidades e melhorias serão implementadas a partir das interações que se desenvolverem entre o público e os recursos. Além disso, o catálogo será expandido periodicamente, englobando novas temáticas e linguagens.


+ SESC NA QUARENTENA

Desde o final de agosto, cinco meses após a suspensão majoritária do atendimento presencial nas unidades, o Sesc São Paulo anunciou uma parcial e gradativa retomada, com um número restrito de atividades, dirigidas aos alunos que já eram inscritos nos cursos de Ginástica Multifuncional, Práticas Corporais e Corrida, além de pacientes das Clínicas Odontológicas cujos tratamentos foram interrompidos pela pandemia. Todas essas atividades estão sendo previamente agendadas, visando restringir a circulação de público no interior das unidades. Em outubro, a instituição anunciou nova etapa da retomada gradual dos serviços, desta vez de Exposições – inicialmente nas unidades da capital, Grande São Paulo, Santos e Taubaté –, das Bibliotecas alocadas nas unidades e a exibição de filmes no CineSesc, tudo mediante agendamento prévio pelo sistema de bilheteria online em sescsp.org.br. Todas as 40 unidades do estado deram início a essa retomada gradual, à medida que os municípios em que estão instaladas atinjam a classificação necessária para reabertura, estabelecida pelo Plano São Paulo do Governo do Estado, e em conformidade com as regulações municipais.

Paralelo à retomada gradual de alguns serviços presenciais, a instituição segue oferecendo um conjunto de iniciativas on-line, que garantem a continuidade de sua ação sociocultural nas diversas áreas em que atua. Pelos canais digitais e redes sociais, o público pode acompanhar o andamento dessas ações e ter acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita e irrestrita. Confira a programação e fique #EmCasaComSesc.

Estimulados pelas eleições e sem possibilidade de realizar assembleias e encontros presenciais, grupos se organizam para encaminhar suas demandas por escrito

 

São Carlos/SP – A mudança no cotidiano causada pela pandemia do novo Coronavírus se reflete também no fazer político. Sem possibilidade de aglomerações, diversas entidades da sociedade civil de São Carlos estão nesse período eleitoral tentando encontrar formas alternativas de debater com os candidatos e manifestar suas reivindicações. Em vez de realizar reuniões e eventos presenciais, estão produzindo cartas com suas demandas e solicitando a leitura e compromisso dos 12 candidatos a prefeito, bem como dos vereadores que se dispuserem a dialogar com as pautas propostas.

A ideia partiu de um grupo heterogêneo, mas muito representativo da sociedade, de diversas entidades relacionadas à temática dos Direitos Humanos. “Vários coletivos, organizações e grupos estão mobilizados desde fevereiro deste ano para dar início a um Fórum Municipal de Direitos Humanos. Foram criados vários grupos de trabalho e uma das temáticas era levar o conceito de Direitos Humanos para as eleições municipais.  Por isso, escrever essa carta foi a forma que encontramos de apresentar as bases e diretrizes do movimento para dialogar com o poder público e os candidatos”, conta Luciana Furlanetto, articuladora da carta.

Em um processo semelhante, outras entidades e fóruns independentes se juntaram em conversas online e decidiram unir forças para conclamar a presença dos candidatos a prefeito em um evento único, a ser transmitido pela página Mobiliza Sanca (https://www.facebook.com/MobilizaSanca), no dia 10 de novembro, terça feira, às 19h30, na reta final das eleições.

 

BATE PAPO COM OS CANDIDATOS

 

O bate papo virtual contará com representantes de 8 movimentos sociais que escreveram cartas para os candidatos: pré-Fórum de Direitos Humanos de São Carlos, Fórum Cultura na Pauta, Fórum Comunitário de Resíduos Sólidos de São Carlos, Fórum de Economia Solidária, Câmara Temática de Mobilidade Urbana do COMDUSC (Conselho de Habitação e Desenvolvimento Urbano), Movimento Agroecologia São Carlos, Coletivo Animalista Político Interseccional e Grupo de Trabalho de Planejamento de Parques Urbanos. Os representantes farão um relato de suas articulações e principais questões contidas nas cartas e abrirão espaço para candidatos a prefeito e vereador falarem sobre suas propostas aos participantes do evento.

A ideia de pedir o compromisso dos candidatos por via de carta já aconteceu nas eleições municipais de 2016 por iniciativa do Fórum Comunitário de Resíduos Sólidos, entidade que reúne quadros da ciência e tecnologia para discutir soluções para o problema do lixo em São Carlos. Outros movimentos sociais e fóruns da sociedade civil também participaram na ocasião. “Naquela eleição conseguimos fazer um evento presencial e várias candidaturas se comprometeram com as cartas, que reivindicavam melhorias na mobilidade urbana, cultura, economia solidária, entre outros. Agora, devido à pandemia, decidimos fazer esse evento no formato online”, explica Bernardo Teixeira, membro do fórum de resíduos sólidos.

Todas as cartas dos movimentos sociais envolvidos estão disponíveis para leitura e download no site do Fórum Cultura na Pauta: https://forumculturasanca.wixsite.com/2020. O fórum surgiu em junho desse ano reunindo artistas e trabalhadores da cultura em torno das articulações para implementação da Lei Aldir Blanc na cidade e também realiza sua própria roda de conversa com candidatos a prefeito e vereadores, no dia 9 de novembro, segunda feira, às 19h.

 

SERVIÇO

 

BATE PAPO COM OS CANDIDATOS – FÓRUM CULTURA NA PAUTA

DATA: 9 DE NOVEMBRO, SEGUNDA

HORA: 19H

TRANSMISSÃO AO VIVO: www.facebook.com/CulturaNaPautaSaoCarlos/

 

BATE PAPO COM OS CANDIDATOS – MOVIMENTOS SOCIAIS

DATA: 10 DE NOVEMBRO, TERÇA

HORA: 19H30

TRANSMISSÃO AO VIVO: www.facebook.com/MobilizaSanca

 

CARTAS DISPONÍVEIS PARA DOWNLOAD: forumculturasanca.wixsite.com/2020

Nova programação alterna apresentações da casa de atores e atrizes com transmissões dos palcos das unidades sem a presença do público, aos domingos, quartas e sextas, em novo horário, às 21h

O Sesc Santana recebe o espetáculo “Coisas que Você Pode Dizer em Voz Alta”, com a DeSúbito Cia., na quarta-feira, dia 4/11; sexta-feira (6/11), é a vez de “Fronteira”, com a Cia. Elevador de Teatro Panorâmico e transmissão diretamente do palco do Sesc Ipiranga; e no domingo, dia 8/11, Marcio Nascimento atua no monólogo “Iago”, transmitido de sua casa

Transmissões ao vivo permanecem no YouTube do Sesc São Paulo

e no Instagram do Sesc Ao Vivo

youtube.com/sescsp

instagram.com/sescaovivo

 

São Carlos/SP - A programação de Teatro #EmCasaComSesc está em nova fase, com os atores e as atrizes ocupando os palcos das unidades do Sesc na capital paulista, além das apresentações transmitidas das casas dos artistas. Com a mudança, o Sesc São Paulo passa a acolher versões de espetáculos com estruturas maiores, que contarão com os recursos do palco para a transmissão. Nesta nova fase, os teatros receberão as peças sem a presença do público e dentro de todos os protocolos de segurança. Em novo horário, mais cedo, às 21h, a série tem apresentações aos domingos, quartas e sextas.

O formato híbrido, com a manutenção das transmissões realizadas da casa dos artistas, permite que a série continue oferecendo encontros com nomes de outros estados e com atores e atrizes em condições de maior vulnerabilidade ao coronavírus. Com a possibilidade das transmissões nos palcos do Sesc, dá-se oportunidade a mais profissionais, ajudando a estimular o setor cultural. Com uma parcial e gradativa retomada das atividades do Sesc São Paulo, o início da programação nos palcos é um momento importante para a cultura e para uma retomada mais ampla no futuro.

Na quarta-feira (4/11), com transmissão do palco do Sesc Santana, a DeSúbito Cia. apresenta “Coisas que Você Pode Dizer em Voz Alta”, com Tamirys O'hanna, Carla Zanini, Marô Zamaro e Mônica Augusto, dramaturgia de Ricardo Inhan e direção de Ricardo Henrique. A peça fala dos conflitos e dos questionamentos de uma jovem em sua jornada de autoconhecimento e traz à tona temas como desilusões amorosas e a descoberta da sexualidade. Charlotte é uma adolescente que mora em uma pequena cidade do interior, onde vive seus primeiros relacionamentos. Tudo acontece na garagem, único lugar onde se sente livre para extravasar seus desejos e pensamentos. Em meio ao cotidiano pacato, a jovem começa a descobrir que se atrai por garotas. Mas, para dizer isso em voz alta, terá que ultrapassar preconceitos maiores que o seu quintal. Vencedora do Programa de Ação Cultural (ProAc) Manifestações com Temática LGBT (2008), a montagem é inspirada na HQ “O Enterro das Minhas Ex” (Editora Nemo, 2016), da francesa Anne-Charlotte Gauthier. Classificação: 12 anos.

Sexta-feira (6/11) é a vez da Cia. Elevador de Teatro Panorâmico apresentar, diretamente do palco do Sesc Ipiranga, a peça “Fronteira”, com Tathiana Botth e Thaís Rossi, direção de Marcelo Lazzaratto e texto de Carla Kinzo. Duas mulheres estão em uma zona fronteiriça e vivem um dilema. Enquanto uma quer cruzar para o outro lado, a outra controla a passagem das pessoas entre os territórios. A dramaturgia apresenta o cotidiano dessas duas figuras sem nome, presas a um presente imutável. Sobreviventes em meio a um território em ruínas, elas precisam uma da outra para ressignificar essa nova realidade, sem deixar ruir a fronteira interpessoal existente. Os dias passam. No decorrer da peça, se descobre que há muito mais na relação entre as duas do que se percebe à primeira vista. Com o espetáculo, que fez temporada no Sesc Pinheiros em 2019, a companhia expande a sua pesquisa sobre deslocamentos humanos, iniciada com o espetáculo “Diásporas” (2017), investigando os múltiplos significados implícitos no conceito de “fronteira”. Classificação: 12 anos.

Encerrando a semana, no domingo (8/11), Marcio Nascimento apresenta de sua casa, no Rio de Janeiro, o espetáculo solo “Iago”, com texto de Geraldo Carneiro e direção do ator e de Miwa Yanagizawa. O texto é baseado na tragédia “Otelo”, de William Shakespeare (1564-1616), que conta a trágica história do general mouro que dá nome à peça, vitimado pela vingança de seu alferes Iago, que o faz acreditar ter sido traído pela mulher, Desdêmona. No monólogo baseado na obra shakespeariana, Iago é o protagonista e conta sua história em primeira pessoa. O ódio do personagem preterido pelo general Otelo na promoção para tenente e a manipulação que exerce sobre os demais personagens determinam a ação. Ao revisitar os eventos passados na tragédia original, Iago faz uma reflexão sobre cobiça, materialismo, seu poder de conspiração e as consequências de seus atos. Em cena, Marcio interpreta quatro personagens com a manipulação de formas animadas criadas por Bruno Dante e Carlos Alberto Nunes. O trabalho estreou no Sesc Copacabana em 2019 e foi indicado ao Prêmio Shell de Melhor Ator para Marcio Nascimento, e ao Prêmio Botequim Cultural, na categoria Especial, para Geraldo Carneiro, pela adaptação de “Otelo”. Classificação: 14 anos.

 

Agenda 

4/11, quarta-feira: DeSúbito Cia. em Coisas que Você Pode Dizer em Voz Alta

6/11, sexta-feira: Cia. Elevador de Teatro Panorâmico em Fronteira

8/11, domingo: Marcio Nascimento em Iago

 

Até o dia 29/10, o Teatro #EmCasaComSesc apresentou 92 espetáculos a uma audiência de quase 360 mil visualizações. Já passaram pela série os artistas Celso Frateschi, interpretando, de sua autoria, Diana, Georgette Fadel em Terror e Miséria no Terceiro Milênio, de Bertolt Brecht, Sérgio Mamberti em Plínio Marcos, Um Homem do Caminho, Ester Laccava com Ossada, Jé Oliveira em Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens, de sua autoria, Gustavo Gasparani em Ricardo III, de Shakespeare, Lavínia Pannunzio com Elizabeth Costello, Grace Passô, interpretando Frequência 20.20, Denise Weinberg em O Testamento de Maria, Ailton Graça com Solidão, Cacá Carvalho em O Carrinho de Mão in A Poltrona Escura, Bete Coelho interpretando Mãe Coragem, Gero Camilo em A Casa Amarela, Eduardo Mossri com Cartas Libanesas e Cláudia Missura em Paixões da Alma, Matheus Nachtergaele com seu Desconscerto, o ator pernambucano Dinho Lima Flor com o espetáculo Ledores no Breu, Jhonny Salaberg em Buraquinhos ou o vento é inimigo do Picumã, Cassio Scapin com Eu Não Dava Praquilo, Clara Carvalho em A Mais Forte, Rodrigo França na leitura de Contos Negreiros do Brasil, Mariana Lima com a peça SIM – Cérebro|Coração em conferência para a terra, Amanda Lyra em Quarto 19, Denise Fraga com Galileu e Eu - A Arte da Dúvida, Yara de Novaes com o monólogo Justa, Leonardo Netto em 3 Maneiras de Tocar no Assunto - O Homem com a Pedra na Mão, Lucelia Sergio em Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas, Débora Falabella com O Amor e Outros Estranhos Rumores e Debora Lamm encenando Mata Teu Pai, Ondina Clais apresentou Katierina Ivânovna, Antônio e Rocco Pitanga em Embarque Imediato, Teuda Bara em Queria Teatro, Pascoal da Conceição em Os Malefícios do Tabaco, Renato Borghi com Meu Ser Ator, Irene Ravache em Alma Despejada, Felipe Oládélè na performance Fragmentos, Ana Cristina Colla trouxe o solo SerEstando Mulheres, Darson Ribeiro encenou O Homem que queria ser livro, Rodrigo Bolzan apresentou projeto b, Thiago Lacerda encenou Quem Está Aí?, Christiane Tricerri mostrou Frida Kahlo - Viva la Vida, Caco Ciocler encenou Medusa, Fabiana Gugli apresentou Terra em Trânsito, Soraya Ravenle encenou Instabilidade Perpétua, Kenan Bernardes fez Medea Mina Jeje, Isabella Lemos apresentou Viva Cacilda! Felicidade Guerreira!, Quitéria Kelly trouxe A Frasqueira de Jacy, Eduardo Moscovis encenou O Livro, Maria Alencar apresentou A Cobradora, Regina Braga apresentou Um Porto para Elizabeth Bishop, Gregório Duvivier fez (A Montanha vai a) Sísifo, Cia Mungunzá apresentou Poema em Queda-Live - Episódio 1, Dirce Thomaz encenou Eu e Ela: Visita a Carolina Maria de Jesus, Luciana Paes apresentou Olar Universo!, Antonio Petrin fez Só os Doentes do Coração Deveriam Ser Atores, Daniel Warren apresentou Pontos de Vista de um Palhaço, Claudio Tovar performou Diário de um Louco,  Eduardo Okamoto apresentou Eldorado, Leona Cavalli fez Elogio da Loucura, Leonardo Rocha e Mariana Arruda, do Grupo Maria Cutia, apresentaram o Auto da Compadecida, Lilian de Lima mostrou Pagu, Anjo Incorruptível, Márcia Limma protagonizou Medeia Negra, Ana Beatriz Nogueira atuou em Um dia a Menos, Rita Clemente trouxe Amanda, Vitor Placca apresentou O Desmonte, Laila Garin interpretou Joana de Gota d'Água a Seco, Paulo Betti apresentou Autobiografia Autorizada, Georgiana Góes fez Pequenos e Grandes Gestos de Despedida, Renato Livera interpretou Colônia, Ana Kfouri fez Uma Frase Para Minha Mãe, Luiz Päetow concebeu e dirigiu Antunes Filho : $odoma \G/omorra, Mel Lisboa apresentou Madame Blavatsky, Michael Blois, fez o espetáculo Euforia, Eva Wilma apresentou Eva a Live, Esther Góes encenou As Mulheres e Aristófanes, com a participação de seu filho, Ariel Borghi, Ricardo Kosovski atuou no solo TRIPAS in Box, Alício Amaral, da Cia. Mundu Rodá trouxe Memórias da Rabeca, Vinicius Piedade apresentou Hamlet Cancelado, Alexandre Ferreira atuou em Vincent Willem van Gogh, Fernanda Nobre e Maria Helena Chira encenaram A Desumanização, a Companhia do Latão apresentou Lugar Nenhum, o ator Duda Woyda atuou em Caio F. em Casa, o grupo La Mínima mostrou A Noite dos Palhaços Mudos, Rodrigo Pocidônio, Matteo Bonfitto, Ary França e Suia Legaspe apresentaram Fim de Partida, Iléa Ferraz atuou em O Cheiro da Feijoada, Carolina Haddad, Joana Dória, Manuela Afonso e Nicole Cordery mostraram Chernobyl e Paula Cohen e Natalia Mallo apresentaram Las Orientales, Eliane Costa atuou em Cuidado! Animais Na Pista e José Sampaio e Michelle Boesche apresentaram Rapte-me Agora!.

 

+ SESC NA QUARENTENA

Desde o final de agosto, cinco meses após a suspensão majoritária do atendimento presencial nas unidades, o Sesc São Paulo anunciou uma parcial e gradativa retomada, com um número restrito de atividades, dirigidas aos alunos que já eram inscritos nos cursos de Ginástica Multifuncional, Práticas Corporais e Corrida, além de pacientes das Clínicas Odontológicas cujos tratamentos foram interrompidos pela pandemia. Todas essas atividades estão sendo previamente agendadas, visando restringir a circulação de público no interior das unidades. Em outubro, a instituição anunciou nova etapa da retomada gradual dos serviços, desta vez de Exposições – inicialmente nas unidades da capital, Grande São Paulo, Santos e Taubaté –, das Bibliotecas alocadas nas unidades e a exibição de filmes no CineSesc, tudo mediante agendamento prévio pelo sistema de bilheteria online em sescsp.org.br. Todas as 40 unidades do estado deram início a essa retomada gradual, à medida que os municípios em que estão instaladas atinjam a classificação necessária para reabertura, estabelecida pelo Plano São Paulo do Governo do Estado, e em conformidade com as regulações municipais.

Paralelo à retomada gradual de alguns serviços presenciais, a instituição segue oferecendo um conjunto de iniciativas on-line, que garantem a continuidade de sua ação sociocultural nas diversas áreas em que atua. Pelos canais digitais e redes sociais, o público pode acompanhar o andamento dessas ações e ter acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita e irrestrita. Confira a programação e fique #EmCasaComSesc.

Editais preveem prêmios de reconhecimento de carreira de 2 mil a 4 mil reais para agentes culturais e coletivos, além de contemplar 60 propostas artísticas

 

São Carlos/SP – Foram publicadas hoje no Diário Oficial de São Carlos duas chamadas públicas que irão apoiar diretamente os trabalhadores da cultura da cidade com recursos da Lei Aldir Blanc. Serão destinados R$ 330 mil para realização de 60 ações e eventos culturais e outros R$ 521.577,00 para um prêmio de reconhecimento da carreira artística dos agentes culturais, totalizando R$ 851.577,00 em investimentos.

A chamada pública 06/2020 vai oferecer 225 prêmios de reconhecimento de trajetória artística e profissional. Serão 190 prêmios individuais de R$ 2 mil, 20 prêmios para grupos com três ou mais integrantes no valor de R$ 4 mil e 15 prêmios para coletivos de cultura popular também no valor de R$ 4 mil.

A criação deste edital atende à finalidade de conceder o acesso aos recursos da Lei Aldir Blanc de forma rápida para aqueles que mais precisam – os profissionais que vivem das atividades artísticas. Podem se inscrever artistas e técnicos maiores de 18 anos, residentes no município e que comprovem pelo menos 24 meses de atuação no setor cultural até a data de 20 de março de 2020 (data do início do estado de calamidade pública).

Além de documentos de identificação, o agente cultural deverá entregar no ato da inscrição um currículo e documentos que comprovem seus trabalhos, ou do grupo que representa, na área da cultura – folhetos de divulgação, matérias jornalísticas, portfólio, contratos de eventos, e vários outros exemplos. É obrigatório também estar no cadastro municipal de artistas, disponível no site http://servicos.saocarlos.sp.gov.br/sancarte/cadastrodosartistas/.

A segunda chamada pública, de número 07/2020, irá selecionar 60 propostas artísticas de criação, performance, formação e eventos artísticos que possam ser transmitidas pela internet em redes sociais, plataformas digitais, blogs, sendo ao vivo ou gravadas. As propostas serão divididas em quatro categorias: projeto individual (R$ 2 mil); projeto em dupla (R$ 4 mil); projeto coletivo (R$ 6 mil); eventos ou festivais (R$ 10 mil). As ações contempladas poderão ser realizadas e entregues até 31 de maio de 2021.

 

Inscrições e calendário

As duas chamadas públicas abrirão inscrições no dia 5 de novembro e seguem até o dia 16, às 16h. Os documentos necessários, assim como os formulários e anexos, estão disponíveis na página de licitações da Prefeitura Municipal de São Carlos: http://servicos.saocarlos.sp.gov.br/licitacao, e poderão ser entregues por via eletrônica ou presencial, na sede do CEMAC - Centro Municipal de Ações Culturais, na rua São Paulo, 745. Após o encerramento das inscrições, haverá análise dos documentos nos dias 17 e 18, uma chamada para possíveis correções nos dias 19 a 23, análise por comissão técnica nos dias 24 a 27 e publicação de lista provisória de contemplados no dia 30. Nos dias 1 a 3 de dezembro são esperados os eventuais recursos e, por fim, no dia 7 de dezembro, será homologada e publicada a lista final.

 Links

 Edital de reconhecimento de trajetória – Formulário de inscrição

https://forms.gle/6EuKyEveSEDz75K96

 Edital de reconhecimento de trajetória – Anexos

https://drive.google.com/drive/folders/1pQsDhTe5r_YON33f_S4u6KWvcd8Hjpyf?usp=sharing

 Edital de fomento de ações culturais – Formulário de inscrição

https://forms.gle/W3AhgFTjuPPQH6po7

 Edital de fomento de ações culturais – Anexos

https://drive.google.com/drive/folders/1XVevjWNLMa3fuFiv7sO2xA17C6OF0aAe?usp=sharing

SÃO PAULO/SP - Adiado várias vezes por causa da pandemia de coronavírus, “Tenet” finalmente estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (29/10), mas sem causar o furor imaginado pela Warner, quando o estúdio resolveu apostar que seu lançamento faria o público perder o medo da covid-19 para lotar novamente as salas de exibição. Como o Brasil é o penúltimo país do mundo a recebê-lo – antes apenas da Argentina – , o desencanto com seu desempenho já se tornou constatação.

Em números frios, “Tenet” acabou faturando US$ 341 milhões em todo o mundo, após mais de dois meses de exibição, mas não empolgou o público na América do Norte, onde sua bilheteria estacionou em US$ 52,5 milhões. Orçado em cerca de US$ 200 milhões, ele deveria fazer três vezes esse valor na bilheteria – uma regrinha tosca para chegar no break even, o ponto de equilíbrio em que o prejuízo acaba. Ficou longe de conseguir e essa dificuldade serviu de alerta para os estúdios rivais, que decidiram adiar todos seus grandes lançamentos para 2021 – ou, no caso da Disney, disponibilizá-los diretamente em streaming.

Há quem argumente que “Tenet” foi a aposta errada para ser o grande chamariz do público e ressuscitar o parque exibidor. Não é nenhuma franquia e ainda quis ser “difícil” em toda sua campanha publicitária. Pior, sua suposta ousadia nem sequer encantou a crítica, tradicionalmente seduzida pelas obras do diretor Christopher Nolan. Ficou com 71% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o que significa que é bom, mas não é imperdível.

O filme tem sequências fantásticas, como uma perseguição de carros em marcha a ré, mas sua história de espionagem é bastante simplória – impedir um vilão de destruir o mundo – , embora Nolan tente complicá-la por meio de uma artifício de estilo, ao brincar com a linearidade do tempo. Nolan iniciou sua carreira contando um filme de trás para frente – “Amnésia”, em 2000. Desta vez, faz o tempo avançar e recuar em situações-chaves, utilizando como desculpa para essa opção narrativa uma invenção cartunesca de vilão típico dos thrillers de James Bond.

Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” tem um visual espetacular e um elenco impressionante, que inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, sem esquecer de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”).

 

 

*Por: PIPOCA MODERNA

Decreto municipal sobre o auxílio emergencial a espaços culturais é o principal tema, mas participantes podem perguntar sobre outros aspectos da Lei Aldir Blanc

 

 São Carlos/SP – O Fórum Cultura na Pauta e o CEMAC - Centro Municipal de Artes e Cultura - realizam nesta terça feira, 27/10, às 8h da manhã, um encontro online para tirar dúvidas sobre a primeira ação concreta da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc em São Carlos: a abertura de inscrição para requisitar auxílios para espaços culturais da cidade. 

O decreto foi publicado no último dia 20 de outubro e determina as regras para conceder um subsídio mensal de três parcelas de 3 mil a 10 mil reais para todas organizações, empresas, MEIs e até entidades sem CNPJ que comprovem atuação na área cultural nos últimos 24 meses antes do início do estado de calamidade pública (decretado em 20 de março). Como há uma gama ampla de entidades atendidas e muitas delas não têm o hábito de lidar com o dinheiro público - e às vezes nem possuem uma formalização jurídica -, o encontro tira-dúvidas será uma ótima oportunidade para esclarecer diversos pontos e mostrar como proceder nos diversos casos. 

Foram reservados ao todo R$ 789 mil para os espaços culturais da cidade. Os espaços devem estar cadastrados no site federal mapas.cultura.gov.br e comprovar sua situação de emergência cultural por meio da apresentação de documentos listados no decreto, que pode ser encontrado na página da prefeitura - www.saocarlos.sp.gov.br. 

 Como se inscrever

Os solicitantes do auxílio para espaços culturais deverão entregar os documentos presencialmente ou por meio de formulário eletrônico. O prazo é até dia 5 de novembro, às 16 horas. O primeiro passo é a efetivação do cadastro no site mapas.cultura.gov.br. Com isso, o representante do espaço cultural recebe um número no Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC). Só então ele deverá reunir os vários documentos para comprovar seus gastos, ações culturais, número de funcionários, público atendido, entre vários outros aspectos. A entrega dos documentos pode ser por preenchimento eletrônico, com formulário disponível no endereço: https://forms.gle/FBSC6AugR3Yvu6Di9.  Os anexos para preenchimento estarão no link https://drive.google.com/drive/folders/13pbckEt0cwKgkeEIEWtDymyp9ewsqw3z. Os dois links também podem ser encontrados na página da prefeitura: www.saocarlos.sp.gov.br. Quem preferir poderá optar por fazer a entrega em envelope, diretamente no Centro Municipal de Artes e Cultura - CEMAC, na rua São Paulo, 745, de segunda a sexta, das 9h às 11h e das 14h às 16h, seguindo todos os protocolos sanitários. 

Em caso de dúvidas ou dificuldades para obtenção do número de SNIIC, o representante do espaço cultural pode entrar em contato com o Centro Público de Economia Solidária “Herbert de Souza” por meio do telefone (16) 3307-6808. 

Nova programação alterna apresentações da casa de atores e atrizes com transmissões dos palcos das unidades sem a presença do público, aos domingos, quartas e sextas, em novo horário, às 21h

 

O Sesc Santana recebe o espetáculo “Chernobyl”, da dramaturga Florence Valéro; na sexta-feira, dia 23, a peça “Las Orientales”, com Paula Cohen e Natalia Mallo, tem transmissão diretamente do palco do Sesc Ipiranga, e no domingo, dia 25, Eliane Costa apresenta de sua casa o monólogo “Cuidado! Animais na Pista”

 

Transmissões ao vivo permanecem no YouTube do Sesc São Paulo e no Instagram do Sesc Ao Vivo

 

youtube.com/sescsp

instagram.com/sescaovivo

 

São Paulo, 21 de outubro de 2020 – A programação de Teatro #EmCasaComSesc está em nova fase, com os atores e as atrizes ocupando os palcos das unidades do Sesc na capital paulista, além das apresentações transmitidas das casas dos artistas. Com a mudança, o Sesc São Paulo passa a acolher versões de espetáculos com estruturas maiores, que contarão com os recursos do palco para a transmissão. Nesta nova fase, os teatros receberão as peças sem a presença do público e dentro de todos os protocolos de segurança. Em novo horário, mais cedo, às 21h, a série tem apresentações aos domingos, quartas e sextas.

O formato híbrido, com a manutenção das transmissões realizadas da casa dos artistas, permite que a série continue oferecendo encontros com nomes de outros estados e com atores e atrizes em condições de maior vulnerabilidade ao coronavírus. Ao reabrir a possibilidade das apresentações nos palcos do Sesc, dá-se oportunidade a mais profissionais para realizarem seu trabalho, ajudando a estimular o setor cultural. Com uma parcial e gradativa retomada das atividades do Sesc São Paulo, o início da programação nos palcos é um momento importante para a cultura e para uma retomada mais ampla no futuro.

Na sexta-feira (23/10), o palco do Sesc Ipiranga recebe “Las Orientales”, com as atrizes Paula Cohen, responsável pela dramaturgia do espetáculo, e Natalia Mallo, que faz a direção musical. O espetáculo poético-performático fala da vida e da obra de três poetas uruguaias – Delmira Agustini (1886-1914), Idea Vilariño (1920-2009) e Marosa Di Giorgio (1932-2004) –, mulheres que criaram mundos particulares e deixaram suas marcas nas narrativas femininas da América Latina. A obra estabelece um diálogo entre culturas e linguagens, transpassando os limites do teatro, poesia, literatura e da música. Como fio condutor da montagem, acontecimentos das vidas e a percepção histórica das obras das três autoras, tendo como pano de fundo o contexto histórico e político do Uruguai e da América Latina. Desta maneira, o trabalho também traça a jornada da voz feminina nas artes do século XX até a atualidade, por meio de três vozes diversas em suas inquietações e estéticas. Iluminação de Ana Kutner. Classificação: 14 anos.

Encerrando a semana, no domingo (25/10), a atriz Eliane Costa apresenta, diretamente de sua casa, no Rio de Janeiro, “Cuidado! Animais Na Pista”, com direção de Rubens Camelo. Inspirada no livro “Sono”, do escritor japonês Haruki Murakami, a peça fala sobre uma mulher que deixa de dormir sem nenhuma explicação aparente. A insônia parece ser seu estado de vigília e ninguém à sua volta percebe nada. Transformações internas e externas vão acontecendo aos poucos, até ela se transformar em um animal estranho que passa, entre outras coisas, a se alimentar de seres impensáveis, a ver bichos pela casa e a mastigar palavras, sem saber o que é realidade e o que é delírio. A montagem, estreia de Eliane como dramaturga, é um grito feminino de empoderamento, recheado de humor, suspense e poesia. Classificação: 14 anos.

 

Agenda até 25 de outubro, 21h

23/10, sexta: Paula Cohen e Natalia Mallo em Las Orientales

25/10, domingo: Eliane Costa em Cuidado! Animais Na Pista

Até o dia 16/10, o Teatro #EmCasaComSesc apresentou 87 espetáculos a uma audiência de quase 360 mil visualizações. Já passaram pela série os artistas Celso Frateschi, interpretando, de sua autoria, Diana, Georgette Fadel em Terror e Miséria no Terceiro Milênio, de Bertolt Brecht, Sérgio Mamberti em Plínio Marcos, Um Homem do Caminho, Ester Laccava com Ossada, Jé Oliveira em Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens, de sua autoria, Gustavo Gasparani em Ricardo III, de Shakespeare, Lavínia Pannunzio com Elizabeth Costello, Grace Passô, interpretando Frequência 20.20, Denise Weinberg em O Testamento de Maria, Ailton Graça com Solidão, Cacá Carvalho em O Carrinho de Mão in A Poltrona Escura, Bete Coelho interpretando Mãe Coragem, Gero Camilo em A Casa Amarela, Eduardo Mossri com Cartas Libanesas e Cláudia Missura em Paixões da Alma, Matheus Nachtergaele com seu Desconscerto, o ator pernambucano Dinho Lima Flor com o espetáculo Ledores no Breu, Jhonny Salaberg em Buraquinhos ou o vento é inimigo do Picumã, Cassio Scapin com Eu Não Dava Praquilo, Clara Carvalho em A Mais Forte, Rodrigo França na leitura de Contos Negreiros do Brasil, Mariana Lima com a peça SIM – Cérebro|Coração em conferência para a terra, Amanda Lyra em Quarto 19, Denise Fraga com Galileu e Eu - A Arte da Dúvida, Yara de Novaes com o monólogo Justa, Leonardo Netto em 3 Maneiras de Tocar no Assunto - O Homem com a Pedra na Mão, Lucelia Sergio em Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas, Débora Falabella com O Amor e Outros Estranhos Rumores e Debora Lamm encenando Mata Teu Pai, Ondina Clais apresentou Katierina Ivânovna, Antônio e Rocco Pitanga em Embarque Imediato, Teuda Bara em Queria Teatro, Pascoal da Conceição em Os Malefícios do Tabaco, Renato Borghi com Meu Ser Ator, Irene Ravache em Alma Despejada, Felipe Oládélè na performance Fragmentos, Ana Cristina Colla trouxe o solo SerEstando Mulheres, Darson Ribeiro encenou O Homem que queria ser livro, Rodrigo Bolzan apresentou projeto b, Thiago Lacerda encenou Quem Está Aí?, Christiane Tricerri mostrou Frida Kahlo - Viva la Vida, Caco Ciocler encenou Medusa, Fabiana Gugli apresentou Terra em Trânsito, Soraya Ravenle encenou Instabilidade Perpétua, Kenan Bernardes fez Medea Mina Jeje, Isabella Lemos apresentou Viva Cacilda! Felicidade Guerreira!, Quitéria Kelly trouxe A Frasqueira de Jacy, Eduardo Moscovis encenou O Livro, Maria Alencar apresentou A Cobradora, Regina Braga apresentou Um Porto para Elizabeth Bishop, Gregório Duvivier fez (A Montanha vai a) Sísifo, Cia Mungunzá apresentou Poema em Queda-Live - Episódio 1, Dirce Thomaz encenou Eu e Ela: Visita a Carolina Maria de Jesus, Luciana Paes apresentou Olar Universo!, Antonio Petrin fez Só os Doentes do Coração Deveriam Ser Atores, Daniel Warren apresentou Pontos de Vista de um Palhaço, Claudio Tovar performou Diário de um Louco,  Eduardo Okamoto apresentou Eldorado, Leona Cavalli fez Elogio da Loucura, Leonardo Rocha e Mariana Arruda, do Grupo Maria Cutia, apresentaram o Auto da Compadecida, Lilian de Lima mostrou Pagu, Anjo Incorruptível, Márcia Limma protagonizou Medeia Negra, Ana Beatriz Nogueira atuou em Um dia a Menos, Rita Clemente trouxe Amanda, Vitor Placca apresentou O Desmonte, Laila Garin interpretou Joana de Gota d'Água a Seco, Paulo Betti apresentou Autobiografia Autorizada, Georgiana Góes fez Pequenos e Grandes Gestos de Despedida, Renato Livera interpretou Colônia, Ana Kfouri fez Uma Frase Para Minha Mãe, Luiz Päetow concebeu e dirigiu Antunes Filho : $odoma \G/omorra, Mel Lisboa apresentou Madame Blavatsky, Michael Blois, fez o espetáculo Euforia, Eva Wilma apresentou Eva a Live, Esther Góes encenou As Mulheres e Aristófanes, com a participação de seu filho, Ariel Borghi, Ricardo Kosovski atuou no solo TRIPAS in Box, Alício Amaral, da Cia. Mundu Rodá trouxe Memórias da Rabeca, Vinicius Piedade apresentou Hamlet Cancelado, Alexandre Ferreira atuou em Vincent Willem van Gogh, Fernanda Nobre e Maria Helena Chira encenaram A Desumanização, a Companhia do Latão apresentou Lugar Nenhum, o ator Duda Woyda atuou em Caio F. em Casa, o grupo La Mínima mostrou A Noite dos Palhaços Mudos e Rodrigo Pocidônio, Matteo Bonfitto, Ary França e Suia Legaspe apresentaram Fim de Partida.

 

+ SESC NA QUARENTENA

Desde o final de agosto, cinco meses após a suspensão majoritária do atendimento presencial nas unidades, o Sesc São Paulo anunciou uma parcial e gradativa retomada, com um número restrito de atividades, dirigidas aos alunos que já eram inscritos nos cursos de Ginástica Multifuncional,  Práticas Corporais e Corrida,  além de pacientes das Clínicas Odontológicas cujos tratamentos foram interrompidos pela pandemia. Todas essas atividades são previamente agendadas, visando restringir a circulação de público no interior das unidades. Todas as 40 unidades do estado darão início a essa retomada gradual  à medida que os municípios em que estão instaladas atinjam a classificação necessária para reabertura, estabelecida pelo Plano São Paulo do Governo do Estado, e em conformidade com as regulações municipais. 

Paralelo à retomada gradual de alguns serviços presenciais, a instituição segue oferecendo um conjunto de iniciativas on-line, que garantem a continuidade de sua ação sociocultural nas diversas áreas em que atua. Pelos canais digitais e redes sociais, o público pode acompanhar o andamento dessas ações e ter acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita e irrestrita. Confira a programação e fique #EmCasaComSesc.

 

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+ SESC DIGITAL

A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado.

 

Saiba +: Sesc Digital

Dentre as estreias da semana, destaque para o filme alemão “Todos os Outros”, inédito no Brasil; para o senegalense “Madame Brouette”, para os títulos da programação da 44ª Mostra Internacional de Cinema, que serão exibidos em ambiente exclusivo no Sesc Digital, além da série de curtas para a garotada pelo CineClubinho

 

A série Cinema #EmCasaComSesc oferece a cada semana streaming gratuito de filmes em alta qualidade e sem necessidade de cadastro; para assistir, acesse:

 

sescsp.org.br/cinemaemcasa

sescsp.org.br/cineclubinho

sescsp.org.br/44mostra

 

SÃO CARLOS/SP  – A série Cinema #EmCasaComSesc, realizada pelo Sesc São há mais de quatro meses, disponibiliza gratuitamente ao público novos filmes em streaming pela plataforma do Sesc Digital. Nesta quinta-feira (22/10), a série estreia as obras de ficção “Requiem Para Senhora J.” e La Sapienza”, o título inédito Todos os Outros”, pela Mostra Alemã de Cinema:  Elas Dirigem!, o senegalense “Madame Brouette”, pelo Cine África, e um programa especial de curtas para a garotada, pelo CineClubinho. A grande novidade da semana é a exibição, a partir do dia 22/10 – e com estreias também nos dias 26/10 e 29/10 – , de uma seleção gratuita de filmes da programação da 44ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, em ambiente exclusivo no Sesc Digital, numa parceria do Sesc São Paulo com a Mostra.

Disponível a partir de 24/10, o filme “Todos os Outros”, de Maren Ade, é o destaque da “Mostra Alemã de Cinema: Elas Dirigem!”. Inédito no Brasil, e com limite de visualização para 1700 usuários, o filme conta a história de Chris e Gitti, que estão em um aparente idílio amoroso durante as férias na Sardenha. Porém, em meio as brincadeiras, aos rituais íntimos e aos hábitos fúteis, o relacionamento esconde uma tensão. Numa tentativa de viver perigosamente, Chris começa a revelar seu gênio voluntarioso, querendo mostrar à namorada quem domina na relação. Com isso, a confiança que ela depositava nele sofre um duro golpe. Classificação indicativa 14 anos.

A “Mostra Alemã de Cinema: Elas Dirigem!” é uma realização do Consulado Geral da República Federal da Alemanha em parceria com o Sesc São Paulo e que neste ano comemora os 30 anos da Reunificação Alemã. Até 13 de novembro, seis premiados títulos dirigidos por mulheres serão disponibilizados gratuitamente no Sesc Digital. A cada sábado, uma nova opção entra em cartaz, todas legendadas em português. Para assistir, basta acessar sescsp.org.br/cinemaemcasa.

Nesta semana, pelo Cine África – que traz filmes de países como Burkina Faso, Camarões, Egito, Etiópia e Nigéria –, a estreia é a obra de ficção senegalesa “Madame Brouette”, de Moussa Senè Absa. Mati, também conhecida como Madame Brouette, ganha a vida empurrando seu carrinho de mão nos corredores da feira livre de Sandaga (Senegal). Divorciada, sonha em abrir a própria lanchonete para ganhar a vida com dignidade, junto com a filha, Ndèye, e a amiga, Ndaxté, que também fugiu de um casamento violento. Um dia, ao amanhecer, os moradores do distrito de Niayes Thiokeert são acordados pelo som de tiros. Brouette confessa ter matado o ex-marido e seus vizinhos se unem em sua defesa. Classificação indicativa 12 anos.
O Cinema #EmCasaComSesc também traz outras boas opções. O filme “Requiem Para Senhora J.”, de Bojan Vuletić, fala de Jelena, cujo marido morreu há um ano. Ela se sente cansada e solitária, apesar de viver junto com as duas filhas e a sogra, em seu apartamento na Sérvia. Jelena decide que no final da semana, no aniversário da morte do marido, irá se suicidar. Ela tem uma pistola pronta, mas há uma série de coisas para resolver. Aos poucos, esta mulher tranquila e humilde começa a perceber que nada é simples em um país que está constantemente caminhando entre o tormento e a transição. Classificação indicativa 14 anos.

Outra sugestão é “La Sapienza”, de Eugène Green.  Alexandre é um arquiteto bem-sucedido que vai para a Itália trabalhar num livro acompanhado de sua esposa, Alienor, que sente o casamento abalado. Em Stresa, conhecem Goffredo, futuro estudante de arquitetura, e sua irmã, Lavinia, que sofre de um transtorno nervoso. Enquanto Alienor fica com Lavinia, Alexandre continua sua viagem com Goffredo. A separação será o início de uma nova jornada para o casal. Classificação indicativa 12 anos.

A novidade da semana é a exibição de títulos que integram a programação da 44ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo no Sesc Digital, a partir deste dia 22/10, e com estreias também nos dias 26/10 e 29/10, em uma parceria do Sesc São Paulo com a Mostra. Os filmes, que poderão ser vistos no ambiente exclusivo da plataforma de streaming do Sesc (sescsp.org.br/44mostra), têm limite de mil a 2 mil visualizações. "Para o Sesc, o apoio a difusão de filmografias mundiais é fundamental para a expansão do acesso da diversidade de obras para todos os públicos. O cinema, como prática social e simbólica, tem sinalizado - de modo cada vez mais pulsante - que a arte é lupa que amplia a crítica da realidade", comenta Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo.  

As estreias nesta quinta-feira, dia 22/10, são os títulos “Sem Cabeça”, “Nimby”, “O Caminho para Moscou”, “Luz Acesa”, “O Mágico e o Delegado” e “Guerra”. Já na segunda-feira, dia 26/10, as estreias são os títulos “1986”, “Sobradinho”, “Winona”, “A Herdade” e “Ladrões de Cinema”. Confira as sinopses na programação abaixo.

Pelo CineClubinho, novo espaço na Plataforma Sesc Digital que apresenta o melhor do cinema infantil e infanto-juvenil, o destaque da semana é uma programação de curtas de animação que falam de convivência e o relacionamento, seja com pais, com amigos ou mesmo com pessoas "indesejadas". O título “Menina da Chuva”, de Rosária, fala de bonecas vermelhas para as meninas vermelhas, bolas azuis para os meninos azuis. “Calango Lengo - Morte e Vida Sem Ver Água”, de Fernando Miller, trata de Calango Lengo, nordestino que tem que cumprir seu destino, sem ter o que colocar no prato.  “Dia Estrelado”, de Nara Normande, mostra um lugar inóspito, onde um menino e sua família lutam pela sobrevivência. “Eu Queria Ser Um Monstro”, de Marão, traz o cotidiano de uma criança com bronquite. E Historietas Assombradas (Para Crianças Mal Criadas)”, de Victor-Hugo Borges, apresenta três histórias que sua avó não contou – senão, você ia fazer xixi na cama.

 

PROGRAMAÇÃO #EmCasaComSesc


Estreias 22/10

 

REQUIEM PARA SENHORA J.

(Dir.: Bojan Vuletić | Sérvia, Bulgária, Macedônia, Rússia, França |2017 | 94 min | Ficção | 14 anos)
Jelena já viveu o suficiente. Seu marido morreu há um ano, ela se sente cansada e solitária apesar de suas duas filhas e sua sogra, todas vivendo em seu apartamento. Ela decidiu que, no final da semana, no aniversário da morte do marido, ela se suicidará. Ela tem uma pistola pronta. Mas, há uma série de coisas para resolver: ela precisa devolver uma poltrona que pegou emprestada com um vizinho, colocar sua fotografia na lápide e renovar seu cartão de seguro de saúde. Gradualmente, esta mulher tranquila e humilde começa a perceber que nada é simples em um país que está constantemente caminhando entre o tormento e a transição.

 

LA SAPIENZA

(Dir.: Eugène Green | França, Itália | 2014 | 105 min | Ficção | 12 anos)

Alexandre, um arquiteto bem-sucedido, vai para a Itália trabalhar num livro acompanhado de Alienor, sua esposa, que sente o casamento abalado. Em Stresa, conhecem Goffredo, futuro estudante de arquitetura, e sua irmã Lavinia, sofrendo de um transtorno nervoso. Enquanto Alienor fica com Lavinia, Alexandre continua sua viagem com Goffredo. A separação será o início de uma nova jornada para o casal. Uma história de amor que se desenvolve no paralelo entre arquitetura e inspiração artística. O título se refere à igreja de Sant'Ivo alla Sapienza, em Roma.

 

MOSTRA ALEMÃ DE CINEMA: ELAS DIRIGEM!


TODOS OS OUTROS

(Dir.: Maren Ade | Alemanha | 2009 | 119 min | Ficção | 14 anos)

Chris e Gitti estão em um aparente idílio amoroso durante as férias na Sardenha. Porém, em meio às brincadeiras, aos rituais íntimos e aos hábitos fúteis, esconde-se uma tensão. Cheia de entusiasmo, ela não teme expressar o amor que sente por Chris, enquanto ele é mais reservado em relação à exposição de sua vida pessoal e profissional, demonstrando certa insegurança. Numa tola tentativa de viver perigosamente, Chris começa a revelar seu gênio voluntarioso, querendo mostrar à namorada quem domina o relacionamento. Com isso, a confiança que ela depositava nele sofre um duro golpe. Gitti tenta se conformar com o novo comportamento de Chris, mas o que começara como uma experiência lúdica logo se transforma numa luta contra a própria personalidade. Enquanto ele se afirma como o mais forte da relação, ela começa a perder a cabeça.

 

[Disponível a partir de 24/10. Limite de visualização para 1700 usuários]

 

CINE ÁFRICA

 

MADAME BROUETTE

(Dir.: Moussa Senè Absa | Senegal, França, Canadá | 2002 | 101 min | Ficção | 12 anos)

Mati, também conhecida como Madame Brouette, ganha a vida empurrando seu carrinho de mão nos corredores da feira livre de Sandaga (Senegal). Divorciada, ela sonha um dia abrir sua própria lanchonete para ganhar a vida com dignidade, junto com sua filha, Ndèye, e sua amiga, Ndaxté, que também fugiu de um casamento violento. Um dia, ao amanhecer, os moradores do distrito de Niayes Thiokeert são acordados pelo som de tiros. Madame Brouette confessa ter matado o marido e todos seus vizinhos se unem para defendê-la.

 

[Disponível de 22 a 28/10]

 

 

44ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA EM SÃO PAULO


Estreias a partir de 22/10:

 

SEM CABEÇA

(Bisar | Dir.: Kaveh Sajjadi Hosseini | Irã | 2020 | cor | 93 min | Ficção | 16 anos)

Arghavan é uma mulher perto da meia-idade. Quando ela o marido levam o cachorro de estimação ao veterinário, eles descobrem que alguém forçou o animal a comer muitos doces, o que, provavelmente, o deixará cego. Arghavan decide que não quer mais cuidar do cão e, por isso, o casal precisa encontrar um novo lar para o bichinho. Ela tenta matá-lo, mas quando o marido descobre, um segredo vem à tona: o chefe de Arghavan a estuprou, e o cachorro foi testemunha desse crime. Existe um buraco que casais normalmente tentam esconder para salvar o casamento. Adotar um animal de estimação é uma forma de encobrir esse buraco. O buraco que transforma o amor em hábito.

 

[limite de 2000 visualizações]

 

NIMBY

(Nimby | Dir.:Teemu Nikki | Finlândia | 2020 | cor | 93 min | Ficção| 14 anos)

Perspectiva Internacional

Mervi é uma garota gay que mora em um bairro hipster de Helsinque, na Finlândia. Ela vive com a namorada, Kata, há quase um ano. O casal, finalmente, está pronto para assumir seu relacionamento em público. Mas ainda é preciso contar para as famílias: os pais de Mervi podem aceitar mais facilmente que os de Kata, que moram em Berlim e são muçulmanos. As meninas precisam tomar coragem para enfrentar a mãe de Kata, uma política famosa, quando ela vai visitá-las em Helsinque.

 

[limite de 2000 visualizações]

 

O CAMINHO PARA MOSCOU

(Moskau Einfach! | Dir.: Micha Lewinsky | Suíça | 2020 | cor | 99 min. | Ficção | 14 anos)

Perspectiva Internacional

Em 1989, a Suíça se deparou com a revelação de um escândalo nacional: mais de 900 mil pessoas foram monitoradas por suas convicções políticas durante o período da Guerra Fria. É nesse contexto que o policial Viktor Schuler é enviado ao teatro Schauspielhaus, de Zurique, para observar e monitorar a cena teatral de esquerda local. No entanto, logo ele se apaixona por uma das atrizes da companhia, Odile, a quem deveria justamente vigiar. Viktor se vê em uma encruzilhada sem volta: ele deverá escolher entre sua missão e o seu coração.


[limite de 1000 visualizações]

 

LUZ ACESA

(Dir.: Guilherme Coelho | Brasil | 2020 | cor | 69 min | Documentário| 16 anos)

Mostra Brasil

O documentário retrata cinco pessoas que tentam se recuperar do alcoolismo ou do uso abusivo de substâncias. As diferentes narrativas mostram aspectos variados do vício: há um artista que parou de beber sem a ajuda dos Alcoólicos Anônimos; um homem sóbrio há 23 anos que auxilia quem tenta vencer a dependência das drogas; uma mulher que passou por internação; um aposentado que ainda precisa superar o vício; e um homem já recuperado que vive na periferia do Rio de Janeiro.

 

[limite de 1000 visualizações]

 

O MÁGICO E O DELEGADO

(Dir.: Fernando Coni Campos | Brasil | 1983 | cor | 103 min | Ficção| 16 anos)

Apresentação Especial

Um mágico e sua assistente chegam a uma pequena cidade do interior da Bahia para apresentar um espetáculo de variedades. A estreia da dupla é frustrada pela prepotência do delegado. O dia seguinte é o dia da feira local. Comovida pela pobreza da feira, Paloma sugere a Velasquez, o mágico, um grande truque que traga fartura para onde existe a miséria, o que é feito. No entanto, a mágica dura pouco e, logo, a cidadezinha volta à sua pobreza habitual. Há uma grande revolta e o delegado prende Velasquez. Na cadeia, ele é colocado numa cela comum onde já estão quatro outros presos; a presença do ilusionista quebra a rotina da vida carcerária e coisas espantosas e maravilhosas começam a acontecer.

 

[limite de 2000 visualizações]

 

GUERRA

(Dir.: José Oliveira, Marta Ramos | Portugal | 2020 | cor | 104 min | Ficção | 14 anos)

A partir das recordações de um professor de língua portuguesa na atualidade, seguimos Manuel, seu pai, ex-combatente da guerra colonial e constantemente atormentado por essas lembranças. Iremos com ele até́ o fundo dos lugares físicos que o obcecam —dos quartéis da formação até aos lagos e jardins da sua juventude— bem como ao abismo da sua memória: a guerra e a paixão juntas, inseparáveis, numa batalha que pergunta ou grita as imemoriais dúvidas existenciais.

 

[limite de 2000 visualizações]

 

Estreias a partir de 26/10 (com limite de 2 mil visualizações):

 

1986

(1986 | Dir.: Lothar Herzog | Alemanha, Belarus | 2019 | cor | 77 min. | Ficção | 16 anos)

Perspectiva Internacional

Elena é uma estudante que vive em Minsk, na Belarus. Ela é apaixonada pelo namorado, Victor, ainda que a relação seja cada vez mais difícil. Depois que seu pai é preso, a jovem precisa dar continuidade aos seus negócios ilegais. Para fechar acordos em nome dele, Elena tem que dirigir um caminhão inúmeras vezes em direção à zona proibida de Chernobyl. Ela passa a se sentir atraída pela beleza do local — enquanto sua vida parece cada vez mais contaminada por uma força destrutiva. Enquanto Elena adentra essa região, ela imerge em um ambiente surreal que a confronta com o passado e com a história de sua família, e revela como o impacto do acidente de Chernobyl permanece presente mais de 30 anos após o ocorrido.

 

[limite de 2000 visualizações]

 

SOBRADINHO

(Dir.: Marília Hughes, Cláudio Marques | Brasil | 2020 | cor | 70 min | Documentário | Livre)

Mostra Brasil

Nos anos 1970, uma barragem e uma usina hidrelétrica foram construídas em Sobradinho. O governo da época, comandado pelo regime militar, achou que aquela pequena cidade, no sertão nordestino, seria o local ideal para aquelas construções porque não haveria grande resistência dos moradores. Assim, 73 mil pessoas foram deslocadas —é uma das maiores migrações forçadas da história do Brasil. Quatro cidades e dezenas de vilas ficaram submersas. Dona Pequenita foi a única habitante a retornar ao local; lá, ela vive em uma cidade-fantasma. Pequenita recebe a visita de três agentes sociais, que possuem vídeos e fotos antigas da região.

 

[limite de 2000 visualizações]

 

WINONA

(Winona | Dir.: Alexandros Voulgaris | Grécia | 2019 | cor | 88 min | Ficção | 16 anos)

Perspectiva Internacional

Parece um passeio comum em uma praia deserta: quatro jovens mulheres aproveitam o calor do sol e a brisa do mar. Nenhuma delas se chama Winona. O dia passa em meio a brincadeiras inocentes e conversas de garotas, enquanto ouvem música e dançam. O riso entre elas é pontuado por lágrimas, e as lágrimas são lavadas pela imaginação. Até que o dia chega ao fim e as quatro precisam se despedir. Despretensiosamente misteriosa e profundamente comovente, a narrativa se revela por meio de uma linguagem de intimidade, tecida por amor e tristeza, e mantém seu doloroso segredo até o fim.

 

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A HERDADE

(The Domain | Dir.: Tiago Guedes | Portugal, França | 2019 | cor | 166 min. | Ficção | 16 anos)

Perspectiva Internacional

A saga de uma família proprietária de um dos maiores latifúndios da Europa, na margem sul do rio Tejo, convida-nos a mergulhar profundamente nos segredos da sua Herdade, fazendo um retrato da vida histórica, política, social e financeira de Portugal dos anos 1940, atravessando a Revolução dos Cravos até os dias de hoje. A Herdade (palavra que vem de “hereditas”, do latim, tal como herança) funciona como uma enorme ilha dentro de um país dominado por uma ditadura fascista. Uma espécie de reino comandado por um príncipe anarquista e progressista, mas que inevitavelmente se chocará de frente com a vontade de mudança de um povo.

 

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LADRÕES DE CINEMA

(Dir.: Fernando Coni Campos | Brasil | 1977 | cor & pb | 127 min. | Ficção | 14 anos)

Apresentação Especial

Durante o Carnaval, no Rio de Janeiro, uma equipe de cineastas norte-americanos tem seu material de filmagem roubado no bloco que eles estavam documentando. Os ladrões, do morro do Pavãozinho, resolvem eles mesmos fazer um filme, tendo a Inconfidência Mineira como tema. A população da comunidade adere à ideia com o mesmo espírito da preparação de uma escola de samba, com exceção de Silvério, que preferia vender o equipamento e dividir o dinheiro. A obra é realizada, mas a polícia recupera o material e prende os larápios. Os americanos, então, levam o filme para os Estados Unidos, lançando-o com o título Sweet Thieves, com sucesso de público e crítica.

 

[limite de 2000 visualizações]

 

CINECLUBINHO

SESSÃO DE CURTAS: Convivência (58 min.)

Animações que mostram a convivência e o relacionamento entre as pessoas, seja com os pais, com os amigos ou mesmo com pessoas "indesejadas".

 

MENINA DA CHUVA

(Dir: Rosária | Brasil | 2010 | 7 min | Livre)

Bonecas vermelhas para as meninas vermelhas, bolas azuis para os meninos azuis.
 

CALANGO LENGO - MORTE E VIDA SEM VER ÁGUA

(Dir.: Fernando Miller | Brasil | 2008 | 10 min | Livre)

Calango Lengo, nordestino, tem que cumprir seu destino, sem ter o que pôr no prato. Na seca não há outra sorte: viver fugindo da morte, como foge o rato do gato.

 

DIA ESTRELADO

(Dir.: Nara Normande | Brasil | 2011 | 17 min| Livre)

Em um lugar inóspito, um menino e sua família lutam pela sobrevivência.

 

EU QUERIA SER UM MONSTRO

(Dir.: Marão | Brasil | 2009 | 8 min| Livre)

O cotidiano de uma criança com bronquite.

 

HISTORIETAS ASSOMBRADAS (PARA CRIANÇAS MAL CRIADAS)

(Dir.: Victor-Hugo Borges | Brasil | 2005 | 16 min | Livre)

Três histórias que sua avó não contou, senão você ia fazer xixi na cama.

 

CINESESC

Um dos cinemas de rua mais queridos da cidade, o CineSesc iniciou seu funcionamento em 21 de setembro de 1979, no número 2075 da rua Augusta, na cidade de São Paulo, e se dedica à missão de fomentar a difusão do cinema de qualidade, exibindo obras que muitas vezes ficam fora do circuito comercial nas salas de cinema e plataformas online. Sua programação inclui grandes e pequenas produções do mundo todo.

Além de integrar o corpo de curadores em mostras especiais, o CineSesc também recebe festivais importantes do calendário cinematográfico paulistano, como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival Mix Brasil e o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, entre outros. O cuidado com a programação tem reconhecimento do público e da crítica, que o elegeu, por diversas vezes, a melhor sala especial de cinema na cidade de São Paulo.

 

Série Cinema #EmCasaComSesc

Desde o início de junho, o CineSesc realiza a série Cinema #EmCasaComSesc, em sua plataforma sescsp.org.br/cinemaemcasa, com estreias semanais. A iniciativa de oferecer filmes em streaming em sua nova plataforma digital reforça os aspectos que ancoram a ação institucional do Sesc São Paulo, garantindo o acesso a conteúdos da cultura a variados públicos. Com maior presença no ambiente online, o Sesc amplia sua ação de difusão cultural, de maneira acessível e permanente. O público ganha assim mais um espaço para contemplar, descobrir e redescobrir o cinema, a partir de grandes obras selecionadas, disponibilizadas online e gratuitamente.

Os filmes ficam disponíveis por um período determinado, com alterações e novas estreias semanais a cada quinta-feira (considerando a semana de cinema de quinta à quarta-feira). Há ainda possibilidade de prorrogação da exibição, conforme a demanda do público, além de sessões especiais por períodos menores (como 24h, por exemplo). A curadoria do Cinema #EmCasaComSesc conta com a experiência do CineSesc, que segue fechado desde o mês de março, por conta da crise causada pelo novo coronavírus.

 

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Fase Beta

As versões da plataforma do Sesc Digital encontram-se em fase beta, ou seja, novidades e melhorias serão implementadas a partir das interações que se desenvolverem entre o público e os recursos. Além disso, o catálogo será expandido periodicamente, englobando novas temáticas e linguagens.


+ SESC NA QUARENTENA

Desde o final de agosto, cinco meses após a suspensão majoritária do atendimento presencial nas unidades, o Sesc São Paulo anunciou uma parcial e gradativa retomada, com um número restrito de atividades, dirigidas aos alunos que já eram inscritos nos cursos de Ginástica Multifuncional,  Práticas Corporais e Corrida,  além de pacientes das Clínicas Odontológicas cujos tratamentos foram interrompidos pela pandemia. Todas essas atividades serão previamente agendadas, visando restringir a circulação de público no interior das unidades. Todas as 40 unidades do estado darão início a essa retomada gradual  à medida que os municípios em que estão instaladas atinjam a classificação necessária para reabertura, estabelecida pelo Plano São Paulo do Governo do Estado, e em conformidade com as regulações municipais.

Paralelo à retomada gradual de alguns serviços presenciais, a instituição segue oferecendo um conjunto de iniciativas on-line, que garantem a continuidade de sua ação sociocultural nas diversas áreas em que atua. Pelos canais digitais e redes sociais, o público pode acompanhar o andamento dessas ações e ter acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita e irrestrita. Confira a programação e fique #EmCasaComSesc.

Mesa Brasil, Tecido Solidário, Teatro, Música, Dança, Cinema, Esporte, Crianças, Ideias, SescTV, Selo Sesc, Edições Sesc São Paulo, Youtube Sesc São Paulo, Instagram Sesc Ao Vivo, Portal Sesc SP

 

+ Sesc Digital

A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. Por essa razão, o Sesc apresenta o Sesc Digital, sua plataforma de conteúdo!

 

Saiba+: www.sescsp.org.br/sescdigital

MUNDO - A rede The CW encomendou a 4ª temporada da série de fantasia “The Outpost”. O anúncio foi feito na véspera da estreia da 3ª temporada, que acontece nesta quinta (8/10).

“The Outpost” estava originalmente prevista para ir ao ar durante o verão norte-americano (entre junho e agosto), mas teve a produção interrompida pelo coronavírus. Como a série é gravada na Sérvia, onde a pandemia foi contida com maior rapidez, teve permissão para retomar os trabalhos em junho e já encerrou suas gravações. Os executivos do canal gostaram do resultado e decidiram antecipar a decisão de continuar com a série.

A série de fantasia conquistou um público fiel na CW, tanto que manteve praticamente os mesmos índices de audiência em suas duas temporadas exibidas, com uma queda de apenas 6% no segundo ano de produção, encerrado em 26 de setembro de 2019 nos Estados Unidos. A audiência, porém, é pequena, em torno de 600 mil telespectadores ao vivo. Mas a produção de Dean Devlin (roteirista de “Stargate” e “Independence Day”) ganha créditos pela capacidade de parecer muito mais cara do que realmente é.

“The Outpost” foi desenvolvido por Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia bancada por financiamento coletivo, estrelada por Jake Stormoen (“Extinct”) e Kevin Sorbo (o Hércules da TV), que rendeu cinco filmes lançados direto em DVD.

Protagonizada por atores pouco conhecidos, como a modelo australiana Jessica Green (a Cleópatra da série semi-documental “Roma: Império de Sangue”), Jake Stormoen (da franquia “Mythica”), Imogen Waterhouse (irmã da top model Suki Waterhouse) e Anand Desai-Barochia (calouro da versão britânica do programa “The Voice”), a série é uma combinação inusitada de trama de fantasia épica com produção de orçamento trash, que acaba sendo viciante por conta de performances canastronas e enredo capaz de prender a atenção com boas reviravoltas e construção de universo.

Passada num reino imaginário medieval, começou acompanhando planos de vingança de Talon (Green), última sobrevivente de uma raça mestiça similar aos elfos, massacrada por sua capacidade de invocar demônios de outra dimensão. Mas ao buscar matar os assassinos de sua família, ela acaba se tornando aliada da rainha secreta (Waterhouse) de uma insurreição contra as forças imperiais da Primeira Ordem, numa trama que mistura elementos de “O Senhor dos Anéis” e “Star Wars”, e é bem mais envolvente que os efeitos toscos e exageros cômicos de sua produção transparecem.

Importante destacar que a série melhorou muito em sua 2ª temporada, justamente ao passar a ser gravada em Belgrado, na Sérvia, aproveitando cenários europeus naturais – em vez de falsear uma civilização medieval em Utah, no interior dos Estados Unidos, cenário dos episódios iniciais.

A série é exibida no Brasil no canal pago Syfy.

 

 

*Por: PIPOCA MODERNA

LOS ANGELES - A Universal Pictures anunciou nesta terça-feira que adiou o lançamento de "Jurassic World: Dominion" em um ano, até junho de 2022.

O novo episódio de uma das maiores franquias do cinema é o mais recente filme a ser adiado em meio à pandemia de coronavírus.

Os estúdios de Hollywood têm mudado as datas de lançamento enquanto a indústria tenta se recuperar de uma paralisação mundial dos cinemas em março.

As salas de cinema reabriram em alguns países, mas continuam em ritmo lento nos Estados Unidos. A rede de cinemas Cineworld afirmou na segunda-feira que estava fechando instalações nos EUA que haviam sido reabertas em agosto.

Os cinemas ainda estão fechados nos principais mercados do país, Nova York e Los Angeles.

"Jurassic World: Dominion" é estrelado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, em mais um spin-off do blockbuster de 1993 "Jurassic Park" sobre o retorno dos dinossauros.

 

 

*Por: Lisa Richwine / REUTERS

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