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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), utilizado para corrigir a maior parte dos contratos de aluguel no Brasil, manteve e trajetória de alta iniciada há mais de um ano e subiu 0,6% em junho. A variação representa uma desaceleração em relação ao salto de 4,1% registrado em maio.

Com a variação, divulgada nesta terça-feira (29), pela FGV (Fundação Getulio Vargas), o índice acumula alta de 15,08% em 2021 e ganho de 35,75% nos últimos 12 meses.

Significa dizer que os inquilinos que pagam atualmente um aluguel de R$ 1.500 terão que desembolsar R$ 2.036 (+R$ 536,25) todos os meses para continuar morando no mesmo imóvel. Para evitar o reajuste significativo, especialistas recomendam a renegociação diretamente com o proprietário do imóvel.

O percentual acumulado a ser aplicado nos contratos de locação com vencimento em julho corresponde a um patamar 1,29 ponto percentual inferior ao reajuste dos contratos que venceram neste mês de junho (37,04%). A desaceleração no índice acumulado é a primeira desde maio de 2020, quando o IGP-M passou a figurar em 6,51%, ante 6,68% do mês anterior.

O coordenador dos índices de preços da FGV, André Braz, explica que a desaceleração do IGP-M ocorre com a combinação entre a valorização do real e o recuo dos preços das commodities (matérias-primas) cotadas em dólar.

"A combinação fez o grupo matérias-primas brutas cair 1,28% em junho, ante alta de 10,15% no mês passado. Com este movimento, a taxa do IPA [Índice de Preços ao Produtor Amplo] registrou expressiva desaceleração fechando o mês com alta de 0,42%", afirma Braz.

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Reajuste pela inflação

Diante da diferença entre os indicadores, algumas imobiliárias já passaram a utilizar a inflação oficial para reajustar os novos contratos de aluguel. Uma proposta de mudança foi apresentada na Câmara pelo deputado Vinicius Carvalho (Republicanos-SP), mas esbarra no interesse dos shoppings e de financeiras que administram fundos imobiliários.

O governo também é contra a proposta de mudança por entender que ela estabelece uma "interferência indevida do Estado". A avaliação é de que o uso do IPCA para os reajustes causaria muita judicialização, grande parte dos contratos não seriam renovados, e o preço médio da locação tenderia a subir.

O cálculo do IGP-M leva em conta a variação de preços de bens e serviços, bem como de matérias-primas utilizadas na produção agrícola, industrial e na construção civil. Por isso, a variação é diferente da apresentada pela inflação oficial, que calcula os preços com base em uma cesta de bens determinada para famílias com renda de até 40 salários mínimos.

 

 

*Do R7

SÃO CARLOS/SP - Na manhã desta terça-feira (29), um trabalhador teve uma das mãos esmagada enquanto trabalhava em uma prensa injetora de plástico em uma empresa localizada Rua Arthur Rodrigues de Castro, no bairro Jardim São Paulo, em São Carlos.

Segundo informações, a vítima de 46 anos, estava trabalhando normalmente, quando em determinado momento a prensa acabou baixando, onde atingiu e esmagou sua mão direita.

Imediatamente os colegas de trabalho acionaram o SAMU, onde rapidamente chegou a motolância realizando os primeiros socorros e depois a USA levou a vítima até à Santa Casa de Misericórdia de São Carlos.

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SANTA EUDÓXIA/SP - Uma casa foi alvo de assalto na Rua Waldomiro Vandesco, no distrito de Stª Eudóxia, em São Carlos, nesta última segunda-feira (28).

De acordo com Boletim de Ocorrência (B.O), o 190 foi acionado para prender um malandro que estava dentro da residência tentando consumar o fato, o que o bandido não esperava é que o neto da vítima entrou na casa e impediu o assalto.

A Polícia Militar ao chegar só conduziu as partes até a Central de Polícia Judiciária, onde foram ouvidos e o criminoso ficou preso.

SÃO CARLOS/SP - Mais uma pessoa foi vítima de assalto, desta vez foi na Alameda das Camélias, no bairro Cidade Jardim, em São Carlos.

Segundo a informações, o jovem de 23 anos, estava na calçada quando o marginal em posse de uma faca se aproximou e anunciou o assalto e sob ameaças de morte, pegou a carteira que continha os documentos e R$ 100,00 em dinheiro e desapareceu.

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