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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos está investindo no total R$ 1,56 milhões entre obras de recapeamento asfáltico, construção de guias, sarjetas e pavimentação na Rodovia Gabriel Crnkrovic (Estrada do Lobo), no distrito de Água Vermelha.
Estão sendo recapeados 6.107 metros de vias públicas do distrito de Água Vermelha, um investimento de R$ 467.376,09 e outros R$ 1.352.670,99 nos demais serviços.
 “Nós ampliamos a largura da via para 7 metros, dotamos de guias e sarjetas e drenagem. A empresa Bandeirantes está pavimentando 525 metros lineares, que ao considerar a nova largura da via, representa a execução de 3.675 metros quadrados de pavimento. Um investimento total de R$ 1,35 milhões de tudo o que foi contratado. Com esse investimento o distrito de Água Vermelha atinge 100 % das ruas recuperadas e pavimentadas”, comemorou o secretário municipal de Obras Públicas, João Muller.
As obras fazem do programa “Nossa Rua”, parceria da Prefeitura com o Governo do Estado no valor total de R$ 16.979.452,78, sendo R$ 9.479.452,78 disponibilizado pelo município e R$ 7.500.000,00 pelo Governo do Estado.
Os próximos lotes de obras executadas pela empresa Bandeirantes contemplam intervenções nas ruas Sebastião Ramos e Profa. Vera Helena Trinta Pulcinelli no Tutoya do Vale.
Já o lote  de obras em execução pela empresa Sólida compreende obras na rua Alessandro Di Salvo, no Jardim Novo Horizonte, na avenida Paulista, no Jardim Paulista, rua Giacomini Vaccari, no Jardim Santa Maria II, na via de acesso da rodovia Washington Luís no km 226 735 metros, na rua Caetano Ferragini e rua João Deriggi, no Parque Fehr, na avenida Clemente Talarico, no Jardim Embaré, no prolongamento rua do Parque, na Vila Nery, e no prolongamento da avenida Paulista até a avenida Tancredo de Almeida Neves.

SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta, acompanhado do secretário de Governo, do Secretário de Obras Públicas, do Presidente do SAAE e do Chefe de Gabinete da autarquia,  esteve na última terça-feira (28), no Condomínio Leila, no Varjão, acompanhando o início das obras de guias, sarjetas, drenagem e pavimentação que serão realizadas nas primeiras vias.

Bruno Zancheta pontuou: “Esse é um sonho de todos que residem ou têm suas chácaras nessa região. Fui procurado, logo no início de meu mandato e me comprometi com os moradores que faríamos todos os tipos de encaminhamentos necessários para que esse trabalho acontecesse e começássemos a sonhar juntos. Vencemos!”.

O município de São Carlos foi contemplado com recursos estaduais, através do programa “São Paulo Nossa Rua”, na ordem de R$ 16 milhões de reais e desse montante, que será executado em lotes, o Varjão foi contemplado no primeiro lote, com a empresa vencedora do processo licitatório, Bandeirantes, com a realização das primeiras vias de acesso ao bairro.

“Quero destacar o trabalho do secretário de Governo Netto Donato, do secretário de Obras Públicas, João Muller, do presidente do SAAE, Mariel Olmo e do chefe de gabinete da autarquia, José Augusto Santana, pessoas que tornaram essa obra possível e viável. Gratidão também ao ex-governador Rodrigo Garcia e ao governador Tarcísio de Freitas pela liberação do recurso e pelo olhar clínico com nosso município. Quando unimos forças, as coisas acontecem e quem ganha com isso, é a população", finalizou Bruno Zancheta.

Entrevistados falaram sobre vestibular indígena, conquistas e demandas na Universidade e atuação no mercado de trabalho

 

SÃO CARLOS/SP - A UFSCar lançou no último dia 28 de novembro, o minidocumentário "Presença Indígena na UFSCar - 15 anos de história". O objetivo é mostrar, em cenas e depoimentos, um pouco da trajetória dos estudantes indígenas nos quatro campi da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) - São Carlos, Araras, Sorocaba e Lagoa do Sino. 
Thaís Palomino, Coordenadora de Acompanhamento Acadêmico e Pedagógico para Estudantes (CAAPE) da Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad) da UFSCar, é uma das entrevistadas do programa. Ela conta como teve início o vestibular indígena na UFSCar, aprovado em 2007, e como foi a mudança das provas - que antes eram realizadas em São Carlos e, atualmente, são descentralizadas, para atender uma demanda dos próprios povos indígenas. 
Ela também falou dos alunos que se formaram na UFSCar e atuam em diversas áreas. "Hoje temos 73 profissionais formados na UFSCar e nos quatro cantos do Brasil. Eles são de 21 cursos diferentes, cidades diferentes, áreas diferentes", elenca. Um deles é Edinaldo dos Santos Rodrigues, estudante egresso do curso de graduação em Psicologia. "Atualmente eu faço parte de uma organização que é a Articulação Brasileira de Indígenas Psicólogos(as), na qual reunimos psicólogos para pensar uma Psicologia que realmente respeite as especificidades indígenas e que tenha cuidado ao se aproximar dessas questões para não ser uma área de conhecimento invasiva. Então, pensar uma Psicologia hoje pintada a jenipapo e urucum é fundamental para a gente atuar nos territórios indígenas", explica Rodrigues.
E foi seguindo esse pensamento que os estudantes indígenas criaram, dentro da UFSCar, o Centro de Culturas Indígenas (CCI), "com o intuito também da gente se juntar, já que estamos em um ambiente diferente, com cultura diferente, e também para tratar questões de demandas dentro da Universidade", relata, na produção audiovisual, Vanessa Na’naio, estudante do curso de graduação em Terapia Ocupacional da UFSCar, e uma das representantes do CCI. Ela também falou sobre as demandas e conquistas dos estudantes indígenas ao longo desse tempo e de sua própria vivência como estudante na UFSCar. "Eu, particularmente, sempre quis fazer uma graduação e continuar os estudos porque o meu pai sempre me incentivou. Então, para eu sair da minha comunidade, da minha cidade, de um lugar muito distante, que é o Amazonas, é desafiador. A gente tem um pouquinho de medo", conta a estudante. 
Confira o minidocumentário "Presença Indígena na UFSCar - 15 anos de história" no canal oficial da UFSCar no YouTube (www.youtube.com/@UFSCarOficial). Saiba mais também nas redes sociais da UFSCar (@ufscaroficial).

ARARAQUARA/SP - A Escola Técnica Estadual (Etec) Profª Anna de Oliveira Ferraz, de Araraquara, promove uma ação de cadastro de doadores de medula óssea nesta quinta-feira (30), entre 9h30 e 14h.

Todos os estudantes do curso técnico de Enfermagem estão à frente da campanha, em parceria com a prefeitura, o Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), o Hemocentro da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) – responsável pelo transporte e tipagem HLA das amostras colhidas – e a Universidade Paulista (Unip), que cederá o espaço para a ação.

Idade menor para os doadores

É a terceira vez que a Etec de Araraquara se engaja nessa mobilização. É a primeira vez, no entanto, que a unidade participa com a nova norma do Ministério da Saúde em vigor, que limita em até 35 anos a idade para quem pretende fazer o cadastro. A portaria nº 685, de 16 de julho de 2021, estabelece que os doadores tenham entre 18 e 35 anos. O limite anterior era de 54 anos. A medida, embora restrinja o número de doadores, garante a eficácia do transplante, já que o receptor de uma medula mais jovem tem maior possibilidade de obter uma boa resposta do organismo.

Se esse movimento é importante para os pacientes, também é benéfico para os alunos. “Trata-se de uma atividade extraclasse integradora em que os alunos adquirem conhecimento, desenvolvem habilidades e valores importantes, como cooperação e filantropia”, explica Célio Tiago Marcato, diretor da unidade.

Quem precisa de doação e quem pode doar

O transplante de medula óssea, um dos pouquíssimos tipos de doação que se pode fazer em vida, beneficia pacientes com leucemia e cerca de outras 80 doenças. Quando o paciente não encontra um doador compatível na própria família, tem como opção recorrer ao banco do Redome.

Além de ter entre 18 e 35 anos, os candidatos ao cadastro não podem ter ou ter tido câncer ou outras doenças – confira aqui.

É preciso estar em boas condições de saúde, levar um documento oficial com foto e preencher um cadastro básico. Depois disso, uma quantidade mínima de sangue é coletada: apenas 10 mililitros. Caso haja um paciente compatível, o doador é consultado antes de se decidir sobre a doação.

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