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Redação

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 Jornalista/Radialista

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CEDRAL/SP - Um jovem de 22 anos foi preso em flagrante por estupro de vulnerável, na noite da última segunda-feira (23), na cidade de Cedral. A vítima é uma menina de 11 anos de idade.

Segundo informações da Polícia Civil, os detalhes da ocorrência não foram divulgados para preservar a criança. A denúncia teria sido feita por um tio da garota que teria flagrado o crime sexual.

O suspeito foi preso e encaminhado para a delegacia, onde confessou o estupro. Ele permanece à disposição da Justiça.

A vítima passará por exames. O caso será investigado.

 

 

REGIÃOSP

A Prefeitura de Ibaté, através da Vigilância Epidemiológica, divulgou nesta quarta-feira, 25, números atualizados de casos de dengue na cidade.

De acordo com o anunciado, os dados apontam que desde o início desse ano, foram notificados 22 casos, sendo 10 negativos, 03 positivos e 09 pessoas aguardam o resultado de exame.

Elaine Sartorelli Breanza, secretária municipal da Saúde, faz um alerta para que as pessoas fiquem vigilantes e evitem a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. "O início de 2023 tem sido muito chuvoso, as pessoas precisam estar vigilantes. Os cuidados devem estar voltados para o combate aos criadouros do mosquito em todos os ambientes de convivência, em casa, espaços públicos, no trabalho", recomenda. 

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Paula Salezzi Fiorani, enfatiza que a população precisa fazer a limpeza semanal dos quintais não deixando água parada, evitando locais que podem se tornar criadouros do mosquito. "Devemos redobrar os cuidados para combater o Aedes Aegypti, por isso, pedimos a colaboração de todos. Esperamos contar com a participação da população ibateense”, ressalta. 

A Secretaria da Saúde alerta sobre as principais medidas de prevenção e combate ao Aedes Aegypti:

Para combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti é necessário manter bem tampados caixas, tonéis e barris de água; colocar o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira sempre bem fechada; não jogar lixo em terrenos baldios; guardar garrafas de vidro ou plástico, mantenha sempre a boca para baixo; não deixar água da chuva acumular sobre a laje; encher os pratinhos ou vasos de planta com areia até a borda; guardar pneus velhos, retire toda a água e mantenha-os em locais cobertos, protegidos da chuva; limpar as calhas com frequência, evitando que galhos e folhas possam impedir a passagem da água; lavar com frequência, com água e sabão, os recipientes usados para guardar água, pelo menos uma vez por semana.

SÃO PAULO/SP - A Universidade de São Paulo (USP) é classificada como a melhor universidade latino-americana do World University Rankings, de acordo com um ranking elaborado pela consultoria britânica Times Higher Education. Considerando seu prestígio mundial, é uma das instituições públicas de ensino superior mais concorridas do Brasil. 

A partir deste ano, para ingresso em 2023, a universidade conta com um novo sistema de ingresso de estudantes, denominado de Enem-USP, que funciona como um Sistema de Seleção Unificada (Sisu) independente, medida aprovada pelo Conselho Universitário no final do ano passado. Com isso, os candidatos serão convocados diretamente pela Fuvest a partir das notas que obtiverem nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Mas o que de fato muda com esse novo modelo? A expectativa gira em torno do motivo que de fato levou a criação de um SISU independente, que é ter maior agilidade e mais abrangência no processo de matrícula dos estudantes, diminuindo alguns problemas relacionados à entrada no ensino superior, como matrícula tardia e vagas públicas ociosas.

O número de vagas destinadas ao vestibular da Fuvest é maior do que o número de vagas destinadas ao Enem-USP. Logo, são sistemas de seleção independentes. Portanto, uma mesma vaga não será disputada, ao mesmo tempo, por uma nota no Enem e uma nota na Fuvest. 

A USP e outras universidades estaduais paulistas são protagonistas na diversificação das formas de ingresso e seleção de alunos. Atualmente, os alunos possuem diferentes possibilidades de ingresso, como vestibular próprio, nota do Enem, ou até medalhas em olimpíadas.

É importante frisar que a modificação do sistema de seleção da USP não altera a elaboração de questões para o Enem, apesar da prova vir se modificando ao longo dos anos e se tornando mais madura e desafiadora. Além disso, o Sisu continua sendo o principal sistema de seleção para universidades públicas no Brasil e, em 2023, terá a participação de mais de 120 instituições.

A decisão da USP é uma novidade e, como toda novidade, causa uma certa estranheza no início, principalmente por parte dos candidatos que neste momento de ansiedade, qualquer mudança não é bem-vinda. Entretanto, tudo saindo conforme o previsto, é de se esperar que o resultado seja positivo, podendo levar outras instituições a tomarem o mesmo caminho posteriormente, democratizando e diversificando o acesso às universidades públicas brasileiras. 

Lorenzo Tessari é Chief Operating Officer (COO) da Gama Ensino, startup de tecnologia desenvolvedora de um algoritmo proprietário que identifica os gaps de aprendizado dos alunos para o direcionamento dos seus estudos.

MATOPIBA - A devastação no cerrado avançou em 2022, especialmente na fronteira agrícola do Matopiba, como é conhecida a região do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Dados do SAD Cerrado (Sistema de Alerta de Desmatamento do Cerrado) apontam que os alertas de desmatamento no bioma cresceram quase 20% em relação a 2021.

De janeiro a dezembro do ano passado, foram destruídos 8.100 km² de cerrado, uma área pouco maior do que a da Grande São Paulo (7.900 km²). No mesmo período de 2021, o índice ficou em 6.900 km².

O SAD Cerrado foi desenvolvido pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) em parceria com a rede MapBiomas e com o Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento da Universidade Federal de Goiás.

A ferramenta funciona por meio de inteligência artificial e usa imagens de satélite, com resolução de dez metros, para acompanhar o desmatamento. O objetivo, segundo pesquisadores, é que ele complemente outros sistemas de alerta, como o Deter Cerrado, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Considerando só o mês de dezembro, o desmate no bioma quase dobrou (88,9%): foi de 444 km² para 839 km². O número surpreende especialmente porque este período é de chuvas na região, o que torna o desmate mais difícil.

"Dezembro não é um mês que a gente espera que tenha um aumento do desmatamento do cerrado -e teve. Isso faz parte de um contexto político, que pode ter causado esse crescimento", sugere a pesquisadora do Ipam Júlia Shimbo, que é coordenadora científica do MapBiomas no Brasil.

Ela afirma que pode ser observado não apenas um aumento na devastação do bioma, em geral, mas também no tamanho das áreas desmatadas, que se concentram em terras privadas. Cerca de 80% do desmatamento no cerrado no ano passado aconteceram nesse tipo de propriedade.

"O esforço de combater o desmatamento no cerrado depende dos governos federal, estaduais e municipais, mas depende muito dos setores privado e financeiro. Se não tiver o envolvimento desses setores, fica muito difícil acabar com o desmatamento no bioma."

O cerrado é o segundo maior bioma brasileiro e corresponde a quase um quarto de todo o território nacional (23,3%). A pesquisadora explica que a destruição vem crescendo em todo o país, mas é particularmente acentuada no chamado Matopiba.

Esta região representa 30% do cerrado, ao mesmo tempo em que é responsável por cerca de 60% da devastação dele. Esse quadro é preocupante porque, enquanto o sul do bioma já foi bastante desmatado historicamente, no Matopiba ficam os últimos grandes remanescentes deste tipo de vegetação.

"Ao mesmo tempo, essa é a principal fronteira agrícola do país nos últimos anos, principalmente para cultivo de soja, milho e pecuária", ressalta Shimbo.

Ela aponta que um estudo concluiu que a conversão de áreas nativas do cerrado para pastagens e agricultura já tornou o clima na região quase 1°C mais quente e 10% mais seco. "Isso sem contar com as mudanças climáticas, que devem acentuar esse cenário."

O que hoje nós chamamos de cerrado é só metade da área que o bioma ocupava originalmente. Mas mesmo essa metade restante não está intacta, já que há processos de degradação da vegetação nativa, como a fragmentação da paisagem, a invasão por gramíneas e por gado.

Os dados do Ipam também mostram que a maior parte da destruição (65%) está concentrada nas paisagens de savana, que compõem a maioria do cerrado -e que ficam fora de muitos mecanismos que visam combater o desmatamento.

"Por exemplo, a legislação da União Europeia antidesmatamento considera só as florestas. Então, grande parte do cerrado estaria desprotegido -74% da vegetação nativa do bioma, considerando savanas e campos", explica a cientista. "É importante que outras formações não florestais sejam consideradas nas ações de combate e nas legislações internacionais que banem produtos com origem ou relação com o desmatamento."

Shimbo acredita que o aumento no desmate registrado em 2022 é um reflexo da política de enfraquecimento de órgãos de fiscalização e da falta de incentivo para preservação -além do incentivo às atividades agropecuárias no bioma.

"Agora, a gente espera que tenhamos um cenário mais favorável, com outro cuidado na questão ambiental. E que isso traga uma oportunidade de diálogo e engajamento não apenas de governos, mas do setor privado e da sociedade como um todo para reduzir o desmatamento no cerrado e incentivar a conservação do bioma", conclui.

O projeto Planeta em Transe é apoiado pela Open Society Foundations.

 

 

por JÉSSICA MAES / FOLHA de S.PAULO

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