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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Adversário de Airton Garcia nas duas últimas eleições, agora é peça chave na relação com a Câmara.

 

SÃO CARLOS/SP - Com discurso conciliador, diálogo como palavra de ordem, e em defesa contumaz da Câmara Municipal, o novo articulador político da Prefeitura de São Carlos, Netto Donato, assumiu a Secretaria de Governo na última segunda-feira, 22 de agosto, com a missão sem precedentes na história política da cidade: colocar um ponto final na desarmonia instalada entre o quinto andar do Paço Municipal e o edifício Euclides da Cunha, sede do Poder Legislativo. Advogado, 41 anos, casado, dois filhos, atual presidente do PSDB local e segundo colocado nas duas últimas eleições municipais (2016 e 2020), Antonio Donato Netto - que usa o nome Netto Donato como figura pública – disse que foram a coragem particular e o espírito público que o motivaram a aceitar o convite e o desafio nessa nova etapa dos seus 14 anos de atividade política em São Carlos.
Durante a semana, esse foi o tom nas entrevistas em emissoras de rádio. Netto Donato afirmou que não há outros interesses na empreitada. “Se a decisão fosse unicamente pessoal, jamais entraria. Ficaria só com a pedrinha sendo jogada no vidro, acusando, atacando. Só que esse não é o meu perfil. Eu gosto de resolver problemas. Estudei para isso, e especificamente na área pública”, salientou, ao lembrar que este é o momento de ajudar a cidade, o governo e o prefeito Airton Garcia. “É perceptível que o prefeito quer um novo rumo, uma nova maneira no jeito de governar. E a prova são as mudanças que ele tem feito. Adversários políticos durante a campanha eleitoral não significa que não possa haver convivência saudável”.
Em uma resposta clara e contundente aos boatos que pairam por razões óbvias, o novo solista dessa orquestra política local, como advogado que é, se defende. “Embora há quem fale, não há oportunismo da minha parte neste momento. Oportunismo seria se o governo estivesse ‘as mil maravilhas’ e eu entrasse ali no final. Pelo contrário, entro numa situação muito difícil. E não importa se você pode ajudar e auxiliar o prefeito junto com os demais secretários durante 50 dias ou durante dois anos. Estou dando minha contribuição para a cidade agora, em um dos momentos em que ela mais precisa”.
Ao ser questionado sobre uma possível postura de traição, defendida por alguns agentes políticos da cidade, Netto Donato rebate e diz que não seria (porque não é) tão leviano assim. “Eu não iria cometer um erro tão banal assim, de ingressar em um governo, sem ter conversado com lideranças e correligionários do meu partido. Chamei e executiva, conversei, expliquei a situação, e todos eles concordaram. Foi unânime. Porque não estou pensando em 2024, estou pensando São Carlos e em São Carlos hoje”.

RELAÇÃO COM A CÂMARA -  Consciente da sua função mais ‘espinhosa’, o novo secretário de Governo sabe que a interlocução com a Câmara, e com todos os vereadores, pode significar o êxito ou o fracasso como nome importante e estratégico na hierarquia administrativa e de gestão política da Prefeitura. “Não existe alguém (pode até ter igual), na cidade de São Carlos, que respeite mais a Câmara e os vereadores como eu. Reconheço a importância deles. A cidade não anda sem harmonia entre esses dois poderes. E essa escolha do prefeito Airton Garcia demonstra que ele está receptivo à ideia de restabelecer o convívio e, sobretudo, o diálogo natural, harmônico e independente. Já fiz contato com o presidente Roselei Françoso e pedi uma data para eu fazer uma visita institucional aos vereadores. Sempre tive respeito pela Casa quando trabalhei lá. Quero construir essa mesma relação sadia agora, como secretário de Governo”.
Perguntado acerca da relação pessoal e política com o vice-prefeito Edson Ferraz, Netto Donato é enfático. “Edson Ferraz é nosso vice-prefeito, de fato e de direito. Ele foi eleito junto com o prefeito Airton Garcia. Precisamos respeitar e temos que conversar, normalmente. Não há motivos para brigas, para discussões sem propósitos. Entrei para tentar promover a conciliação com todos e trazer mais harmonia e tranquilidade ao governo. É o que desejo e espero com todos, sem exceção, prefeito, vice, secretários, vereadores”.

SÃO CARLOS/SP - Na sexta-feira (26) a vereadora Cidinha do Oncológico protocolou requerimento solicitando informações sobre transporte fora do domicílio, para atender aos pacientes da rede municipal de saúde.

 Cidinha destacou que vários munícipes procuraram seu gabinete para relatar o problema da falta de transporte fora do domicílio. “Muitos pacientes perderam suas consultas em cidades como Américo Brasiliense, Ribeirão Preto e região”, declarou.

 Segundo a parlamentar, “os pacientes não vão para fora do domicílio por livre e espontânea vontade e sim porque a referência para seu tratamento não é em nossa cidade”.

 A parlamentar salienta que é função do poder legislativo através da atuação do vereador fiscalizar e auxiliar os atos do poder executivo municipal, portanto, está solicitando informações sobre o valor gasto com transporte fora do domicílio no período de janeiro a julho de 2022, quantos pacientes utilizaram esse serviço e para quais cidades.

 

Objetivo é criar tarefa de reconhecimento que considere contexto cultural do Brasil

 

SÃO CARLOS/SP - A habilidade de reconhecer as emoções das outras pessoas é crucial para o convívio em sociedade. E essa habilidade pode ser modulada pelo contexto cultural e características físicas. Por isso, para validar um banco de faces a fim de avaliar o reconhecimento de emoções no contexto brasileiro, uma pesquisa da área da Psicologia da UFSCar está convidando voluntários. 
"Estudos mostram que indivíduos reconhecem com maior precisão emoções de pessoas que tenham a mesma raça e gênero quando comparados com indivíduos de raça e gênero diferentes, expressando a mesma emoção", afirma Daiene de Morais Fabrício, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPSi) da UFSCar, que conduz o trabalho. Além disso, a pesquisadora relata que alguns estudos reportaram que a taxa de acerto ao categorizar emoções de faces jovens é maior quando comparada com faces idosas. "Diante disso, evidencia-se que o desempenho em uma tarefa de REFE (Reconhecimento de Expressões Faciais das Emoções) pode ser modulado tanto pelo perfil do participante quanto pelas características dos estímulos apresentados. Elementos culturais como raça, sexo e faixa etária são aspectos bastante relevantes para o reconhecimento das emoções através da expressão facial. Considerando a heterogeneidade desses elementos no território nacional, é de extrema importância que tarefas que avaliem o REFE levem em consideração esses aspectos", avalia Daiene Fabrício.
O trabalho leva em consideração emoções básicas, conforme os estudos do psicólogo norte-americano Paul Ekman - alegria, tristeza, medo, nojo, raiva e surpresa -, além de faces neutras. Para a doutoranda em Psicologia, a importância e aplicabilidade do estudo está relacionada à criação de uma tarefa para avaliar o reconhecimento de emoções que leve em consideração a variabilidade cultural existente no País. "No Brasil, ainda não há um banco de faces de acordo com a distribuição populacional do País para as variáveis idade, sexo e raça para avaliar a habilidade de reconhecer emoções através da face", complementa.
A pesquisa, intitulada "Desenvolvimento e validação de uma tarefa de reconhecimento de expressões faciais das emoções para o contexto brasileiro", tem orientação do professor do Departamento de Gerontologia (DGero), Marcos Hortes Nisihara Chagas, e coorientação da professora Monalisa Muniz Nascimento, do Departamento de Psicologia (DPsi), com apoio financeiro da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Participação
Para participar, os voluntários devem ter idade igual ou superior a 18 anos e saber ler e usar o computador. Interessados devem contatar a pesquisadora responsável (Daiene) pelo telefone (16) 99236-8890 (também WhatsApp) para combinar dia e horário em que deverão comparecer ao Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar. Projeto de pesquisa aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 30253420.0.0000.5504).

AMÉRICO BRASÍLIENSE/SP - Uma operação da Polícia Civil de Américo Brasiliense com apoio de equipes da Delegacia Seccional de Araraquara apreendeu drogas, dinheiro, material para manipulação e embalo de entorpecentes e uma réplica de uma pistola semiautomática nos predinhos da CDHU no bairro Jardim São Judas, em Américo Brasiliense. Cinco pessoas estão detidas na delegacia, sendo dois adolescentes e três maiores de idade.

A Operação Playground, comandada pelo delegado titular de Américo Brasiliense, Jesus Nazaré Romão, começou nas primeiras horas dessa sexta-feira, dia 26, e contou com reforço de equipes da Polícia Civil de cidades da região.

Segundo o delegado, as investigações começaram há dois meses e identificaram que as drogas chegavam para um adolescente, que fazia a distribuição. Os entorpecentes foram localizados em alguns apartamentos do condomínio vertical da CDHU.

O delegado ressaltou que a investigação terá continuidade com o objetivo de descobrir o possível envolvimento dos detidos em roubos a comércios na ciadde, inclusive, utilizando a réplica de arma de fogo. Os detidos aguardam a decisão do delegado.

 

 

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